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	<title>Comentários sobre: Universidade ou Banco?</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Paulo Freire e a EaD</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/06/universidade-ou-banco/#comment-2155</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Paulo Freire e a EaD</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2007 01:22:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] A educação, assim, torna-se um ato de depositar; de narrar, transferir e transmitir conhecimentos. Um modelo que, infelizmente, caiu como uma luva em muitos projetos de EaD, principalmente quando a educação fica nas mãos de investidores, do mercado financeiro (Universidade ou Banco? é um dos tópicos deste fórum). Será que Paulo Freire conseguiu imaginar o poder profético de sua metáfora? Os educandos devem receber, repetir, memorizar, guardar e arquivar conteúdos. A educação bancária seria, portanto, uma prática de dominação, não de libertação. A esta concepção bancária de educação, antidialógica por natureza, Freire contrapõe a educação humanista e problematizadora, que pressupõe o diálogo, mesmo que este se realize sobre a negação do próprio diálogo. Ou seja, interação é necessária para que se concretize a educação e a aprendizagem, inclusive em EaD, se queremos pensar a EaD como uma modalidade de educação. Educação a Distância não pode significar Educação&#8230; a Distância, a anos luz de distância. Daí porque a teoria da Distância Transacional, de Michael Moore, é importante em EaD: apesar da distância física, é possível administrar a distância da transação com projetos pedagógicos efetivamente interessados na aprendizagem, e não apenas em ganhar dinheiro. Em EaD, o educando não precisa estar distante, pedagogicamente, dos seus educadores, nem de seus colegas, muito menos do mundo que contextualiza seu aprendizado. A educação dialógica pressupõe que os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo. Segundo Paulo Freire, é justamente através do diálogo que o educador problematizador re-faz constantemente seu ato cognoscente na cognoscibilidade dos educandos: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A educação, assim, torna-se um ato de depositar; de narrar, transferir e transmitir conhecimentos. Um modelo que, infelizmente, caiu como uma luva em muitos projetos de EaD, principalmente quando a educação fica nas mãos de investidores, do mercado financeiro (Universidade ou Banco? é um dos tópicos deste fórum). Será que Paulo Freire conseguiu imaginar o poder profético de sua metáfora? Os educandos devem receber, repetir, memorizar, guardar e arquivar conteúdos. A educação bancária seria, portanto, uma prática de dominação, não de libertação. A esta concepção bancária de educação, antidialógica por natureza, Freire contrapõe a educação humanista e problematizadora, que pressupõe o diálogo, mesmo que este se realize sobre a negação do próprio diálogo. Ou seja, interação é necessária para que se concretize a educação e a aprendizagem, inclusive em EaD, se queremos pensar a EaD como uma modalidade de educação. Educação a Distância não pode significar Educação&#8230; a Distância, a anos luz de distância. Daí porque a teoria da Distância Transacional, de Michael Moore, é importante em EaD: apesar da distância física, é possível administrar a distância da transação com projetos pedagógicos efetivamente interessados na aprendizagem, e não apenas em ganhar dinheiro. Em EaD, o educando não precisa estar distante, pedagogicamente, dos seus educadores, nem de seus colegas, muito menos do mundo que contextualiza seu aprendizado. A educação dialógica pressupõe que os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo. Segundo Paulo Freire, é justamente através do diálogo que o educador problematizador re-faz constantemente seu ato cognoscente na cognoscibilidade dos educandos: [...]</p>
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		<title>Por: adalberto</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/06/universidade-ou-banco/#comment-1902</link>
		<dc:creator>adalberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 19:35:25 +0000</pubDate>
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		<description>Parece piada estarmos há mais de um ano participando de dois fóruns sobre Qualidade no Ensino Superior. Dos Métodos para avaliá-la. Das medidas tomadas pelo Ministério da Educação sobre o tema. Dos doze itens mínimos que devem ser observados para garantir uma razoável Qualidade de Ensino, e por aí vai.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece piada estarmos há mais de um ano participando de dois fóruns sobre Qualidade no Ensino Superior. Dos Métodos para avaliá-la. Das medidas tomadas pelo Ministério da Educação sobre o tema. Dos doze itens mínimos que devem ser observados para garantir uma razoável Qualidade de Ensino, e por aí vai.</p>
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		<title>Por: Vinicius Vidal</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/06/universidade-ou-banco/#comment-1899</link>
		<dc:creator>Vinicius Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 17:45:59 +0000</pubDate>
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		<description>JM,

Nada mais a acrescentar. A não ser a minha revolta com este escárnio. Como posso eu, pai de uma moça de 19 anos, afirmar que minha filha terá uma boa formação?? Triste.

Abraços

P.S.: voltei a escrever no meu blog. Dá um pulo lá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JM,</p>
<p>Nada mais a acrescentar. A não ser a minha revolta com este escárnio. Como posso eu, pai de uma moça de 19 anos, afirmar que minha filha terá uma boa formação?? Triste.</p>
<p>Abraços</p>
<p>P.S.: voltei a escrever no meu blog. Dá um pulo lá!</p>
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	<item>
		<title>Por: Regina Célia Pedroso</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/06/universidade-ou-banco/#comment-1894</link>
		<dc:creator>Regina Célia Pedroso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 17:30:09 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João, sua crítica é contundente e certeira. Porém eu diria que os administradores vorazes que nada entendem de educação não estão interessados com ensino ou pesquisa. E, falando português claro, se a empresa (universidade) der lucro é o que interessa. Afinal, tem uma velha máxima dos administradores idiotas: é o custo benefício. Lucrando é o que basta. O resto é perfumaria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João, sua crítica é contundente e certeira. Porém eu diria que os administradores vorazes que nada entendem de educação não estão interessados com ensino ou pesquisa. E, falando português claro, se a empresa (universidade) der lucro é o que interessa. Afinal, tem uma velha máxima dos administradores idiotas: é o custo benefício. Lucrando é o que basta. O resto é perfumaria.</p>
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		<title>Por: adalberto</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/06/universidade-ou-banco/#comment-1892</link>
		<dc:creator>adalberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 17:28:00 +0000</pubDate>
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		<description>Este é o resultado deste capitalismo canibalista, ignorante e oligofrênico, e que não se dá conta que é autofágico. É urobórico - a serpente que se come pela cauda - para fechar um ciclo, e como vc diz, João, partir para uma outra aventura de mercado. Professores e alunos não são quaisquer produtos perecíveis. Não estamos à venda no balcão do mercado ou na mesa do amável gerente da agência bancária. Se tivéssemos um Estado decente a Educação jamais poderia ser privada. A Educação e a Saúde não deveriam gerar lucros, sendo uma obrigação do Estado em alocar verbas prioritariamente para estes setores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o resultado deste capitalismo canibalista, ignorante e oligofrênico, e que não se dá conta que é autofágico. É urobórico &#8211; a serpente que se come pela cauda &#8211; para fechar um ciclo, e como vc diz, João, partir para uma outra aventura de mercado. Professores e alunos não são quaisquer produtos perecíveis. Não estamos à venda no balcão do mercado ou na mesa do amável gerente da agência bancária. Se tivéssemos um Estado decente a Educação jamais poderia ser privada. A Educação e a Saúde não deveriam gerar lucros, sendo uma obrigação do Estado em alocar verbas prioritariamente para estes setores.</p>
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