<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Perfeição</title>
	<atom:link href="http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/</link>
	<description>antes pato que gato-sapato</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 May 2022 22:05:43 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Desafio Profissional do Curso de Especialização &#124; rosinovotempo</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/#comment-100724</link>
		<dc:creator>Desafio Profissional do Curso de Especialização &#124; rosinovotempo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 02:42:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaomattar.com/blog/?p=2165#comment-100724</guid>
		<description>[...]  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rosilainy de Andrade Silva</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/#comment-99676</link>
		<dc:creator>Rosilainy de Andrade Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 18:46:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaomattar.com/blog/?p=2165#comment-99676</guid>
		<description>Como sermos perfeitos se somos naturalmente falhos? Somos naturalmente diferentes. Olhamos aquilo que é relativo com olhos sob diversas influências e perspectivas que formaram culturamente nosso ser ao longo da vida. Perfeição seria ausência de erros, como muitos exigem de si mesmos e do próximo, ou aprendermos que a perfeição é buscarmos hoje sermos melhores que ontem em todos os aspectos da vida?  É justamente a percepção da imperfeição que nos motiva a caminharmos ajustando e reparando as arestas. Sempre haverá uma fonte a ser provada...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como sermos perfeitos se somos naturalmente falhos? Somos naturalmente diferentes. Olhamos aquilo que é relativo com olhos sob diversas influências e perspectivas que formaram culturamente nosso ser ao longo da vida. Perfeição seria ausência de erros, como muitos exigem de si mesmos e do próximo, ou aprendermos que a perfeição é buscarmos hoje sermos melhores que ontem em todos os aspectos da vida?  É justamente a percepção da imperfeição que nos motiva a caminharmos ajustando e reparando as arestas. Sempre haverá uma fonte a ser provada&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Laudiceia</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/#comment-99492</link>
		<dc:creator>Laudiceia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 22:46:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaomattar.com/blog/?p=2165#comment-99492</guid>
		<description>Muitissimo interessante essa reflexão, a procura para alcansar a perfeição acaba por nos distanciar da sensação do perfeito.Vejo que o perfeito está na busca de fazermos tudo melhor a cada dia e com esse desejo diante da imperfeição de ser humano olharmos com olhos menos criticos os detalhes que supostamente não estão perfeitos.Fazer o melhor hoje já é a maxima da perfeição e o caminho para alcansarmos a felicidade do perfeito.Lindo texto, prof Mattar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muitissimo interessante essa reflexão, a procura para alcansar a perfeição acaba por nos distanciar da sensação do perfeito.Vejo que o perfeito está na busca de fazermos tudo melhor a cada dia e com esse desejo diante da imperfeição de ser humano olharmos com olhos menos criticos os detalhes que supostamente não estão perfeitos.Fazer o melhor hoje já é a maxima da perfeição e o caminho para alcansarmos a felicidade do perfeito.Lindo texto, prof Mattar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adriana Dallacosta</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/#comment-66696</link>
		<dc:creator>Adriana Dallacosta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 18:21:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaomattar.com/blog/?p=2165#comment-66696</guid>
		<description>Amei!!!! Lindo!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amei!!!! Lindo!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tereza</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2012/03/21/perfeicao/#comment-66685</link>
		<dc:creator>Tereza</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 14:00:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaomattar.com/blog/?p=2165#comment-66685</guid>
		<description>Vamos refletir, mas ocorre a duvida se a reflexão escrita é muito pessoal, mas se exposta passa a ser publica e interativa aos que possam ler. De repente alguns, dos que leem, podem, por respeito, acatar a ideia de não interatividade, embora ocorra esta interatividade por intermédio da leitura. Dois pensamentos que ocorreram ao ler, o primeiro da criação artística que envolve dois momentos, o de se lançar em uma ideia e atingir a perfeição de acordo com as possibilidades oferecidas para que a criação ocorra , que é por vezes momentânea , dinâmica, não se repetira, portanto efêmera, e linda por ser efêmera! ou a estática. Sem duvida a perfeição do momento, dinâmico, nos deixam de sobra as sensações, as percepções que nunca podem ser iguais, mas que, em caso de retorno, podem, ser diferentes melhores ou nem tanto. Mas a fruição daquilo que é estático, como uma obra de arte, onde a centelha magica se apoderou daquele criador, envolve momentos embriagadores, como saborear por outros sentidos. uma tela, uma escultura, um filme, ou uma musica, um livro, uma fotografia, repetimos, repetimos e repetimos o ato de se embriagar de prazer em observar o objeto querido, desejado ou famoso ou perfeito mas que não esta ao nosso alcance.

Do outro lado a compreensão de que a perfeição, se parece com aquela máxima, de que não nos banhamos na mesma aguá de um rio, pois já não são as mesmas! em locais, gastronomia, e pessoas. Aceitar o momento que se esvai, quando nem demos conta de que ele existiu sera sempre frustrante. Aceitar o volátil da nossa humanidade, belíssima em nossas imperfeiçoes!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos refletir, mas ocorre a duvida se a reflexão escrita é muito pessoal, mas se exposta passa a ser publica e interativa aos que possam ler. De repente alguns, dos que leem, podem, por respeito, acatar a ideia de não interatividade, embora ocorra esta interatividade por intermédio da leitura. Dois pensamentos que ocorreram ao ler, o primeiro da criação artística que envolve dois momentos, o de se lançar em uma ideia e atingir a perfeição de acordo com as possibilidades oferecidas para que a criação ocorra , que é por vezes momentânea , dinâmica, não se repetira, portanto efêmera, e linda por ser efêmera! ou a estática. Sem duvida a perfeição do momento, dinâmico, nos deixam de sobra as sensações, as percepções que nunca podem ser iguais, mas que, em caso de retorno, podem, ser diferentes melhores ou nem tanto. Mas a fruição daquilo que é estático, como uma obra de arte, onde a centelha magica se apoderou daquele criador, envolve momentos embriagadores, como saborear por outros sentidos. uma tela, uma escultura, um filme, ou uma musica, um livro, uma fotografia, repetimos, repetimos e repetimos o ato de se embriagar de prazer em observar o objeto querido, desejado ou famoso ou perfeito mas que não esta ao nosso alcance.</p>
<p>Do outro lado a compreensão de que a perfeição, se parece com aquela máxima, de que não nos banhamos na mesma aguá de um rio, pois já não são as mesmas! em locais, gastronomia, e pessoas. Aceitar o momento que se esvai, quando nem demos conta de que ele existiu sera sempre frustrante. Aceitar o volátil da nossa humanidade, belíssima em nossas imperfeiçoes!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
