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	<title>Comentários sobre: Changing Modes of Reading: Comparativism praxis in the Digital Age</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Odele Souza</title>
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		<dc:creator>Odele Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 04:52:52 +0000</pubDate>
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		<description>João,
Não consegui ver o vídeo por problemas de som,
mas gostei muito deste seu post.

Excetuando-se as pessoas viciadas em Internet, esta pode sim estimular a leitura, como bem mencionado no final do comentário de Wanderlucy.
Nos meus favoritos há um blog de Portugal - Livros e Leituras -  onde o autor do blog faz em cada post uma análise de um livro, uma sinopse, inclusive de autores brasileiros. Já fui motivada por esse blog a ler alguns livros ali citados. 

A internet tem o seu fascínio e para mim, o maior deles é essa interação que propicia. Você escreve aí, eu comento aqui, on line, ou quase. E o mais danoso que vejo é que algumas pessoas, principalmente as mais jovens, escrevem usando o  vocabulário da Internet, palavras representadas às vezes pelo som, por exemplo: aki, blz, msm,(aqui, beleza, mesmo) O livro, ao contrário, além de te colocar em contato com a grafia correta das palavras escritas,  é um objeto querido, um tesouro, principalmente quando o ganhamos de alguém com uma dedicatória. Pode-se ter com os livros uma verdadeira ligação de afeto e estar sempre na companhia de um: Na cama, no sofá da sala de nossa casa, em um dia frio e chuvoso, na sala de espera de um consultório médico....

A leitura, apesar de ser uma atividade solitária é
a oportunidade que temos de viajar sem sair do lugar, de usar nossa imaginação na identicação dos personagens, de melhorar nosso vocabulário, de escrever melhor... 

Vocês professores podem incutir em seus alunos o gosto pela leitura. O papel de vocês nesse sentido, é relevante, até por serem muitas vezes admirados e queridos por seus alunos, é possível que através de vocês eles descubram todo o encanto que um livro tem.

João, te deixo um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,<br />
Não consegui ver o vídeo por problemas de som,<br />
mas gostei muito deste seu post.</p>
<p>Excetuando-se as pessoas viciadas em Internet, esta pode sim estimular a leitura, como bem mencionado no final do comentário de Wanderlucy.<br />
Nos meus favoritos há um blog de Portugal &#8211; Livros e Leituras &#8211;  onde o autor do blog faz em cada post uma análise de um livro, uma sinopse, inclusive de autores brasileiros. Já fui motivada por esse blog a ler alguns livros ali citados. </p>
<p>A internet tem o seu fascínio e para mim, o maior deles é essa interação que propicia. Você escreve aí, eu comento aqui, on line, ou quase. E o mais danoso que vejo é que algumas pessoas, principalmente as mais jovens, escrevem usando o  vocabulário da Internet, palavras representadas às vezes pelo som, por exemplo: aki, blz, msm,(aqui, beleza, mesmo) O livro, ao contrário, além de te colocar em contato com a grafia correta das palavras escritas,  é um objeto querido, um tesouro, principalmente quando o ganhamos de alguém com uma dedicatória. Pode-se ter com os livros uma verdadeira ligação de afeto e estar sempre na companhia de um: Na cama, no sofá da sala de nossa casa, em um dia frio e chuvoso, na sala de espera de um consultório médico&#8230;.</p>
<p>A leitura, apesar de ser uma atividade solitária é<br />
a oportunidade que temos de viajar sem sair do lugar, de usar nossa imaginação na identicação dos personagens, de melhorar nosso vocabulário, de escrever melhor&#8230; </p>
<p>Vocês professores podem incutir em seus alunos o gosto pela leitura. O papel de vocês nesse sentido, é relevante, até por serem muitas vezes admirados e queridos por seus alunos, é possível que através de vocês eles descubram todo o encanto que um livro tem.</p>
<p>João, te deixo um abraço.</p>
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		<title>Por: Wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2007/08/01/changing-modes-of-reading-comparativism-praxis-in-the-digital-age/#comment-3009</link>
		<dc:creator>Wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 01:47:03 +0000</pubDate>
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		<description>Acabo de ler o texto &quot;Changing Modes of Reading: Comparativism praxis in the Digital Age&quot;, de Laura Borràs Castanyer e realmente fiquei fascinada. Obrigada, &#039;Dom João&#039;, pela oportunidade de conhecer um pouco do trabalho dessa fabulosa pesquisadora de EaD.
Este texto é uma leitura bastante instigante na medida em que nos faz refletir, enquanto leitores e educadores, a respeito de questões envolvendo diferentes formas de apreender o novo. Parece-me que  corremos o risco crescente de termos um abismo, no que concerne a essa apreensão do novo, separando-nos dos jovens e que é preciso tateá-lo, conhecê-lo e atravessá-lo.
O paralelo apontado por Laura Borràs entre a atividade solitária do universo da leitura de livros e daquela do universo on-line surpreende e desafia uma sociedade hedonista que critica e condena quem se dedica a tais práticas por longos períodos, que nada mais são do que caminhos para o aprendizado.
E sobretudo: ler é possível em tempos de internet. E mais do que isso: há infinitas formas de estimular e desenvolver a leitura e o aprendizado por meio da internet.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ler o texto &#8220;Changing Modes of Reading: Comparativism praxis in the Digital Age&#8221;, de Laura Borràs Castanyer e realmente fiquei fascinada. Obrigada, &#8216;Dom João&#8217;, pela oportunidade de conhecer um pouco do trabalho dessa fabulosa pesquisadora de EaD.<br />
Este texto é uma leitura bastante instigante na medida em que nos faz refletir, enquanto leitores e educadores, a respeito de questões envolvendo diferentes formas de apreender o novo. Parece-me que  corremos o risco crescente de termos um abismo, no que concerne a essa apreensão do novo, separando-nos dos jovens e que é preciso tateá-lo, conhecê-lo e atravessá-lo.<br />
O paralelo apontado por Laura Borràs entre a atividade solitária do universo da leitura de livros e daquela do universo on-line surpreende e desafia uma sociedade hedonista que critica e condena quem se dedica a tais práticas por longos períodos, que nada mais são do que caminhos para o aprendizado.<br />
E sobretudo: ler é possível em tempos de internet. E mais do que isso: há infinitas formas de estimular e desenvolver a leitura e o aprendizado por meio da internet.</p>
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