Metodologias Ativas

Este é um post em construção que se propõe a categorizar, exemplificar e indicar fontes para diferentes tipos de metodologias ativas de ensino, que convidam os alunos a uma posição de maior responsabilidade na condução de seu processo de aprendizagem, promovendo assim sua autonomia. Pode-se dizer que a proposta de learning-by-doing representa, ao menos em parte, o que se concebe como metodologias ativas.

Talvez seja importante distinguir metodologias, em um sentido mais amplo, de técnicas, em um sentido mais pontual.

Exemplos a serem explorados:

Game-based learning – aprendizagem baseada em games
Tomado aqui em um sentido amplo, inclui o uso de mundos virtuais e simulações. Modelagem de processos e sistemas talvez possa ser classificada separadamente.

Case Studies – Estudos de Caso
Podem envolver debates e discussões.

PBL – Problem-based Learning – aprendizagem baseada em
problemas

Pode envolver brainstorm, debates e discussões.
A aprendizagem baseada em problemas pode utilizar cases, mas convém classificar as duas metodologias separadamente.
O artigo Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica sugere etapas da aplicação da ABProb.

PBL – Project-based Learning – aprendizagem baseada em projetos
É interessante notar que como projetos podem ser bastante amplos, podem incorporar, em seus processos, diversas outras metodologias ativas.
Pode-se pensar em diferentes tipos de projeto:

- Projeto construtivo: tem em vista construir algo novo, introduzindo alguma inovação, propor uma solução nova para um problema ou situação. Possui a dimensão da inventividade, seja na função, na forma ou no processo.
– Projeto investigativo: destina-se ao desenvolvimento de pesquisa sobre uma questão ou situação, mediante o emprego do método científico.
– Projeto didático (ou explicativo): procura responder questões do
tipo: “Como funciona? Para que serve? Como foi construído?” Busca
explicar, ilustrar, revelar os princípios científicos de funcionamento de
objetos, mecanismos, sistemas etc.
(Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica)

Confirma uma imagem com diferenças sugeridas entre os dois tipos de PBL:


Fonte: Project-Based Learning vs. Problem-Based Learning vs. X-BL

Há também uma comparação em Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica.

Provavelmente mais adequadamente classificados como técnicas estariam:

  • Seminários

  • Um eixo possível de categorização, que talvez possa ser concebido separadamente das metodologias e técnicas, é o de atividades individuais, em pequenos grupos e em grandes grupos.

    Importante ressaltar a importância do alinhamento entre os objetivos de aprendizagem, as metodologias de aprendizagem e atividades propostas, e os instrumentos e estratégias de avaliação.

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    ePortfólios 2015/2

    Esta é a lista de e-Portfólios apresentados no curso Inovação em Tecnologias Educacionais da Universidade Anhembi Morumbi no 2 semestre de 2015. Confira aqui os ePortfólios apresentados em 2014/2 e 2015/1.

    DANIELLA DO VAL PINHO

    EDILENE LIMA DA SILVA

    GILBERTO FREIRE BIASOTO

    KARIN REGINA DA ROCHA COSTA

    LEANDRO CARLOS DA SILVA

    MELODY PABLOS SOUZA

    PAULO FERNANDO JANUARIO

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    Tecnologias da Aprendizagem

    Participei hoje da Oficina Tecnologias da Aprendizagem na Universidade Anhembi Morumbi.

    Algumas sugestões de ferramentas.

    Padlet – um mural em branco que pode ser utilizado pelos alunos, sem necessidade de login, por exemplo para um brainstorm, uma aula inaugural etc.

    emaze – prepara apresentações dinâmicas, como alternativa ao Powerpoint. Você pode também importar e exportar arquivos de powerpoint.

    PowToon – produz animações legais muito rapidamente. A curva de aprendizagem é muito simples.

    Socrative – testes, avaliações e competições. Ferramenta ótima para utilizar em dispositivos móveis, incluindo celulares.

    Presentation Skill – isso não fez parte da oficina, mas é uma estratégia pedagógica da Laureate – orientar os alunos no desenvolvimento de apresentações orais.

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    Online Engagement and Feedback

    Estou cursando o Módulo Online Engagement and Feedback do LIU Certificate of Education Online, Hybrid and Blended Education.

    Listo aqui alguns recursos apresentados no curso.

    Miller, M. (2012, January 18). Tame the beast: Tips for designing and using rubrics. Edutopia.
    Curto post da Edutopia com algumas dicas para o uso de rubricas.

    Moodle. Scales.
    Apresentação do uso do recurso de Scales do Moodle.

    Felder, R. (n.d.). Student-centered teaching and learning. (n.d.).
    Uma revisão bibliográfica com muitas indicações de leitura sobre o tema.

    The European Students’ Union, & Education International. (2010). Student-centered learning: Toolkit for students, staff and higher education institutions.
    Uma publicação longa e rica sobre o tema.

    Sull, E. C. (2009, November 10). Taking a learner-centered approach in online courses.
    Um curto post do Faculty Focus sobre o tema.

    Apps in Education (blog).

    Edudemic: connecting education and technology (blog).

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    Linguagens de Programação

    What Code Should You Learn? - Via Who Is Hosting This: The Blog

    Source: WhoIsHostingThis.com

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    Horizon Report 2015 Universidades Brasileiras

    Está disponível online, para download gratuito, o Panorama Tecnológico NMC 2015 Universidades Brasileiras, uma publicação regional do Horizon Report.

    [photopress:NMC_2015.jpg,full,pp_image]

    O Horizon Report é uma publicação do NMC – New Media Consortium e procura mapear as tendências em tecnologia que têm o potencial de impactar a educação em um horizonte de 5 anos. Os Horizon Reports são hoje segmentados; há por exemplo relatórios voltados para a educação básica, educação superior, bibliotecas, museus e por países e regiões.

    Esta é a edição que procura mapear a influência das tecnologias nas universidades brasileiras. Aqui você pode acessar e baixar os pdfs em português e inglês. Fica também disponível online o wiki em que todo o trabalho foi realizado.

    Previmos em um horizonte de até 1 ano que as seguintes tecnologias impactarão a educação:
    * Computação na Nuvem (Cloud Computing)
    * Publicação Eletrônica
    * Aprendizagem Online
    * Redes Sociais

    Período para adoção de 2 a 3 anos:
    * Traga Seu Próprio Dispositivo (Bring Your Own Device)
    * Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom)
    * Análise da Aprendizagem (Learning Analytics)
    * Aprendizagem Móvel

    Período para adoção de 4 a 5 anos:
    * Realidade Aumentada
    * Aplicações Semânticas
    * Tradução Instantânea
    * Laboratórios Virtuais e Remotos

    Há muito mais coisas para explorar: principais tendências que aceleram a adoção de tecnologia, desafios significativos que impedem a adoção de tecnologia e desenvolvimentos importantes em tecnologia educacional. Divirtam-se!

    Tive o prazer de participar do Comitê de Especialistas de mais esta edição.

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    Transformando migrantes em residentes

    No dia 12/10/15 fiz a Conferência de Abertura da COIED 2015.

    Este foi o e-mail enviado pela Coordenação para todos os inscritos, resumindo o primeiro dia do evento.

    ***

    Ontem o dia 1 da COIED3 trouxe-nos as chamadas “butterflies in stomach”.Apesar da nossa quase veterania, abrir a cortina do palco e começar o espetáculo tem sempre disto. E ainda bem. É sinal que estamos a tentar dar o melhor, sabendo que nem sempre as coisas correm bem. “Break a leg”, diriam os amigos se de teatro se tratasse.

    O nosso tema de abertura “Ser professor digital – transformando migrantes em residentes” foi o mote para que o Professor João Mattar nos levasse a revisitar os conceitos de nativo e emigrante digital. De facto, nunca é demais lembrar que os meninos e jovens de hoje vivem num mundo digital, onde aprendem muito numa abordagem informal, mas com informação e práticas nem sempre estruturadas e orientadas.

    Um dos papéis do professor digital de hoje acaba por ser, também, o de promover a passagem das destrezas e competências informais, normalmente reduzidas, para algo mais sólido, no caminho da inclusão digital de nível superior e naturalmente para a inclusão social de todos.

    Estão os professores preparados? Alguns sim outros não, mas é uma evidência que a formação contínua nesta área é fundamental.

    Estão os alunos à altura de uma cidadania digital? Sim, estarão, se forem também eles ensinados e orientados para um uso das tecnologias digitais para além da facilitação das comunicações nas redes sociais.
    O futuro começou ontem e nós, cidadãos, encontramo-nos no centro de um processo de migração contínua para contextos constantemente renovados.

    13 de outubro 2015

    CO da COIED

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    Avaliação

    Coloquei uma provocação no meu Facebook:

    Quem trabalha especificamente com a questão da avaliação em educação? Sei que é uma pergunta que pode não fazer muito sentido, mas queria saber quais vocês consideram as referências básicas na área, no sentido de autores e especificamente livros (não artigos).

    e choveram respostas interessantes. Montei uma bibliografia sobre avaliação em educação baseada nas respostas.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 33. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio. 44. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2005.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    ESTEBAN, Maria Teresa; SILVA, Janssen Felipe; HOFFMANN, Jussara. Práticas avaliativas e aprendizagens significativa. 10. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2011.

    HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

    HADJI, Charles. A avaliação, regras do jogo. Porto: Porto Editora, 2003.

    PERRENOUD, Philippe. Da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed: 1999.

    PACHECO, José; PACHECO, Maria de Fátima. A avaliação da aprendizagem na Escola da Ponte. Wak, 2012.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Sobre notas escolares. São Paulo: Cortez, 2014.

    HADJI, Charles. Ajudar os alunos a fazer a autoregulação da sua aprendizagem: por quê? Como? São Paulo: Melo: 2011.

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    e-Portfólios 2015/1

    Esta é a lista de e-Portfólios apresentados no curso Inovação em Tecnologias Educacionais da Universidade Anhembi Morumbi no 1 semestre de 2015 e as ferramentas usadas. Confira aqui a lista dos e-portfólios apresentados em 2014/2.

    Alexandra Sin – Wix

    Carolina Wolff – Wix

    Jacqueline Florêncio – Jimdo

    Klaibert Miranda – Kuarto

    Michele Pires – Simple Site

    Paula Ynemine – Wix

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    Games & Gamificação em Línguas

    Uma seleção de links sobre tecnologia educacional, educação a distância e o uso de games e de gamificação, especialmente no ensino de línguas.

    Vídeo da Sherry Tukle que problematiza o uso de redes sociais e dispositivos móveis na atualidade:

    Dois artigos clássicos do Marc Prensky em que ele desenvolve os conceitos de nativos e imigrantes digitais:

    Digital Natives, Digital Immigrants

    Do they really think differently?

    Horizon Report, relatórios que procuram prever como as tecnologias tendem a impactar a educação em um horizonte de 5 anos.

    Professor que utiliza games como apoio para atividades de escrita em inglês:

    Games para Inglês

    Games for Language

    MindSnacks

    LetterBlox

    Arcademics

    Ferramentas para construção de aplicativos para dispositivos móveis sem a necessidade de saber programar:

    Como

    Fábrica de Aplicativos

    MobileL

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