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	<title>Comentários sobre: E-Learning and the Science of Instruction</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: Tiago Regis</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/01/28/e-learning-and-the-science-of-instruction/#comment-67656</link>
		<dc:creator>Tiago Regis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 00:47:44 +0000</pubDate>
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		<description>João Mattar, a resenha é muito útil, embasa em definições operacionais e com base em pesquisas, testagem, o que considero muitissimo válido.
A pedagogia brasileira se desenvolveu a partir de estudos qualitativos, em especial para ensino infantil, tornando-se assim area que apresenta muita ideologia e pouca técnica, ao contrário deste livro, que se parece um compendio de pesquisas aplicadas. Muito obrigado pelas orientações.
Aguardo a tradução do</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Mattar, a resenha é muito útil, embasa em definições operacionais e com base em pesquisas, testagem, o que considero muitissimo válido.<br />
A pedagogia brasileira se desenvolveu a partir de estudos qualitativos, em especial para ensino infantil, tornando-se assim area que apresenta muita ideologia e pouca técnica, ao contrário deste livro, que se parece um compendio de pesquisas aplicadas. Muito obrigado pelas orientações.<br />
Aguardo a tradução do</p>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/01/28/e-learning-and-the-science-of-instruction/#comment-64299</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:25:26 +0000</pubDate>
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		<description>Paula, quando registrar por aqui os resumos dos cap. 3 e 4 (ainda nesta semana), procurarei responder suas perguntas, mesmo que retroativamente!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paula, quando registrar por aqui os resumos dos cap. 3 e 4 (ainda nesta semana), procurarei responder suas perguntas, mesmo que retroativamente!</p>
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		<title>Por: Paula Ugalde</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/01/28/e-learning-and-the-science-of-instruction/#comment-64246</link>
		<dc:creator>Paula Ugalde</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 06:12:24 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Professor João Mattar!

Muito interessante e contributiva a resenha que faz. Chama a atenção o fato de um pesquisador como é, com toda estrada e expertise considerar um livro baseado em pesquisas empíricas, algo negado e depreciado por alguns da academia. Poderia comentar sobre isso?!

Partilho que sempre me vi meio confusa com o uso do termo &#039;e-Learning&#039;, pois as informações iniciais apontavam para o modelo do autoestudo assíncrono, como único. 
Nas leituras e interações com profissionais que usam e-Learning em seus países, foi que pude compreender que também tem diferentes modelos e quer significar a EaD [pela legislação] ou EOL, como alguns passamos a usar, querendo diferenciar como a educação online que busca potencializar e interatividade comunicacional dialógica e autoral [SILVA, Marco] e acrescentaria &#039;colaborativa&#039;, convergindo com as práticas na web 2.0 [MATTR, 2012].
O que traz sobre o entendimento de que não ocorra auto-estudo para o autor, em interações síncronas com o Outro, pode apontar para certa confusão conceitual?!

A mim parece que o e-learning direcionado à aprendizagem individual  ou a construção de habilidades específicas relacionadas ao trabalho inserem-se e utilizam os conceitos de PLEs, sendo úteis para o desenvolvimento dos profissionais. 
Pelo comentado, parece confuso imaginar a concepção de uma ação educativa organizacional que separe aprendizagens individuais de objetivos de desempenho organizacionais?! Poderia comentar mais?!

É intrigante a afirmativa de que são os métodos instrucionais que causam o aprendizado e independente do meio, reconhecendo ou não a especificidade de cada mídia. Diria que é o uso do complexo conjunto de aspectos constitutivos de bons planejamentos, pelos interagentes que traz o sucesso em aprendizagens e, dependendo da maturidade dos sujeitos, o professor tem papel fundamental para instigar as buscas e aprendizagens, da ordem que forem. Ele está presente não apenas como &#039;ente&#039; mas nos escritos, em tudo mesmo.  

Estou na expectativa de saber o que pensa sobre o autor considerar &#039;envolvimento&#039; comportamental qualquer ação realizada, a menos que distinga as automatizadas das inteligentes?! Mesmo assim, penso que toda ação envolve cognições...

Paro por aqui... :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Professor João Mattar!</p>
<p>Muito interessante e contributiva a resenha que faz. Chama a atenção o fato de um pesquisador como é, com toda estrada e expertise considerar um livro baseado em pesquisas empíricas, algo negado e depreciado por alguns da academia. Poderia comentar sobre isso?!</p>
<p>Partilho que sempre me vi meio confusa com o uso do termo &#8216;e-Learning&#8217;, pois as informações iniciais apontavam para o modelo do autoestudo assíncrono, como único.<br />
Nas leituras e interações com profissionais que usam e-Learning em seus países, foi que pude compreender que também tem diferentes modelos e quer significar a EaD [pela legislação] ou EOL, como alguns passamos a usar, querendo diferenciar como a educação online que busca potencializar e interatividade comunicacional dialógica e autoral [SILVA, Marco] e acrescentaria &#8216;colaborativa&#8217;, convergindo com as práticas na web 2.0 [MATTR, 2012].<br />
O que traz sobre o entendimento de que não ocorra auto-estudo para o autor, em interações síncronas com o Outro, pode apontar para certa confusão conceitual?!</p>
<p>A mim parece que o e-learning direcionado à aprendizagem individual  ou a construção de habilidades específicas relacionadas ao trabalho inserem-se e utilizam os conceitos de PLEs, sendo úteis para o desenvolvimento dos profissionais.<br />
Pelo comentado, parece confuso imaginar a concepção de uma ação educativa organizacional que separe aprendizagens individuais de objetivos de desempenho organizacionais?! Poderia comentar mais?!</p>
<p>É intrigante a afirmativa de que são os métodos instrucionais que causam o aprendizado e independente do meio, reconhecendo ou não a especificidade de cada mídia. Diria que é o uso do complexo conjunto de aspectos constitutivos de bons planejamentos, pelos interagentes que traz o sucesso em aprendizagens e, dependendo da maturidade dos sujeitos, o professor tem papel fundamental para instigar as buscas e aprendizagens, da ordem que forem. Ele está presente não apenas como &#8216;ente&#8217; mas nos escritos, em tudo mesmo.  </p>
<p>Estou na expectativa de saber o que pensa sobre o autor considerar &#8216;envolvimento&#8217; comportamental qualquer ação realizada, a menos que distinga as automatizadas das inteligentes?! Mesmo assim, penso que toda ação envolve cognições&#8230;</p>
<p>Paro por aqui&#8230; :)</p>
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