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	<title>Comentários sobre: Sociedade do Excesso</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; XôLiXo</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2006/12/25/sociedade-do-excesso/#comment-6927</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; XôLiXo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 13:55:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] No final de 2006, registrei aqui no blog uma pequena reflexão: A Sociedade do Excesso. No final de 2007, adotei um lema existencial: &#8220;Devagar, Focado e Simplificando&#8221;, hoje subtítulo do blog. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] No final de 2006, registrei aqui no blog uma pequena reflexão: A Sociedade do Excesso. No final de 2007, adotei um lema existencial: &#8220;Devagar, Focado e Simplificando&#8221;, hoje subtítulo do blog. [...]</p>
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		<title>Por: adalberto</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2006/12/25/sociedade-do-excesso/#comment-1920</link>
		<dc:creator>adalberto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 20:29:45 +0000</pubDate>
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		<description>Imagine-se, João, na varanda de sua cobertura na Vieira Souto, de frente para o mar, observando o pôr-do-sol, com um copo de uísque e duas pedras de gelo na mão direita, e um amendoim torrado e salgado na mão esquerda, ouvindo seu som em 5 canais dolby estéreo, que ressoa nos 1200m2 de sua moradia. Ao olhar para a sua direita, não muito longe de você, vê um trabalhador arcado de cansaço, chegando do trabalho em seu barraco de madeira de construção, com duas divisões, cozinha e quarto, o uniforme de PM bem enrolado e escondido numa sacola de supermercado, que ele joga num canto, quase acertando a cabecinha de seu terceiro filho, com poucos meses de idade, com uma febre que não passa com nenhuma reza, e a saudade de sua mulher morta em tiroteio de traficante com a milícia. Este homem não tem varanda, lógico, mas, morando a certa altura de seu morro, apoiado no batente da porta de entrada, com um córrego líquido de esgoto molhando seus pés, da posição em que está, e que você também está, têm seus olhares se cruzados. E os dois se perguntam: &quot;Por que tanta diferença?&quot; Você no seu excesso escancarado, mostrando sem querer mostrar tudo o que você tem, e o PM disfarçado, nada tendo para mostrar, a não ser sua privação e miséria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine-se, João, na varanda de sua cobertura na Vieira Souto, de frente para o mar, observando o pôr-do-sol, com um copo de uísque e duas pedras de gelo na mão direita, e um amendoim torrado e salgado na mão esquerda, ouvindo seu som em 5 canais dolby estéreo, que ressoa nos 1200m2 de sua moradia. Ao olhar para a sua direita, não muito longe de você, vê um trabalhador arcado de cansaço, chegando do trabalho em seu barraco de madeira de construção, com duas divisões, cozinha e quarto, o uniforme de PM bem enrolado e escondido numa sacola de supermercado, que ele joga num canto, quase acertando a cabecinha de seu terceiro filho, com poucos meses de idade, com uma febre que não passa com nenhuma reza, e a saudade de sua mulher morta em tiroteio de traficante com a milícia. Este homem não tem varanda, lógico, mas, morando a certa altura de seu morro, apoiado no batente da porta de entrada, com um córrego líquido de esgoto molhando seus pés, da posição em que está, e que você também está, têm seus olhares se cruzados. E os dois se perguntam: &#8220;Por que tanta diferença?&#8221; Você no seu excesso escancarado, mostrando sem querer mostrar tudo o que você tem, e o PM disfarçado, nada tendo para mostrar, a não ser sua privação e miséria.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2006/12/25/sociedade-do-excesso/#comment-1914</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 13:16:15 +0000</pubDate>
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		<description>Adalberto, você vai traduzir?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adalberto, você vai traduzir?</p>
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		<title>Por: adalberto</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2006/12/25/sociedade-do-excesso/#comment-1797</link>
		<dc:creator>adalberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 19:17:39 +0000</pubDate>
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		<description>Penso que, do viés humano, o pior do excesso metabolizado no micro, é, com isso, a denúncia que faz da privação do Outro, que, claro, é o super macro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que, do viés humano, o pior do excesso metabolizado no micro, é, com isso, a denúncia que faz da privação do Outro, que, claro, é o super macro.</p>
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