Especial EaD Folha

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4 respostas a Especial EaD Folha

  1. Carlos Couto disse:

    Continuo com a minha opinião (como já cursei, sei do que estou falando).. o ensino a distancia tem que ser muito bem planejado (salas com excesso de alunos, professores alocados para aulas com excesso de trabalho sem poder dar atenção devida a duvidas e outros problemas podem deixar a disciplina muito “pobre” em conteudo e o aluno prejudicado) e combinado com aulas presenciais.
    Nada supera a aula presencial (isso se o objetivo seja estudar realmente). A aula não é só o que lemos; a troca de experiência é muito valiosa.

  2. Acho que o EaD depende muito do interesse do aluno.

    Claro que uma aula a distância não se iguala a uma aula presencial, uma aula presencial o aluno tem o contato com o professor e o professor com o aluno, não há várias interpretações para aquilo que só tem uma interpretação, é difícil dar uma aula de matemática e física à distânicia. Muitas vezes o aluno não entende a complexidade e cabe ao professor ter um jogo de cintura de explicar o conceito.

    Mas há mantérias onde o ensio a distância é possível e é até mesmo mais interessante.

    Posso dizer que eu sou mais uma aluna à distância das aulas de Filosofia de CCO do que presencial. Muitas vezes fico atolada aqui no trabalho e não consigo chegar a tempo na faculdade. (Essa é uma facilidade de um ensino à distância, se for com horário marcado a aula, ela pode ser assistida de qualquer lugar, desde que vc esteja num computador e se não for com horário marcado, fica mais fácil ainda, pois eh possível acessar assim que tiver um tempo).

    O problema é que o aluno tem que fazer desse acesso uma rotina na vida dele, assim como escovar os dentes, almoçar, jantar, não há horário fixado, mas ele tem que ter o comprometimento de acessar sempre que possivel e a maior quantidade possivel.
    E em casos de dúvidas, expôr e tirá-las com o professor.

  3. Caro João e demais, de tudo o que já foi discutido até aqui sobre EAD, acredito sinceramente que no Brasil poucas instituições de Ensino Superior realmente levarão a sério o ensino à distânica. A maioria das instituições investe em EAD para baratear os custos, criar salas de aulas imensas e remunerar pessimamente os professores. É a dura realidade.
    Abraços a todos,

  4. Wanderlucy disse:

    Há muita coisa boa que se pode fazer e que tem sido feita em EAD no Brasil, da mesma forma como há muita coisa ruim. Como tudo na vida.
    Se por um lado temos os economistas oportunistas de plantão encontrando na EAD a galinha dos ovos de ouro ou a tábua de salvação para o ensino superior privado, por outro lado, temos pesquisas sendo desenvolvidas e muita gente fazendo um trabalho sério, tornando possível a formação ou a especialização de profissionais de diversas áreas que sem a oportunidade oferecida pela EAD, estariam abandonados.

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