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	<title>Comentários sobre: Para que servem as Ciências Humanas?</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: anderson</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/#comment-53116</link>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 03:30:08 +0000</pubDate>
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		<description>para  que serve ler um livro de literatura se sao historias inventadas e historias inventadsad são  mentiras  e mentiras são ruins  não e mais importante  a medicina que salva vidas , tenho 15anos e não entendo pra que cinemaq teatro  literatura artes plastica com tantas desgraças no mundo sei la para que perder tempo com futebol  novelas  musica</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>para  que serve ler um livro de literatura se sao historias inventadas e historias inventadsad são  mentiras  e mentiras são ruins  não e mais importante  a medicina que salva vidas , tenho 15anos e não entendo pra que cinemaq teatro  literatura artes plastica com tantas desgraças no mundo sei la para que perder tempo com futebol  novelas  musica</p>
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		<title>Por: Regina Célia Pedroso</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/#comment-5179</link>
		<dc:creator>Regina Célia Pedroso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 22:59:43 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João, excelente reflexão acerca das humanidades. E com certeza devemos pensar a reflexão crítica não apenas pelo seu lado instrumental, capitalista ou de mercado. Porém, pensar a reflexão crítica no sentido de se construir alternativas para o mundo que vivemos ( e nem sei também se isso deveria ser a razão das humanidades) - já que deveria ser a razão da própria existência do Homem. Acredito piamente que a desvalorização das ciências humanas de forma geral está interligado com a imediatez do ensino universitário e com o perfil &quot;prático&quot; do profissional (mao-de-obra em massa) que está sendo exigido atualmente no mercado. Aqui me refiro não aquele que irá gerenciar ou encabeçar as ações, pois estes com certeza têm uma formação sólida; porém o mercado de trabalho de forma geral - aquele que irá ter uma função prática.
É amigo...............até quando vamos formas profissionais que não pensam??????
Abraços a todos,
Regina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João, excelente reflexão acerca das humanidades. E com certeza devemos pensar a reflexão crítica não apenas pelo seu lado instrumental, capitalista ou de mercado. Porém, pensar a reflexão crítica no sentido de se construir alternativas para o mundo que vivemos ( e nem sei também se isso deveria ser a razão das humanidades) &#8211; já que deveria ser a razão da própria existência do Homem. Acredito piamente que a desvalorização das ciências humanas de forma geral está interligado com a imediatez do ensino universitário e com o perfil &#8220;prático&#8221; do profissional (mao-de-obra em massa) que está sendo exigido atualmente no mercado. Aqui me refiro não aquele que irá gerenciar ou encabeçar as ações, pois estes com certeza têm uma formação sólida; porém o mercado de trabalho de forma geral &#8211; aquele que irá ter uma função prática.<br />
É amigo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;até quando vamos formas profissionais que não pensam??????<br />
Abraços a todos,<br />
Regina</p>
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		<title>Por: Wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/#comment-5178</link>
		<dc:creator>Wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 22:49:59 +0000</pubDate>
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		<description>Observação: a resenha do livro de C.P. Snow - As Duas Culturas - pode ser lida aqui neste blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Observação: a resenha do livro de C.P. Snow &#8211; As Duas Culturas &#8211; pode ser lida aqui neste blog.</p>
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		<title>Por: Wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/01/para-que-servem-as-ciencias-humanas/#comment-5177</link>
		<dc:creator>Wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 22:48:05 +0000</pubDate>
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		<description>O texto de Fish supervalorizando as ciências exatas em detrimento das humanas parece-me um tanto ultrapassada, já que o livro As Duas Culturas de Snow, publicado na década de 50, já discute a contraposição estúpida entre ciências humanas e exatas, defendendo que o mais coerente e construtivo para nossa sociedade e para o planeta é a junção entre as duas áreas, ao invés de perdermos tempo com essa “guerra”. Além disso, a enorme quantidade de comentários rechaçando o posicionamento de Fish nos faz acreditar que ele está sozinho em seu raciocínio.
No entanto, a realidade dos dias de hoje nos faz crer que é preciso nos voltarmos de forma séria a essa discussão, pois, conforme aponta JM, as instituições de ensino superior vêm deixando claro, por meio de suas medidas com relação a alterações nas estruturas curriculares de seus cursos, que Fish decididamente não está sozinho. 
O mundo está mudando e, viver nele esteja se tornando cada vez mais difícil se levarmos em conta o surgimento de epidemias, as conseqüências cada vez mais presentes do aquecimento global e o aumento da população, além da aproximação da escassez da água potável. 
Tais problemas, somados aos avanços da tecnologia que nos bombardeia com informações e novas formas de comunicação que não temos tempo de assimilar, têm nos levado a um comportamento imediatista perante o nosso dia-a-dia e nossa forma de ver o mundo que nos cerca, trazendo à tona o pior de nós, como toda sorte de comportamento egoísta, desprezando o sofrimento e, principalmente, a opinião do próximo a respeito de qualquer questão.
Valorizar as ciências exatas e sua promessa de solução para os problemas atuais, a primeira vista parece óbvio.
É natural que um estudante de primeiro ano de faculdade nos pergunte indignado diante dos conteúdos das disciplinas de Humanas “Para que estou estudando isso?”, pois ele não tem maturidade para entender quão complexas são as redes de conhecimento que nos fez chegar ao que somos hoje, ou ainda, talvez o professor da disciplina não esteja preparado para relacionar teoria e prática de forma imediata e constante. No entanto, ouvir tal questionamento de um pesquisador e de instituições que se dizem de nível superior é inaceitável.
Parece-me tão indiscutível que sem as reflexões proporcionadas pelos estudos das ciências humanas não chegaremos a lugar nenhum! É necessária a conscientização de que problemas sérios como os citados acima requerem soluções complexas, lentas, que só poderão acontecer se unirmos forças de ambas as áreas. 
Claro que precisamos da tecnologia, hoje mais do que nunca, mas se ela não for desenvolvida com o conhecimento humanístico, ela trará soluções superficiais e sem efeito a longo prazo ou, ainda, com conseqüências funestas no futuro.
Cabe à educação estimular debates em busca da necessária aproximação entre as áreas humanas e exatas, evitando que raciocínios como os de Fish continuem se propagando pelas grades curriculares dos cursos superiores. 
É preciso que os professores discutam entre si e sejam mais bem preparados para unir teoria e prática no cotidiano da sala de aula, e que os planos de ensino abandonem o ranço do eruditismo vazio que, de fato, não tem nada a ver com a urgência do mundo atual. 
A internet tem oferecido inúmeros recursos que podem facilitar, e muito, essa interação entre os educadores, como podemos ver aqui no blog do João Mattar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto de Fish supervalorizando as ciências exatas em detrimento das humanas parece-me um tanto ultrapassada, já que o livro As Duas Culturas de Snow, publicado na década de 50, já discute a contraposição estúpida entre ciências humanas e exatas, defendendo que o mais coerente e construtivo para nossa sociedade e para o planeta é a junção entre as duas áreas, ao invés de perdermos tempo com essa “guerra”. Além disso, a enorme quantidade de comentários rechaçando o posicionamento de Fish nos faz acreditar que ele está sozinho em seu raciocínio.<br />
No entanto, a realidade dos dias de hoje nos faz crer que é preciso nos voltarmos de forma séria a essa discussão, pois, conforme aponta JM, as instituições de ensino superior vêm deixando claro, por meio de suas medidas com relação a alterações nas estruturas curriculares de seus cursos, que Fish decididamente não está sozinho.<br />
O mundo está mudando e, viver nele esteja se tornando cada vez mais difícil se levarmos em conta o surgimento de epidemias, as conseqüências cada vez mais presentes do aquecimento global e o aumento da população, além da aproximação da escassez da água potável.<br />
Tais problemas, somados aos avanços da tecnologia que nos bombardeia com informações e novas formas de comunicação que não temos tempo de assimilar, têm nos levado a um comportamento imediatista perante o nosso dia-a-dia e nossa forma de ver o mundo que nos cerca, trazendo à tona o pior de nós, como toda sorte de comportamento egoísta, desprezando o sofrimento e, principalmente, a opinião do próximo a respeito de qualquer questão.<br />
Valorizar as ciências exatas e sua promessa de solução para os problemas atuais, a primeira vista parece óbvio.<br />
É natural que um estudante de primeiro ano de faculdade nos pergunte indignado diante dos conteúdos das disciplinas de Humanas “Para que estou estudando isso?”, pois ele não tem maturidade para entender quão complexas são as redes de conhecimento que nos fez chegar ao que somos hoje, ou ainda, talvez o professor da disciplina não esteja preparado para relacionar teoria e prática de forma imediata e constante. No entanto, ouvir tal questionamento de um pesquisador e de instituições que se dizem de nível superior é inaceitável.<br />
Parece-me tão indiscutível que sem as reflexões proporcionadas pelos estudos das ciências humanas não chegaremos a lugar nenhum! É necessária a conscientização de que problemas sérios como os citados acima requerem soluções complexas, lentas, que só poderão acontecer se unirmos forças de ambas as áreas.<br />
Claro que precisamos da tecnologia, hoje mais do que nunca, mas se ela não for desenvolvida com o conhecimento humanístico, ela trará soluções superficiais e sem efeito a longo prazo ou, ainda, com conseqüências funestas no futuro.<br />
Cabe à educação estimular debates em busca da necessária aproximação entre as áreas humanas e exatas, evitando que raciocínios como os de Fish continuem se propagando pelas grades curriculares dos cursos superiores.<br />
É preciso que os professores discutam entre si e sejam mais bem preparados para unir teoria e prática no cotidiano da sala de aula, e que os planos de ensino abandonem o ranço do eruditismo vazio que, de fato, não tem nada a ver com a urgência do mundo atual.<br />
A internet tem oferecido inúmeros recursos que podem facilitar, e muito, essa interação entre os educadores, como podemos ver aqui no blog do João Mattar!</p>
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