<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Minimalismo Tecnológico &amp; Second Life</title>
	<atom:link href="http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/</link>
	<description>antes pato que gato-sapato</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 May 2022 22:05:43 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-38789</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 15:51:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-38789</guid>
		<description>Oi, peço desculpas por deixar isto em comentários, mas não achei outra forma de passar esse link para você. Assim como você, faço parte da comunidade “Educação a Distância - EAD”. Sou membro de um projeto voltado a melhorias para a educação a distância, nossa equipe desenvolveu uma pesquisa com o objetivo de saber a atual reputação da EAD, carências dos alunos e professores.  Gostaria que você desse sua opinião, acesse http://www.ponderar.org/research/ e responda a pesquisa, não é demorado. Então, desde já agradeço. Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, peço desculpas por deixar isto em comentários, mas não achei outra forma de passar esse link para você. Assim como você, faço parte da comunidade “Educação a Distância &#8211; EAD”. Sou membro de um projeto voltado a melhorias para a educação a distância, nossa equipe desenvolveu uma pesquisa com o objetivo de saber a atual reputação da EAD, carências dos alunos e professores.  Gostaria que você desse sua opinião, acesse <a href="http://www.ponderar.org/research/" rel="nofollow">http://www.ponderar.org/research/</a> e responda a pesquisa, não é demorado. Então, desde já agradeço. Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37704</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 21:43:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37704</guid>
		<description>Legal, Ezequiel. Estou hoje justamente terminando um texto sobre o tema, então acho que não conseguirei comentar o seu texto, mas assim qeu der faço um comentário, ok?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal, Ezequiel. Estou hoje justamente terminando um texto sobre o tema, então acho que não conseguirei comentar o seu texto, mas assim qeu der faço um comentário, ok?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37703</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:37:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37703</guid>
		<description>http://www.ponderar.org/refarticles/simple_e-learning.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ponderar.org/refarticles/simple_e-learning.pdf" rel="nofollow">http://www.ponderar.org/refarticles/simple_e-learning.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37697</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 13:56:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37697</guid>
		<description>Ezequiel, se o Second Life é um jogo ou não dá uma longa discussão, que acho não é o ponto aqui. Seria uma boa ideia comparar os resultados do ensino no Second Life, ou outros mundos virtuais, com os do minimalismo tecnológico, o que faço de leve em alguns momentos do texto, que é mais um texto teórico. Não contrapus o Second Life ao construtitivismo, ao contrário, mundos virtuais são ambientes ideais para a pedagogia construtivista. Quanto à discussão sobre o Moodle, minimalismo tecnológico, web 1.0, 2.0, 3.0 etc., poderia ser bem interessante, mas não entendi muito bem como entraria no debate. Seu comentário sobre a falta de sociabilidade nas plataformas da web 1.0 (e eu ampliaria: na pedagogia utilizada nas escolas e nas universidades) é bastante interessante, mas não é disso apenas que eu percebo que os alunos sentem falta: eles precisam da tecnologia para trabalhar, em qualquer área, não só de saber usar email, Orkut, Twitter, Facebook, YouTube etc. Em praticamente qualquer área, eles precisam saber usar bem as ferramentas do Office, eles precisam saber usar Flash, precisam saber usar Photoshop, mexer com imagens e vídeos, games e mundos virtuais, e assim por diante. Essas tecnologias (que cada vez mais deixam de ser &quot;mínimas&quot;) fazem parte da vida pessoal e profissional das novas gerações, e portanto precisam ser integradas na educação, junto (como você diz) com as ferramentas mais sociais. Mas o meu argumento é justamente este: o critério para decisão não pode ser o &quot;mínimo&quot; de tecnologia, esse não é o elemento mais relevante, ele pode nos aprisionar, nos tirar da realidade e das necessidades dos nossos alunos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, se o Second Life é um jogo ou não dá uma longa discussão, que acho não é o ponto aqui. Seria uma boa ideia comparar os resultados do ensino no Second Life, ou outros mundos virtuais, com os do minimalismo tecnológico, o que faço de leve em alguns momentos do texto, que é mais um texto teórico. Não contrapus o Second Life ao construtitivismo, ao contrário, mundos virtuais são ambientes ideais para a pedagogia construtivista. Quanto à discussão sobre o Moodle, minimalismo tecnológico, web 1.0, 2.0, 3.0 etc., poderia ser bem interessante, mas não entendi muito bem como entraria no debate. Seu comentário sobre a falta de sociabilidade nas plataformas da web 1.0 (e eu ampliaria: na pedagogia utilizada nas escolas e nas universidades) é bastante interessante, mas não é disso apenas que eu percebo que os alunos sentem falta: eles precisam da tecnologia para trabalhar, em qualquer área, não só de saber usar email, Orkut, Twitter, Facebook, YouTube etc. Em praticamente qualquer área, eles precisam saber usar bem as ferramentas do Office, eles precisam saber usar Flash, precisam saber usar Photoshop, mexer com imagens e vídeos, games e mundos virtuais, e assim por diante. Essas tecnologias (que cada vez mais deixam de ser &#8220;mínimas&#8221;) fazem parte da vida pessoal e profissional das novas gerações, e portanto precisam ser integradas na educação, junto (como você diz) com as ferramentas mais sociais. Mas o meu argumento é justamente este: o critério para decisão não pode ser o &#8220;mínimo&#8221; de tecnologia, esse não é o elemento mais relevante, ele pode nos aprisionar, nos tirar da realidade e das necessidades dos nossos alunos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37694</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 13:26:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-37694</guid>
		<description>Você só está vendo os extremos! Second Life é um jogo, sobretudo um meio de publicidade. O mesmo é bonito na teoria, mas na pratica não chega nem perto dos resultados do minimalismo tecnológico ou construtivismo. As plataformas de EAD atuais como Moodle, são o que podemos chamar de minimalismo tecnológico, porém cabe lembrar que estas ferramentas ainda estão em conceitos de web 1.0, sendo que hoje estamos a falar de web 3.0. 
&lt;blockquote&gt; Sinto também há bastante tempo que cada vez mais os alunos que chegam à universidade resistem ao uso mínimo de tecnologia - ou seja, pouca tecnologia gera pouco interesse pelo estudo.&lt;/blockquote&gt;

A falta de interesse se remete a falta de sociabilidade nessas plataformas da web 1.0, faça uma comparação de sites como Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e outras tendências sócias na internet, todas estas partem do principio da sociabilidade para gerar mais material, mais motivação, mais interação, etc. Uma plataforma de EAD deve partir desse principio. Felizmente este erro é o nosso lucro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você só está vendo os extremos! Second Life é um jogo, sobretudo um meio de publicidade. O mesmo é bonito na teoria, mas na pratica não chega nem perto dos resultados do minimalismo tecnológico ou construtivismo. As plataformas de EAD atuais como Moodle, são o que podemos chamar de minimalismo tecnológico, porém cabe lembrar que estas ferramentas ainda estão em conceitos de web 1.0, sendo que hoje estamos a falar de web 3.0. </p>
<blockquote><p> Sinto também há bastante tempo que cada vez mais os alunos que chegam à universidade resistem ao uso mínimo de tecnologia &#8211; ou seja, pouca tecnologia gera pouco interesse pelo estudo.</p></blockquote>
<p>A falta de interesse se remete a falta de sociabilidade nessas plataformas da web 1.0, faça uma comparação de sites como Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e outras tendências sócias na internet, todas estas partem do principio da sociabilidade para gerar mais material, mais motivação, mais interação, etc. Uma plataforma de EAD deve partir desse principio. Felizmente este erro é o nosso lucro!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Feliz Aniversário - 2 aninhos!</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-7275</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Feliz Aniversário - 2 aninhos!</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 21:19:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-7275</guid>
		<description>[...] k) A discussão sobre minimalismo tecnológico e Second Life, para a qual ainda estou devendo uma continuação; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] k) A discussão sobre minimalismo tecnológico e Second Life, para a qual ainda estou devendo uma continuação; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5314</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 11:01:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5314</guid>
		<description>Temos discutido esta questão no curso que estou fazendo com a Mauri Collins, a mãe do argumento do &quot;minimalistmo tecnológico&quot;, e já recebi um email do Zane Berge (o pai), comentando as minhas reflexões (ainda não li mas vou ver com ele se posso publicar por aqui). Mas tenho começado a achar o seguinte: o argumento é bem antigo, muito antigo para o ritmo do progresso das tecnologias hoje em dia (é de 1994), então ele precisa ser contextualizado. Estamos ainda antes da Internet, algumas opções tecnológicas começam a surgir, é possível ainda (talvez) ignorar as tecnologias, procurar e praticar o mínimo, como se o conteúdo e a tecnologia fossem coisas separadas. Talvez nesse momento o argumento tenha tido validade. Hoje, me parece que perdeu a validade. A opção pelo &quot;mínimo&quot; de tecnologia nos dias de hoje é utópica, e mesmo que fosse possível colocá-la em prática, tem um furo conceitual, porque mudar a tecnologia influencia diretamente no &quot;conteúdo&quot; do curso, ou seja, não tem um resultado que é fixo, e uma entrada que pode variar (sem mexer com o resultado). As suas escolhas tecnológicas (que existem sempre, mesmo que seja pelo mínimo) influenciam o resultado da educação. Talvez quem defenda o minimalismo tecnológico acredite que, por estar escolhendo o &quot;mínimo&quot; de tecnologia, estaria escolhendo também uma pedagogia mais pura ou uma posição mais neutra - mas não, há uma escolha pedagógica no nível de tecnologia de um curso, tenha ele mais ou menos tecnologia. Nem mesmo o mínimo de tecnologia é pedagogicamente neutro, nem é mais neutro do que outras escolhas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos discutido esta questão no curso que estou fazendo com a Mauri Collins, a mãe do argumento do &#8220;minimalistmo tecnológico&#8221;, e já recebi um email do Zane Berge (o pai), comentando as minhas reflexões (ainda não li mas vou ver com ele se posso publicar por aqui). Mas tenho começado a achar o seguinte: o argumento é bem antigo, muito antigo para o ritmo do progresso das tecnologias hoje em dia (é de 1994), então ele precisa ser contextualizado. Estamos ainda antes da Internet, algumas opções tecnológicas começam a surgir, é possível ainda (talvez) ignorar as tecnologias, procurar e praticar o mínimo, como se o conteúdo e a tecnologia fossem coisas separadas. Talvez nesse momento o argumento tenha tido validade. Hoje, me parece que perdeu a validade. A opção pelo &#8220;mínimo&#8221; de tecnologia nos dias de hoje é utópica, e mesmo que fosse possível colocá-la em prática, tem um furo conceitual, porque mudar a tecnologia influencia diretamente no &#8220;conteúdo&#8221; do curso, ou seja, não tem um resultado que é fixo, e uma entrada que pode variar (sem mexer com o resultado). As suas escolhas tecnológicas (que existem sempre, mesmo que seja pelo mínimo) influenciam o resultado da educação. Talvez quem defenda o minimalismo tecnológico acredite que, por estar escolhendo o &#8220;mínimo&#8221; de tecnologia, estaria escolhendo também uma pedagogia mais pura ou uma posição mais neutra &#8211; mas não, há uma escolha pedagógica no nível de tecnologia de um curso, tenha ele mais ou menos tecnologia. Nem mesmo o mínimo de tecnologia é pedagogicamente neutro, nem é mais neutro do que outras escolhas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5308</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 22:41:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5308</guid>
		<description>Eri, na minha reflexão uma das coisas que eu questiono é a suposta faciidade para identificar e utilizar o &quot;mínimo&quot;. Mesmo independente do contexto, não acho que o raciocínio do &quot;mínimo&quot; funcione tão facilmente, que seja fácil definir o que é o mínimo, imaginar o que aconteceria se não usássemos o mínimo etc. Talvez desse até para dizer que o mínimo é uma utopia.
Para enxergar os benefícios das novas invenções, é preciso testá-las, só assim poderemos ter uma idéia dos seus benefícios. Mas se ficarmos com medo no mínimo, nunca vamos testar mais nada.
A outra questão que você levanta é interessante, o uso de modelos velhos e presenciais na EaD, mas eu te confesso que não vejo tantos problemas em modelos presenciais que funcionem também em EaD. Acho que não precisamos ter medo do que era antigo ou funcionava no presencial, e negar sua entrada na EaD. O que funcionar na EaD funcionou, independente de onde veio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eri, na minha reflexão uma das coisas que eu questiono é a suposta faciidade para identificar e utilizar o &#8220;mínimo&#8221;. Mesmo independente do contexto, não acho que o raciocínio do &#8220;mínimo&#8221; funcione tão facilmente, que seja fácil definir o que é o mínimo, imaginar o que aconteceria se não usássemos o mínimo etc. Talvez desse até para dizer que o mínimo é uma utopia.<br />
Para enxergar os benefícios das novas invenções, é preciso testá-las, só assim poderemos ter uma idéia dos seus benefícios. Mas se ficarmos com medo no mínimo, nunca vamos testar mais nada.<br />
A outra questão que você levanta é interessante, o uso de modelos velhos e presenciais na EaD, mas eu te confesso que não vejo tantos problemas em modelos presenciais que funcionem também em EaD. Acho que não precisamos ter medo do que era antigo ou funcionava no presencial, e negar sua entrada na EaD. O que funcionar na EaD funcionou, independente de onde veio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5306</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 18:57:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5306</guid>
		<description>Caramba, Eri, tava inspirado hein! Deixo meus comentários para logo mais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba, Eri, tava inspirado hein! Deixo meus comentários para logo mais!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eri</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5305</link>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 18:51:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/02/04/minimalismo-tecnologico-second-life/#comment-5305</guid>
		<description>Olá gente
Acho que andam confudindo minimalismo com voto de pobreza no que diz respeito aos recursos tecnológicos aplicados à educaçao. 
Ser minimalista para mim significa utilizar a apenas o necessário, e o que pode ser mínimo para um contexto para outro pode ser um exagero, e vice-versa. Recentemente fiz um comentário no grupo EAD BR sobre esse assunto: 

Aposto muito nas novas possibilidades de ensino e aprendizagem mediada por novas tecnologias, principalmente tec. web, simplesmente pq nao podemos comparar o potencial das tecnologias utilizadas pela ead de 1ª,2ª,3ª e 4ª geração com o que temos a partir do advento da internet. 


Não podemos assumir a postura do deus Theuth em o Julgamento de Thamus, em Fedro de Platão, citado e comentado por Neil Postman em Tecnopólio, que 
somente enxergava os beneficios das novas invenções, muito menos podemos ser o oposto como o rei Thamus ou como os Luddites do seculo XIX, até mesmo pq mais do que uma questão de tecnologia trata-se de uma mudança de postura, de 
modelo mental, um descondicionamento do olhar sobre a educação. Ate quando vamos levar para dentro do ciberespaco os velhos modelos educacionais do passado? Apropiando-se das palavras do poeta cazuza  &quot;eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades (..)&quot;  , assim eu ainda vejo a ead on-line:apostilas, salas de aulas virtuais, controle, lineariedade entre tantas outras semelhanças com a &quot;velha educação&quot;, embora seja muito otimista com o devir. 


Em nome do famoso minimalismos tecnológico não podemos abortar a criatividade e a ousadia. Mais do que criar aulas é preciso criar &quot;experiências 
educacionais&quot; inovadoras, principalmente para os alunos do futuro, que aproveitem ao maximo o potencial educacional das novas tecnologias e mídias que se encontram a nossa disposicão, ou seja, quando cabível, sejamos menos bauhaunianos e mais rococó. 


Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá gente<br />
Acho que andam confudindo minimalismo com voto de pobreza no que diz respeito aos recursos tecnológicos aplicados à educaçao.<br />
Ser minimalista para mim significa utilizar a apenas o necessário, e o que pode ser mínimo para um contexto para outro pode ser um exagero, e vice-versa. Recentemente fiz um comentário no grupo EAD BR sobre esse assunto: </p>
<p>Aposto muito nas novas possibilidades de ensino e aprendizagem mediada por novas tecnologias, principalmente tec. web, simplesmente pq nao podemos comparar o potencial das tecnologias utilizadas pela ead de 1ª,2ª,3ª e 4ª geração com o que temos a partir do advento da internet. </p>
<p>Não podemos assumir a postura do deus Theuth em o Julgamento de Thamus, em Fedro de Platão, citado e comentado por Neil Postman em Tecnopólio, que<br />
somente enxergava os beneficios das novas invenções, muito menos podemos ser o oposto como o rei Thamus ou como os Luddites do seculo XIX, até mesmo pq mais do que uma questão de tecnologia trata-se de uma mudança de postura, de<br />
modelo mental, um descondicionamento do olhar sobre a educação. Ate quando vamos levar para dentro do ciberespaco os velhos modelos educacionais do passado? Apropiando-se das palavras do poeta cazuza  &#8220;eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades (..)&#8221;  , assim eu ainda vejo a ead on-line:apostilas, salas de aulas virtuais, controle, lineariedade entre tantas outras semelhanças com a &#8220;velha educação&#8221;, embora seja muito otimista com o devir. </p>
<p>Em nome do famoso minimalismos tecnológico não podemos abortar a criatividade e a ousadia. Mais do que criar aulas é preciso criar &#8220;experiências<br />
educacionais&#8221; inovadoras, principalmente para os alunos do futuro, que aproveitem ao maximo o potencial educacional das novas tecnologias e mídias que se encontram a nossa disposicão, ou seja, quando cabível, sejamos menos bauhaunianos e mais rococó. </p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
