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	<title>Comentários sobre: Segundo Turno</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39907</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 01:26:00 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, tanto aqui quanto no Twitter e principalmente no Facebook, estão ocorrendo debates interessantes, onde estou aprendendo muito. Também tenho achado muito legal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, tanto aqui quanto no Twitter e principalmente no Facebook, estão ocorrendo debates interessantes, onde estou aprendendo muito. Também tenho achado muito legal.</p>
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		<title>Por: Paulo Alexandre Filho</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39905</link>
		<dc:creator>Paulo Alexandre Filho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 01:04:44 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não votarei nulo. Votarei em Dilma mesmo, pois não creio que me abster seja solução para resolver meus dilemas políticos. No primeiro turno votei em Plínio, mesmo nem sendo adepto ao radicalismo de PSOL. Afirmei minha desconfiança em relação aos partidos justamente porque eles são voláteis e instáveis, além de relativizarem suas ações de acordo com contingências pontuais. Enquanto não vermos ser concretizada uma reforma política séria, com definições sobre a atuação partidária, tais agremiações não merecerão a plenitude de nossas crenças, logo, seus expoentes e avatares também estão sujeitos à desconfiança. O debate proposto aqui é bastante válido, mesmo que fuja da proposta esquemática do blog, afinal, cidadania e política precisam ser discutidas em qualquer ambiente. Parabéns pela iniciativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não votarei nulo. Votarei em Dilma mesmo, pois não creio que me abster seja solução para resolver meus dilemas políticos. No primeiro turno votei em Plínio, mesmo nem sendo adepto ao radicalismo de PSOL. Afirmei minha desconfiança em relação aos partidos justamente porque eles são voláteis e instáveis, além de relativizarem suas ações de acordo com contingências pontuais. Enquanto não vermos ser concretizada uma reforma política séria, com definições sobre a atuação partidária, tais agremiações não merecerão a plenitude de nossas crenças, logo, seus expoentes e avatares também estão sujeitos à desconfiança. O debate proposto aqui é bastante válido, mesmo que fuja da proposta esquemática do blog, afinal, cidadania e política precisam ser discutidas em qualquer ambiente. Parabéns pela iniciativa.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39899</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 17:15:52 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, concordo em praticamente tudo com você. Apenas não gosto da ideia de que partidos políticos não são confiáveis, lideranças políticas &quot;profissionai&quot; não são confiáveis etc. O jogo é esse, infelizmente ele se faz por partidos políticos e lideranças, então se queremos participar do jogo, e não ficar apenas de camarote, temos que fazer política por esses canais. Há, é claro, espaço para fazer política de várias outras maneiras, mas agora, em época de eleição, somos obrigados a escolher e votar. O camarote e o voto de protesto é apenas uma ilusão, na verdade sustentam quem ficar na frente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, concordo em praticamente tudo com você. Apenas não gosto da ideia de que partidos políticos não são confiáveis, lideranças políticas &#8220;profissionai&#8221; não são confiáveis etc. O jogo é esse, infelizmente ele se faz por partidos políticos e lideranças, então se queremos participar do jogo, e não ficar apenas de camarote, temos que fazer política por esses canais. Há, é claro, espaço para fazer política de várias outras maneiras, mas agora, em época de eleição, somos obrigados a escolher e votar. O camarote e o voto de protesto é apenas uma ilusão, na verdade sustentam quem ficar na frente.</p>
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		<title>Por: Paulo Alexandre Filho</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39872</link>
		<dc:creator>Paulo Alexandre Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 00:58:02 +0000</pubDate>
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		<description>Enfim, o contexto e o debate político no Brasil são complicadíssimos. Paixões ou descrença acabam sendo inevitáveis. Mas uma coisa é certa: nós, meros eleitores, não devemos fazer dos debates políticos mais um motivo de desagregação. Discordar é válido e é até necessário. Transformar divergências políticas em muralhas que nos separam é coisa inútil. Acho que na verdade podemos ter - mesmo discordando partidariamente - mais causas em comum do que parece indicar este debate vago. 

Creio que partidos não são confiáveis, lideranças políticas &quot;profissionais&quot; não são confiáveis, discursos e tramas pelo poder são instáveis, no entanto, causas verdadeiras pairam sobre tudo isso. Muitas vezes os eleitores podem ser mais coerentes que os eleitos. Resta-nos não cair nas armadilhas das paixões com rótulos ou bandeiras e então ser tucano ou ser petista acabará sendo irrelevante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim, o contexto e o debate político no Brasil são complicadíssimos. Paixões ou descrença acabam sendo inevitáveis. Mas uma coisa é certa: nós, meros eleitores, não devemos fazer dos debates políticos mais um motivo de desagregação. Discordar é válido e é até necessário. Transformar divergências políticas em muralhas que nos separam é coisa inútil. Acho que na verdade podemos ter &#8211; mesmo discordando partidariamente &#8211; mais causas em comum do que parece indicar este debate vago. </p>
<p>Creio que partidos não são confiáveis, lideranças políticas &#8220;profissionais&#8221; não são confiáveis, discursos e tramas pelo poder são instáveis, no entanto, causas verdadeiras pairam sobre tudo isso. Muitas vezes os eleitores podem ser mais coerentes que os eleitos. Resta-nos não cair nas armadilhas das paixões com rótulos ou bandeiras e então ser tucano ou ser petista acabará sendo irrelevante.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39841</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 00:36:31 +0000</pubDate>
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		<description>Outra coisa, Paulo: votar no segundo turno não significa que você tenha que ser simpatizante, você simplesmente precisa escolher entre duas opções, essa é a regra do jogo. E não votar, votar nulo ou branco de qualquer maneira significa uma escolha, não tem jeito. Seu voto (mesmo que branco ou nulo) ou não voto no final vai para alguém, para quem está na frente. Outra coisa ainda - não concordo obviamente com a referência a quadrilha, mas isso daria uma longa discussão, lista de nomes, avaliação sobre a atuação de cada um etc., que acho não cabe aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outra coisa, Paulo: votar no segundo turno não significa que você tenha que ser simpatizante, você simplesmente precisa escolher entre duas opções, essa é a regra do jogo. E não votar, votar nulo ou branco de qualquer maneira significa uma escolha, não tem jeito. Seu voto (mesmo que branco ou nulo) ou não voto no final vai para alguém, para quem está na frente. Outra coisa ainda &#8211; não concordo obviamente com a referência a quadrilha, mas isso daria uma longa discussão, lista de nomes, avaliação sobre a atuação de cada um etc., que acho não cabe aqui.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39840</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 00:32:19 +0000</pubDate>
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		<description>Maria, minha intenção principal, se é que é possível pensar nisso no post, é mostrar que não votar, votar nulo ou votar branco significa na verdade dar seu voto para quem está na frente. É uma pena que expor nossa preferência política signifique cair no conceito dos outros. Como eu mesmo digo no post, respeito muito quem tem opções diferentes da minha. Paulo, pelo que eu disse, acho que fica claro que eu não considero que troquei um lamaçal por outro. Reconheço problemas no candidato e no PSDB, mas não tenho dúvidas sobre a minha escolha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria, minha intenção principal, se é que é possível pensar nisso no post, é mostrar que não votar, votar nulo ou votar branco significa na verdade dar seu voto para quem está na frente. É uma pena que expor nossa preferência política signifique cair no conceito dos outros. Como eu mesmo digo no post, respeito muito quem tem opções diferentes da minha. Paulo, pelo que eu disse, acho que fica claro que eu não considero que troquei um lamaçal por outro. Reconheço problemas no candidato e no PSDB, mas não tenho dúvidas sobre a minha escolha.</p>
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		<title>Por: Paulo Alexandre Filho</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39838</link>
		<dc:creator>Paulo Alexandre Filho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 00:23:23 +0000</pubDate>
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		<description>O comentário acima soa como patrulhamento ideológico, mas democracia não é coisa simples. 

Também sou ex-petista militante. Não votei em Dilma, nem em Marina e muito menos em Serra. Sou ex-petista, mas continuo anti-tucano, pois não imagino que perder a crença no PT signifique (no meu caso) uma guinada capaz me me converter em simpatizante daquilo que se convencionou a chamar de direita. 

O PT está afundado em escândalos, o que não é novidade também no ninho tucano. O PT está alinhado ao que há de mais podre na política nacional, tendo alianças com figuras que desonram a boa política. O PSDB não é um exemplo oposto disso, afinal, a quadrilha que cerca o tucanato é barra pesada.

Infelizmente, ao contrário do prof. João, não troquei um lamaçal por outro e isso me deixa a cada dia sem opção como eleitor e sem expectativas como cidadão. Isso é desalentador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário acima soa como patrulhamento ideológico, mas democracia não é coisa simples. </p>
<p>Também sou ex-petista militante. Não votei em Dilma, nem em Marina e muito menos em Serra. Sou ex-petista, mas continuo anti-tucano, pois não imagino que perder a crença no PT signifique (no meu caso) uma guinada capaz me me converter em simpatizante daquilo que se convencionou a chamar de direita. </p>
<p>O PT está afundado em escândalos, o que não é novidade também no ninho tucano. O PT está alinhado ao que há de mais podre na política nacional, tendo alianças com figuras que desonram a boa política. O PSDB não é um exemplo oposto disso, afinal, a quadrilha que cerca o tucanato é barra pesada.</p>
<p>Infelizmente, ao contrário do prof. João, não troquei um lamaçal por outro e isso me deixa a cada dia sem opção como eleitor e sem expectativas como cidadão. Isso é desalentador.</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/10/04/segundo-turno/#comment-39824</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 16:23:31 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou Dilma e muito menos SERRA!

João, qual a sua intenção? 

Infelizmente, você caiu no meu conceito com esse post.

Tentar influenciar na urnas é demais!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou Dilma e muito menos SERRA!</p>
<p>João, qual a sua intenção? </p>
<p>Infelizmente, você caiu no meu conceito com esse post.</p>
<p>Tentar influenciar na urnas é demais!!</p>
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