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	<title>Comentários sobre: Inconsciente &#8211; Leibniz</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Delzenil</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-339215</link>
		<dc:creator>Delzenil</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2013 20:50:08 +0000</pubDate>
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		<description>Achei muito importante! Eu não sabia, pensava que Freud foi o primeiro humano a  des-cobrir  o lado obscuro da mente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito importante! Eu não sabia, pensava que Freud foi o primeiro humano a  des-cobrir  o lado obscuro da mente.</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43172</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 20:23:10 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro, não sei se você sabe, mas uma das minhas graduações é em Filosofia. Meu doutorado, mesmo tendo sido em Letras, utilizou como referências muito de psicologia e filosofia. E tenho algumas publicações na área, neste ano mesmo o &quot;Introdução à Filosofia&quot;, que ficou muito legal. Andei produzindo uma disciplina online de filosofia e nos próximos meses estarei produzindo mais material para filosofia em EaD, então teremos mais provocações por aqui. Feliz 2011, amigão, e espero revê-lo no ano que vem. Aliás, logo mais anuncio algumas novidades bem legais por aqui, com certeza nos encontraremos muitas vezes, mesmo que virtualmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, não sei se você sabe, mas uma das minhas graduações é em Filosofia. Meu doutorado, mesmo tendo sido em Letras, utilizou como referências muito de psicologia e filosofia. E tenho algumas publicações na área, neste ano mesmo o &#8220;Introdução à Filosofia&#8221;, que ficou muito legal. Andei produzindo uma disciplina online de filosofia e nos próximos meses estarei produzindo mais material para filosofia em EaD, então teremos mais provocações por aqui. Feliz 2011, amigão, e espero revê-lo no ano que vem. Aliás, logo mais anuncio algumas novidades bem legais por aqui, com certeza nos encontraremos muitas vezes, mesmo que virtualmente.</p>
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		<title>Por: Pedro Moreira de Godoy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43154</link>
		<dc:creator>Pedro Moreira de Godoy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 16:29:17 +0000</pubDate>
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		<description>João Mattar, quem faz as provocações aqui é você... sempre nos surpreendendo com temas inusitados. Eu jamais esperaria pensar na importância do inconsciente na formação do meu ser se eu não tivesse lido este teu ensaio sobre o Leibniz. Acredito que eu precise ler mais... acho que desejo isso para mim em 2011... comprei uma série de livros de Niccolò Di Bernardo Machiavelli (Il Principe) e andei lendo Parmenides de Eléia... quem sabe um dia não adquiro essa cultura que tanto me faz falta para compreender na sua totalidade as tantas provocações filosóficas que você nos apresenta. Feliz 2011, meu caro amigo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Mattar, quem faz as provocações aqui é você&#8230; sempre nos surpreendendo com temas inusitados. Eu jamais esperaria pensar na importância do inconsciente na formação do meu ser se eu não tivesse lido este teu ensaio sobre o Leibniz. Acredito que eu precise ler mais&#8230; acho que desejo isso para mim em 2011&#8230; comprei uma série de livros de Niccolò Di Bernardo Machiavelli (Il Principe) e andei lendo Parmenides de Eléia&#8230; quem sabe um dia não adquiro essa cultura que tanto me faz falta para compreender na sua totalidade as tantas provocações filosóficas que você nos apresenta. Feliz 2011, meu caro amigo!</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43151</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 14:15:15 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro, talvez possamos dizer que nossas percepções se alteram em EaD, e por consequência a relação com o nosso inconsciente talvez tenha que ser pensada de uma maneira também diferente, esse foi o interessante insight da sua provocação. T, tenho defendido faz tempo a necessidade de desenvolvermos uma filosofia da EaD, inclusive para diminuirmos os abismos que nos separam dos estudiosos da educação presencial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, talvez possamos dizer que nossas percepções se alteram em EaD, e por consequência a relação com o nosso inconsciente talvez tenha que ser pensada de uma maneira também diferente, esse foi o interessante insight da sua provocação. T, tenho defendido faz tempo a necessidade de desenvolvermos uma filosofia da EaD, inclusive para diminuirmos os abismos que nos separam dos estudiosos da educação presencial.</p>
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		<title>Por: T</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43121</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 01:06:47 +0000</pubDate>
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		<description>Não se pode ir tão rápido, digamos, avançado, é uma opinião, pois, não falo nem do inconsciente, falo das ditas percepções, é necessário ser sensível a esta sensibilização, e só a cultura e o convívio em um desejo muito profundo (humanizado) perante as falhas dos outros poderá fazer surgir esta ponta do iceberg.
Mesmo no presencial este contato com o outro foi relegado a um segundo plano, não gostaria de ser chamada de &quot; utópica&quot; .
Ainda ontem pensei em Merleau-Ponty, e na verdade nem todos se dedicam a ler e refletir como vc, nesta junção filosófica em tentativas de trascrever filosoficamente para a experiência da EaD o que nem muitos ou alguns poucos refletem na vida, se não cotidiana, no mínimo em etapas de vida.
A isso chamo utopia, sou descrente portanto! desculpe!
Mas fico contente de q lançe  ideias, afinal, tens um percurso que deve ser trilhado assim, na investigação.Deixo aqui frases soltas..... não sou expert, deveria ler mais!Mas se falamos de inconsciente, o meu levou-me a Merleau-Ponty
&quot; Na perspectiva de Husserl que Merleau-Ponty[também adopta tudo o que conhecemos do mundo, sabemo-lo através da nossa própria vivência, da nossa experiência singular; mesmo na ciência, o universo que esta constrói é edificado sobre as nossas vivências e as nossas experiências. &quot;
Ou &quot; ...constitui um elemento decisivo na orientação do seu projecto filosófico que visa dilucidar a experiência do ser humano no mundo; a familiaridade que com ele vive acaba por esconder e esquecer a intrínseca opacidade da relação homem-mundo, isto é, da percepção.&quot; 
Não gosto de sonhos... bla, bla, blá..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode ir tão rápido, digamos, avançado, é uma opinião, pois, não falo nem do inconsciente, falo das ditas percepções, é necessário ser sensível a esta sensibilização, e só a cultura e o convívio em um desejo muito profundo (humanizado) perante as falhas dos outros poderá fazer surgir esta ponta do iceberg.<br />
Mesmo no presencial este contato com o outro foi relegado a um segundo plano, não gostaria de ser chamada de &#8221; utópica&#8221; .<br />
Ainda ontem pensei em Merleau-Ponty, e na verdade nem todos se dedicam a ler e refletir como vc, nesta junção filosófica em tentativas de trascrever filosoficamente para a experiência da EaD o que nem muitos ou alguns poucos refletem na vida, se não cotidiana, no mínimo em etapas de vida.<br />
A isso chamo utopia, sou descrente portanto! desculpe!<br />
Mas fico contente de q lançe  ideias, afinal, tens um percurso que deve ser trilhado assim, na investigação.Deixo aqui frases soltas&#8230;.. não sou expert, deveria ler mais!Mas se falamos de inconsciente, o meu levou-me a Merleau-Ponty<br />
&#8221; Na perspectiva de Husserl que Merleau-Ponty[também adopta tudo o que conhecemos do mundo, sabemo-lo através da nossa própria vivência, da nossa experiência singular; mesmo na ciência, o universo que esta constrói é edificado sobre as nossas vivências e as nossas experiências. &#8221;<br />
Ou &#8221; &#8230;constitui um elemento decisivo na orientação do seu projecto filosófico que visa dilucidar a experiência do ser humano no mundo; a familiaridade que com ele vive acaba por esconder e esquecer a intrínseca opacidade da relação homem-mundo, isto é, da percepção.&#8221;<br />
Não gosto de sonhos&#8230; bla, bla, blá..</p>
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		<title>Por: Pedro Moreira de Godoy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43119</link>
		<dc:creator>Pedro Moreira de Godoy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 00:21:11 +0000</pubDate>
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		<description>João Mattar, hum rum, isso mesmo! Como possibilitar que a interação dos ambientes virtuais de aprendizagem seja mais socializante e permita que os sujeitos da aprendizagem aprendam no convívio com o outro, sabendo que existe uma ação do inconsciente na formação de nossas idéias... acho que o ponto de partida seria entender como essas informações nos influencia, de forma subliminar. Mas por trás disso existe uma indagação: &quot;A percepção humana fica reduzida nos contatos virtuais mas até que ponto isso reduz a captação dessas mensagens inconsciente dos outros com quem interagimos?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Mattar, hum rum, isso mesmo! Como possibilitar que a interação dos ambientes virtuais de aprendizagem seja mais socializante e permita que os sujeitos da aprendizagem aprendam no convívio com o outro, sabendo que existe uma ação do inconsciente na formação de nossas idéias&#8230; acho que o ponto de partida seria entender como essas informações nos influencia, de forma subliminar. Mas por trás disso existe uma indagação: &#8220;A percepção humana fica reduzida nos contatos virtuais mas até que ponto isso reduz a captação dessas mensagens inconsciente dos outros com quem interagimos?&#8221;</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43104</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 19:45:32 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro, para variar, excelente provocação: como pensar o papel do inconsciente na EaD, repleta de textos, imagens, sons, animações, vídeos etc.? Genial, quem já pesquisou isso? O objetivo da pesquisa seria aperfeiçoar o design educacional e a interação, levando em consideração o inconsciente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, para variar, excelente provocação: como pensar o papel do inconsciente na EaD, repleta de textos, imagens, sons, animações, vídeos etc.? Genial, quem já pesquisou isso? O objetivo da pesquisa seria aperfeiçoar o design educacional e a interação, levando em consideração o inconsciente.</p>
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		<title>Por: Pedro Moreira de Godoy</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43103</link>
		<dc:creator>Pedro Moreira de Godoy</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 19:33:19 +0000</pubDate>
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		<description>Hummm... João! Nada mais perfeito para essa época do ano, onde estamos, na grande maioria de nós, a fazer uma reflexão sobre o ano que passou e as mudanças que desejamos para o próximo ano. Explorar o inconsciente, à luz de Leibniz, é a porta de entrada para um universo de sons e de cores... fiquei extasiado. Isso só reforça a minha tese de que aprendemos, e apreendemos, muito com o outro à nossa volta, justamente por causa dessas percepções, muitas vezes indecifráveis. E isso me remeteu a um questionamento... &quot;Se no contato com o outro, nossa mente, nosso corpo, capta muito do que nos move, nesse movimento inconsciente, e isso contribui em muito para nos tornar o que somos, ou seja, nos educamos no convívio com o outro... como se daria isso na EaD?&quot; Há que se pensar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hummm&#8230; João! Nada mais perfeito para essa época do ano, onde estamos, na grande maioria de nós, a fazer uma reflexão sobre o ano que passou e as mudanças que desejamos para o próximo ano. Explorar o inconsciente, à luz de Leibniz, é a porta de entrada para um universo de sons e de cores&#8230; fiquei extasiado. Isso só reforça a minha tese de que aprendemos, e apreendemos, muito com o outro à nossa volta, justamente por causa dessas percepções, muitas vezes indecifráveis. E isso me remeteu a um questionamento&#8230; &#8220;Se no contato com o outro, nossa mente, nosso corpo, capta muito do que nos move, nesse movimento inconsciente, e isso contribui em muito para nos tornar o que somos, ou seja, nos educamos no convívio com o outro&#8230; como se daria isso na EaD?&#8221; Há que se pensar!</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43102</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 19:26:55 +0000</pubDate>
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		<description>Ferdinand, o Nietzsche é outro que fala de maneira muito rica e bonita sobre o inconsciente: &quot;o homem, como toda criatura viva, pensa continuamente, mas não sabe disso; o pensamento que se torna consciente é apenas a mínima parte dele, e nós dizemos: a parte mais superficial&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ferdinand, o Nietzsche é outro que fala de maneira muito rica e bonita sobre o inconsciente: &#8220;o homem, como toda criatura viva, pensa continuamente, mas não sabe disso; o pensamento que se torna consciente é apenas a mínima parte dele, e nós dizemos: a parte mais superficial&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: Ferdinand</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2010/12/28/inconsciente-leibniz/#comment-43088</link>
		<dc:creator>Ferdinand</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 13:43:25 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho visto em livros de neurociência que a quantidade de &quot;informação&quot; que adentra nossa mente, mas via inconsciente ( isto é não diretamente apercebida) é absolutamente fantástica. O nosso consciente não é como se fosse apenas a ponta aparente do iceberg, mas &quot;um&quot; cristal de gelo no topo de uma geleira das grandes. Nesse contexto pequenas percepções não correlacionam com percepções insensíveis ( não conscientes).
Tem muita coisa nova emergindo neste campo, mas a filosofia permanece.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho visto em livros de neurociência que a quantidade de &#8220;informação&#8221; que adentra nossa mente, mas via inconsciente ( isto é não diretamente apercebida) é absolutamente fantástica. O nosso consciente não é como se fosse apenas a ponta aparente do iceberg, mas &#8220;um&#8221; cristal de gelo no topo de uma geleira das grandes. Nesse contexto pequenas percepções não correlacionam com percepções insensíveis ( não conscientes).<br />
Tem muita coisa nova emergindo neste campo, mas a filosofia permanece.</p>
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