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	<title>Comentários sobre: Vídeos em EaD</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/05/videos-em-ead/#comment-29166</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 12:32:12 +0000</pubDate>
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		<description>Rita, muito bonita a sua experiência, gostaria de conhecê-la mais de perto, há um site ou canal no YouTube onde eu possa dar uma olhada? Aqui no blog, tenho também uma página sobre o assunto: http://blog.joaomattar.com/youtube-na-educacao/
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rita, muito bonita a sua experiência, gostaria de conhecê-la mais de perto, há um site ou canal no YouTube onde eu possa dar uma olhada? Aqui no blog, tenho também uma página sobre o assunto: <a href="http://blog.joaomattar.com/youtube-na-educacao/" rel="nofollow">http://blog.joaomattar.com/youtube-na-educacao/</a><br />
Abraços</p>
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		<title>Por: RITA AVELLAR</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/05/videos-em-ead/#comment-29165</link>
		<dc:creator>RITA AVELLAR</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 11:59:15 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Professor Mattar
sou professora de uma escola estadual de ensino médio profissionalizante no RJ. minha escola forma profissionais em tecnologias da comunicação e informação. Devemos ser professores pesquisadores e como tal resolvi pesquisar a utilização do Youtube nas aulas de História (minha disciplina). Buscando subsídios para minha pesquisa cheguei ao seu blog e li as colocações da Prof. Alessandra. 
A escola em que trabalho possui internet na sala de aula, quadro digital, TV, etc. Utilizo muito o YouTube para ilustrar as aulas de história. Não só os vídeos corretos como também muitos feitos por alunos e que apresentam erros, ocasião em que aponto para os meus ou estimulo-os a encontrá-los. 
Desta forma concordo plenamente com o senhor. Temos uma ferramenta maravilhosa nas mãos. O correspondente Eri também fez colocações extremamente pertinentes.
 Fiz um curso à distância - de  TICs - era de pós-graduação.
Foi todo feito através da rede e foi muito proveitoso. Os foruns substituíam as discussões em sala de aula.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Professor Mattar<br />
sou professora de uma escola estadual de ensino médio profissionalizante no RJ. minha escola forma profissionais em tecnologias da comunicação e informação. Devemos ser professores pesquisadores e como tal resolvi pesquisar a utilização do Youtube nas aulas de História (minha disciplina). Buscando subsídios para minha pesquisa cheguei ao seu blog e li as colocações da Prof. Alessandra.<br />
A escola em que trabalho possui internet na sala de aula, quadro digital, TV, etc. Utilizo muito o YouTube para ilustrar as aulas de história. Não só os vídeos corretos como também muitos feitos por alunos e que apresentam erros, ocasião em que aponto para os meus ou estimulo-os a encontrá-los.<br />
Desta forma concordo plenamente com o senhor. Temos uma ferramenta maravilhosa nas mãos. O correspondente Eri também fez colocações extremamente pertinentes.<br />
 Fiz um curso à distância &#8211; de  TICs &#8211; era de pós-graduação.<br />
Foi todo feito através da rede e foi muito proveitoso. Os foruns substituíam as discussões em sala de aula.<br />
abraços</p>
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		<title>Por: Eri</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/05/videos-em-ead/#comment-6910</link>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 12:49:18 +0000</pubDate>
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		<description>Mattar, 

Perfeito!!!!!!!! Estou totalmente do seu lado nessas suas argumentações. Eu particularmente não vejo muita consistência nas colocações de Alexandra (ele ou ela?). Por não ter sido pensado para EaD, como a maioria das novas tecnológias, falta nele (You Tube) recursos que poderiam ser úteis na estruturação de um curso, porém não chega a ser um problema sem solução. Se alguém conhecer uma ferramenta tecnológica que seja perfeita por favor me avise, pois não conheço nenhuma, sequer as específicas para educação. 

Por outro lado eu não vejo tanta necessidade assim de utilizar um único recurso para se fazer um curso inteiro, como o  You Tube por exempo. A pluralidade de mídias é, a meu ver, essencial para tornar a aprendizagem mais eficaz e divertida. Sim, mais divertida, por que a educação precisa ser chata? isso seria de certa forma desconsiderar os aspectos emocionais da aprendizagem. P-e-l-o a-m-o-r   d-e   D-e-us, quando vão entender que não se pode separar corpo, mente e emoção no processo de ensino-aprendizagem? Talvez seja por isso que depois de mais de 20 anos de estudos niguém consiga dizer os planetas do sistema solar, fazer uma distribuição de eletrons (linus pauling), ou reconhecer a anatomia e a fisiologia básicas do sistema circulatório. 

Eu acho que o Alexandra se esquece que estamos experimentando novas formas de Ensinar e Aprender no ciberespaço, portanto, tentar mimetizar as estruturas formais da educação prensencial pode não ser a estratégia mais adequada. 

Mattar, um coisa que os educadores ainda não perceberam é que a´internet não é uma sala de aula e nem a escola padrão, essa (a internet) oferece muitos mais possibilidade criativas de promover aprendizagem significativa. É preciso &quot;descondicionar o olhar&quot;, ou como se diz no ditado chinês (acho que é isso): &quot;é preciso se livrar do velho para dar espaço para o novo&quot;. 

É preciso também subverter!!!!, subverter não significa porralouquice, para subverter é preciso total domínio da teória e da técnica. De posse desses donínios as tecnologias viram recursos poderosos nas mãos de um professor criativo, pouco importando se vai usar You Tube, Google Docs, Orkut etc, o foco deve ser  nos processos cognitivos de aprendizagem, porém sem desconsiderar os aspectos emocionais. 

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mattar, </p>
<p>Perfeito!!!!!!!! Estou totalmente do seu lado nessas suas argumentações. Eu particularmente não vejo muita consistência nas colocações de Alexandra (ele ou ela?). Por não ter sido pensado para EaD, como a maioria das novas tecnológias, falta nele (You Tube) recursos que poderiam ser úteis na estruturação de um curso, porém não chega a ser um problema sem solução. Se alguém conhecer uma ferramenta tecnológica que seja perfeita por favor me avise, pois não conheço nenhuma, sequer as específicas para educação. </p>
<p>Por outro lado eu não vejo tanta necessidade assim de utilizar um único recurso para se fazer um curso inteiro, como o  You Tube por exempo. A pluralidade de mídias é, a meu ver, essencial para tornar a aprendizagem mais eficaz e divertida. Sim, mais divertida, por que a educação precisa ser chata? isso seria de certa forma desconsiderar os aspectos emocionais da aprendizagem. P-e-l-o a-m-o-r   d-e   D-e-us, quando vão entender que não se pode separar corpo, mente e emoção no processo de ensino-aprendizagem? Talvez seja por isso que depois de mais de 20 anos de estudos niguém consiga dizer os planetas do sistema solar, fazer uma distribuição de eletrons (linus pauling), ou reconhecer a anatomia e a fisiologia básicas do sistema circulatório. </p>
<p>Eu acho que o Alexandra se esquece que estamos experimentando novas formas de Ensinar e Aprender no ciberespaço, portanto, tentar mimetizar as estruturas formais da educação prensencial pode não ser a estratégia mais adequada. </p>
<p>Mattar, um coisa que os educadores ainda não perceberam é que a´internet não é uma sala de aula e nem a escola padrão, essa (a internet) oferece muitos mais possibilidade criativas de promover aprendizagem significativa. É preciso &#8220;descondicionar o olhar&#8221;, ou como se diz no ditado chinês (acho que é isso): &#8220;é preciso se livrar do velho para dar espaço para o novo&#8221;. </p>
<p>É preciso também subverter!!!!, subverter não significa porralouquice, para subverter é preciso total domínio da teória e da técnica. De posse desses donínios as tecnologias viram recursos poderosos nas mãos de um professor criativo, pouco importando se vai usar You Tube, Google Docs, Orkut etc, o foco deve ser  nos processos cognitivos de aprendizagem, porém sem desconsiderar os aspectos emocionais. </p>
<p>Abs</p>
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