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	<title>Comentários sobre: Fluxo da Consciência</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Flutuação da Alma - Spinoza</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/19/fluxo-da-consciencia/#comment-42942</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Flutuação da Alma - Spinoza</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 21:17:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Algumas passagens em que Spinoza desenvolve os conceitos de flutuação da alma e inconstância nos juízos, que podem ser aproximados dos conceitos de fluxo da consciência e mente seletiva em William James: Se imaginamos que uma coisa, que habitualmente nos faz experimentar um afecção de tristeza, tem qualquer traço de semelhança com outra que habitualmente nos faz experimentar uma afecção de alegria igualmente grande, odiá-la-emos e amá-la-emos ao mesmo tempo. (Ética, III, Proposição XVII, p. 194) Aquele estado de alma que nasce de duas afecções contrárias chama-se flutuação da alma, a qual está para a afecção como a dúvida para a imaginação; e a flutuação da alma e a dúvida não diferem senão segundo o mais e o menos. [&#8230;] o corpo humano é composto de um grande número de indivíduos de natureza diversa e, por consequência, pode ser afetado de maneiras muito numerosas e diversas por um só e mesmo corpo e, inversamente, uma vez que uma só e mesma coisa pode ser afetada de numerosas maneiras, poderá, portanto, afetar também uma só e mesma parte do corpo de maneiras múltiplas e diversas. Por estas explicações, podemos conceber facilmente que um só e mesmo objeto pode ser a causa de afecções múltiplas e contrárias. (Ética, III, Proposição XVII, Escólio, p. 194) Se imaginamos que alguém ama, ou deseja, ou odeia o que nós próprios amamos, desejamos, ou odiamos, só por esse fato, é com maior força que amaremos, etc. Se, ao contrário, imaginamos que ele sente repugnância por aquilo que amamos, ou inversamente, experimentamos, então, a paixão chamada flutuação da alma (Ética, III, Proposição XXXI, p. 201). Homens diferentes podem ser diversamente afetados por um só e mesmo objeto; e um só e mesmo homem pode, em tempos diferentes, ser afetado diversamente por um só e mesmo objeto. (Ética, III, Proposição LI, p. 212) O corpo humano é afetado pelos corpos exteriores de um grande número de maneiras. Portanto, dois homens podem, ao mesmo tempo, ser diversamente afetados, e, por consequência, podem ser diversamente afetados por um só e mesmo objeto. Além disso, o corpo humano pode ser afetado, ora de uma maneira, ora de outra, e, consequentemente, pode ser afetado diversamente por um só e mesmo objeto em tempos diferentes. (Ética, III, Proposição LI, Demonstração, p. 212) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Algumas passagens em que Spinoza desenvolve os conceitos de flutuação da alma e inconstância nos juízos, que podem ser aproximados dos conceitos de fluxo da consciência e mente seletiva em William James: Se imaginamos que uma coisa, que habitualmente nos faz experimentar um afecção de tristeza, tem qualquer traço de semelhança com outra que habitualmente nos faz experimentar uma afecção de alegria igualmente grande, odiá-la-emos e amá-la-emos ao mesmo tempo. (Ética, III, Proposição XVII, p. 194) Aquele estado de alma que nasce de duas afecções contrárias chama-se flutuação da alma, a qual está para a afecção como a dúvida para a imaginação; e a flutuação da alma e a dúvida não diferem senão segundo o mais e o menos. [&#8230;] o corpo humano é composto de um grande número de indivíduos de natureza diversa e, por consequência, pode ser afetado de maneiras muito numerosas e diversas por um só e mesmo corpo e, inversamente, uma vez que uma só e mesma coisa pode ser afetada de numerosas maneiras, poderá, portanto, afetar também uma só e mesma parte do corpo de maneiras múltiplas e diversas. Por estas explicações, podemos conceber facilmente que um só e mesmo objeto pode ser a causa de afecções múltiplas e contrárias. (Ética, III, Proposição XVII, Escólio, p. 194) Se imaginamos que alguém ama, ou deseja, ou odeia o que nós próprios amamos, desejamos, ou odiamos, só por esse fato, é com maior força que amaremos, etc. Se, ao contrário, imaginamos que ele sente repugnância por aquilo que amamos, ou inversamente, experimentamos, então, a paixão chamada flutuação da alma (Ética, III, Proposição XXXI, p. 201). Homens diferentes podem ser diversamente afetados por um só e mesmo objeto; e um só e mesmo homem pode, em tempos diferentes, ser afetado diversamente por um só e mesmo objeto. (Ética, III, Proposição LI, p. 212) O corpo humano é afetado pelos corpos exteriores de um grande número de maneiras. Portanto, dois homens podem, ao mesmo tempo, ser diversamente afetados, e, por consequência, podem ser diversamente afetados por um só e mesmo objeto. Além disso, o corpo humano pode ser afetado, ora de uma maneira, ora de outra, e, consequentemente, pode ser afetado diversamente por um só e mesmo objeto em tempos diferentes. (Ética, III, Proposição LI, Demonstração, p. 212) [...]</p>
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		<title>Por: Wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/19/fluxo-da-consciencia/#comment-2084</link>
		<dc:creator>Wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 13:31:24 +0000</pubDate>
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		<description>Falando nisso, assisti ao &quot;Cheiro do Ralo&quot; semana passada e gostei muito.
Vocês precisam assistir para comentarmos aqui! Este filme tem tudo a ver com seu comentário, Adalberto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falando nisso, assisti ao &#8220;Cheiro do Ralo&#8221; semana passada e gostei muito.<br />
Vocês precisam assistir para comentarmos aqui! Este filme tem tudo a ver com seu comentário, Adalberto!</p>
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	<item>
		<title>Por: adalberto</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/19/fluxo-da-consciencia/#comment-2069</link>
		<dc:creator>adalberto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2007 04:09:23 +0000</pubDate>
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		<description>É. Acho que é por aí. Não fica nada. Sai tudo pelo ralo. Há quem diga que o ser humano não passa de &quot;um tubo processador de merda&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É. Acho que é por aí. Não fica nada. Sai tudo pelo ralo. Há quem diga que o ser humano não passa de &#8220;um tubo processador de merda&#8221;.</p>
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		<title>Por: wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/03/19/fluxo-da-consciencia/#comment-2040</link>
		<dc:creator>wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 13:11:49 +0000</pubDate>
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		<description>Ao olharmos para nosso passado, para nós mesmos em fotos antigas, vemos alguém que não existe mais.
Há quem se sinta deprimido com esta constatação.
No entanto, nosso constante processo de evolução é o que faz de nós seres especiais. Ou não, se considerarmos que o que havia de melhor em nós no passado era nossa ingenuidade, nosso desconhecimento. 
Ou ainda: será que sofremos um constante processo de evolução ou de mutação que, neste caso, não seria necessariamente ou processo evolutivo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao olharmos para nosso passado, para nós mesmos em fotos antigas, vemos alguém que não existe mais.<br />
Há quem se sinta deprimido com esta constatação.<br />
No entanto, nosso constante processo de evolução é o que faz de nós seres especiais. Ou não, se considerarmos que o que havia de melhor em nós no passado era nossa ingenuidade, nosso desconhecimento.<br />
Ou ainda: será que sofremos um constante processo de evolução ou de mutação que, neste caso, não seria necessariamente ou processo evolutivo?</p>
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