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INTRO TO COMPUTER SCIENCE I (CS 161)

Registrei neste blog diversos percursos de estudo. Começo agora mais um, uma graduação em Computer Science na Oregon State University. Neste post cubro o material e as atividades da primeira disciplina, CS 161 – Introduction to Computer Science I.

Alguns links:
cplusplus.com/ – site com dicas para programação em C++
C++ Programming Tutorials Playlist no YouTube
Cprogramming.com – tutoriais de programação em C++
LearnCpp.com – site de programação em C++
Teach Yourself C++ in 21 Days 2nd ed

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Conhecimentos Docentes

“Se o conhecimento docente fosse organizado em um manual, uma enciclopédia ou algum outro formato de sistematização do conhecimento, como seriam os títulos das categorias? No mínimo, incluiriam:

— conhecimento do conteúdo;

— conhecimento pedagógico geral, com referência especial àqueles princípios e estratégias amplos de gestão e organização da sala de aula que parecem transcender o conteúdo;

— conhecimento curricular, com compreensão específica dos materiais e programas que servem como “ferramentas de ofício” para os professores;

— conhecimento pedagógico do conteúdo, esse amálgama especial de conteúdo e pedagogia, que o domínio exclusivo dos professores, sua própria forma especial de compreensão profissional;

— conhecimento dos alunos e de suas características;

— conhecimento dos contextos educacionais, desde o funcionamento do grupos ou das salas de aula, a governança e o financiamento dos distritos escolares, até as características das comunidades e das culturas; e

— conhecimento dos objetivos, propósitos e valores educacionais e seus fundamentos filosóficos e históricos.

Entre essas categorias, o conhecimento pedagógico do conteúdo reveste-se de interesse especial, pois identifica os campos de conhecimento específicos do ensino. Representa a mistura de conteúdo e pedagogia em uma compreensão de como determinados tópicos, problemas ou questões são organizados, representados e adaptados aos interesses e habilidades diversificados dos alunos, e apresentados para o ensino. O conhecimento pedagógico do conteúdo é a categoria mais apropriada para distinguir a compreensão do especialista em conteúdo da compreensão do pedagogo.” (SHULMAN, 1987, p. 8, trad. João Mattar)

SHULHMAN, L. Knowledge and teaching: Foundations of the new reform. Harvard Educational Review, v. 57, n. 1, 1–23, 1987.

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Ética na Pesquisa

O Sistema CEP/CONEP é formado por Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). Foi instituído em 1996 para proceder a análise ética de projetos de pesquisa envolvendo seres humanos no Brasil. Este processo é baseado em uma série de resoluções e normativas deliberados pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. O atual sistema possui como fundamentos o controle social, exercido pela ligação com o CNS, capilaridade, na qual mais de 98% das análises e decisões ocorrem a nível local pelo trabalho dos comitês de ética em pesquisa (CEP) e o foco na segurança, proteção e garantia dos direitos dos participantes de pesquisa. A maioria dos processos relacionados à análise ética ocorre em ambiente eletrônico por meio da ferramenta eletrônica chamada Plataforma Brasil, que traz diversas orientações e documentos sobre os procedimentos para solicitar autorização para a realização de pesquisas. Este é um tutorial da versão 3.0 da Plataforma Brasil, mas há também no site diversos Manuais, além de históricos das versões, Cartas Circulares, Resoluções e Normativas. É também possível consultar no site os Comitês de Ética por região, estado e município, fazer buscas por pesquisas aprovadas ou confirmar aprovações.

Há um Manual de Orientações importante: Pendências frequentes em Protocolos de Pesquisa Clínica.

O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) é o documento que, além de explicar os detalhes da pesquisa (justificativa, objetivos, procedimentos, desconfortos, riscos, benefícios, grupos de alocação, entre outros aspectos), também deve informar e assegurar os direitos dos participantes. O TCLE é o motivo mais frequente de pendências emitidas pela Conep, principalmente por redação inadequada do documento, informações insuficientes ou falha em assegurar os direitos dos participantes da pesquisa.

O TCLE deve ser conciso e de fácil compreensão por um indivíduo leigo. Não é desejável que o documento seja longo, com procedimentos excessivamente detalhados e com construções gramaticais complexas. Diversas pendências são geradas por causa da utilização de termos técnicos inacessíveis a um leigo ou traduções inapropriadas de termos e expressões de outra língua para o Português. As pendências mais frequentemente relacionadas à redação do TCLE estão descritas a seguir: utilizar linguagem inacessível, realizar tradução de forma inapropriada, redigir o TCLE no formato de declaração (o termo de consentimento é um documento que deve ser redigido no formato de convite; contudo, é aceitável que a parte final do TCLE, em que estão os campos de assinatura e na qual participante manifesta o seu desejo, esteja escrita como declaração), Empregar o termo “sujeito de pesquisa” (o correto é “participante de pesquisa”), adotar título inadequado no documento, omitir a informação acerca da liberdade de retirada do consentimento, omitir informação acerca do direito a ter uma via do TCLE, utilizar a palavra “CÓPIA” (o correto é VIA).

O TCLE deve trazer a garantia de que os dados que permitem a identificação do participante da pesquisa serão mantidos confidenciais a fim de preservar a privacidade e não provocar danos. O TCLE deve conter os meios de contato com o pesquisador responsável.

É frequente o TCLE não trazer informações do CEP e da Conep ao participante de pesquisa. Tais informações são relevantes porque o participante de pesquisa (ou seu responsável legal) pode querer entrar em contato com o CEP (ou com a Conep, quando for o caso) para esclarecimento de dúvidas, reclamar ou fazer denúncia

Crianças, adolescentes e pessoas incapazes “estão em situação de vulnerabilidade, isto é, não estão em condições de tomar decisões sozinhas ou podem sofrer influência na hora de decidir se querem ou não ser participantes de pesquisa. Nesses casos, os pais ou responsáveis legais dessas pessoas devem assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os participantes de pesquisa que se encaixam nessas situações têm o direito de serem informados sobre os procedimentos de que 3 vão participar, até onde forem capazes de entender, e não devem nunca ser forçados a aceitar. Para isso, pode ser apresentado a esses participantes um Termo de Assentimento, que se parece com um TCLE, mas é escrito conforme a capacidade de compreensão dos participantes.” (Cartilha do Participante em Pesquisa, ago. 2015).

Cronograma: não apresentar data de início do estudo anterior à tramitação no Sistema CEP/Conep, discriminar as etapas da pesquisa.

Dúvidas?
O site tem FAQs, local para enviar e-mail e fazer chat.
Telefone: 136, opção 8 e opção 9, solicitar ao atendente suporte Plataforma Brasil. Atendimento Telefônico de 08h às 20h, horário de Brasília de segunda a sexta.

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ASU Online

Hoje almocei com o professor Litto, presidente da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância, e ele me sugeriu dar uma pesquisada em cursos online oferecidos pela Arizona State University. Os cursos online são oferecidos pela ASU Online.

Cá estou eu surfando na grande lista de cursos de graduação, pós-graduação lato sensu, MBAs, mestrados e doutorados online. Alguns que separei para olhar com mais calma:

Há duas graduações em Psicologia online: um BA (Bachelor of Arts) e um BS (Bachelor of Science). Os dois têm praticamente o mesmo número de disciplinas, mas é possível fazer o BA com mais rapidez do que o normal (Fast Track) e o BS tem um foco adicional em matemática e ciências. Eu me interesso há muito tempo pela estrutura e pelas características de cursos online de graduação em Psicologia, mesmo porque no Brasil não é permitido, pelo menos até agora.

Olha que curso de especialização genial:
Online Advanced Analytics in Higher Education Graduate Certificate
O curso tem 6 disciplinas:
HED 603: Foundation of Data Analytics in Higher Education
HED 604: Analytics Process and Technology in Higher Education
HED 605: Data Management and Preparation for Higher Ed Analytics
HED 606: Advanced Analytic Methods for Higher Ed
HED 607: Visualization and Presentation for Higher Ed
HED 608: Trends in Advanced Analytic Methods for Higher Education
e é um show de bola para preparar um profissional para apresentar as estratégias de analytics especificamente para a educação superior. Só não faço porque tenho algumas outras prioridades no momento.

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Todo o Dinheiro do Mundo

Assisti hoje o filme baseado no livro de John Pearson e dirigido por Ridley Scott.

Eu não conhecia a história em detalhes, mas é impressionante a frieza do avô (J. Paul Getty, estrelado por Christopher Plummer) e o envolvimento da mãe (Gail Harris, estrelado por Michelle Williams) para resolver o sequestro do filho, John Paul Getty III (estrelado por Charlie Plummer), que tem parte de uma orelha decepada e enviada pelos sequestradores para apressar o pagamento do resgate.

Esta é uma foto da mãe chegando com o filho a um distrito policial em 1973.


Foto: Giuseppe Anastasi / AP

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Research Methods in Education

COHEN, Louis; MANION, Lawrence; MORRISON, Keith. Research methods in education. 7th ed. New York: Routledge, 2013. Resenha (em construção) de João Mattar.

Um livro que tem mais de 33.000 citações no Google Acadêmico e que aborda a metodologia da pesquisa especificamente no campo da educação.

Já há uma oitava edição que tem Companion Website, com arquivos de PowerPoint, materiais adicionais (incluindo exemplos, estudos de caso e links), arquivos para SPSS e NVivo e tabelas e figuras do livro para download. Alguns capítulos da 7. ed. foram excluídos.

PART 1: The context of educational research
1 The nature of enquiry: setting the field;
2 Mixed methods research; (não tem na 7. ed.)
3 Critical educational research;
4 Theory in educational research; (não tem na 7. ed.)
5 Evaluation and research;
6 The search for causation

PART 2: Research design
7 The ethics of educational and social research;
8 Ethics in Internet research; (não tem na 7. ed.)
9 Choosing a research project;
10 Research questions; (não tem na 7. ed.)
11 Research design and planning; (tem outro nome na 7. ed.)
12 Sampling;
13 Sensitive educational research;
14 Validity and reliability

PART 3: Methodologies for Educational Research
15 Qualitative, naturalistic and ethnographic research;
16 Historical and documentary research, Jane Martin;
17 Surveys, longitudinal, cross-sectional and trend studies;
18 Internet surveys; (não tem na 7. ed.)
19 Case studies;
20 Experiments;
21 Meta-analysis, systematic reviews and research syntheses, Harsh Suri;
22 Action research;
23 Virtual worlds, social network software and netography in educational research, Stewart Martin

PART 4: Methods of Data Collection
24 Questionnaires;

25 Interviews;
(resenha da 7. ed.)
Podem ser classificadas de diversas maneiras, como por exemplo em função da maior ou menor estrutura, se são mais qualitativas ou quantitativas, em relação aos seus objetivos, individuais ou em grupo etc.
Grupo focal é um tipo de entrevista em grupo, em que o entrevistador atua menos em perguntas e interação com o grupo, mas provoca a interação entre seus membros. O objetivo é que a visão dos participantes emerja. Para alguns autores, os membros do grupo devem ser desconhecidos entre si. Para os autores, apesar de virem sendo utilizadas com mais frequência em educação, ainda é uma estratégia menos utilizada do que em outras áreas.

26 Observation;
A observação participante requer que o pesquisador seja um membro empático e sensível de um grupo, para ter acesso aos comportamentos e às atividades por dentro, ao mesmo tempo em que atue como um pesquisador com um nível de distanciamento. Seria de alguma maneira esquizofrênico, pois tem que equilibrar participação para absorver a situação com distanciamento suficiente para observar e analisá-la.
Há níveis de participação, de participante total, participante como observador, observador como participante até observador total.

27 Tests;
28 Using secondary data in educational research; (não tem na 7. ed.)
29 Personal constructs, Richard Bell;
30 Role play and research, Carmel O’Sullivan;
31 Visual media in educational research

PART 5: Data Analysis and Reporting
32 Approaches to qualitative data analysis;
33 Organizing and presenting qualitative data;
34 Coding and content analysis;
35 Discourses: conversations, narratives and autobiographies as texts;
36 Analyzing visual media;
37 Grounded theory;
39 Statistical significance, effect size and statistical power; (não tem na 7. ed.)
40 Descriptive statistics;
41 Inferential statistics: difference tests; (na 7. ed. há apenas 1 cap. sobre Inferential statistics)
42 Inferential statistics: Regression analysis and standardization;
43 Factor analysis, cluster analysis and structural equation modelling;
44 Choosing a statistical test;
45 Beyond mixed methods: using Qualitative Comparative Analysis (QCA) to integrate cross-case and within-case analyses, Barry Cooper and Judith Glaesser (não tem na 7. ed.)

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The coding manual for qualitative researchers

SALDAÑA, Johnny. The coding manual for qualitative researchers. 3rd ed. London: Sage, 2016. Resenha de João Mattar.

Vou ampliar a resenha dinamicamente.

Um livro com mais de 14.000 citações no Google Acadêmico que propõe diferentes estratégias de codificação e categorização para a análise de dados.

Primeira edição, de 2009, está disponível online.

Capítulo 1 da 3. ed. disponível online.

Chapter One: An Introduction to Codes and Coding
Este capítulo apresenta os propósitos e objetivos de The Coding Manual for Qualitative Researchers. Em seguida, fornece definições e exemplos de códigos e categorias e suas funções na análise de dados qualitativos. Os procedimentos e a mecânica de codificação são abordados em seguida, juntamente com discussões de softwares analíticos e colaboração em equipe. O capítulo conclui com reflexões sobre os atributos necessários para o pesquisador e o papel do método na codificação.

A codificação é apenas uma maneira de analisar dados qualitativos, não a única.

Há momentos em que a codificação dos dados é absolutamente necessária, e momentos em que é inadequada para o estudo em questão.

De modo algum este manual é um recurso exaustivo.

São apresentados neste edição 33 métodos para codificação.

Deve-se codificar dados tanto durante como depois da sua coleta.

Código e categoria são dois componentes distintos da análise de dados. O autor defende que os códigos qualitativos são elementos de captação de essências e elementos essenciais da história de pesquisa que, agrupados de acordo com similaridade e regularidade (ou seja, um padrão), facilitam ativamente o desenvolvimento de categorias e, portanto, a análise de suas conexões. Caminharíamos, portanto, de códigos a categorias, relacionamentos, proposições etc… De códigos e categorias a teoria – temática, conceitual e teórica.

Deve-se também recodificar e recategorizar.

Além de codificar com palavras e frases curtas, não devemos perder a oportunidade de “pré-codificar” ao circular, destacar, negritar, sublinhar ou colorir citações ou passagens de participantes ricas ou significativas que nos chamam a atenção – aqueles “momentos codificáveis” dignos de atenção .

Devemos começar a codificar à medida que coletamos e formatamos nossos dados, não depois que todo o trabalho de campo tenha sido concluído.

Podemos utilizar, por exemplo, recursos do Word – comentários, colunas, cores etc. e do Excel.

O capítulo menciona também vários CAQDAS Computer-Assisted Qualitative Data Analysis software – coloquei em negrito os que quis destacar:

AnSWR
AnSWR is an acronym for Analysis Software for Word-based Records, a free program developed by the Centers for Disease Control and Prevention in the U.S. The software is designed for large-scale team projects that may also include quantitative components for mixed methods studies. Another free software program for small-scale projects is offered on the site: CDC EZ-Text.

AQUAD
AQUAD is open-source freeware available in several languages (English, German, Spanish). The program can code texts, video, audio, and photographs. It includes Boolean search functions and touts its ability to conduct sequential analyses.

ATLAS.ti
ATLAS.ti is one of the major commercial CAQDAS programs internationally. It can code texts and media with unique accompanying analytic features such as Network Editor, Word Cruncher, and Object Crawler. ATLAS.ti is available in Windows and Mac versions, with mobile versions for the iPad and Android.

CAT
CAT is an acronym for Coding Analysis Toolkit, a free, open-source web program sponsored by the University Center for Social and Urban Research at the University of Pittsburgh, and QDAP-UMass in the College of Social and Behavioral Sciences at the University of Massachusetts-Amherst. CAT works with text-based data analyzed by single users or teams. CAT can merge with ATLAS.ti coding.

Dedoose
Dedoose is a web-based, commercial program for text and media analyses, especially for mixed methods studies. The software has been called “intuitive” by several of its users, and Dedoose can be used by teams for collaborative work. The website includes several tutorial videos, a user guide download, and an extensive FAQ page.

DiscoverText
DiscoverText is a cloud-based commercial program that touts itself as a “Swiss army knife” for analyzing text. In addition to user texts, the program can retrieve data from social media such as Twitter, WordPress, Facebook pages, and YouTube comments. A limited feature version of DiscoverText is available free of charge.

HyperRESEARCH
HyperRESEARCH is a cross-platform, commercial data analysis program for texts and media. It includes multiple features for qualitative display and analysis such as code books and code maps. The company also handles the program HyperTRANSCRIBE.

INTERACT

MAXQDA
MAXQDA is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows, with an app for mobile devices. The software can be used with text and media data and includes unique features such as emoticodes, MAXMaps, tag clouds, and the Code Relations Browser.

NVivo
NVivo is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows. The software can be applied with text and media data for mixed methods studies, and provides an array of visual analytic representations. The company conducts multiple webinars and live workshops about its products, and offers transcription services.

QDA Miner
QDA Miner works with documents and still images for mixed methods studies. The software offers unique visual analytic tools for display such as geotagging, time-tagging, and heatmaps. Provalis Research provides other content analysis products such as ProSuite and WordStat that can accompany QDA Miner.

Qualrus
Qualrus is a commercial program that can be used with text and media data. It includes basic analytic functions for small-scale studies and features QTools for more advanced analytic work.

Quirkos
Quirkos, an elegant commercial program, focuses on text analysis. The software can import various types of text files (Word, PowerPoint, PDF, etc.) for coding. Codes are represented both by user-assigned color stripes and by concurrent visual graphics.

Transana
Transana, a cross-platform commercial program developed at the University of Wisconsin-Madison Center for Education Research, is designed exclusively for the analysis of video, audio, transcribed, and still image data. The program can code, categorize, and store analytic memos as analysis progresses.

V-Note
V-Note is a commercial video coding and analysis program in Mac and Windows formats with editing, looping, and other features to enable transcription and concurrent comments. V-Note is also available for iPad.

Weft QDA
Weft QDA is a free, open-source program for the coding and basic analysis of text. It is an older program offered “as is” without customer support, but may serve for small-scale projects.

WordStat
WordStat is a commercial program designed for content analysis and text mining. The software features dictionary moderation and an integrated thesaurus among other capabilities. Provalis Research provides other analysis products such as Simstat and QDA Miner that can accompany WordStat.

O autor destaca a importância de se codificar de forma colaborativa. Não existe uma porcentagem padrão ou de base de concordância entre pesquisadores qualitativos, mas a faixa de 80-90% parece ser uma referência mínima para aqueles mais preocupados com uma estatística de evidência. Os CAQDAS selecionados incluem medidas como o coeficiente kappa, o r de Pearson e outras queries de comparação de codificação como funções de cálculo para o acordo intercodificadores.

Chapter Two: Writing Analytic Memos About Narrative and Visual Data

Existe uma heurística que acompanha o processo de codificação – a redação de notas analíticas (memos).

Paralelamente à coleta de dados, ocorrem momentos de insight.

Podemos também codificar e categorizar notas analíticas. Notas analíticas geram códigos e categorias.

O capítulo aborda também as notas analíticas sobre dados visuais.

Chapter Three: First Cycle Coding Methods

The Coding Cycles 45
Selecting the Appropriate Coding Method(s) 47
Various perspectives on coding decisions 47
“Generic” coding methods 48
Paradigmatic, conceptual, and methodological considerations 48
Coding and a priori goals 49
Coding in mixed methods studies 49
New and hybrid coding schemes 50
General criteria for coding decisions 50
Overview of First Cycle Coding Methods 51
The Coding Methods Profiles 52
Sources 52
Description 52
Applications 52
Example 52
Analysis 53
Notes 54

Grammatical Methods

Attribute Coding
Metadados. A codificação por atributos é a notação, geralmente no início de um conjunto de dados em vez de incorporado dentro dele, de informações descritivas básicas, tais como: a configuração do trabalho de campo (por exemplo, nome da escola, cidade, país), características do participante ou dados demográficos (por exemplo, idade, gênero, etnia, saúde), formato de dados (por exemplo, transcrição da entrevista, nota de campo, documento), cronograma (por exemplo, 2007, maio de 2005, 8:00-10:00) e outras variáveis de interesse para análise quantitativa e algumas aplicações de análise quantitativa.

Magnitude Coding
Magnitude. A codificação por magnitude consiste de e adiciona um código ou subcódigo alfanumérico ou simbólico suplementar a um dado ou categoria codificada existente para indicar sua intensidade, frequência, direção, presença ou conteúdo avaliador.

Subcoding
Segundo nível de codificação. Ex.: Casa-xxx, Casa-yyy.

Simultaneous Coding
A codificação simultânea é a aplicação de dois ou mais códigos diferentes para um único dado qualitativo, ou a ocorrência sobreposta de dois ou mais códigos aplicados a unidades sequenciais de dados qualitativos.

Elemental Methods

Structural Coding
Pergunta que organiza os dados.

Descriptive Coding
Palavra ou frase. A codificação descritiva resume em uma palavra ou frase curta – na maioria das vezes como um substantivo – o tópico básico de uma passagem de dados qualitativos.

In Vivo Coding
Palavras ou pequenas frases dos próprios participantes. Palavra ou frase curta da linguagem efetiva encontrada no registro de dados qualitativos, os termos usados pelos próprios participantes.

Process Coding
Gerúndios para conotar ação nos dados.

Initial Coding
Primeira divisão dos dados (pode usar outros métodos).

Concept Coding
Nível de significado meso ou macro (sentido mais abstrato ou analítico).

Affective Methods

Emotion Coding
Emoção.

Values Coding
Valores, atitudes e crenças dos participantes, representando suas perspectivas ou visão de mundo.

Versus Coding
Codificar por versus (contra) identifica em termos binários os indivíduos, grupos, sistemas sociais, organizações, fenômenos, processos, conceitos, etc. em conflito direto entre si.

Evaluation Coding
Avaliação.

Literary and Language Methods

Dramaturgical Coding
Vida como teatro.

Motif Coding
Codificação por tema é a aplicação em dados qualitativos de códigos de indexação previamente desenvolvidos ou originais usados para classificar tipos e elementos de contos populares, mitos e lendas.

Narrative Coding
Narrativa literária.

Verbal Exchange Coding
Trocas verbais.

Exploratory Methods

Holistic Coding
Código que cobre grande parte de material.

Provisional Coding
Categorias prévias.

Hypothesis Coding
Hipóteses baseadas em teorias.

Procedural Methods
Métodos prescritivos.

Protocol Coding
Codificação por protocolo é a coleta e, em particular, a codificação de dados qualitativos de acordo com um sistema pré-estabelecido, recomendado, padronizado ou prescrito.

OCM (Outline of Cultural Materials) Coding
Desenvolvido em meados do século XX por cientistas sociais da Universidade de Yale como um índice temático para antropólogos e arqueólogos.

Domain and Taxonomic Coding
A codificação por domínio e taxonômica é um método etnográfico para descobrir o conhecimento cultural que as pessoas usam para organizar seus comportamentos e interpretar suas experiências.

Causation Coding
Extrair crenças de relações causais dos participantes.

Themeing the Data
Criar temas

O capítulo faz ainda breve reflexões sobre metarresumos e metassínteses.

Chapter Four: After First Cycle Coding

Eclectic Coding
Combinação de estratégias já indicadas.

Codificar por mapeamento, codificar por paisagem (landscaping), diagramas, quadros e tabelas etc.

Chapter Five: Second Cycle Coding Methods

Os métodos de codificação de Segundo Ciclo, se necessário, são formas avançadas de reorganizar e reanalisar dados codificados através dos métodos do Primeiro Ciclo. O objetivo primário durante a codificação do Segundo Ciclo, se necessário, é desenvolver uma sensação de organização categórica, temática, conceitual e/ou teórica de sua matriz de códigos de Primeiro Ciclo.

Pattern Coding
A codificação por padrão desenvolve o “metacódigo” – o rótulo da categoria que identifica dados codificados de forma semelhante. Os códigos de padrões não só organizam o corpus, mas tentam atribuir significado a essa organização.

Focused Coding
A codificação por foco categoriza dados codificados baseado em semelhança temática ou conceitual.

Axial Coding
A codificação axial descreve as propriedades e dimensões de uma categoria e explora como as categorias e as subcategorias se relacionam entre si.

Theoretical Coding
A codificação teórica avança para descobrir a categoria central/nuclear que identifica o tema principal da pesquisa.

Elaborative Coding
A codificação elaborativa baseia-se nos códigos, categorias e temas de um estudo anterior, quando um estudo atual e relacionado está em andamento. Este método emprega dados qualitativos adicionais para apoiar ou modificar as observações do pesquisador desenvolvidas em um projeto anterior. Codificação de cima para baixo.

Longitudinal Coding
A codificação longitudinal é a atribuição de processos de mudança selecionados a dados qualitativos coletados e comparados ao longo do tempo. As matrizes organizam observações de campo, transcrições de entrevistas e fragmentos de documentos em categorias temporais semelhantes que permitem a análise e a reflexão do pesquisador sobre suas semelhanças e diferenças de um período de tempo para outro.

Chapter Six: After Second Cycle Coding
Caminho dos códigos para categorias, temas, conceitos e teorias.

Appendix A: A Glossary of Coding Methods
Flashcards

Appendix B: A Glossary of Analytic Recommendations
Flashcards

Appendix C: Field Note, Interview Transcript, and Document Samples for Coding

Appendix D: Exercises and Activities for Coding and Qualitative Data Analytic Skill Development

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1 Milhão de Anos em 1 Hora

Ontem fui assistir à peça 1 Milhão de Anos em 1 Hora com o Bruno Motta, no Teatro Morumbi Shopping.

É uma versão da peça da Brodway de Colin Quinn: Long Story Short, que passa pela história de vários povos da humanidade (gregos, romanos, alemães, russos, argentinos e, é claro, brasileiros) com várias piadas, inclusive sobre as diferentes formas das rezas nas religiões. Não curto muito comédia, mas é sempre bom ir no teatro e dar um pouco de risada, além de repassar, em 1 hora e pouco, a história da humanidade!

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The Post

Ontem fui assistir The Post, do Spielberg, com a Meryl Streep e o Tom Hanks, que apresenta uma trama que resulta em um julgamento pela Suprema Corte norte-americana em que a liberdade de imprensa vence a exigência de sigilo de documentos por parte do governo.

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