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	<title>Comentários sobre: Theoretical Foundations of Learning Environments</title>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Teorias de Tecnologia Educacional</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37945</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Teorias de Tecnologia Educacional</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:03:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Aproveitando, resenhei os caps. 3 (Situated Cognition) e 4 (Activity Theory) do Theoretical Foundations of Learning Environments. [...]</description>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37688</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 15:54:12 +0000</pubDate>
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		<description>De qualquer maneira, o objetivo deste post é tocar a resenha do livro, então vamos ver o que vem pela frente, em relação a esse ponto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De qualquer maneira, o objetivo deste post é tocar a resenha do livro, então vamos ver o que vem pela frente, em relação a esse ponto.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37687</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 15:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>Eri, nem eu nem os autores do livro dissemos que o DI é unicamente comportamentalista, apenas que ele nasceu assim, usei ainda a expressão &quot;design instrucional tradicional&quot;. Então, não sei exatamente se discordamos de alguma coisa. Aquilo que nasceu lá atrás já não nos serve muito, precisamos de novas teorias de aprendizagem para novos estilos de aprendizagem. Se vamos chamar a isso de design instrucional ou não, é uma questão conceitual. O importante, aqui, é reconhecer que precisamos de novas teorias (com o que eu sei que você concorda). Há práticas de design instrucional, ainda hoje, que ainda estão muito mais próximas do behaviorismo, da ideia de transmissão de conhecimento, da educação bancária, do que dessas novas teorias. É um design instrucional que está centrado na produção de conteúdo, na instrução, não na interação, na colaboração etc. Não entendo se você não enxerga a existência desse design instrucional, ou se, mesmo reconhecendo que ele esteja centrado na instrução, ainda assim acha que ele não é comportamentalista. Que há atualização creio que todos concordamos, mas é importante identificar como as coisas nasceram - às vezes, não resolve só um processo de reconfiguração pouco a pouco, é necessária uma mudança mais brusca, uma mudança de paradigma como se costuma dizer. Se vamos usar o mesmo nome depois da mudança ou não é uma opção. Eu, da expressão &quot;design instrucional&quot;, realmente não gosto: acho que ela denuncia essa herança. Se temos de reconfigurar a prática, por que não usar novos conceitos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eri, nem eu nem os autores do livro dissemos que o DI é unicamente comportamentalista, apenas que ele nasceu assim, usei ainda a expressão &#8220;design instrucional tradicional&#8221;. Então, não sei exatamente se discordamos de alguma coisa. Aquilo que nasceu lá atrás já não nos serve muito, precisamos de novas teorias de aprendizagem para novos estilos de aprendizagem. Se vamos chamar a isso de design instrucional ou não, é uma questão conceitual. O importante, aqui, é reconhecer que precisamos de novas teorias (com o que eu sei que você concorda). Há práticas de design instrucional, ainda hoje, que ainda estão muito mais próximas do behaviorismo, da ideia de transmissão de conhecimento, da educação bancária, do que dessas novas teorias. É um design instrucional que está centrado na produção de conteúdo, na instrução, não na interação, na colaboração etc. Não entendo se você não enxerga a existência desse design instrucional, ou se, mesmo reconhecendo que ele esteja centrado na instrução, ainda assim acha que ele não é comportamentalista. Que há atualização creio que todos concordamos, mas é importante identificar como as coisas nasceram &#8211; às vezes, não resolve só um processo de reconfiguração pouco a pouco, é necessária uma mudança mais brusca, uma mudança de paradigma como se costuma dizer. Se vamos usar o mesmo nome depois da mudança ou não é uma opção. Eu, da expressão &#8220;design instrucional&#8221;, realmente não gosto: acho que ela denuncia essa herança. Se temos de reconfigurar a prática, por que não usar novos conceitos?</p>
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		<title>Por: Eri</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37686</link>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 15:37:58 +0000</pubDate>
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		<description>digo: aniquilamento</description>
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		<title>Por: Eri</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37685</link>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 15:36:59 +0000</pubDate>
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		<description>João, continuou sem concordar com esse ponto de vista seu e desses autores que vc tem citado. Em hipótese alguma o DI unicamente Comportamentalista, haja vista os cursos que baseado em comunidade virtuais, onde tb tem DI. 

A atualização faz parte do DI, e ele vem, como sabemos, recofigurando-se ao longo dos anos, tanto em função dos avanços tecnológicos quanto nas ciências cognitivas. Trata-se de um processo de reconfiguração de práticas, não de aniquilimento do DI.

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João, continuou sem concordar com esse ponto de vista seu e desses autores que vc tem citado. Em hipótese alguma o DI unicamente Comportamentalista, haja vista os cursos que baseado em comunidade virtuais, onde tb tem DI. </p>
<p>A atualização faz parte do DI, e ele vem, como sabemos, recofigurando-se ao longo dos anos, tanto em função dos avanços tecnológicos quanto nas ciências cognitivas. Trata-se de um processo de reconfiguração de práticas, não de aniquilimento do DI.</p>
<p>Abs</p>
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		<title>Por: T</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37661</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 13:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei tanto deste parágrafo:

&quot;3 mudanças teóricas essenciais podem ser observadas: a aprendizagem é um processo de construção de significado, não de transmissão de conhecimento; o processo de construção de conhecimento é social e dialógico, uma negociação; o conhecimento está distribuído pela cultura e história de nossa existência e é mediado pelas ferramentas que usamos.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei tanto deste parágrafo:</p>
<p>&#8220;3 mudanças teóricas essenciais podem ser observadas: a aprendizagem é um processo de construção de significado, não de transmissão de conhecimento; o processo de construção de conhecimento é social e dialógico, uma negociação; o conhecimento está distribuído pela cultura e história de nossa existência e é mediado pelas ferramentas que usamos.&#8221;</p>
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		<title>Por: De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Theoretical Foundations of Educational Technology</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/06/13/theoretical-foundations-of-learning-environments/#comment-37654</link>
		<dc:creator>De Mattar &#187; Blog Archive &#187; Theoretical Foundations of Educational Technology</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 01:25:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] De Mattar antes pato que gato-sapato      &#171; Theoretical Foundations of Learning Environments [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] De Mattar antes pato que gato-sapato      &laquo; Theoretical Foundations of Learning Environments [...]</p>
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