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	<title>Comentários sobre: On defining distance education (resenha)</title>
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	<description>antes pato que gato-sapato</description>
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		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1162268</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 02:54:21 +0000</pubDate>
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		<description>Alcino, isso já foi resolvido no curso? Se não, me mande um email ou Whatsapp.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alcino, isso já foi resolvido no curso? Se não, me mande um email ou Whatsapp.</p>
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		<title>Por: Alzino Furtado de Mendonça</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1133324</link>
		<dc:creator>Alzino Furtado de Mendonça</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 00:19:37 +0000</pubDate>
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		<description>Professor João, qual é o link para a discussão do tópico 7  do curso EAD de A a Z?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor João, qual é o link para a discussão do tópico 7  do curso EAD de A a Z?</p>
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		<title>Por: Leila</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1100294</link>
		<dc:creator>Leila</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 16:57:07 +0000</pubDate>
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		<description>Há quem diga que a &quot;Educação a Distância&quot; é algo &quot;moderno&quot;, ou até, que é fruto da atual pandemia (pasmem, ou não, sim! Há pessoas que acreditam nisso.). No entanto, é sempre interessante aprender (ou, recordar) o conceito inicial da EaD. Percebemos que a acessibilidade sempre foi um fator a ser considerado e que as ferramentas de divulgação primárias (como correspondências) voltaram a ser consideradas no cenário atual. Ainda nos comparativos, a leitura desta resenha me fez lembrar dos Telecursos da vida, que passavam na TV, veículo este que voltou a ser utilizado no atual cenário, com o Ensino Remoto Emergencial (ERE). Não só a TV, como o envio de atividades impressas, também tiveram um papel importante. É certo que, EaD é uma coisa, ERE é outra. Contudo, é interessante observar como ferramentas e tecnologias consideradas atualmente como &quot;ultrapassadas&quot;, voltaram à tona em um contexto de emergência. Acredito que isso dê &quot;pano pra manga&quot; para diversas discussões / reflexões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem diga que a &#8220;Educação a Distância&#8221; é algo &#8220;moderno&#8221;, ou até, que é fruto da atual pandemia (pasmem, ou não, sim! Há pessoas que acreditam nisso.). No entanto, é sempre interessante aprender (ou, recordar) o conceito inicial da EaD. Percebemos que a acessibilidade sempre foi um fator a ser considerado e que as ferramentas de divulgação primárias (como correspondências) voltaram a ser consideradas no cenário atual. Ainda nos comparativos, a leitura desta resenha me fez lembrar dos Telecursos da vida, que passavam na TV, veículo este que voltou a ser utilizado no atual cenário, com o Ensino Remoto Emergencial (ERE). Não só a TV, como o envio de atividades impressas, também tiveram um papel importante. É certo que, EaD é uma coisa, ERE é outra. Contudo, é interessante observar como ferramentas e tecnologias consideradas atualmente como &#8220;ultrapassadas&#8221;, voltaram à tona em um contexto de emergência. Acredito que isso dê &#8220;pano pra manga&#8221; para diversas discussões / reflexões.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Mattar</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1097649</link>
		<dc:creator>João Mattar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 20:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Alzino, este é um post no meu blog. Sugiro alguns posts no blog como leitura em cursos, palestras etc. Então, os comentários ficam todos registrados aqui. Especialmente nos cursos no Moodle, temos atividades fechadas, apenas para as turmas que estão em andamento, mas muitas vezes sugiro leituras aqui, vídeos no youtube (não apenas meus) etc. e convido os alunos a participarem de &quot;conversas&quot; que estão ocorrendo nessas redes, assim saímos um pouco do AVA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alzino, este é um post no meu blog. Sugiro alguns posts no blog como leitura em cursos, palestras etc. Então, os comentários ficam todos registrados aqui. Especialmente nos cursos no Moodle, temos atividades fechadas, apenas para as turmas que estão em andamento, mas muitas vezes sugiro leituras aqui, vídeos no youtube (não apenas meus) etc. e convido os alunos a participarem de &#8220;conversas&#8221; que estão ocorrendo nessas redes, assim saímos um pouco do AVA.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alzino-GO</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1096392</link>
		<dc:creator>Alzino-GO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 18:10:31 +0000</pubDate>
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		<description>Professor, por que os comentários a este texto são de alunos de turmas anteriores (abril/junho 2020?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor, por que os comentários a este texto são de alunos de turmas anteriores (abril/junho 2020?</p>
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	<item>
		<title>Por: Ohana Rabelo Tomaz</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1067937</link>
		<dc:creator>Ohana Rabelo Tomaz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 21:00:57 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo, e acho de fundamental importância nos preocuparmos com o acesso a informação para todos pois dessa forma também se pode compartilhar dos conhecimentos dessa população digitalmente afastada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo, e acho de fundamental importância nos preocuparmos com o acesso a informação para todos pois dessa forma também se pode compartilhar dos conhecimentos dessa população digitalmente afastada.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ohana Rabelo Tomaz</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1067936</link>
		<dc:creator>Ohana Rabelo Tomaz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 20:58:44 +0000</pubDate>
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		<description>Lincando a resenha acima com o questionamento quanto a quais cursos poderiam ser oferecidos em formato EaD, imagino que a chave para que todos eles possam ser ofertados sem prejuízos a educação dos alunos está no item e) &quot;possibilidade de alguns encontros presenciais;&quot;. Presenciei na pele, que as aulas práticas laboratoriais e plicadas são extremamente relevante ao desenvolvimento da aprendizagem principalmente de elementos da área da saúde. 
E um adendo variante a &quot;encontros presenciais&quot; imagino que seja debates enriquecedores que momentos de web transmissão podem proporcionar, a depender da quantidade de alunos, obviamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lincando a resenha acima com o questionamento quanto a quais cursos poderiam ser oferecidos em formato EaD, imagino que a chave para que todos eles possam ser ofertados sem prejuízos a educação dos alunos está no item e) &#8220;possibilidade de alguns encontros presenciais;&#8221;. Presenciei na pele, que as aulas práticas laboratoriais e plicadas são extremamente relevante ao desenvolvimento da aprendizagem principalmente de elementos da área da saúde.<br />
E um adendo variante a &#8220;encontros presenciais&#8221; imagino que seja debates enriquecedores que momentos de web transmissão podem proporcionar, a depender da quantidade de alunos, obviamente.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marilisa Montoani de Oliveira</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1060807</link>
		<dc:creator>Marilisa Montoani de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 15:58:45 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente !
Já nos anos de 2020 mesmo que comparando com os texto de há mais de 40 anos, ele faz relevância na EaD, maiores problemas no Brasil é em relação a mudança de pensamentos relacionados a professor aluno e a tecnologia, infelizmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente !<br />
Já nos anos de 2020 mesmo que comparando com os texto de há mais de 40 anos, ele faz relevância na EaD, maiores problemas no Brasil é em relação a mudança de pensamentos relacionados a professor aluno e a tecnologia, infelizmente.</p>
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	<item>
		<title>Por: Thiago Azevedo</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1043433</link>
		<dc:creator>Thiago Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 18:48:20 +0000</pubDate>
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		<description>As definições presentes no texto do Keegan, sobre a EAD, apenas demonstram os avanços desta modalidade tão cara ao ambiente educacional contemporâneo. Felizmente não tem mais como pensar educação sem tal ferramenta. E a realidade tem mostrado que não se pode mais ignorar a EAD. O presente texto também destaca a importância dos novos desafios que a EAD têm adquirido, no sentido de não perder sua essência motriz, no que diz respeito aos seus ganhos em tecnologias diversas e suas propostas originárias que visavam meramente vencer as distâncias, afastamentos e limitações impostas pelas posições geográficas mais desfavoráveis para que se pudesse levar a educação a todos. Como forma de conciliar tais avanços tecnológicos com sua proposta originária, em nosso entendimento, o presente autor elenca algumas características como, por exemplo: uso de mídias técnicas com oferta de comunicação bidirecional. Neste ínterim, os acachapante avanços tecnológicos advindos dos tempos modernos e inseridos nas metodologias educacionais dos processos de EAD, tendem a serem superados e administrados da melhor forma possível. Tendo em vista o envolvimento dos dois principais agentes de todo o processo - docente e discente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As definições presentes no texto do Keegan, sobre a EAD, apenas demonstram os avanços desta modalidade tão cara ao ambiente educacional contemporâneo. Felizmente não tem mais como pensar educação sem tal ferramenta. E a realidade tem mostrado que não se pode mais ignorar a EAD. O presente texto também destaca a importância dos novos desafios que a EAD têm adquirido, no sentido de não perder sua essência motriz, no que diz respeito aos seus ganhos em tecnologias diversas e suas propostas originárias que visavam meramente vencer as distâncias, afastamentos e limitações impostas pelas posições geográficas mais desfavoráveis para que se pudesse levar a educação a todos. Como forma de conciliar tais avanços tecnológicos com sua proposta originária, em nosso entendimento, o presente autor elenca algumas características como, por exemplo: uso de mídias técnicas com oferta de comunicação bidirecional. Neste ínterim, os acachapante avanços tecnológicos advindos dos tempos modernos e inseridos nas metodologias educacionais dos processos de EAD, tendem a serem superados e administrados da melhor forma possível. Tendo em vista o envolvimento dos dois principais agentes de todo o processo &#8211; docente e discente.</p>
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	<item>
		<title>Por: Jefferson Siade</title>
		<link>http://joaomattar.com/blog/2020/04/08/on-defining-distance-education-resenha/#comment-1043279</link>
		<dc:creator>Jefferson Siade</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 17:23:05 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pela resenha e pelo resgate desse pensador pioneiro desse tema. Essa identificação dos processos que Keegan (1980), segundo a resenha, classifica como Educação à Distância, juntamente com os novos processos que temos hoje, nos permite compreender a insuficiência da Expressão EaD para compreensão desses processos educacionais. Educação à Distância, embora eu entenda que já havia subsídios teóricos para superação dessa nomenclatura, foi um construto que teve seu valor naquela década. 

Se antes não tínhamos, hoje, temos muito menos necessidade de manutenção dessa expressão para designar determinados processos educacionais (reforço: de ensino-aprendizagem), senão caímos no autodidatismo, que é uma questão/tópico que precisa ser tratada/o quando se fala de EaD, mas que, a priori, não podemos confundir com &quot;EaD&quot;, como se vê em algumas abordagens. Ou, para ir além, precisamos incluí-lo como uma forma de APRENDIZAGEM à distância.

O Autodidatismo (como o nome diz) prescinde de um ato deliberado de construção do conhecimento por parte de um terceiro a partir da oferta técnica de conteúdos e práticas com objetivos específicos previamente determinados - por um sistema ou por esse terceiro.

Fundamentalmente, o trato do processo (se ensino, se aprendizagem, se ensino-aprendizagem) não é o único nem o mais problemático dos elementos da nomenclatura. Falar em DISTÂNCIA, isso sim é o grande complicador. Não existe métrica ou parâmetro pra isso. Por isso, ressaltei em minha apresentação que distância pode ser uma questão de quebra de vínculos emocionais e afetivos; um &quot;e se&quot;. 

Alguém pode dizer: quando nos referimos a Distância, estamos falando de mediação (mídia). Aí vem a questão: o que é mediato e o que é imediato numa relação face a face? Em que situação em sala de aula, por exemplo, estamos em uma relação imediata entre professor e alunos? Qual a condição de plena ausência de um meio técnico ou tecnológico se interagimos graças a determinados meios? Vamos rediscutir os mecanismo de comunicação (emissor, meio mensagem, receptor etc)? 

Vamos falar de processos auráticos, resgatando uma discussão valiosíssima de Walter Benjamim. Que sentimentos constituem uma áura? A áura, numa relação de contato, depende de quem e/ou de quê? Depende de uma conexão intersubjetiva que cria uma unidade entre professor e aluno(s)? Depende de uma conexão intersubjetiva que cria uma unidade entre meio e conteúdo e aluno(s)? A corporeidade professor (síncrona) importa ou sua imagem em movimento, gestos, falas reproduzidas infinitamente tem o mesmo valor ou efeito no processo educacional? A presença de Da Vinci está em sua corporeidade e/ou em sua(s) obra(s)?


Alguém pode concluir apressadamente: então toda educação é à distância, pois mediada. À distância em relação ao que? Se considerarmos que somos mediados pelos produtos culturais (ou do trabalho), e que &quot;o meio é a mensagem&quot;, como disse Marshall McLuhan, então consumimos o que produzimos, estamos falando de educação imersiva, portanto, sem &quot;distância&quot; alguma.

Mas tudo isso é só um ensaio diante das questões não respondidas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela resenha e pelo resgate desse pensador pioneiro desse tema. Essa identificação dos processos que Keegan (1980), segundo a resenha, classifica como Educação à Distância, juntamente com os novos processos que temos hoje, nos permite compreender a insuficiência da Expressão EaD para compreensão desses processos educacionais. Educação à Distância, embora eu entenda que já havia subsídios teóricos para superação dessa nomenclatura, foi um construto que teve seu valor naquela década. </p>
<p>Se antes não tínhamos, hoje, temos muito menos necessidade de manutenção dessa expressão para designar determinados processos educacionais (reforço: de ensino-aprendizagem), senão caímos no autodidatismo, que é uma questão/tópico que precisa ser tratada/o quando se fala de EaD, mas que, a priori, não podemos confundir com &#8220;EaD&#8221;, como se vê em algumas abordagens. Ou, para ir além, precisamos incluí-lo como uma forma de APRENDIZAGEM à distância.</p>
<p>O Autodidatismo (como o nome diz) prescinde de um ato deliberado de construção do conhecimento por parte de um terceiro a partir da oferta técnica de conteúdos e práticas com objetivos específicos previamente determinados &#8211; por um sistema ou por esse terceiro.</p>
<p>Fundamentalmente, o trato do processo (se ensino, se aprendizagem, se ensino-aprendizagem) não é o único nem o mais problemático dos elementos da nomenclatura. Falar em DISTÂNCIA, isso sim é o grande complicador. Não existe métrica ou parâmetro pra isso. Por isso, ressaltei em minha apresentação que distância pode ser uma questão de quebra de vínculos emocionais e afetivos; um &#8220;e se&#8221;. </p>
<p>Alguém pode dizer: quando nos referimos a Distância, estamos falando de mediação (mídia). Aí vem a questão: o que é mediato e o que é imediato numa relação face a face? Em que situação em sala de aula, por exemplo, estamos em uma relação imediata entre professor e alunos? Qual a condição de plena ausência de um meio técnico ou tecnológico se interagimos graças a determinados meios? Vamos rediscutir os mecanismo de comunicação (emissor, meio mensagem, receptor etc)? </p>
<p>Vamos falar de processos auráticos, resgatando uma discussão valiosíssima de Walter Benjamim. Que sentimentos constituem uma áura? A áura, numa relação de contato, depende de quem e/ou de quê? Depende de uma conexão intersubjetiva que cria uma unidade entre professor e aluno(s)? Depende de uma conexão intersubjetiva que cria uma unidade entre meio e conteúdo e aluno(s)? A corporeidade professor (síncrona) importa ou sua imagem em movimento, gestos, falas reproduzidas infinitamente tem o mesmo valor ou efeito no processo educacional? A presença de Da Vinci está em sua corporeidade e/ou em sua(s) obra(s)?</p>
<p>Alguém pode concluir apressadamente: então toda educação é à distância, pois mediada. À distância em relação ao que? Se considerarmos que somos mediados pelos produtos culturais (ou do trabalho), e que &#8220;o meio é a mensagem&#8221;, como disse Marshall McLuhan, então consumimos o que produzimos, estamos falando de educação imersiva, portanto, sem &#8220;distância&#8221; alguma.</p>
<p>Mas tudo isso é só um ensaio diante das questões não respondidas.</p>
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