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	<title>Comentários sobre: 2nd Life</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Enilton</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38778</link>
		<dc:creator>Enilton</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 21:21:43 +0000</pubDate>
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		<description>bão de mais daina...

eu só queria registar aqui o outro viés dessa discussão que vc, sabiamente, nos lembrou: a insegurança do professor e o engessamento do processo...

pois é, acaba sobrando para o professor o ônus da insegurança e do engessamento da EaD, resultado da negligência do governo brasileiro e das IES que insistem em oferecer cursos de profissionalização e formação do professor  para a EAD, baseados em teorias e metodologias do ensino presencial, baseados na pedagogia da transferência.

agora quem agradece sou eu, por mais está importante conexão que vc deixou aqui para nossa reflexão.

grande abraço.

Enilton</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bão de mais daina&#8230;</p>
<p>eu só queria registar aqui o outro viés dessa discussão que vc, sabiamente, nos lembrou: a insegurança do professor e o engessamento do processo&#8230;</p>
<p>pois é, acaba sobrando para o professor o ônus da insegurança e do engessamento da EaD, resultado da negligência do governo brasileiro e das IES que insistem em oferecer cursos de profissionalização e formação do professor  para a EAD, baseados em teorias e metodologias do ensino presencial, baseados na pedagogia da transferência.</p>
<p>agora quem agradece sou eu, por mais está importante conexão que vc deixou aqui para nossa reflexão.</p>
<p>grande abraço.</p>
<p>Enilton</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daiana Trein</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38761</link>
		<dc:creator>Daiana Trein</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:09:49 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Enilton, tudo bem?

Quando você coloca a questão da importancia do design didático-pedagógico e metodológico da ferramenta eu só tenho que concordar com você... isto seria o ideal. Porém a realidade é que os professores não são os conceptores das ferramentas, eles (na maioria dos casos) apenas as utilizam.

Isto impossibilita que exista um casamento entre a metodologia do professor e a estrutura do software... assim eu coloco a questão de &quot;acreditar na potencialidade&quot; para que ele utilize as opções disponíveis a partir de uma concepção que contemple as necessidades dos alunos e suas expectativas de aprendizagem, bem como as questões que você aponta e que são fundamentais como a flexibilização, colaboração e eu incluiria ainda o estímulo a autonomia e a autoria.

É o caso do próprio Second Life, uma ferramenta que não foi criada para a educação, mas que os professores adotaram como um espaço de possibilidades e foram criando e desenvolvendo novas metodologias que dessem conta das necessidades dos alunos dentro de um ambiente desta natureza.

Acredito em metodologias construídas nos processo de ensinar e de aprender em conjunto por professores e alunos , mas para que isso aconteça efetivamente, no caso de ambientes virtuais de aprendizagem, também creio que seja necessário um profundo conhecimento do professor em relação as ferramentas disponíveis, pois a insegurança do professor tende a engessar o processo...

Abraços e obrigada pelo questionamento!!!!

Daiana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Enilton, tudo bem?</p>
<p>Quando você coloca a questão da importancia do design didático-pedagógico e metodológico da ferramenta eu só tenho que concordar com você&#8230; isto seria o ideal. Porém a realidade é que os professores não são os conceptores das ferramentas, eles (na maioria dos casos) apenas as utilizam.</p>
<p>Isto impossibilita que exista um casamento entre a metodologia do professor e a estrutura do software&#8230; assim eu coloco a questão de &#8220;acreditar na potencialidade&#8221; para que ele utilize as opções disponíveis a partir de uma concepção que contemple as necessidades dos alunos e suas expectativas de aprendizagem, bem como as questões que você aponta e que são fundamentais como a flexibilização, colaboração e eu incluiria ainda o estímulo a autonomia e a autoria.</p>
<p>É o caso do próprio Second Life, uma ferramenta que não foi criada para a educação, mas que os professores adotaram como um espaço de possibilidades e foram criando e desenvolvendo novas metodologias que dessem conta das necessidades dos alunos dentro de um ambiente desta natureza.</p>
<p>Acredito em metodologias construídas nos processo de ensinar e de aprender em conjunto por professores e alunos , mas para que isso aconteça efetivamente, no caso de ambientes virtuais de aprendizagem, também creio que seja necessário um profundo conhecimento do professor em relação as ferramentas disponíveis, pois a insegurança do professor tende a engessar o processo&#8230;</p>
<p>Abraços e obrigada pelo questionamento!!!!</p>
<p>Daiana</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Enilton</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38738</link>
		<dc:creator>Enilton</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 00:07:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38738</guid>
		<description>olá daina,

legal as suas ponderações. só não concordei, em parte, com a afirmativa:

&quot;Porém, tudo isso depende diretamente de quem está guiando este processo: o professor. Ele é quem precisa primeiramente acreditar no potencial da ferramenta (independente de qual seja)… caso contrário, na minha opinião, não existe metodologia que funcione&quot;

 - dentre os sujeitos da aprendizagem virtual, entende-se que o professor  seja o mais significativo do ponto de vista da orientação, do incentivo, da facilitação da autocognição do aluno, etc. mas, para ele acreditar na ferramenta, seja ela qual for, primeiramente é preciso que haja um design didático e pedagógico-metodológico bem contextualizado, bem próximo da realidade do aluno e do professor, e principalmente das suas expectativas de aprendizagem.

- por outro prisma, a metodologia para ser bem compreendida e bem utilizada, com bons resultados, precisa ser construída e retroalimentada a quatro mãos: professor, alunos, gestores e designers da EaD. além de oferecer oportunidades de co-autorias, de flexibilização, colaboração e manipulação durante o ensino-aprendizagem virtual.

abraços

Enilton</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá daina,</p>
<p>legal as suas ponderações. só não concordei, em parte, com a afirmativa:</p>
<p>&#8220;Porém, tudo isso depende diretamente de quem está guiando este processo: o professor. Ele é quem precisa primeiramente acreditar no potencial da ferramenta (independente de qual seja)… caso contrário, na minha opinião, não existe metodologia que funcione&#8221;</p>
<p> &#8211; dentre os sujeitos da aprendizagem virtual, entende-se que o professor  seja o mais significativo do ponto de vista da orientação, do incentivo, da facilitação da autocognição do aluno, etc. mas, para ele acreditar na ferramenta, seja ela qual for, primeiramente é preciso que haja um design didático e pedagógico-metodológico bem contextualizado, bem próximo da realidade do aluno e do professor, e principalmente das suas expectativas de aprendizagem.</p>
<p>- por outro prisma, a metodologia para ser bem compreendida e bem utilizada, com bons resultados, precisa ser construída e retroalimentada a quatro mãos: professor, alunos, gestores e designers da EaD. além de oferecer oportunidades de co-autorias, de flexibilização, colaboração e manipulação durante o ensino-aprendizagem virtual.</p>
<p>abraços</p>
<p>Enilton</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daiana Trein</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38735</link>
		<dc:creator>Daiana Trein</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 23:08:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38735</guid>
		<description>Concordo que a discussão maior seja em torno da metodologia utilizada nos ambientes virtuais de aprendizagem, sejam eles quais forem... mas, quando o assunto gira em torno dos Mundos Virtuais, alguns pontos sempre são comentados: dificuldade de acesso, complexidade do ambiente, excesso de recursos que dificultam a utilização dos usuários.

Se eu pudesse quantificar, diria que apenas 1 ou 2% dos alunos com os quais já tive este tipo de experiência (e posso dizer que não foram poucos...) não gostaram da experiência de utilizar um Mundo Virtual como o Second Life. Apesar da complexidade e das dificuldades iniciais (que fazem parte de qualquer tipo de aprendizagem), estes ambientes possibilitam um tipo de interação e de interatividade que só quem vive e convive nestes espaços é capaz perceber e  mais importante: sentir. A perturbação que um Mundo Virtual desperta no indivíduo (seja ela positiva ou não) pode ser transformada em problematização, desafio, vivências, experiências... e ai entra a questão da metodologia novamente.

Porém, tudo isso depende diretamente de quem está guiando este processo: o professor. Ele é quem precisa primeiramente acreditar no potencial da ferramenta (independente de qual seja)... caso contrário, na minha opinião, não existe metodologia que funcione.

AH, obrigada pela citação no post! =)

Abraços,

Daiana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que a discussão maior seja em torno da metodologia utilizada nos ambientes virtuais de aprendizagem, sejam eles quais forem&#8230; mas, quando o assunto gira em torno dos Mundos Virtuais, alguns pontos sempre são comentados: dificuldade de acesso, complexidade do ambiente, excesso de recursos que dificultam a utilização dos usuários.</p>
<p>Se eu pudesse quantificar, diria que apenas 1 ou 2% dos alunos com os quais já tive este tipo de experiência (e posso dizer que não foram poucos&#8230;) não gostaram da experiência de utilizar um Mundo Virtual como o Second Life. Apesar da complexidade e das dificuldades iniciais (que fazem parte de qualquer tipo de aprendizagem), estes ambientes possibilitam um tipo de interação e de interatividade que só quem vive e convive nestes espaços é capaz perceber e  mais importante: sentir. A perturbação que um Mundo Virtual desperta no indivíduo (seja ela positiva ou não) pode ser transformada em problematização, desafio, vivências, experiências&#8230; e ai entra a questão da metodologia novamente.</p>
<p>Porém, tudo isso depende diretamente de quem está guiando este processo: o professor. Ele é quem precisa primeiramente acreditar no potencial da ferramenta (independente de qual seja)&#8230; caso contrário, na minha opinião, não existe metodologia que funcione.</p>
<p>AH, obrigada pela citação no post! =)</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Daiana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38603</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 13:18:36 +0000</pubDate>
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		<description>a discussão maior gira em torno da metodologia que podemos utilizar com o ambiente. 

Mas sobre a discussão acerca da geração y, z, etc....vejam este artigo na revista SPIEGEL:
http://www.spiegel.de/international/zeitgeist/0,1518,710139,00.html

Alguns pontos interessantes a respeito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a discussão maior gira em torno da metodologia que podemos utilizar com o ambiente. </p>
<p>Mas sobre a discussão acerca da geração y, z, etc&#8230;.vejam este artigo na revista SPIEGEL:<br />
<a href="http://www.spiegel.de/international/zeitgeist/0,1518,710139,00.html" rel="nofollow">http://www.spiegel.de/international/zeitgeist/0,1518,710139,00.html</a></p>
<p>Alguns pontos interessantes a respeito.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Enilton</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38574</link>
		<dc:creator>Enilton</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 14:34:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38574</guid>
		<description>Pois é pessoal,

essa discussão vai longe... mesmo porque educação é sinônimo de diversidade, de criatividade, de destreza andragógico-tecnológica ou pedagógico-tecnológica; é também sinônimo de desorganizar para reorganizar, de vencer desafios... além da questão pedagógica.

não será por conta do SL ou do Moodle que a EaD deixará de ser uma verdade absoluta na sociedade complexa em que vivemos.

Talvez o que precisamos seja rever alguns métodos da EaD, xerox da prática presencial, da repetição, em nome da ditadura universitária e da pedagogia massificadora...

Talvez o que esteja faltando seja uma revisão dos métodos para a EaD, a começar pela introdução da andragogia no planejamento do design didático para adultos.  

falamos muito na geração y, z, etc, mas continuamos  utilizando a pedagogia no ensino-aprendizagem do adulto.

obrigado João, por essa oportunidade de discussão sobre algumas dificuldades e polêmicas da EaD.

abraço a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é pessoal,</p>
<p>essa discussão vai longe&#8230; mesmo porque educação é sinônimo de diversidade, de criatividade, de destreza andragógico-tecnológica ou pedagógico-tecnológica; é também sinônimo de desorganizar para reorganizar, de vencer desafios&#8230; além da questão pedagógica.</p>
<p>não será por conta do SL ou do Moodle que a EaD deixará de ser uma verdade absoluta na sociedade complexa em que vivemos.</p>
<p>Talvez o que precisamos seja rever alguns métodos da EaD, xerox da prática presencial, da repetição, em nome da ditadura universitária e da pedagogia massificadora&#8230;</p>
<p>Talvez o que esteja faltando seja uma revisão dos métodos para a EaD, a começar pela introdução da andragogia no planejamento do design didático para adultos.  </p>
<p>falamos muito na geração y, z, etc, mas continuamos  utilizando a pedagogia no ensino-aprendizagem do adulto.</p>
<p>obrigado João, por essa oportunidade de discussão sobre algumas dificuldades e polêmicas da EaD.</p>
<p>abraço a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38550</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:04:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38550</guid>
		<description>Pois é, Luciano, sem dúvida a questão não é apenas de ferramentas, mas de escola, ou pedagogia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Luciano, sem dúvida a questão não é apenas de ferramentas, mas de escola, ou pedagogia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38548</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:29:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38548</guid>
		<description>Assino embaixo.

Acredito que existem práticas educacionais fantásticas no SL, basta acompanhar os eventos SLActions, Virtual Worlds, CEF^SL de Aveiro....

E também se depender dos nossos alunos gostarem ou não do ambiente de aprendizagem para que ele seja bom....concordo que o SL pode ir muito mais longe do que o Moodle por exemplo. Mas neste caso a própria escola está perdida ...pq os alunos não gostam dela, ela não faz parte do mundo do aluno...mas isto é outra conversa.

O que vejo nos &quot;moodles da vida&quot; são listas de textos e vídeos ordenados, intercalados para que sejam lidos de uma forma mecânica, sequencial....fóruns de participação obrigatório...avaliações em mapas de clicagem que tentam unicamente medir, como se isso fosse possível, o desempenho individual dos alunos que parecem estar sozinhos no ambiente.... temos uma educação que se empurra olho abaixo nos nossos alunos... 

O incrível do SL é que se quisermos, podemos também repetir isto no ambiente virtual Second Life, ele também nos dá esta oportunidade de construir ambientes de leitura linear, fóruns de participação obrigatória. Neste caso sim, ele seria um ambiente inútil, já que este tipo de &quot;ensino&quot; se consegue com muito menos recursos no ambiente Moodle por exemplo. 
Para disponibilizar listas com links de leitura não precisamos de um ambiente 3D. Mas não queremos, queremos um ambiente de aprendizagem diferente deste que citei. 

É verdade também que podemos fazer no moodle um ambiente melhor....acredito que não é esta ou aquela ferramenta que vai &quot;salvar a educação&quot;.... o próprio Mattar tem uma citação fantástica, referente a &quot;combinar o sl com outras tecnologias, não pq ele é incompleto, mas pq combinar faz bem&quot;....

Se apenas usar as tecnologias fosse a solução do problema da educação, principalmente na EAD, já teríamos resolvido isto a muito tempo...Acredito mesmo, que não estamos buscando uma solução, mas várias. Porque não temos um problema, temos vários. E o SL vem sim ajudar em um grave problema, não só da EAD, mas também presencial, que são as questões que tratam da Motivação, do engajamento, da construção colaborativa de conhecimentos, da CRIATIVIDADE, da participação efetiva do aluno no ambiente educacional.....não apenas o aluno como um telespectador....mas um participante da comunidade de aprendizagem....coisa que é muito mais fácil de ser oferecida no Second Life do que no Moodle.

é mais ou menos isso

...abraços a todos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assino embaixo.</p>
<p>Acredito que existem práticas educacionais fantásticas no SL, basta acompanhar os eventos SLActions, Virtual Worlds, CEF^SL de Aveiro&#8230;.</p>
<p>E também se depender dos nossos alunos gostarem ou não do ambiente de aprendizagem para que ele seja bom&#8230;.concordo que o SL pode ir muito mais longe do que o Moodle por exemplo. Mas neste caso a própria escola está perdida &#8230;pq os alunos não gostam dela, ela não faz parte do mundo do aluno&#8230;mas isto é outra conversa.</p>
<p>O que vejo nos &#8220;moodles da vida&#8221; são listas de textos e vídeos ordenados, intercalados para que sejam lidos de uma forma mecânica, sequencial&#8230;.fóruns de participação obrigatório&#8230;avaliações em mapas de clicagem que tentam unicamente medir, como se isso fosse possível, o desempenho individual dos alunos que parecem estar sozinhos no ambiente&#8230;. temos uma educação que se empurra olho abaixo nos nossos alunos&#8230; </p>
<p>O incrível do SL é que se quisermos, podemos também repetir isto no ambiente virtual Second Life, ele também nos dá esta oportunidade de construir ambientes de leitura linear, fóruns de participação obrigatória. Neste caso sim, ele seria um ambiente inútil, já que este tipo de &#8220;ensino&#8221; se consegue com muito menos recursos no ambiente Moodle por exemplo.<br />
Para disponibilizar listas com links de leitura não precisamos de um ambiente 3D. Mas não queremos, queremos um ambiente de aprendizagem diferente deste que citei. </p>
<p>É verdade também que podemos fazer no moodle um ambiente melhor&#8230;.acredito que não é esta ou aquela ferramenta que vai &#8220;salvar a educação&#8221;&#8230;. o próprio Mattar tem uma citação fantástica, referente a &#8220;combinar o sl com outras tecnologias, não pq ele é incompleto, mas pq combinar faz bem&#8221;&#8230;.</p>
<p>Se apenas usar as tecnologias fosse a solução do problema da educação, principalmente na EAD, já teríamos resolvido isto a muito tempo&#8230;Acredito mesmo, que não estamos buscando uma solução, mas várias. Porque não temos um problema, temos vários. E o SL vem sim ajudar em um grave problema, não só da EAD, mas também presencial, que são as questões que tratam da Motivação, do engajamento, da construção colaborativa de conhecimentos, da CRIATIVIDADE, da participação efetiva do aluno no ambiente educacional&#8230;..não apenas o aluno como um telespectador&#8230;.mas um participante da comunidade de aprendizagem&#8230;.coisa que é muito mais fácil de ser oferecida no Second Life do que no Moodle.</p>
<p>é mais ou menos isso</p>
<p>&#8230;abraços a todos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Twitter Trackbacks for De Mattar » Blog Archive » 2nd Life [joaomattar.com] on Topsy.com</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/08/10/2nd-life/#comment-38547</link>
		<dc:creator>Twitter Trackbacks for De Mattar » Blog Archive » 2nd Life [joaomattar.com] on Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:27:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/#comment-38547</guid>
		<description>[...] De Mattar » Blog Archive » 2nd Life  blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/ &#8211; view page &#8211; cached  Assino a NewsLetter do Marcos Telles, que sempre traz reflexões muito bem fundamentadas e ao mesmo tempo instigantes, e numa das últimas veio um item escrito assim:    Tweets about this link [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] De Mattar » Blog Archive » 2nd Life  blog.joaomattar.com/2010/08/10/2nd-life/ &ndash; view page &ndash; cached  Assino a NewsLetter do Marcos Telles, que sempre traz reflexões muito bem fundamentadas e ao mesmo tempo instigantes, e numa das últimas veio um item escrito assim:    Tweets about this link [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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