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	<title>Comentários sobre: Metodologias Ativas x Plano de Ensino (e/ou alunos, cavalos e touros&#8230;)</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-29123</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 10:46:06 +0000</pubDate>
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		<description>Puxa, Marisa, que post bonito! Gostei muito da sua reflexão, o tema realmente é fascinante. Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Puxa, Marisa, que post bonito! Gostei muito da sua reflexão, o tema realmente é fascinante. Abraços</p>
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		<title>Por: Marisa Viana Pereira</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-29119</link>
		<dc:creator>Marisa Viana Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 00:27:04 +0000</pubDate>
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		<description>Estou fazendo Pós Graduação em Docencia do Ensino Superior. A cada disciplinas ou módulos, me aparece uma tese sobre Educação, um método, uma posição ideológica, idéias dos Especialistas renomados, a maioria pedagogas doutoras, uma ou duas de uma área distinta apresentando suas experiências ativas de ensino. Deste último módulo me aparece uma tradicional, revendo e avaliando estes conceitos que não deram certo, que para ela tem de voltar tal como era na década de 50, creio que ela, pela idade, se formou nesta época.
Bem, vejamos.
Sou formada em Administração com Especialização em Marketing, meu objetivo de fazer essa Pós em Docência, é justamente entender a falha da educação na alfabetização como um todo, desde a falta da capacidade de interpretar um simples texto ou de resolver um simples problema. Há falta de bons profissionais qualificados para o mercado, há muita falha na medicina e em outras áreas. Em parte a professora tradicional tem razão, estes debates, estas mudanças tem de ser revistas e questionadas. Em parte porque, as mudanças das novas tecnologias e principalmente os meios da comunicação, mudaram o cenário e o comportamento da cognição. Creio que sem conhecer o homem, sua cultura, seu ambiente, seu histórico pessoal, ficará realmente dificil aprendizagem do homem para o homem. Defendo que o aprendizado deve estar dentro do ambiente do aprendiz, sua identidade e reconhecimento na conexão do conteúdo com foco a sua realidade, para que se tenha efetividade no aprendizado. 
Tudo bem, concordo, o planejamento engessado, são apenas diretrizes que devem ser administrado, mas nada impede que seja apenas como a farinha de trigo, você faz com ela o que desejar em suas receitas, o que vale é conhecer seus alunos antes, fazer um diagnóstico interpessoal com todos na sala, ver qual atividade poderá ser melhor aplicada. No meu ponto de vista, vale é a sua criatividade, desde que não perca os conteúdos e acabe fazendo uma brincadeira de pré-escola. Receba o planejamento, e faço o seu plano de ensino e aplicação do método. Quanto a avaliação, concordo com a tese, a nota do aluno é a nota que o professor deve ter.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou fazendo Pós Graduação em Docencia do Ensino Superior. A cada disciplinas ou módulos, me aparece uma tese sobre Educação, um método, uma posição ideológica, idéias dos Especialistas renomados, a maioria pedagogas doutoras, uma ou duas de uma área distinta apresentando suas experiências ativas de ensino. Deste último módulo me aparece uma tradicional, revendo e avaliando estes conceitos que não deram certo, que para ela tem de voltar tal como era na década de 50, creio que ela, pela idade, se formou nesta época.<br />
Bem, vejamos.<br />
Sou formada em Administração com Especialização em Marketing, meu objetivo de fazer essa Pós em Docência, é justamente entender a falha da educação na alfabetização como um todo, desde a falta da capacidade de interpretar um simples texto ou de resolver um simples problema. Há falta de bons profissionais qualificados para o mercado, há muita falha na medicina e em outras áreas. Em parte a professora tradicional tem razão, estes debates, estas mudanças tem de ser revistas e questionadas. Em parte porque, as mudanças das novas tecnologias e principalmente os meios da comunicação, mudaram o cenário e o comportamento da cognição. Creio que sem conhecer o homem, sua cultura, seu ambiente, seu histórico pessoal, ficará realmente dificil aprendizagem do homem para o homem. Defendo que o aprendizado deve estar dentro do ambiente do aprendiz, sua identidade e reconhecimento na conexão do conteúdo com foco a sua realidade, para que se tenha efetividade no aprendizado.<br />
Tudo bem, concordo, o planejamento engessado, são apenas diretrizes que devem ser administrado, mas nada impede que seja apenas como a farinha de trigo, você faz com ela o que desejar em suas receitas, o que vale é conhecer seus alunos antes, fazer um diagnóstico interpessoal com todos na sala, ver qual atividade poderá ser melhor aplicada. No meu ponto de vista, vale é a sua criatividade, desde que não perca os conteúdos e acabe fazendo uma brincadeira de pré-escola. Receba o planejamento, e faço o seu plano de ensino e aplicação do método. Quanto a avaliação, concordo com a tese, a nota do aluno é a nota que o professor deve ter.</p>
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	<item>
		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Avaliação</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7140</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Avaliação</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 12:09:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Em continuação à palestra de segunda-feira, sobre Metodologias Ativas, o professor Manuel Canesin deu na quarta-feira uma palestra sobre avaliação. Para ele, o processo de avaliação é mais importante que o próprio processo de ensino. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Em continuação à palestra de segunda-feira, sobre Metodologias Ativas, o professor Manuel Canesin deu na quarta-feira uma palestra sobre avaliação. Para ele, o processo de avaliação é mais importante que o próprio processo de ensino. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7137</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:21:35 +0000</pubDate>
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		<description>Para apimentar um pouco mais o assunto vi essa entrevista que achei muito interessante. Um comentário que chama a atenção.

&quot;As escolas de hoje aplicam conceitos idênticos aos dos colégios do século XIX. Elas se baseiam na divisão do conhecimento por áreas estanques e no treinamento dos alunos para a execução de tarefas repetitivas&quot;


http://www.defesanet.com.br/pensamento1/edu.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para apimentar um pouco mais o assunto vi essa entrevista que achei muito interessante. Um comentário que chama a atenção.</p>
<p>&#8220;As escolas de hoje aplicam conceitos idênticos aos dos colégios do século XIX. Elas se baseiam na divisão do conhecimento por áreas estanques e no treinamento dos alunos para a execução de tarefas repetitivas&#8221;</p>
<p><a href="http://www.defesanet.com.br/pensamento1/edu.htm" rel="nofollow">http://www.defesanet.com.br/pensamento1/edu.htm</a></p>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7135</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 13:57:51 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Mattar, ótimo texto. Pensando no que escreveu vc me lembrou aquele relatório da C.S Porto e Z. Berge sobre a excessiva regulamentação e centralização do nosso sistema acadêmico e outro texto seu mesmo sobre a fayolização do ensino.  Parece que gestão de educação está sendo um problema aqui na terra brasilis não? 

A impressão que tenho é que ainda não estamos sabendo gerenciar educação em si. O problema do sistema que vc descreveu não me parece questão de ser corretamente aplicado ou não, mas o fato de seu objetivo primário ser controle e não necessariamente aprendizado. 

já trabalhei em uma certa IES e geralmente o professor entrava sem a menor idéia do que o aluno já sabia e o que deveria aprender em outra matéria. E o que me dava nos nervos é que quem coordenava achava estranhíssmo eu perguntar isso, simplesmente o compromisso era com o cumprir a regra e não com a aprendizagem. E concordo que esse foco é enlouquecedor. 

Talvez um dos problemas é que pensamos em planejamento em termos de regras e não como um direcionamento para gerenciar situações.  O equilíbrio, ou o &quot;razonabilizar&quot; do Breno, talvez resida na capacidade e competência de um bom trabalho de gerência. Ou de simplesmente usar os coordenadores para coordenar matérias e iniciativas de professores e não nesse misto de ouvidoria-bombeiro-relógio de ponto em que o pobre coordenador é transformado

Na minha experiência como designer passei por isso. Durante anos achei que criar uma identidade visual era fazer um grande manual de regras de aplicação de logomarca e pronto. Depois de anos batendo cabeça sonhando com o manual perfeito vi que o que deve existir é um manual de apoio, diretrizes muito bem definidas do que caracteriza a identidade visual e &lt;b&gt;gerenciar&lt;/b&gt; a identidade, pois sempre vão surgir novas situações e contingências na aplicação da logo. 

E repito, acho que é nesse limbo, entre administração e pedagogia que estamos nos afundado. Administradores gerenciam ensino com premissas erradas, usando essas analogias de fábrica, lanchonete fast food, pastelaria e diploma-o-rama. O relatório de Porto &amp; Zane comenta sobre a  questão de profissionais de ensino habilitados ao gerenciamento de EaD em larga escala. 

Pessoalmente não vejo nada de errado em lucrar com o educação,mas  nossa função deveria ser educar e não produzir diplomas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Mattar, ótimo texto. Pensando no que escreveu vc me lembrou aquele relatório da C.S Porto e Z. Berge sobre a excessiva regulamentação e centralização do nosso sistema acadêmico e outro texto seu mesmo sobre a fayolização do ensino.  Parece que gestão de educação está sendo um problema aqui na terra brasilis não? </p>
<p>A impressão que tenho é que ainda não estamos sabendo gerenciar educação em si. O problema do sistema que vc descreveu não me parece questão de ser corretamente aplicado ou não, mas o fato de seu objetivo primário ser controle e não necessariamente aprendizado. </p>
<p>já trabalhei em uma certa IES e geralmente o professor entrava sem a menor idéia do que o aluno já sabia e o que deveria aprender em outra matéria. E o que me dava nos nervos é que quem coordenava achava estranhíssmo eu perguntar isso, simplesmente o compromisso era com o cumprir a regra e não com a aprendizagem. E concordo que esse foco é enlouquecedor. </p>
<p>Talvez um dos problemas é que pensamos em planejamento em termos de regras e não como um direcionamento para gerenciar situações.  O equilíbrio, ou o &#8220;razonabilizar&#8221; do Breno, talvez resida na capacidade e competência de um bom trabalho de gerência. Ou de simplesmente usar os coordenadores para coordenar matérias e iniciativas de professores e não nesse misto de ouvidoria-bombeiro-relógio de ponto em que o pobre coordenador é transformado</p>
<p>Na minha experiência como designer passei por isso. Durante anos achei que criar uma identidade visual era fazer um grande manual de regras de aplicação de logomarca e pronto. Depois de anos batendo cabeça sonhando com o manual perfeito vi que o que deve existir é um manual de apoio, diretrizes muito bem definidas do que caracteriza a identidade visual e <b>gerenciar</b> a identidade, pois sempre vão surgir novas situações e contingências na aplicação da logo. </p>
<p>E repito, acho que é nesse limbo, entre administração e pedagogia que estamos nos afundado. Administradores gerenciam ensino com premissas erradas, usando essas analogias de fábrica, lanchonete fast food, pastelaria e diploma-o-rama. O relatório de Porto &amp; Zane comenta sobre a  questão de profissionais de ensino habilitados ao gerenciamento de EaD em larga escala. </p>
<p>Pessoalmente não vejo nada de errado em lucrar com o educação,mas  nossa função deveria ser educar e não produzir diplomas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Breno</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7132</link>
		<dc:creator>Breno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 16:30:19 +0000</pubDate>
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		<description>Ola Mattar, são dois entre os muitos absurdos (impostos pela legislação?, quem faz a legislação?) que não tem nada a ver com a ensinagem: o plano de aula e o controle de frequencia (diario dos professores).
Se as cabeças pensantes em educação se dedicassem a &quot;razonabilizar&quot; a ensinagem, talves tivessemos apenas que mediar a aprendizagem, procurando garantir sua efetividade ao invés de ficarmos tentando nos acomodar (dar um jeitinho) ao tal engessamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Mattar, são dois entre os muitos absurdos (impostos pela legislação?, quem faz a legislação?) que não tem nada a ver com a ensinagem: o plano de aula e o controle de frequencia (diario dos professores).<br />
Se as cabeças pensantes em educação se dedicassem a &#8220;razonabilizar&#8221; a ensinagem, talves tivessemos apenas que mediar a aprendizagem, procurando garantir sua efetividade ao invés de ficarmos tentando nos acomodar (dar um jeitinho) ao tal engessamento.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Letícia Vargas</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7129</link>
		<dc:creator>Letícia Vargas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 12:27:12 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei o texto João. Demonstrastes com uma qualidade impecável um pouco da realidade das universidades particulares do Brasil!! 
Tenho de concordar com o professor Canesin que os planos de ensino engessam o desenvolvimento da disciplina
Aqui em Pelotas-RS a Anhembi chegou não faz um ano, ainda não deu para sentir as consequências do estilo de ensino, mas confesso que não tinha conhecimento desse estilo tão forte de controle, fiquei de boca aberta.

Tenho que registrar que compartilho da visão da Regina (comentário acima) quanto a mesma comenta que o ensino no Brasil virou uma feira!! Tenho ficado entristecida em ver a EaD muitas vezes oferecida como produto do estilo &quot;compre seu diploma aqui sem sair de casa&quot;. 
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o texto João. Demonstrastes com uma qualidade impecável um pouco da realidade das universidades particulares do Brasil!!<br />
Tenho de concordar com o professor Canesin que os planos de ensino engessam o desenvolvimento da disciplina<br />
Aqui em Pelotas-RS a Anhembi chegou não faz um ano, ainda não deu para sentir as consequências do estilo de ensino, mas confesso que não tinha conhecimento desse estilo tão forte de controle, fiquei de boca aberta.</p>
<p>Tenho que registrar que compartilho da visão da Regina (comentário acima) quanto a mesma comenta que o ensino no Brasil virou uma feira!! Tenho ficado entristecida em ver a EaD muitas vezes oferecida como produto do estilo &#8220;compre seu diploma aqui sem sair de casa&#8221;.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Pedroso</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7128</link>
		<dc:creator>Regina Pedroso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 11:45:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João Mattar, compartilho com vc dessa insegurança generalizada que se tornou o reinício das aulas nas Universidades particulares. Cada uma a seu modo: umas com reuniões pedagógicas idiotas, conduzidas por coordenadores bobos-da-corte; outras com palestras surrealistas cuja proposta metodológica parece que irá resolver o problema da humanidade (nem é a resolução dos problemas do ensino que estou falando, mas sim, algo megalomaníaco, inerente aos pensadores brasileiros na área da educação). Pois bem, também sofri o que vc sofreu na Anhembi Morumbi; porém como já estou calejada desse tipo de encenação, nem presto atenção mais e deixo os coordenadores, estilos pagodeiros, aparecerem para o público sedento por show. Sinceramente, deixo aqui uma mensagem para os pais que tem filhos com idade para adentrar ao ensino universitário: pais, não deixem seus filhos estudarem nessas instituições de segunda linha de São Paulo, pois é um &quot;salve-se quem puder&quot; - com alguns professores realmente comprometidos, porém a maioria sem qualificação. Obrigue seu filho a entrar em uma instituição de ponta, pois disso depende a formação dele como pessoa e como profissional. 
Estou enojada de ver o que veja nessas instituições por aí........que destratam professores, exploram alunos e fazem propaganda de massa nos meios de comunicação. Não preciso dar o nome aos bois.........basta assistir TV e ver quais são as universidades que mais aparecem em peças publicitárias.
Tenho dito: O ensino no Brasil virou uma feira. 
Regina Pedroso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Mattar, compartilho com vc dessa insegurança generalizada que se tornou o reinício das aulas nas Universidades particulares. Cada uma a seu modo: umas com reuniões pedagógicas idiotas, conduzidas por coordenadores bobos-da-corte; outras com palestras surrealistas cuja proposta metodológica parece que irá resolver o problema da humanidade (nem é a resolução dos problemas do ensino que estou falando, mas sim, algo megalomaníaco, inerente aos pensadores brasileiros na área da educação). Pois bem, também sofri o que vc sofreu na Anhembi Morumbi; porém como já estou calejada desse tipo de encenação, nem presto atenção mais e deixo os coordenadores, estilos pagodeiros, aparecerem para o público sedento por show. Sinceramente, deixo aqui uma mensagem para os pais que tem filhos com idade para adentrar ao ensino universitário: pais, não deixem seus filhos estudarem nessas instituições de segunda linha de São Paulo, pois é um &#8220;salve-se quem puder&#8221; &#8211; com alguns professores realmente comprometidos, porém a maioria sem qualificação. Obrigue seu filho a entrar em uma instituição de ponta, pois disso depende a formação dele como pessoa e como profissional.<br />
Estou enojada de ver o que veja nessas instituições por aí&#8230;&#8230;..que destratam professores, exploram alunos e fazem propaganda de massa nos meios de comunicação. Não preciso dar o nome aos bois&#8230;&#8230;&#8230;basta assistir TV e ver quais são as universidades que mais aparecem em peças publicitárias.<br />
Tenho dito: O ensino no Brasil virou uma feira.<br />
Regina Pedroso</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: wanderlucy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/08/05/metodologias-ativas-x-plano-de-ensino-eou-alunos-cavalos-e-touros/#comment-7127</link>
		<dc:creator>wanderlucy</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 11:42:31 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei seu texto, João.
Os questionamentos nele apresentados vão ao encontro da visão pessimista que tenho nutrido com relação ao ensino superior privado que predomina no Brasil: planos de ensino desenvolvidos à revelia e impostos de cima para baixo, professores tratados como profissionais incapazes de pensar (muitos infelizmente fazem jus a este papel), além de programas com pouca ou nenhuma possibilidade de construção reflexiva e coletiva de conhecimento e cada vez mais preocupados em atrair um público medíocre.
Às vezes chego ao extremo de pensar que a solução seria fechar todas essas &quot;pseudo-instituições de ensino&quot; e começar do zero.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei seu texto, João.<br />
Os questionamentos nele apresentados vão ao encontro da visão pessimista que tenho nutrido com relação ao ensino superior privado que predomina no Brasil: planos de ensino desenvolvidos à revelia e impostos de cima para baixo, professores tratados como profissionais incapazes de pensar (muitos infelizmente fazem jus a este papel), além de programas com pouca ou nenhuma possibilidade de construção reflexiva e coletiva de conhecimento e cada vez mais preocupados em atrair um público medíocre.<br />
Às vezes chego ao extremo de pensar que a solução seria fechar todas essas &#8220;pseudo-instituições de ensino&#8221; e começar do zero.</p>
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