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	<title>Comentários sobre: Do Impostutor ao Aututor</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Conteúdo com conteudista &#171; BLOG DO JURA</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-33890</link>
		<dc:creator>Conteúdo com conteudista &#171; BLOG DO JURA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 15:55:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Conteúdo com&#160;conteudista By jurandirrafael  Todos ligados è EaD já devem ter ouvido o neologismo criado por João Mattar referente ao “Impostutor”, aquele tutor ao qual tudo lhe é imposto.Venho aqui compartilhar esta idéia, no entanto voltada mais especificamente ao conteúdo didático. Sabemos da clássica figura do tutor conteudista, personagem de grande prestígio no processo ( autor de livros, professor de renome, quase um pop star – está certo que exagerei um pouco aqui, rs ), por outro lado existe uma equipe de produção que pensa até onde pode avançar e/ou modificar este conteúdo. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Conteúdo com&nbsp;conteudista By jurandirrafael  Todos ligados è EaD já devem ter ouvido o neologismo criado por João Mattar referente ao “Impostutor”, aquele tutor ao qual tudo lhe é imposto.Venho aqui compartilhar esta idéia, no entanto voltada mais especificamente ao conteúdo didático. Sabemos da clássica figura do tutor conteudista, personagem de grande prestígio no processo ( autor de livros, professor de renome, quase um pop star – está certo que exagerei um pouco aqui, rs ), por outro lado existe uma equipe de produção que pensa até onde pode avançar e/ou modificar este conteúdo. [...]</p>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Metro Global Photo Challenge 2008 &#38; O Conceito de Aututor</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-14287</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Metro Global Photo Challenge 2008 &#38; O Conceito de Aututor</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 22:53:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Hoje eu dei uma entrevista à Izabella, minha ex-colega de Anhembi e UVB, e doutoranda pela PUC-RJ, em que falamos mais de 1 hora sobre o conceito de aututor. Logo em seguida, conversei bastante no Second Life com o Danilo (meu aluno no curso ABC da EaD no SL 3.0) e a Temis (que está desenvolvendo uma monografia sobre o uso do Second Life em educação) sobre o mesmo conceito. Prometi para todos (e para mim mesmo) uma versão atualizada do conceito de aututor, mesmo depois do recente vídeo Do Impostutor ao Aututor. Mudando (aparentemente) de assunto [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Hoje eu dei uma entrevista à Izabella, minha ex-colega de Anhembi e UVB, e doutoranda pela PUC-RJ, em que falamos mais de 1 hora sobre o conceito de aututor. Logo em seguida, conversei bastante no Second Life com o Danilo (meu aluno no curso ABC da EaD no SL 3.0) e a Temis (que está desenvolvendo uma monografia sobre o uso do Second Life em educação) sobre o mesmo conceito. Prometi para todos (e para mim mesmo) uma versão atualizada do conceito de aututor, mesmo depois do recente vídeo Do Impostutor ao Aututor. Mudando (aparentemente) de assunto [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13366</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:02:23 +0000</pubDate>
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		<description>Carla, o vídeo está disponível no YouTube justamente para vocês usarem - use e re-use como quiser. Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carla, o vídeo está disponível no YouTube justamente para vocês usarem &#8211; use e re-use como quiser. Abraços</p>
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		<title>Por: Carla de Fatima Mendes Soares</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13340</link>
		<dc:creator>Carla de Fatima Mendes Soares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 03:43:04 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito das suas colocações nesse vídeo e se vc não se importar, gostaria de apresentá-lo como complemento para meu trabalho sobre didática na EAD, pois acho que ele vai causar um grande choque, pois a faculdade na qual eu estudo é uma dessas onde entregam para o profesor o material e ele tem todo um cronograma para ser seguido com os alunos e agora eu fico me perguntando, mediante a todas essas informações lidas a respeito de EAD, será q vale a pena continuar nessa faculdade que busca apenas lucro financeiro?Ou será possível conseguir mudar essa didática deles mediante argumentos embasados?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito das suas colocações nesse vídeo e se vc não se importar, gostaria de apresentá-lo como complemento para meu trabalho sobre didática na EAD, pois acho que ele vai causar um grande choque, pois a faculdade na qual eu estudo é uma dessas onde entregam para o profesor o material e ele tem todo um cronograma para ser seguido com os alunos e agora eu fico me perguntando, mediante a todas essas informações lidas a respeito de EAD, será q vale a pena continuar nessa faculdade que busca apenas lucro financeiro?Ou será possível conseguir mudar essa didática deles mediante argumentos embasados?</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13143</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 12:18:47 +0000</pubDate>
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		<description>Breno, desde ontem tenho achado que estou sintonizado com muitas coisas que não sei bem o que são, tive até alguns sonhos muito interessantes nesta noite, nesse sentido. E um exemplo está aqui: acabei de &quot;revisar&quot; um Plano de Ensino de uma disciplina para a Anhembi Morumbi, e escrevi algumas coisas sobre a função desses planos de ensino, e em seguida caí no seu comentário.
Muito boas as analogias com Ying e Yang, dos neologismos imposteúdo e autoteúdo e da inversão do lema do blog!
Como você lembrou muito bem, a discussão sem dúvida tem de incluir a questão dos currículos. A maneira como utilizamos os Planos de Ensino na Anhembi Morumbi, por exemplo, é totalmente anacrônica. Há ementa, objetivos gerais e específicos, programa de aulas (semana a semana), justificativa (que antes não tinha), avaliação do aprendizado (com a previsão de todas as avaliações durante o semestre), procedimentos presencias e recursos didáticos (duas partes, que antes eram apenas uma: metodologia), e bibliografia básica e complementar (só com livros, só com textos impressos). Eu entendo a necessidade de algum nível de planejamento, mas esse tipo de planejamento mata um curso (se é que algum professor o segue).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Breno, desde ontem tenho achado que estou sintonizado com muitas coisas que não sei bem o que são, tive até alguns sonhos muito interessantes nesta noite, nesse sentido. E um exemplo está aqui: acabei de &#8220;revisar&#8221; um Plano de Ensino de uma disciplina para a Anhembi Morumbi, e escrevi algumas coisas sobre a função desses planos de ensino, e em seguida caí no seu comentário.<br />
Muito boas as analogias com Ying e Yang, dos neologismos imposteúdo e autoteúdo e da inversão do lema do blog!<br />
Como você lembrou muito bem, a discussão sem dúvida tem de incluir a questão dos currículos. A maneira como utilizamos os Planos de Ensino na Anhembi Morumbi, por exemplo, é totalmente anacrônica. Há ementa, objetivos gerais e específicos, programa de aulas (semana a semana), justificativa (que antes não tinha), avaliação do aprendizado (com a previsão de todas as avaliações durante o semestre), procedimentos presencias e recursos didáticos (duas partes, que antes eram apenas uma: metodologia), e bibliografia básica e complementar (só com livros, só com textos impressos). Eu entendo a necessidade de algum nível de planejamento, mas esse tipo de planejamento mata um curso (se é que algum professor o segue).</p>
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		<title>Por: Breno</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13142</link>
		<dc:creator>Breno</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 11:40:37 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Mattar, dia de recuperar os dias sem acesso. 
Muito importante esta tua colocação procurando diferenciar pedagogicamente o IM e o AU (analogia ao Ying e o Yang). E nesta analogia já fica minha compreensão ATUAL sobre o tema, dentro de um contexto de &quot;avanços tecnológicos + competências necessárias&quot;. Fazendo outra analogia, precisamos como no presencial, achar um equilibrio entre o plano de ensino fixo rígido, exigido pelo MEC (imposteudo) e a prática didatica em sala de aula (autoteudo). No momento em que tivermos, e acredito que estamos nesta direção, uma massa crítica (não gosto desta palavra -massa-, mas não acho outra no momento) que possua as competências necessárias, a AUTONOMIA  do docente fará parte do contexto.

[]s Breno (rápido, desfocado e complicado)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Mattar, dia de recuperar os dias sem acesso.<br />
Muito importante esta tua colocação procurando diferenciar pedagogicamente o IM e o AU (analogia ao Ying e o Yang). E nesta analogia já fica minha compreensão ATUAL sobre o tema, dentro de um contexto de &#8220;avanços tecnológicos + competências necessárias&#8221;. Fazendo outra analogia, precisamos como no presencial, achar um equilibrio entre o plano de ensino fixo rígido, exigido pelo MEC (imposteudo) e a prática didatica em sala de aula (autoteudo). No momento em que tivermos, e acredito que estamos nesta direção, uma massa crítica (não gosto desta palavra -massa-, mas não acho outra no momento) que possua as competências necessárias, a AUTONOMIA  do docente fará parte do contexto.</p>
<p>[]s Breno (rápido, desfocado e complicado)</p>
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	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13130</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 22:42:32 +0000</pubDate>
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		<description>Jurandir, eu recebi o convite sim, e muito obrigado. Na verdade o email está guardado, porque este final de semestre está sendo absolutamente atribulado, mas logo eu apareço por ali.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jurandir, eu recebi o convite sim, e muito obrigado. Na verdade o email está guardado, porque este final de semestre está sendo absolutamente atribulado, mas logo eu apareço por ali.</p>
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		<title>Por: Jurandir Rafael</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13127</link>
		<dc:creator>Jurandir Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 21:35:14 +0000</pubDate>
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		<description>Professor João Mattar

Obrigado pelos comentários, agora sim entendi claramente seu ponto de vista em relação à figura do impostutor e as circuntâncias que o geram. 
Admiro-o pelas idéias e pelo compromisso que tem para com a EAD. Seu blog sem dúvida é uma referência para inúmeros profissionais que lidam com EAD. Particularmente sempre o indico para colegas da área.

Abraços.

Ps: torço para que aceite meu convite e poste algo no meu ( ainda iniciante ) blog. Já mandei o convite.

Att,

Jurandir Rafael</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor João Mattar</p>
<p>Obrigado pelos comentários, agora sim entendi claramente seu ponto de vista em relação à figura do impostutor e as circuntâncias que o geram.<br />
Admiro-o pelas idéias e pelo compromisso que tem para com a EAD. Seu blog sem dúvida é uma referência para inúmeros profissionais que lidam com EAD. Particularmente sempre o indico para colegas da área.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Ps: torço para que aceite meu convite e poste algo no meu ( ainda iniciante ) blog. Já mandei o convite.</p>
<p>Att,</p>
<p>Jurandir Rafael</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13120</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 16:59:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13120</guid>
		<description>Apenas completando - é possível dizer que a minha &quot;carreira&quot; em EaD teve um pontapé inicial no contato com esses modelos de impostutores. Ao mesmo tempo em que eu pesquisava intensamente EaD, testava novas tecnologias e pedagogias, eu assisti de dentro a constituição de um modelo dominado pela combinação de designers instrucionais e burocratas. É possível dizer que tudo o que escrevi nos últimos anos, toda a minha energia para pesquisa e produção em EaD, de alguma maneira se constituiu como uma reação a esse tipo de modelo. Aquela história de transformar ameaças em oportunidades - toda a energia negativa que você teria para reagir à suposta ameaça, você tenta usar criativamente, no sentido de libertação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas completando &#8211; é possível dizer que a minha &#8220;carreira&#8221; em EaD teve um pontapé inicial no contato com esses modelos de impostutores. Ao mesmo tempo em que eu pesquisava intensamente EaD, testava novas tecnologias e pedagogias, eu assisti de dentro a constituição de um modelo dominado pela combinação de designers instrucionais e burocratas. É possível dizer que tudo o que escrevi nos últimos anos, toda a minha energia para pesquisa e produção em EaD, de alguma maneira se constituiu como uma reação a esse tipo de modelo. Aquela história de transformar ameaças em oportunidades &#8211; toda a energia negativa que você teria para reagir à suposta ameaça, você tenta usar criativamente, no sentido de libertação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2008/11/12/do-impostutor-ao-aututor/#comment-13119</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 16:56:10 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Jurandir. Não sei se entendi muito bem a sua pergunta. A centralização da EaD em departamentos de EaD, que tornam-se a única fonte de produção de conteúdos, os designers dos cursos, os avaliadores etc., cria justamente as figuras dos impostutores, mal remunerados e treinados, e sem liberdade para fazer nada nos cursos. Eu defendo que é possível os professores se tornarem os próprios designers dos seus cursos, escolherem, remixarem ou produzirem seus próprios conteúdos, e serem também os tutores dos seus cursos. Qual seria então a função de um designer instrucional, nesses casos? Não a de desenvolver o design de um curso, produzi-lo e entregá-lo fechado para um impostutor, mas orientar os professores na produção do seu material, na própria tutoria etc. É claro que há espaço para projetos maiores, em que equipes multidisciplinares tenham que trabalhar, e aí há um espaço especial para o designer instrucional. Mas, novamente, não um espaço de centralização, de que apenas ele tenha capacidade e condições de desenhar um curso, mas num sentido de colaboração, de maneira que o designer possa trabalhar junto com os professores, na elaboração de cursos. Eu passei por situações em que designers se juntaram a burocratas, com alguns professores eleitos para produzirem alguns conteúdos, e então uma legião de impostutores teve que dar aula com aquele conteúdo, já com as atividades traçadas para todo o semestre, semana a semana. Isso não faz nenhum sentido, é um retrocesso, é pior, muito pior, do que aula presencial, porque na aula presencial há um programa, mas o professor acaba tendo liberdade de adaptá-lo com a sua turma, enquanto nesses modelos o impostutor fica preso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Jurandir. Não sei se entendi muito bem a sua pergunta. A centralização da EaD em departamentos de EaD, que tornam-se a única fonte de produção de conteúdos, os designers dos cursos, os avaliadores etc., cria justamente as figuras dos impostutores, mal remunerados e treinados, e sem liberdade para fazer nada nos cursos. Eu defendo que é possível os professores se tornarem os próprios designers dos seus cursos, escolherem, remixarem ou produzirem seus próprios conteúdos, e serem também os tutores dos seus cursos. Qual seria então a função de um designer instrucional, nesses casos? Não a de desenvolver o design de um curso, produzi-lo e entregá-lo fechado para um impostutor, mas orientar os professores na produção do seu material, na própria tutoria etc. É claro que há espaço para projetos maiores, em que equipes multidisciplinares tenham que trabalhar, e aí há um espaço especial para o designer instrucional. Mas, novamente, não um espaço de centralização, de que apenas ele tenha capacidade e condições de desenhar um curso, mas num sentido de colaboração, de maneira que o designer possa trabalhar junto com os professores, na elaboração de cursos. Eu passei por situações em que designers se juntaram a burocratas, com alguns professores eleitos para produzirem alguns conteúdos, e então uma legião de impostutores teve que dar aula com aquele conteúdo, já com as atividades traçadas para todo o semestre, semana a semana. Isso não faz nenhum sentido, é um retrocesso, é pior, muito pior, do que aula presencial, porque na aula presencial há um programa, mas o professor acaba tendo liberdade de adaptá-lo com a sua turma, enquanto nesses modelos o impostutor fica preso.</p>
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