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	<title>Comentários sobre: The kids are alright: how the gamer generation is changing the workplace</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Edutainment á brasileira, e minhas restrições a ele &#171; Um lugar para expor e trocar idéias</title>
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		<dc:creator>Edutainment á brasileira, e minhas restrições a ele &#171; Um lugar para expor e trocar idéias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:40:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Um elemento formal dos jogos é a competição, o conflito interno entre qualquer jogo, que as vezes pode aparecer na forma de um competidor ou na superação dos obstáculos do próprio jogo. Isso significa que o participante de um jogo QUER ter noção de que está ganhando ou perdendo, o feedback é essencial e um dos motivadores para pessoas jogarem. É a sensação de superação, de vitória que motivo o jogador, ninguém joga para perder. Beck e Wade comentam isso como uma característica típica da geração dos jogadores de videogame, o direcionamento para obter sempre a melhor performance.   E mais, o feeback permite a reflexão, que é o momento em que o jogador reflete sobre seu desempenho em um jogo. É um momento de aprendizado rico em que ele vai pensar sobre o que jogou e talvez acrescentar algo ocorrido nesse ambiente em sua própria experiência, a idéia de Jarvis e Kolb sobre experiental learning. Talvez esse caso reflita a velha briga entre designers, instrucionais e de jogos, um reclama que o jogo deve ensinar e o outro que o design instrucional consegue destruir a diversão de qualquer jogo.  E mostra como esse alinhamento ainda é algo difícil. É o que chamo de &#8220;paraíso&#8221; do projeto transdisciplinar: trabalhar em conjunto geralmente significa trabalhar em conflito. Mas é deste que as soluções vão surgir. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Um elemento formal dos jogos é a competição, o conflito interno entre qualquer jogo, que as vezes pode aparecer na forma de um competidor ou na superação dos obstáculos do próprio jogo. Isso significa que o participante de um jogo QUER ter noção de que está ganhando ou perdendo, o feedback é essencial e um dos motivadores para pessoas jogarem. É a sensação de superação, de vitória que motivo o jogador, ninguém joga para perder. Beck e Wade comentam isso como uma característica típica da geração dos jogadores de videogame, o direcionamento para obter sempre a melhor performance.   E mais, o feeback permite a reflexão, que é o momento em que o jogador reflete sobre seu desempenho em um jogo. É um momento de aprendizado rico em que ele vai pensar sobre o que jogou e talvez acrescentar algo ocorrido nesse ambiente em sua própria experiência, a idéia de Jarvis e Kolb sobre experiental learning. Talvez esse caso reflita a velha briga entre designers, instrucionais e de jogos, um reclama que o jogo deve ensinar e o outro que o design instrucional consegue destruir a diversão de qualquer jogo.  E mostra como esse alinhamento ainda é algo difícil. É o que chamo de &#8220;paraíso&#8221; do projeto transdisciplinar: trabalhar em conjunto geralmente significa trabalhar em conflito. Mas é deste que as soluções vão surgir. [...]</p>
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