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	<title>Comentários sobre: O que um menino de 11 anos tem que aprender na quinta série&#8230;</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Joelza Ester Domingues</title>
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		<dc:creator>Joelza Ester Domingues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 20:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, é atordoante o volume de conteúdo ensinado nas escolas. Todos nós passamos por isso e... sobrevivemos. De alguma maneira, o cérebro e o meio social em que o aluno vive vão filtrando as informações e conhecimentos e conservam somente aquilo que é útil para o dia-a-dia. E educação é isso: não é o que foi ensinado, mas o que ficou. E o que ficou depende das experiencias pessoais de cada um. Daí então a enorme dificuldade em reduzir, cortar e selecionar conteúdos... alguém sente-se confortável e seguro nessa missão?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, é atordoante o volume de conteúdo ensinado nas escolas. Todos nós passamos por isso e&#8230; sobrevivemos. De alguma maneira, o cérebro e o meio social em que o aluno vive vão filtrando as informações e conhecimentos e conservam somente aquilo que é útil para o dia-a-dia. E educação é isso: não é o que foi ensinado, mas o que ficou. E o que ficou depende das experiencias pessoais de cada um. Daí então a enorme dificuldade em reduzir, cortar e selecionar conteúdos&#8230; alguém sente-se confortável e seguro nessa missão?</p>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Instructional Design</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2009/10/07/o-que-um-menino-de-11-anos-tem-que-aprender-na-quinta-serie/#comment-34656</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Instructional Design</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:53:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Há uma anedota no texto que eu gostaria de explorar, cujo objetivo é criticar a ideia de que o envolvimento é suficiente para o aprendizado. Numa disciplina de latim no ensino médio, os alunos se envolveram entusiasticamente durante 2 semanas na construção de uma escultura de sal de Pompeia. Supostamente, o professor esperaria que os alunos aprendessem alguma coisa sobre a cultura de Pompeia. Quando um dos alunos foi questionado sobre o que aprendeu, ele disse que aprendeu que o sal vai rachar se você não acrescentar água suficiente. Ora, mas afinal o que é que esperamos que nossos alunos &#8220;aprendam&#8221; no ensino médio? Fiz uma brincadeira bastante incompleta sobre o que procuramos &#8220;ensinar&#8221; para um aluno de 11 anos na quinta série, e é um absurdo imaginarmos que alguém, mesmo um adulto, conseguirá guardar muita coisa de tudo aquilo. É um amontoado de conteúdos (suportados talvez por objetivos de aprendizagem) que não fazem sentido, que não estão contextualizados, sobre o que o aluno não consegue traçar relações com o mundo. Ele decora, é claro, ao menos parte daquilo tudo, para fazer prova e passar, mas a maioria das coisas ele esquece assim que permitirem. Por que fazemos isso? No que exatamente acreditamos? Se no final da brincadeira o aluno aprendeu, depois de envolvimento e entusiasmo intenso, alguma coisa sobre o sal e não sobre a cultura de Pompeia, qual é o problema? Ele não está em vantagem em relação a um aluno que não aprendeu nada sobre o sal, que não se envolveu nem se entusiasmou, e que, assim que passar as provas, também não saberá mais nada sobre a cultura de Pompeia? A única diferença é que, no caso deste aluno, tivemos objetivos de aprendizagem - ou seja, a diferença está no design da instrução, não no aprendizado. Ainda neste capítulo voltaremos a questionar o que significa aprendizagem. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Há uma anedota no texto que eu gostaria de explorar, cujo objetivo é criticar a ideia de que o envolvimento é suficiente para o aprendizado. Numa disciplina de latim no ensino médio, os alunos se envolveram entusiasticamente durante 2 semanas na construção de uma escultura de sal de Pompeia. Supostamente, o professor esperaria que os alunos aprendessem alguma coisa sobre a cultura de Pompeia. Quando um dos alunos foi questionado sobre o que aprendeu, ele disse que aprendeu que o sal vai rachar se você não acrescentar água suficiente. Ora, mas afinal o que é que esperamos que nossos alunos &#8220;aprendam&#8221; no ensino médio? Fiz uma brincadeira bastante incompleta sobre o que procuramos &#8220;ensinar&#8221; para um aluno de 11 anos na quinta série, e é um absurdo imaginarmos que alguém, mesmo um adulto, conseguirá guardar muita coisa de tudo aquilo. É um amontoado de conteúdos (suportados talvez por objetivos de aprendizagem) que não fazem sentido, que não estão contextualizados, sobre o que o aluno não consegue traçar relações com o mundo. Ele decora, é claro, ao menos parte daquilo tudo, para fazer prova e passar, mas a maioria das coisas ele esquece assim que permitirem. Por que fazemos isso? No que exatamente acreditamos? Se no final da brincadeira o aluno aprendeu, depois de envolvimento e entusiasmo intenso, alguma coisa sobre o sal e não sobre a cultura de Pompeia, qual é o problema? Ele não está em vantagem em relação a um aluno que não aprendeu nada sobre o sal, que não se envolveu nem se entusiasmou, e que, assim que passar as provas, também não saberá mais nada sobre a cultura de Pompeia? A única diferença é que, no caso deste aluno, tivemos objetivos de aprendizagem &#8211; ou seja, a diferença está no design da instrução, não no aprendizado. Ainda neste capítulo voltaremos a questionar o que significa aprendizagem. [...]</p>
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		<title>Por: Ana Elisa Novais</title>
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		<dc:creator>Ana Elisa Novais</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:41:32 +0000</pubDate>
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		<description>Genial! Adorei. Fala muito só com substantivos, ótimo para várias coisas (epígrafe, aula de coerência e coesão textuais, abertura de discussão sobre conteúdos escolares, etc., etc., etc...). 
Me lembrei do texto &quot;Circuito Fechado&quot;, de Ricardo Ramos. Aqui tem uma cópia http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u10.jhtm
Adorei, parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Genial! Adorei. Fala muito só com substantivos, ótimo para várias coisas (epígrafe, aula de coerência e coesão textuais, abertura de discussão sobre conteúdos escolares, etc., etc., etc&#8230;).<br />
Me lembrei do texto &#8220;Circuito Fechado&#8221;, de Ricardo Ramos. Aqui tem uma cópia <a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u10.jhtm" rel="nofollow">http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u10.jhtm</a><br />
Adorei, parabéns!</p>
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		<title>Por: LimaJunior</title>
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		<dc:creator>LimaJunior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:08:56 +0000</pubDate>
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		<description>muito bom... e ainda faltam as aulas de educação física! pq afinal não podemos deixar nossos pequenos ociosos!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom&#8230; e ainda faltam as aulas de educação física! pq afinal não podemos deixar nossos pequenos ociosos!!!!</p>
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		<title>Por: Silvio</title>
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		<dc:creator>Silvio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 15:14:22 +0000</pubDate>
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		<description>Que porcaria de texto! Que post inútil! Perdi meu tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que porcaria de texto! Que post inútil! Perdi meu tempo.</p>
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