IV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação

De 18 a 19 de Agosto de 2008, participei do IV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação – construindo novas trilhas, na UNEB, cujo objetivo é socializar as investigações sobre jogos eletrônicos no cenário acadêmico. Participaram aproximadamente 150 pessoas. Aqui vai o resumo do que assisti.

  • 18/08/08
  • A abertura do evento contou com Lourisvaldo Valentim (reitor da UNEB), Antônio Amorim (Diretor do Departamento de Educação), Tânia Maria Hetkwoski (Coordenadora do Evento) e Lynn Alves (professora e pesquisadora da UNEB, e coordenadora do Grupo de Games da Bahia. Comemorou-se a aprovação do doutorado do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) e falou-se do SB Games, outro evento importante na área de games no país.

    *

    Em seguida, Filomena Moita coordenou a palestra: Mamãe: eu quero ser Game Designer (Mercado de trabalho em Games), de Roger Tavares (SENAC/SP, fundador do Gamecultura, conselheiro da IGDA – International Game Developers Association e membro da comissão científica do Eludamos – Journal for Computer Game Culture).

    [photopress:DSC00126.JPG,full,vazio]

    Ele provocou: o que fazer com tantos game designers, que têm sido formados no país? A indústria não teria uma visão muito claro do que é um game designer, que precisaria de profissionais para funções mais específicas, enquanto as instituições de ensino formariam um profissional mais generalista. Ele diferenciou, por exemplo, o game designer do game developer (programador). Para Roger, o game como mídia precisa de um estudo mais focado. Alguns números: há no país aproximadamente 20 cursos universitários (incluindo tecnólogos, bacharelados e pós) e 42 empresas de games, em que trabalham aproximadamente 360 profissionais. A IGDA – International Game Developers Association possui 14.387 membros pagantes, sendo 34 do Brasil (9010 dos Estados Unidos, 2955 do Canadá, 698 do Reino Unido e 286 do Japão), cuja anuidade, com desconto para países em desenvolvimento como o Brasil, seria de US$ 30.00. Há dois chapters no Brasil: São Paulo e Recife. Ele mencionou o Game Career Guide, de onde apresentou alguns dados sobre remuneração média dos game designers. Defendeu que ler bastante, escrever sobre games e compartilhar conhecimentos é uma porta de entrada para a profissão. Jogar muito e bem não é garantia de se tornar um bom profissional – significa apenas contato com a bibliografia básica! Roger citou vários eventos: GDC, E3 Business and Media Summit, DICE Summit, Tokyo Game Show, um evento na China, Game Conference na Alemanha e Penny Arcade Expo (independentes). Organizações: IGDA, ESRB, ESA (USA), ELSPA (UK), TIGA (UK), AIAS, CESA (Japão) e Abragames. Segundo pesquisa da Abragames, há um número praticamente igual de artistas e programadores no país, mas com a consolidação do mercado, deveremos ter mais artistas que programadores, já que, p.ex., passam a ser reaproveitados códigos. Segundo Roger, não adianta lançar jogos educativos na Net e esperar que eles se disseminem – não funciona assim. Ao final eu fiz uma pergunta sobre o aproveitamento dos game designers em educação a distância, e Roger respondeu que isso funcionaria no caso da produção de objetos de aprendizagem, o que seria apenas uma parte da EaD; mas eu pensei mais na idéia do game designer ser aproveitado também como designer da aprendizagem.

    *

    Em seguida, uma mesa-redonda: Ações e políticas para desenvolvimento de Jogos Eletrônicos para Educação e Cultura.

    [photopress:DSC00129.JPG,full,vazio]

    Anna Christina Aun de Azevedo Nascimento (MEC), psicóloga pela Universidade de Brasília e Mestra em Design Instrucional e Mídias educacionais pela Universidade da Florida, mencionou o Portal do Professor; os editais que o MEC tem realizado, relacionados a tecnologia; o Banco Internacional de Objetos Educacionais; e o RIVED. Ela lembrou que Acesso Aberto é uma coisa na teoria, mas na prática a coisa muda bastante. O MEC tem preocupação com acessibilidade, pessoas que têm problemas de visão, audição etc. Ela destacou a importância do conhecedor do conteúdo e do designer instrucional, nas equipes multidisciplinares envolvidas com produção de material didático.

    Maurício Hirata (Secretaria do Audiovisual – MINC) ressaltou pesquisas do Comitê Gestor da Internet que indicam que o vídeo game é mais presente nos domicílios nacionais que a televisão a cabo, além da incrível presença dos celulares no país. Lembrou que, com a implantação da tv digital, a interatividade dialoga com jogos eletrônicos – jogo e televisão tendem a não mais ser discerníveis, ou seja, o game designers é um profissional capaz de desenvolver um programa de tv digital. Penso que, da mesma forma, EaD e games eletrônicos são áreas que tendem também a se fundir, ou seja, o designer de games passará a atuar também como designer instrucional. Maurício lembrou ainda de incentivos para a área como o APEX e o Softex. Segundo ele, o MinC era muito ligado às atividades cinematográficas, mas agora está se abrindo para as atividades audiovisuais em geral, que incluem os jogos eletrônicos.

    Para Winston Petty (ABRAGAMES), o mercado para games e educação é global, não local. 25% dos associados à Abragames têm algum tipo de atuação no mercado educacional. E a associação tem colaborado com o governo em editais para o setor.

    Geber Ramalho (Rede Brasileira de Visualização) encerrou assumindo o papel de moderador da mesa e provocando os palestrantes anteriores. Comparou jogos de diversão com jogos educativos, que seriam mais complexos e precisariam de um módulo de avaliação para o professor. Ele criticou uma abordagem conteudista para jogos eletrônicos (referindo-se ao MEC), mencionou o conceito de game-based learning e lembrou que falta no Brasil a cultura do capital de risco (venture capitalist). Segundo ele, é preciso um trabalho de evangelização para o uso adequado de games em educação.

    Na discussão, foi mencionado o fato de que muitos jogos, produzidos para educação, acabam não rodando em escolas, por causa do hardware – uma solução, então, seria desenvolver jogos em 2D, que imitem 3D. Foi também citado o jogo Tríade, produzido pelo grupo da Uneb. Lembrou-se novamente da necessidade de financiamento a fundo perdido para o desenvolvimento de games por empresas startups, e das negociações que têm sido realizadas com o BNDES para que se estabeleça uma linha específica para o setor. E ainda se justificou o sucesso do iTunes pelo fato de que é mais simples pagar US$ 1.99, clicar e baixar uma música, do que procurá-la de graça na Internet, em redes pier-to-pier.

    Acabei não fazendo uma pergunta, que completaria a anterior que fiz para o Roger e aproveitaria um pouco das novas discussões. A noção de objetos de aprendizagem é questionável, como já andei discutindo neste blog. Pode-se pensar no designer de games participando ativamente do design de cursos, como designer de aprendizado (não como simples produtor de objetos de aprendizagem), como promotor da aprendizagem baseada em games. Alguns autores inclusive defendem que o designer de games entende mais de aprendizagem que os designers instrucionais. Da mesma forma como afirma Maurício, que não haverá fronteiras nítidas entre o designer de programas de tv digital e de games, não deverá haver fronteiras entre designers instrucionais e designers de games. Isso ajudaria a superar um pouco o choque de gerações que estamos vivenciando na educação, e inclusive que os cursos produzidos respeitem diferentes estilos de aprendizagem. Mas não há cursos voltados a preparar esse profissional para trabalhar em EaD, na confluência entre tecnologia e educação. Talvez algumas disciplinas de pedagogia, inseridas no currículo desses profissionais, seriam suficientes para dar um grande upgrade na formação, e por conseqüência, nas possibilidades de trabalho desse profissional.

    **

    Na parte da tarde, ocorreram as apresentações dos Grupos de Trabalho, cujos artigos estão disponíveis na íntegra no site do evento. Houve uma divisão entre os GTs: Desenvolvimento de games, Jogos eletrônicos e narrativas e Jogos eletrônicos e educação, e eu assisti os trabalhos deste último, coordenados por Filomena Moita.

    Jogo Educativo Lúdico, A Revolta da Cabanagem
    Manoel Ribeiro Filho, Ricardo Damasceno, Felipe Reis, Fabrício Silva e Messias Nascimento – Universidade Federal do Pará- Instituto de Tecnologia
    Um jogo muito interessante, que fez muito sucesso entre os participantes do evento.

    Cidades Virtuais: tecnologias para aprendizagem e simulação
    Margarete Axt (UFRGS), Raymundo C. M. F. Filho (UFRGS), Eduardo Engel Balle (UNISINOS), Sergio Seligmann Rodrigues (UNISINOS) e Daniel Nehme Muller (UFRGS)
    O game apresentava o conceito de sustentabilidade.

    O desenvolvimento do jogo math city em um contexto colaborativo: pais, professores e alunos para a construção de conceitos matemáticos
    Vilmar A. do Nascimento (Colégio Militar de Fortaleza) e Francisca das C. S. Reis (Universidade Federal do Ceará)
    Interessante modelo em que os pais podem alterar o jogo, desenvolvido em RPG, que trabalha com o conceito de divisão.

    Roteirizações imersivas para role play game educacional
    Paula Carolei (USP e SENAC/SP)
    Tenho acompanhado faz tempo o interessante trabalho da Paula, inclusive neste blog.

    O uso do second life como ambiente virtual de aprendizagem
    João Augusto Mattar Neto (Universidade Anhembi Morumbi)
    Esta foi a minha apresentação, em que mostrei as possibilidades do Second Life não como um jogo ou objeto de aprendizagem, mas como um ambiente virtual de aprendizagem, que pode incluir jogos e outros objetos.

    Gcompris: brincando e percebendo a colaboração do software livre com o desenvolvimento educacional infantil
    Antonio José Pereira Santos e Tânia Maria Hetkowski – UNEB – Universidade do Estado da Bahia
    Foi apresentado o Gcompris, software livre voltado para a educação infantil.

    Entre os trabalhos, houve uma rápida apresentação da Educarede.

    *

    Em seguida, houve uma breve mas muito interessante Mostra de Games, coordenada por Geber Ramalho (UFPe), cujos trabalhos podem também ser acessados no site do evento. Um software mencionado foi o RPG Maker. Eu não conhecia, p.ex., o Plenarinho, da Câmara dos Deputados. O grupo da UNEB produziu um jogo bastante interessante em que se exercita o processo de produção das indústrias. Um dos problemas apresentados é que, em muitos casos, as crianças nas escolas não conseguem ler, então os objetivos pedagógicos dos jogos ficam prejudicados. A Operação Cosmos, voltado para crianças entre 9 e 15 anos, teve um longo processo de produção, procura retomar os jogos de aventura de antigamente e está em fase de lançamento. O Livro dos Sonhos – a turma do Claudinho, do SENAI da Bahia, eu já tinha coberto, em uma fase anterior, no Moodle Moot 2007. Tive também o grande prazer de conhecer a Kariene Santos, designer instrucional envolvida neste interessante projeto.

  • 19/08/08
  • Pela manhã, uma mesa redonda: Processo de desenvolvimento de jogos eletrônicos – fronteiras e possibilidades.

    Lynn Alves (UNEB/SENAI-CIMATEC) apresentou um panorama do mercado de games na Bahia, mencionou os grupos da UNEB, UFBA e Senai, o Instituto Recôncavo de Tecnologia, e apontou a dificuldade enfrentada com a falta de mão-de-obra qualificada para dar conta dos projetos.

    [photopress:DSC00134.JPG,full,vazio]

    Esteban Clua (UFF/RJ) falou de algumas tendências tecnológicas que terão impacto na produção de video games: processadores com cada vez mais núcleos; maior capacidade gráfica dos engines; image based rendering; as placas de vídeo (GPUs) passam a ter mais capacidade de processamento do que as CPUs; maior número de personagens reagindo em tempo real; e dual core em celular.

    Roger Tavares (SENAC/SP/Gamecultura) apresentou tendências para designers de games, como computação visual (processamento ocorrendo na GPU) e socialização dos jogos.

    Leandro Gonçalves (Insólita – SP) falou de roteiros para games, que se diferenciariam de roteiros lineares, e de marketing para games, com cut scenes e cenas colocadas no YouTube.

    E no mesmo momento rolava O Jogo: Argentina 3 x 0 Brasil!

    *

    Em seguida, outra rodada de GTs, coordenada por Rosária Sperotto (UFPEL), cujos trabalhos apresentados estão disponíveis no site do evento. Comento brevemente apenas alguns:

    Realidades Alternativas – Novas funções cognitivas no mundo dos ARGs
    Luiz Adolfo Andrade – Universidade Federal da Bahia
    Interessantes referências bibliográficas.

    Jogos eletrônicos e professores primeiras aproximações
    Juliana Moura – Universidade do Estado da Bahia – UNEB
    Dificuldades por parte dos professores no uso do RPG Maker, mesmo professores da área de tecnologia.

    Um dos trabalhos apresentou o conceito de subjetividade insólita.

    **

    Em seguida, a palestra Roteiro de jogos eletrônicos, de Leandro Gonçalves (Insólita – SP), que no fundo falou muito pouco de roteiros! O que funciona bem no cinema, perde a sua força nos games. Leandro falou de marcas como se fosse sinônimo de Propriedade Intelectual, deixando de lado temas essenciais como direitos autorais e patentes. Mencionou o game Ilha do Empreendedor, produzido pela Insólita. Games fazem parte da cultura pop.

    *

    A mesa final foi sobre Jogos eletrônicos e educação – mapeando possibilidades, coordenada por Luis Adolfo Andrade (UFBA).

    [photopress:DSC00137.JPG,full,vazio]

    Filomena Moita (UEPb) falou de maneira geral sobre games e educação, e como está a situação na Paraíba. Mencionou o jogo Brain Challenge, para celulares.

    Anna Nascimento (MEC) falou da necessidade de que os profissionais pensem o uso de ferramentas para a educação, da importância da capacitação de professores e da sua participação no design dos games. É também necessário pensar no envolvimento do público-alvo nas inovações. Lembrou novamente do RIVED, da necessidade de tutoriais de como utilizar os objetos de aprendizagem na sala de aula (não como usar o software), do Portal do Professor, do Banco Internacional de Objetos Educacionais e do Guia de Tecnologias (organizado através de editais).

    Sandra Frid (FINEP) apresentou as atividades do FINEP e das chamadas públicas em parceria com o MCT e MEC para jogos eletrônicos educacionais. Em 2006, foram recebidas 103 propostas e escolhidos 13 projetos, muitos deles apresentados durante o evento.

    Rosária Sperotto (UFPEL) leu partes do seu artigo, com vários conceitos de filósofos como Deleuze, Guattari e Foucault, e termos como rizomático, desterritorializar etc.

    Discussão: jogo pode ser linear e divertido, não precisa ser aberto para não ser chato; bebê digital: imigrante digital que acabou de chegar.

    *

    Lynn encerrou as atividades.

    [photopress:DSC00138.JPG,full,vazio]

    Lynn parece ser uma líder muito carismática, capaz de apontar direções e motivar os grupos que coordena. Na verdade, toda a comunidade envolvida no evento mostrou-se bastante motivada, e a idéia é que nos próximos anos, o Simpósio seja realizado em outros locais, não apenas na Bahia.

    De 21 a 28 de Agosto ocorre o Animaí – II Encontro Baiano de Animação.

    Eu também me diverti em Salvador, confira!

    FacebookTwitterGoogle+Compartilhar

    23 respostas a IV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação

    1. Pingback: De Mattar » Blog Archive » Salvador

    2. Kariene Santos disse:

      Olá professor João.
      Suas considerações sobre o seminário serão uma boa leitura para quem não participou. Vou indicar a alguns amigos.
      O prazer foi meu em conhecê-lo.
      Mês que vem estarei em sua bela cidade participando das aulas presenciais da Pós na cidade universitária. Estou animadíssima! (com as duas coisas: São Paulo e aula presencial)
      Um boa noite e até breve,
      Kariene

    3. João Mattar disse:

      Olá Kariene, avise quando estiver por aqui e tentamos nos encontrar, ok?

    4. Olá, sr. Mattar, tudo bem?

      Fico feliz que tenha me encontrado e quero sim manter contato, principalmente com uma experiência tão grande que o senhor tem em EaD, enquanto eu sou somente um peixinho pequeno em um aquário. :)

      E que cobertura o senhor fez sobre o evento! Até eu que estava lá fiquei tentado a lê-la (e é o que eu farei agora XD ), nem se compara com a cobertura que eu fiz, bastante resumida: :)
      http://www.gigamundo.com/?p=140

      E então, vamos nos encontrar no SBGames este ano?
      Provavelmente eu não estarei lá no dia 11 (fui convidado para uma palestra em outro lugar bem nesse dia, mas ainda não confirmaram tudo comigo, então, quem sabe, não é? ;) ), mas espero estar nos dias 10 e 12 de novembro. :)

      Um abraço e até breve!

      Ah, e depois vou querer “trocar umas figurinhas” com o senhor sobre EaD hoje, pois como tenho interesse nessa área (e até um curso à distância), nada melhor que a opinião de um profissional.

      Até mais! ;)

    5. kariene Santos disse:

      Poxa vida, professor… Só agora, passeando novamente por esta seção, é que vi sua msg pra eu avisar quando fosse a São Paulo. Estive aí final de semana passado. Não faltarão oportunidades. Até logo.

    6. Cesar disse:

      Preciso saber Quais são as ciências envolvidas na criação de jogos eletrônicos??

    7. João Mattar disse:

      Cesar, no fundo a resposta depende do que você considera “ciência”. Mas a criação de jogos eletrônicos envolve arte, design, programação, domínio de ferramentas, administração (se pensarmos no mercado de games) etc. É, no fundo, um campo interdisciplinar.

    8. Patricia disse:

      Caro Professor

      Fiquei bastante impressionada com os rumos destas palestras, principalmente quando falastes sobre as acalouradas discursões entre os criadores dos jogos e os educadores. Sou educadora e sempre gostei desta questão de envolver a ludicidade e a educação em um mesmo pacote. Estou terminando Mestrado e minha linha de pesquisa é a eprendizagem mediada pelas tecnologias. Gostaria de saber se o Senhor acha que eu posso fazer meu doutorado nesta àrea de jogos na educação ou seria algo inverossimel, já que não sou formada em computação e nem sei como criar um software de jogo?

    9. João Mattar disse:

      Patricia, o campo é novo e aberto a contribuições, então é claro que há espaço para o seu doutorado. O desafio na verdade é encontrar um programa que inclua essa linha de pesquisa.

    10. Jenna disse:

      EU?? O QUÊ?
      Vocês perdem ou gastam o TEMPO lendo tudo isso?
      Loucos!
      Estou postando esse recado porque eu não leria isso.
      Nem sei do que fala!
      Vocês não tem, absolutamente, N-A-D-A, para fazer, né?!
      [Até mais]

    11. João Mattar disse:

      Oi, Jenna, o que você faz?

    12. Pingback: De Mattar » Blog Archive » + Games em Educação

    13. Pingback: LOTD – Leader of the Dance – Techno » Blog Archive » Importance of vitamin C and Calcium within overall body | Techno: electro, pop music, dance music, electronica, love techno, electro house, musica electronica

    14. Tatiane Dias de Góes Oliveira disse:

      Olá professor! É muito bom conhecer um pouco de seu trabalho aqui em seu Blog, e confesso que antes de ter a rica oportunidade de assistir suas aulas na pós que estou fazendo, não havia pensado antes na possibilidades de games interagindo na educação dos nosso alunos!! Confesso que fiquei fascinada com a idéia! Que bom que voces estão adiantados neste requisito e quem sabe, logo mais, estaremos bem próximos desta tecnologia, da qual encanta nossos jovens e abre um leque enorme para trabalharmos com muita motivação e, com certeza, atenção dos alunos para o estudo abordado!
      Acho que as mudanças sempre trazem algo de bom! E tantas mudanças no sistema de estudo, tem dado um bom chacoalhão em todos para repensar a metodologia de educação no Brasil, que estava muito ultrapassada e deficiente em vários aspectos!

    15. Iraci Venezian Zorzenon disse:

      Boa noite prof. João Mattar,

      Sou educadora, vi o seu vídeo sobre games e achei muito interessante, fiquei curiosa sobre as criações dos jogos, principalmente no momento atual, onde os alunos respiram tecnologia.
      Como foi exposto na palestra o MEC deveria se preocupar com a importância do conhecedor do conteúdo e do designer instrucional, nas equipes multidisciplinares envolvidas com produção de material didático.
      Existem muitos jogos educativos, falta divulgação e conhecimento da equipe pedagógica para serem trabalhados nas escolas. Como mencionou a Anna Nascimento, nós educadores necessitamos de capacitações para utilizarmos adequadamente na sala de aula como objetos de aprendizagem.
      Pretendo aprofundar no assunto, juntamente com minha equipe multidisciplinar da escola, indiquei seu livro e iremos estudá-lo.

      Boa noite prof. João Mattar,

      Sou educadora, vi o seu vídeo sobre games e achei muito interessante, fiquei curiosa sobre as criações dos jogos, principalmente no momento atual, onde os alunos respiram tecnologia.
      Como foi exposto na palestra o MEC deveria se preocupar com a importância do conhecedor do conteúdo e do designer instrucional, nas equipes multidisciplinares envolvidas com produção de material didático.
      Existem muitos jogos educativos, falta divulgação e conhecimento da equipe pedagógica para serem trabalhados nas escolas. Como mencionou a Anna Nascimento, nós educadores necessitamos de capacitações para utilizarmos adequadamente na sala de aula como objetos de aprendizagem.
      Pretendo aprofundar no assunto, juntamente com minha equipe multidisciplinar da escola, indiquei seu livro e iremos estudá-lo.

      Boa noite prof. João Mattar,

      Sou educadora, vi o seu vídeo sobre games e achei muito interessante, fiquei curiosa sobre as criações dos jogos, principalmente no momento atual, onde os alunos respiram tecnologia.
      Como foi exposto na palestra o MEC deveria se preocupar com a importância do conhecedor do conteúdo e do designer instrucional, nas equipes multidisciplinares envolvidas com produção de material didático.
      Existem muitos jogos educativos, falta divulgação e conhecimento da equipe pedagógica para serem trabalhados nas escolas. Como mencionou a Anna Nascimento, nós educadores necessitamos de capacitações para utilizarmos adequadamente na sala de aula como objetos de aprendizagem.
      Pretendo aprofundar no assunto, juntamente com minha equipe multidisciplinar da escola, indiquei seu livro e iremos estudá-lo.

      Boa noite prof. João Mattar,

      Sou educadora, vi o seu vídeo sobre games e achei muito interessante, fiquei curiosa sobre as criações dos jogos, principalmente no momento atual, onde os alunos respiram tecnologia.
      Como foi exposto na palestra o MEC deveria se preocupar com a importância do conhecedor do conteúdo e do designer instrucional, nas equipes multidisciplinares envolvidas com produção de material didático.
      Existem muitos jogos educativos, falta divulgação e conhecimento da equipe pedagógica para serem trabalhados nas escolas. Como mencionou a Anna Nascimento, nós educadores necessitamos de capacitações para utilizarmos adequadamente na sala de aula como objetos de aprendizagem.
      Pretendo aprofundar no assunto, juntamente com minha equipe multidisciplinar da escola, indiquei seu livro e iremos estudá-lo.

    16. João Mattar disse:

      Legal, Iraci, gostaria de acompanhar o trabalho de vocês, vamos conversando.

    17. Tenho lido muito a respeito dos jogos nas empresas e, agora, como aluna do curso de pós graduação em Metodologias do Ensino Superior à Distância, fica claro para mim a importância dos jogos na educação.
      Adorei o vídeo sobre os jogos na educação, estou em busca de reconhecer como estas ferramentas podem ser produzidas por nós, professores, em busca de inovar e de apresentar novas tecnologias a nossos alunos.

    18. Bruno disse:

      Boa noite Profº João!

      Apesar de eu estar postando 3 anos depois do seu post,acho que as coisas não mudaram muito nesse período.
      Pouco se fez para o desenvolvimento de jogos educacionais mais “cool”,os investimentos não passaram de promessa e, os gamers ainda não perceberam que este mercado eh muito pobre em profissionais capacitados e criativos.
      Gostaria de deixar meus parabéns às instituições de ensino que perceberam que à Educação à Distância é uma solução para os dias de hoje onde as pessoas se tornam cada vez mais WORHOLIC e não tem mais tempo para estudar.
      Namastê

    19. Olá Prof. Mattar.

      Fiquei muito impressionada com o IV seminário sobre jogos eletrônicos, educação e comunicação. Sou tutora a distância e mãe de um garoto de 14 anos que tem muito interesse por jogos eletrônicos, nativos não é mesmo? Ele sempre me fala em estudar para ser programador de games. Eu não gostava muito da ideia mas depois que percebi que os jogos eletrônicos também podem ser utilizados como ferramenta na aprendizagem e que são tendências no campo da educação, mostrei para ele esta fatia de mercado. Ele se interessou bastante pelo assunto e aprova a iniciativa de maior utilização desta tecnologia em educação pois acredita que a aprendizagem se tornará mais dinâmica e interessante.

    20. Larissa disse:

      Este seminário sobre jogos eletrônicos, educação e comunicação deve ter sido muito bom, muitos nomes renomados participaram.

    21. Felippe disse:

      Muito bom artigo Sr. João Mattar, este seminário sobre jogos eletrônicos, juntamente com a educação e a comunicação deve ter sido fantástico, são assuntos de extrema importância nos tempos de hoje.

    22. Parabéns pelo seminário Sr. Mattar, estes seminários ainda acontecem todos os anos, gostaria de saber, excelente artigo.

    Deixe uma resposta

    O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

    *

    Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>