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	<title>Comentários sobre: Web 2.0 x LMSs</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Twitter Trackbacks for De Mattar » Blog Archive » Web 2.0 x LMSs [joaomattar.com] on Topsy.com</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-42439</link>
		<dc:creator>Twitter Trackbacks for De Mattar » Blog Archive » Web 2.0 x LMSs [joaomattar.com] on Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 12:36:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] De Mattar » Blog Archive » Web 2.0 x LMSs  blog.joaomattar.com/2008/06/20/web-20-x-lmss/ &#8211; view page &#8211; cached  SocialLearn: Bridging the Gap Between Web 2.0 and Higher Education é um post muito interessante de Martin Weller (professor da Open University) no blog [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] De Mattar » Blog Archive » Web 2.0 x LMSs  blog.joaomattar.com/2008/06/20/web-20-x-lmss/ &ndash; view page &ndash; cached  SocialLearn: Bridging the Gap Between Web 2.0 and Higher Education é um post muito interessante de Martin Weller (professor da Open University) no blog [...]</p>
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		<title>Por: Prof. VALENTE</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-7013</link>
		<dc:creator>Prof. VALENTE</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 16:23:27 +0000</pubDate>
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		<description>Essa temática JOÃO é tão importante, e tão pouco aprofundada, que acredito que haveria necessidade de termos um espaço para sua devida discussão !!
Neste teu último comentário JOÃO, vc resumiu bem o que eu penso ...
Para o professor um simples número, e para o aluno uma marca p/ a vida toda !!

Acredito que as nossas aulas na verdade deveriam ser todas baseadas e fundamentadas no processo de avaliação. Como para o aluno isso é o mais importante, ele fica estimulado a fazer qualquer coisa, para atingir os seus objetivos.

Uma experiência que já fiz em Sala de Aula foi dar simples TOKENS  aos alunos que participavam nas aulas. A cada intervenção em aula o aluno ganhava um TOKEN. Os outros alunos pareciam que &quot;acordavam&quot; e queriam também ganhar seus TOKENS. E com base na quantidade de TOKENS por aula, eu transformava em NOTA. Eles adoravam ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa temática JOÃO é tão importante, e tão pouco aprofundada, que acredito que haveria necessidade de termos um espaço para sua devida discussão !!<br />
Neste teu último comentário JOÃO, vc resumiu bem o que eu penso &#8230;<br />
Para o professor um simples número, e para o aluno uma marca p/ a vida toda !!</p>
<p>Acredito que as nossas aulas na verdade deveriam ser todas baseadas e fundamentadas no processo de avaliação. Como para o aluno isso é o mais importante, ele fica estimulado a fazer qualquer coisa, para atingir os seus objetivos.</p>
<p>Uma experiência que já fiz em Sala de Aula foi dar simples TOKENS  aos alunos que participavam nas aulas. A cada intervenção em aula o aluno ganhava um TOKEN. Os outros alunos pareciam que &#8220;acordavam&#8221; e queriam também ganhar seus TOKENS. E com base na quantidade de TOKENS por aula, eu transformava em NOTA. Eles adoravam &#8230;</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-7000</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:34:03 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Renato, o tema é mesmo muito interessante. Realmente tem um show de modelos de avaliação norte-americanos. Penso que um dos problemas é o que desejamos avaliar, em um adulto, que em geral trabalha, e que toma a decisão de fazer um curso superior (campo onde sou experiente). Se queremos avaliar o progresso dele durante o curso, é uma coisa. Se queremos avaliar a proficiência dele naquilo que ele vai estudar no curso, é outra coisa (e aí, muitos alunos já começam uma disciplina muito mais proficientes que outros, então mesmo sem estudar nada têm a tendência de tirar notas melhores que outros). Se desejamos avaliar a sua produção, é outra coisa. Se desejamos avaliar a sua participação nas aulas, outra. E assim por diante. Uma avaliação resulta em uma nota, o que para um professor pode não parecer muito importante, mas para o aluno é algo que fica marcado no boletim, como o resultado de todo um semestre. Então, é uma coisa muito séria. Quero mesmo continuar esta conversa, porque como disse, a todo semestre eu reflito sobre isso, e tenho novas idéias para modificar os critérios de avaliação que utilizo com meus alunos, então vou procurar e aproveitar para colocar um post com a resenha do livro do Marco Silva, sobre avaliação em EaD, para enriquecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Renato, o tema é mesmo muito interessante. Realmente tem um show de modelos de avaliação norte-americanos. Penso que um dos problemas é o que desejamos avaliar, em um adulto, que em geral trabalha, e que toma a decisão de fazer um curso superior (campo onde sou experiente). Se queremos avaliar o progresso dele durante o curso, é uma coisa. Se queremos avaliar a proficiência dele naquilo que ele vai estudar no curso, é outra coisa (e aí, muitos alunos já começam uma disciplina muito mais proficientes que outros, então mesmo sem estudar nada têm a tendência de tirar notas melhores que outros). Se desejamos avaliar a sua produção, é outra coisa. Se desejamos avaliar a sua participação nas aulas, outra. E assim por diante. Uma avaliação resulta em uma nota, o que para um professor pode não parecer muito importante, mas para o aluno é algo que fica marcado no boletim, como o resultado de todo um semestre. Então, é uma coisa muito séria. Quero mesmo continuar esta conversa, porque como disse, a todo semestre eu reflito sobre isso, e tenho novas idéias para modificar os critérios de avaliação que utilizo com meus alunos, então vou procurar e aproveitar para colocar um post com a resenha do livro do Marco Silva, sobre avaliação em EaD, para enriquecer.</p>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-6999</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:54:55 +0000</pubDate>
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		<description>Um professor meu de RH dizia que o brasileiro tem problemas com avaliações, não gostamos de avaliar ou que nos avaliem. Ao contrário dos americanos e seu gosto por métricas, mensurações etc. Mas de fato avaliar é algo muito complicado e as TICs aumentaram as possibilidades (e exigências) nesse aspecto. Creio que o problema não são só instrumentos de avaliação, mas como usá-los de forma objetiva. Quando tiver uma resposta para o problema sugiro transformar em consultoria :-). Afinal é um belo dum problema. 

No mais reli o texto com base no seu segundo comentário e concordo contigo :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor meu de RH dizia que o brasileiro tem problemas com avaliações, não gostamos de avaliar ou que nos avaliem. Ao contrário dos americanos e seu gosto por métricas, mensurações etc. Mas de fato avaliar é algo muito complicado e as TICs aumentaram as possibilidades (e exigências) nesse aspecto. Creio que o problema não são só instrumentos de avaliação, mas como usá-los de forma objetiva. Quando tiver uma resposta para o problema sugiro transformar em consultoria :-). Afinal é um belo dum problema. </p>
<p>No mais reli o texto com base no seu segundo comentário e concordo contigo :-)</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-6992</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 00:51:52 +0000</pubDate>
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		<description>Completando - não me parece que a avaliação de que fala o artigo, no Blackboard, se resume a medir a interação. Veja que ele está avaliando a capacidade de o aluno ler um texto (comentário, no caso), interpretá-lo e então escrever outro texto, levando o primeiro em consideração. Portanto, não é apenas a interação que está sendo avaliada, mas a capacidade de expressão, o senso crítico etc. Agora, essa questão é chata. Dependendo do critério que adotamos, estamos dando nota para uma coisa, mas não para outra. Tenho pensado que o ideal seria passou ou não passou (atendeu às exigências mínimas ou não), que seria também uma auto-avaliação do aluno, que devemos avaliar produções, se possível alguma produção ligada ao próprio trabalho do aluno, produções que sirvam para ele etc. Enfim, não estou satisfeito com o que vejo por aí (não só em EaD, mas em geral) e ainda não tenho também uma solução que eu ache satisfatória. Mas não dá tempo para falar, ninguém discute isso com profundidade etc. Por isso me parece interessante que a EaD levante essa questão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Completando &#8211; não me parece que a avaliação de que fala o artigo, no Blackboard, se resume a medir a interação. Veja que ele está avaliando a capacidade de o aluno ler um texto (comentário, no caso), interpretá-lo e então escrever outro texto, levando o primeiro em consideração. Portanto, não é apenas a interação que está sendo avaliada, mas a capacidade de expressão, o senso crítico etc. Agora, essa questão é chata. Dependendo do critério que adotamos, estamos dando nota para uma coisa, mas não para outra. Tenho pensado que o ideal seria passou ou não passou (atendeu às exigências mínimas ou não), que seria também uma auto-avaliação do aluno, que devemos avaliar produções, se possível alguma produção ligada ao próprio trabalho do aluno, produções que sirvam para ele etc. Enfim, não estou satisfeito com o que vejo por aí (não só em EaD, mas em geral) e ainda não tenho também uma solução que eu ache satisfatória. Mas não dá tempo para falar, ninguém discute isso com profundidade etc. Por isso me parece interessante que a EaD levante essa questão.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-6991</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 00:46:16 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, eu poderia é claro te responder, mas confesso que estou em crise com relação a essa questão da avaliação. Já há algum tempo estou em processo - contínuo - de repensar como devo avaliar meus alunos.
Há um livro organizado pelo Marco Silva sobre avaliação em EaD, se você não conhece recomendo muito a compra e, é claro, a leitura.
Temos é claro que saber o que avaliar: habilidades e competências? Interação? Produção? A EaD realmente chama nossa atenção para essas questões, que no presencial a gente tocava deixando meio de lado - damos a prova, vista aos alunos, negociamos uma ou outra questão, um trabalhinho aqui etc. Eu fico te devendo uma resposta, porque quero deixar a questão em aberto um pouco. Eu pretendo inclusive repensar muito a avaliação dos meus alunos para o próximo semestre. Neste, por exemplo, dei as provas finais no computador e durante o semestre fiz uma avaliação contínua - participação, interação, exercícios, visita (no caso, ao Museu da Língua Portuguesa) etc. 
Certificação continua sendo uma das atividades das instituições de ensino, mas me parece suicídio se apegar a isso. É muito provável que cada vez mais outras instituições - como empresas, por exemplo - passem também a certificar. A instituição de ensino tem que inovar, tem que ser criativa, criar espaço para esses tipos de aprendizado personalizados etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, eu poderia é claro te responder, mas confesso que estou em crise com relação a essa questão da avaliação. Já há algum tempo estou em processo &#8211; contínuo &#8211; de repensar como devo avaliar meus alunos.<br />
Há um livro organizado pelo Marco Silva sobre avaliação em EaD, se você não conhece recomendo muito a compra e, é claro, a leitura.<br />
Temos é claro que saber o que avaliar: habilidades e competências? Interação? Produção? A EaD realmente chama nossa atenção para essas questões, que no presencial a gente tocava deixando meio de lado &#8211; damos a prova, vista aos alunos, negociamos uma ou outra questão, um trabalhinho aqui etc. Eu fico te devendo uma resposta, porque quero deixar a questão em aberto um pouco. Eu pretendo inclusive repensar muito a avaliação dos meus alunos para o próximo semestre. Neste, por exemplo, dei as provas finais no computador e durante o semestre fiz uma avaliação contínua &#8211; participação, interação, exercícios, visita (no caso, ao Museu da Língua Portuguesa) etc.<br />
Certificação continua sendo uma das atividades das instituições de ensino, mas me parece suicídio se apegar a isso. É muito provável que cada vez mais outras instituições &#8211; como empresas, por exemplo &#8211; passem também a certificar. A instituição de ensino tem que inovar, tem que ser criativa, criar espaço para esses tipos de aprendizado personalizados etc.</p>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-6989</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 20:01:42 +0000</pubDate>
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		<description>Ops, faltou texto. 

Minha dúvida sobre avaliação permanece Porque mesmo no artigo sobre como avaliar uma conversa ele parece medir mais a interação do aluno com a turma, que não necessariamente significa desenvolvimento de uma competência. Enfim se a forma de aprendizado não é padronizada com avaliar de forma padronizada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ops, faltou texto. </p>
<p>Minha dúvida sobre avaliação permanece Porque mesmo no artigo sobre como avaliar uma conversa ele parece medir mais a interação do aluno com a turma, que não necessariamente significa desenvolvimento de uma competência. Enfim se a forma de aprendizado não é padronizada com avaliar de forma padronizada?</p>
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	</item>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/06/20/web-20-x-lmss/#comment-6988</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 19:53:59 +0000</pubDate>
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		<description>Deveras interessante esse modo mais livre de aprendizado. Porém, acho que a questão do tom me remete a um outro problema. Me pergunto como funciona a questão de avaliação, como avaliar de forma objetiva e separar estudantes que aprenderam dos que não aprenderam o suficiente.  

Não que no padrão acadêmico padrão não exista gente embromando, mas há acredito haver um método e formas de avaliação já conhecidos por quem avalia como por quem é avaliado. 

De fato creio que uma das funções da Universidade é servir como um órgão de certificação, o nome da instituição serve como uma garantia de que aquela pessoa estudou um assunto. Ainda que isso seja deveeeras variável dependendo da instituição. Me pergunto se a universidade vai se restringir a este papel e o de centro de pesquisas no futuro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deveras interessante esse modo mais livre de aprendizado. Porém, acho que a questão do tom me remete a um outro problema. Me pergunto como funciona a questão de avaliação, como avaliar de forma objetiva e separar estudantes que aprenderam dos que não aprenderam o suficiente.  </p>
<p>Não que no padrão acadêmico padrão não exista gente embromando, mas há acredito haver um método e formas de avaliação já conhecidos por quem avalia como por quem é avaliado. </p>
<p>De fato creio que uma das funções da Universidade é servir como um órgão de certificação, o nome da instituição serve como uma garantia de que aquela pessoa estudou um assunto. Ainda que isso seja deveeeras variável dependendo da instituição. Me pergunto se a universidade vai se restringir a este papel e o de centro de pesquisas no futuro.</p>
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