Research Methods in Education

COHEN, Louis; MANION, Lawrence; MORRISON, Keith. Research methods in education. 7th ed. New York: Routledge, 2013. Resenha (em construção) de João Mattar.

Um livro que tem mais de 33.000 citações no Google Acadêmico e que aborda a metodologia da pesquisa especificamente no campo da educação.

Já há uma oitava edição que tem Companion Website, com arquivos de PowerPoint, materiais adicionais (incluindo exemplos, estudos de caso e links), arquivos para SPSS e NVivo e tabelas e figuras do livro para download. Alguns capítulos da 7. ed. foram excluídos.

PART 1: The context of educational research
1 The nature of enquiry: setting the field;
2 Mixed methods research; (não tem na 7. ed.)
3 Critical educational research;
4 Theory in educational research; (não tem na 7. ed.)
5 Evaluation and research;
6 The search for causation

PART 2: Research design
7 The ethics of educational and social research;
8 Ethics in Internet research; (não tem na 7. ed.)
9 Choosing a research project;
10 Research questions; (não tem na 7. ed.)
11 Research design and planning; (tem outro nome na 7. ed.)
12 Sampling;
13 Sensitive educational research;
14 Validity and reliability

PART 3: Methodologies for Educational Research
15 Qualitative, naturalistic and ethnographic research;
16 Historical and documentary research, Jane Martin;
17 Surveys, longitudinal, cross-sectional and trend studies;
18 Internet surveys; (não tem na 7. ed.)
19 Case studies;
20 Experiments;
21 Meta-analysis, systematic reviews and research syntheses, Harsh Suri;
22 Action research;
23 Virtual worlds, social network software and netography in educational research, Stewart Martin

PART 4: Methods of Data Collection
24 Questionnaires;

25 Interviews;
(resenha da 7. ed.)
Podem ser classificadas de diversas maneiras, como por exemplo em função da maior ou menor estrutura, se são mais qualitativas ou quantitativas, em relação aos seus objetivos, individuais ou em grupo etc.
Grupo focal é um tipo de entrevista em grupo, em que o entrevistador atua menos em perguntas e interação com o grupo, mas provoca a interação entre seus membros. O objetivo é que a visão dos participantes emerja. Para alguns autores, os membros do grupo devem ser desconhecidos entre si. Para os autores, apesar de virem sendo utilizadas com mais frequência em educação, ainda é uma estratégia menos utilizada do que em outras áreas.

26 Observation;
A observação participante requer que o pesquisador seja um membro empático e sensível de um grupo, para ter acesso aos comportamentos e às atividades por dentro, ao mesmo tempo em que atue como um pesquisador com um nível de distanciamento. Seria de alguma maneira esquizofrênico, pois tem que equilibrar participação para absorver a situação com distanciamento suficiente para observar e analisá-la.
Há níveis de participação, de participante total, participante como observador, observador como participante até observador total.

27 Tests;
28 Using secondary data in educational research; (não tem na 7. ed.)
29 Personal constructs, Richard Bell;
30 Role play and research, Carmel O’Sullivan;
31 Visual media in educational research

PART 5: Data Analysis and Reporting
32 Approaches to qualitative data analysis;
33 Organizing and presenting qualitative data;
34 Coding and content analysis;
35 Discourses: conversations, narratives and autobiographies as texts;
36 Analyzing visual media;
37 Grounded theory;
39 Statistical significance, effect size and statistical power; (não tem na 7. ed.)
40 Descriptive statistics;
41 Inferential statistics: difference tests; (na 7. ed. há apenas 1 cap. sobre Inferential statistics)
42 Inferential statistics: Regression analysis and standardization;
43 Factor analysis, cluster analysis and structural equation modelling;
44 Choosing a statistical test;
45 Beyond mixed methods: using Qualitative Comparative Analysis (QCA) to integrate cross-case and within-case analyses, Barry Cooper and Judith Glaesser (não tem na 7. ed.)

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The coding manual for qualitative researchers

SALDAÑA, Johnny. The coding manual for qualitative researchers. 3rd ed. London: Sage, 2016. Resenha de João Mattar.

Vou ampliar a resenha dinamicamente.

Um livro com mais de 14.000 citações no Google Acadêmico que propõe diferentes estratégias de codificação e categorização para a análise de dados.

Primeira edição, de 2009, está disponível online.

Capítulo 1 da 3. ed. disponível online.

Chapter One: An Introduction to Codes and Coding
Este capítulo apresenta os propósitos e objetivos de The Coding Manual for Qualitative Researchers. Em seguida, fornece definições e exemplos de códigos e categorias e suas funções na análise de dados qualitativos. Os procedimentos e a mecânica de codificação são abordados em seguida, juntamente com discussões de softwares analíticos e colaboração em equipe. O capítulo conclui com reflexões sobre os atributos necessários para o pesquisador e o papel do método na codificação.

A codificação é apenas uma maneira de analisar dados qualitativos, não a única.

Há momentos em que a codificação dos dados é absolutamente necessária, e momentos em que é inadequada para o estudo em questão.

De modo algum este manual é um recurso exaustivo.

São apresentados neste edição 33 métodos para codificação.

Deve-se codificar dados tanto durante como depois da sua coleta.

Código e categoria são dois componentes distintos da análise de dados. O autor defende que os códigos qualitativos são elementos de captação de essências e elementos essenciais da história de pesquisa que, agrupados de acordo com similaridade e regularidade (ou seja, um padrão), facilitam ativamente o desenvolvimento de categorias e, portanto, a análise de suas conexões. Caminharíamos, portanto, de códigos a categorias, relacionamentos, proposições etc… De códigos e categorias a teoria – temática, conceitual e teórica.

Deve-se também recodificar e recategorizar.

Além de codificar com palavras e frases curtas, não devemos perder a oportunidade de “pré-codificar” ao circular, destacar, negritar, sublinhar ou colorir citações ou passagens de participantes ricas ou significativas que nos chamam a atenção – aqueles “momentos codificáveis” dignos de atenção .

Devemos começar a codificar à medida que coletamos e formatamos nossos dados, não depois que todo o trabalho de campo tenha sido concluído.

Podemos utilizar, por exemplo, recursos do Word – comentários, colunas, cores etc. e do Excel.

O capítulo menciona também vários CAQDAS Computer-Assisted Qualitative Data Analysis software – coloquei em negrito os que quis destacar:

AnSWR
AnSWR is an acronym for Analysis Software for Word-based Records, a free program developed by the Centers for Disease Control and Prevention in the U.S. The software is designed for large-scale team projects that may also include quantitative components for mixed methods studies. Another free software program for small-scale projects is offered on the site: CDC EZ-Text.

AQUAD
AQUAD is open-source freeware available in several languages (English, German, Spanish). The program can code texts, video, audio, and photographs. It includes Boolean search functions and touts its ability to conduct sequential analyses.

ATLAS.ti
ATLAS.ti is one of the major commercial CAQDAS programs internationally. It can code texts and media with unique accompanying analytic features such as Network Editor, Word Cruncher, and Object Crawler. ATLAS.ti is available in Windows and Mac versions, with mobile versions for the iPad and Android.

CAT
CAT is an acronym for Coding Analysis Toolkit, a free, open-source web program sponsored by the University Center for Social and Urban Research at the University of Pittsburgh, and QDAP-UMass in the College of Social and Behavioral Sciences at the University of Massachusetts-Amherst. CAT works with text-based data analyzed by single users or teams. CAT can merge with ATLAS.ti coding.

Dedoose
Dedoose is a web-based, commercial program for text and media analyses, especially for mixed methods studies. The software has been called “intuitive” by several of its users, and Dedoose can be used by teams for collaborative work. The website includes several tutorial videos, a user guide download, and an extensive FAQ page.

DiscoverText
DiscoverText is a cloud-based commercial program that touts itself as a “Swiss army knife” for analyzing text. In addition to user texts, the program can retrieve data from social media such as Twitter, WordPress, Facebook pages, and YouTube comments. A limited feature version of DiscoverText is available free of charge.

HyperRESEARCH
HyperRESEARCH is a cross-platform, commercial data analysis program for texts and media. It includes multiple features for qualitative display and analysis such as code books and code maps. The company also handles the program HyperTRANSCRIBE.

INTERACT

MAXQDA
MAXQDA is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows, with an app for mobile devices. The software can be used with text and media data and includes unique features such as emoticodes, MAXMaps, tag clouds, and the Code Relations Browser.

NVivo
NVivo is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows. The software can be applied with text and media data for mixed methods studies, and provides an array of visual analytic representations. The company conducts multiple webinars and live workshops about its products, and offers transcription services.

QDA Miner
QDA Miner works with documents and still images for mixed methods studies. The software offers unique visual analytic tools for display such as geotagging, time-tagging, and heatmaps. Provalis Research provides other content analysis products such as ProSuite and WordStat that can accompany QDA Miner.

Qualrus
Qualrus is a commercial program that can be used with text and media data. It includes basic analytic functions for small-scale studies and features QTools for more advanced analytic work.

Quirkos
Quirkos, an elegant commercial program, focuses on text analysis. The software can import various types of text files (Word, PowerPoint, PDF, etc.) for coding. Codes are represented both by user-assigned color stripes and by concurrent visual graphics.

Transana
Transana, a cross-platform commercial program developed at the University of Wisconsin-Madison Center for Education Research, is designed exclusively for the analysis of video, audio, transcribed, and still image data. The program can code, categorize, and store analytic memos as analysis progresses.

V-Note
V-Note is a commercial video coding and analysis program in Mac and Windows formats with editing, looping, and other features to enable transcription and concurrent comments. V-Note is also available for iPad.

Weft QDA
Weft QDA is a free, open-source program for the coding and basic analysis of text. It is an older program offered “as is” without customer support, but may serve for small-scale projects.

WordStat
WordStat is a commercial program designed for content analysis and text mining. The software features dictionary moderation and an integrated thesaurus among other capabilities. Provalis Research provides other analysis products such as Simstat and QDA Miner that can accompany WordStat.

O autor destaca a importância de se codificar de forma colaborativa. Não existe uma porcentagem padrão ou de base de concordância entre pesquisadores qualitativos, mas a faixa de 80-90% parece ser uma referência mínima para aqueles mais preocupados com uma estatística de evidência. Os CAQDAS selecionados incluem medidas como o coeficiente kappa, o r de Pearson e outras queries de comparação de codificação como funções de cálculo para o acordo intercodificadores.

Chapter Two: Writing Analytic Memos About Narrative and Visual Data

Existe uma heurística que acompanha o processo de codificação – a redação de notas analíticas (memos).

Paralelamente à coleta de dados, ocorrem momentos de insight.

Podemos também codificar e categorizar notas analíticas. Notas analíticas geram códigos e categorias.

O capítulo aborda também as notas analíticas sobre dados visuais.

Chapter Three: First Cycle Coding Methods

The Coding Cycles 45
Selecting the Appropriate Coding Method(s) 47
Various perspectives on coding decisions 47
“Generic” coding methods 48
Paradigmatic, conceptual, and methodological considerations 48
Coding and a priori goals 49
Coding in mixed methods studies 49
New and hybrid coding schemes 50
General criteria for coding decisions 50
Overview of First Cycle Coding Methods 51
The Coding Methods Profiles 52
Sources 52
Description 52
Applications 52
Example 52
Analysis 53
Notes 54

Grammatical Methods

Attribute Coding
Metadados. A codificação por atributos é a notação, geralmente no início de um conjunto de dados em vez de incorporado dentro dele, de informações descritivas básicas, tais como: a configuração do trabalho de campo (por exemplo, nome da escola, cidade, país), características do participante ou dados demográficos (por exemplo, idade, gênero, etnia, saúde), formato de dados (por exemplo, transcrição da entrevista, nota de campo, documento), cronograma (por exemplo, 2007, maio de 2005, 8:00-10:00) e outras variáveis de interesse para análise quantitativa e algumas aplicações de análise quantitativa.

Magnitude Coding
Magnitude. A codificação por magnitude consiste de e adiciona um código ou subcódigo alfanumérico ou simbólico suplementar a um dado ou categoria codificada existente para indicar sua intensidade, frequência, direção, presença ou conteúdo avaliador.

Subcoding
Segundo nível de codificação. Ex.: Casa-xxx, Casa-yyy.

Simultaneous Coding
A codificação simultânea é a aplicação de dois ou mais códigos diferentes para um único dado qualitativo, ou a ocorrência sobreposta de dois ou mais códigos aplicados a unidades sequenciais de dados qualitativos.

Elemental Methods

Structural Coding
Pergunta que organiza os dados.

Descriptive Coding
Palavra ou frase. A codificação descritiva resume em uma palavra ou frase curta – na maioria das vezes como um substantivo – o tópico básico de uma passagem de dados qualitativos.

In Vivo Coding
Palavras ou pequenas frases dos próprios participantes. Palavra ou frase curta da linguagem efetiva encontrada no registro de dados qualitativos, os termos usados pelos próprios participantes.

Process Coding
Gerúndios para conotar ação nos dados.

Initial Coding
Primeira divisão dos dados (pode usar outros métodos).

Concept Coding
Nível de significado meso ou macro (sentido mais abstrato ou analítico).

Affective Methods

Emotion Coding
Emoção.

Values Coding
Valores, atitudes e crenças dos participantes, representando suas perspectivas ou visão de mundo.

Versus Coding
Codificar por versus (contra) identifica em termos binários os indivíduos, grupos, sistemas sociais, organizações, fenômenos, processos, conceitos, etc. em conflito direto entre si.

Evaluation Coding
Avaliação.

Literary and Language Methods

Dramaturgical Coding
Vida como teatro.

Motif Coding
Codificação por tema é a aplicação em dados qualitativos de códigos de indexação previamente desenvolvidos ou originais usados para classificar tipos e elementos de contos populares, mitos e lendas.

Narrative Coding
Narrativa literária.

Verbal Exchange Coding
Trocas verbais.

Exploratory Methods

Holistic Coding
Código que cobre grande parte de material.

Provisional Coding
Categorias prévias.

Hypothesis Coding
Hipóteses baseadas em teorias.

Procedural Methods
Métodos prescritivos.

Protocol Coding
Codificação por protocolo é a coleta e, em particular, a codificação de dados qualitativos de acordo com um sistema pré-estabelecido, recomendado, padronizado ou prescrito.

OCM (Outline of Cultural Materials) Coding
Desenvolvido em meados do século XX por cientistas sociais da Universidade de Yale como um índice temático para antropólogos e arqueólogos.

Domain and Taxonomic Coding
A codificação por domínio e taxonômica é um método etnográfico para descobrir o conhecimento cultural que as pessoas usam para organizar seus comportamentos e interpretar suas experiências.

Causation Coding
Extrair crenças de relações causais dos participantes.

Themeing the Data
Criar temas

O capítulo faz ainda breve reflexões sobre metarresumos e metassínteses.

Chapter Four: After First Cycle Coding

Eclectic Coding
Combinação de estratégias já indicadas.

Codificar por mapeamento, codificar por paisagem (landscaping), diagramas, quadros e tabelas etc.

Chapter Five: Second Cycle Coding Methods

Os métodos de codificação de Segundo Ciclo, se necessário, são formas avançadas de reorganizar e reanalisar dados codificados através dos métodos do Primeiro Ciclo. O objetivo primário durante a codificação do Segundo Ciclo, se necessário, é desenvolver uma sensação de organização categórica, temática, conceitual e/ou teórica de sua matriz de códigos de Primeiro Ciclo.

Pattern Coding
A codificação por padrão desenvolve o “metacódigo” – o rótulo da categoria que identifica dados codificados de forma semelhante. Os códigos de padrões não só organizam o corpus, mas tentam atribuir significado a essa organização.

Focused Coding
A codificação por foco categoriza dados codificados baseado em semelhança temática ou conceitual.

Axial Coding
A codificação axial descreve as propriedades e dimensões de uma categoria e explora como as categorias e as subcategorias se relacionam entre si.

Theoretical Coding
A codificação teórica avança para descobrir a categoria central/nuclear que identifica o tema principal da pesquisa.

Elaborative Coding
A codificação elaborativa baseia-se nos códigos, categorias e temas de um estudo anterior, quando um estudo atual e relacionado está em andamento. Este método emprega dados qualitativos adicionais para apoiar ou modificar as observações do pesquisador desenvolvidas em um projeto anterior. Codificação de cima para baixo.

Longitudinal Coding
A codificação longitudinal é a atribuição de processos de mudança selecionados a dados qualitativos coletados e comparados ao longo do tempo. As matrizes organizam observações de campo, transcrições de entrevistas e fragmentos de documentos em categorias temporais semelhantes que permitem a análise e a reflexão do pesquisador sobre suas semelhanças e diferenças de um período de tempo para outro.

Chapter Six: After Second Cycle Coding
Caminho dos códigos para categorias, temas, conceitos e teorias.

Appendix A: A Glossary of Coding Methods
Flashcards

Appendix B: A Glossary of Analytic Recommendations
Flashcards

Appendix C: Field Note, Interview Transcript, and Document Samples for Coding

Appendix D: Exercises and Activities for Coding and Qualitative Data Analytic Skill Development

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1 Milhão de Anos em 1 Hora

Ontem fui assistir à peça 1 Milhão de Anos em 1 Hora com o Bruno Motta, no Teatro Morumbi Shopping.

É uma versão da peça da Brodway de Colin Quinn: Long Story Short, que passa pela história de vários povos da humanidade (gregos, romanos, alemães, russos, argentinos e, é claro, brasileiros) com várias piadas, inclusive sobre as diferentes formas das rezas nas religiões. Não curto muito comédia, mas é sempre bom ir no teatro e dar um pouco de risada, além de repassar, em 1 hora e pouco, a história da humanidade!

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The Post

Ontem fui assistir The Post, do Spielberg, com a Meryl Streep e o Tom Hanks, que apresenta uma trama que resulta em um julgamento pela Suprema Corte norte-americana em que a liberdade de imprensa vence a exigência de sigilo de documentos por parte do governo.

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Extraordinário


Copyright Studiocanal GmbH / Dale Robinette

Assisti hoje. Explora questões relacionadas a bullying e como somos influencidados pelos grupos (dizendo e fazendo o que não quereríamos dizer ou fazer). De chorar.

Direção: Stephen Chbosky
Elenco: Jacob Tremblay (o filho, Auggie), Julia Roberts (a mãe), Owen Wilson (o pai), Izabela Vidovic (a irmã), Danielle Rose Russell (Miranda, a amiga da irmã) e Noah Jupe (o amigo de Auggie na escola), dentre outros.

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Qualitative Research & Evaluation Methods

PATTON, Michael Quinn. Qualitative research & evaluation methods: integrating theory and practice. 4th ed. Thousand Oaks: CA: Sage, 2015. Resenha de João Mattar.

Um dos livros mais citados de metodologia científica, tem 832 páginas para consulta permanente. Então, apresentou aqui o Sumário e alguns comentários, que irei atualizando dinâmica e continuamente.

O livro está dividido em 3 partes: a primeira apresenta questões gerais e de planejamento da pesquisa, a segunda cobre a coleta de dados e a terceira a análise e interpretação dos dados.

PART 1. FRAMING QUALITATIVE INQUIRY: THEORY INFORMS PRACTICE, PRACTICE INFORMS THEORY

Chapter 1. The Nature, Niche, and Value of Qualitative Inquiry
O Capítulo 1 pode ser lido online.
Module 1. How qualitative inquiry contributes to our understanding of the world
Module 2. What makes qualitative data qualitative
Module 3. Making methods decisions
Module 4. The fruit of qualitative methods: Chapter summary and conclusion

Chapter 2. Strategic Themes in Qualitative Inquiry
Module 5. Strategic design principles for qualitative inquiry
Module 6. Strategic principles guiding data collection and fieldwork
Module 7. Strategic principles for qualitative analysis and reporting findings
Module 8: Integrating the 12 strategic qualitative principles in practice

Chapter 3. Variety of Qualitative Inquiry Frameworks: Paradigmatic, Philosophical, and Theoretical Orientations
Este capítulo apresenta diversas perspectivas epistemológicas para a metodologia da pesquisa científica.
Module 9. Understanding the Paradigms Debate: Quants versus Quals
Module 10. Introduction to Qualitative Inquiry Frameworks
Module 11. Ethnography and Autoethnography
Module 12. Positivism, Postpositivism, Empiricism and Foundationalist Epistemologies
Module 13. Grounded Theory and Realism
Module 14. Phenomenology and Heuristic Inquiry
Module 15. Social Constructionism, Constructivism, Postmodernism, and Narrative Inquiry
Module 16. Ethnomethodology, Semiotics, and Symbolic Interaction, Hermeneutics and Ecological Psychology
Module 17. Systems Theory and Complexity Theory
Module 18. Pragmatism, Generic Qualitative Inquiry, and Utilization-Focused Evaluation
Module 19. Patterns and themes across inquiry frameworks: Chapter summary and conclusions

Chapter 4. Practical and Actionable Qualitative Applications
Module 20. Practical purposes, concrete questions, and actionable answers: Illuminating and enhancing quality
Module 21. Program evaluation applications: Focus on outcomes
Module 22. Specialized qualitative evaluation applications
Module 23. Evaluating program models and theories of change, and evaluation models especially aligned with qualitative methods
Module 24. Interactive and participatory qualitative applications
Module 25. Democratic evaluation, indigenous research and evaluation, capacity building, and cultural competence
Module 26. Special methodological applications
Module 27. A vision of the utility of qualitative methods: Chapter summary and conclusion

PART 2. QUALITATIVE DESIGNS AND DATA COLLECTION

Chapter 5. Designing Qualitative Studies
Module 28. Design thinking: Questions derive from purpose, design answers questions
Module 29. Date Collection Decisions
Module 30. Purposeful sampling and case selection: Overview of strategies and options
Module 31. Single-significant-case sampling as a design strategy
Module 32. Comparison-focused sampling options
Module 33. Group characteristics sampling strategies and options
Module 34. Concept and theoretical sampling strategies and options
Module 35. Instrumental-use multiple-case sampling
Module 36. Sequential and emergence-driven sampling strategies and options
Module 37. Analytically focused sampling
Module 38. Mixed, stratified, and nested purposeful sampling strategies
Module 39. Information-rich cases
Module 40. Sample size for qualitative designs
Module 41. Mixed methods designs
Module 42. Qualitative design chapter summary and conclusion: Methods choices and decisions

Chapter 6. Fieldwork Strategies and Observation Methods
Um capítulo interessante com várias dicas para a observação.

Module 43. The Power of direct observation
O autor destaca o poder da observação direta de qualidade.

Module 44. Variations in observational methods
A participação do observador no ambiente sendo estudado varia em um contínuo da completa imersão no ambiente como um participante integral à total separação do ambiente como um espectador. A extensão da participação pode variar com o tempo. O desafio é combinar participação e observação, para ser capaz de compreender o ambiente como um insider e descrevê-lo para outsiders. Outro desafio é que os membros de um grupo podem mudar seu comportamento quando estão sendo observados.

Module 45. Variations in duration of observations and site visits: From rapid reconnaissance to longitudinal studies over years
Module 46. Variations in observational focus and summary of dimensions along which fieldwork varies
Module 47. What to observe: Sensitizing concepts
Module 48. Integrating what to observe with how to observe
Module 49. Unobtrusive observations and indicators, and documents and archival fieldwork
Module 50. Observing oneself: Reflexivity and Creativity, and Review of Fieldwork Dimensions
Module 51. Doing Fieldwork: The Data Gathering Process
Module 52. Stages of fieldwork: Entry into the field
Module 53. Routinization of fieldwork: The dynamics of the second stage
Module 54. Bringing fieldwork to a close
Module 55. The observer and what is observed: Unity, separation, and reactivity
Reflexões sobre as relações entre o observador e o que é observado.
Module 56. Chapter summary and conclusion: Guidelines for fieldwork

Chapter 7. Qualitative Interviewing
Module 57. The Interview Society: Diversity of applications
Module 58. Distinguishing interview approaches and types of interviews
Module 59. Question options and skilled question formulation
Module 60. Rapport, neutrality, and the interview relationship

Module 61. Interviewing groups and cross-cultural interviewing
O grupo focal é uma entrevista com um grupo pequeno sobre um tópico específico. Os grupos têm tipicamente de seis a dez participantes com backgrounds similares e as entrevistas duram de uma a duas horas. A técnica surge com o marketing na década de 1950, no estudo do comportamento do consumidor. É mencionada uma obra seminal no uso de grupos focais em pesquisa:
MERTON, Robert K.; FISKE, Marjorie; KENDALL, Patricia A. The focused interview: a manual of problems and procedures. New York, NY: Free Press, 1956.
Não devem ser feitas muitas perguntas. O entrevistador deve desempenhar a função de moderador. A técnica parece funcionar melhor quando os participantes não se conhecem. Devem-se destacar as possibilidades para grupos focais online, criadas pelo desenvolvimento da Internet. Nem todas as entrevistas em grupo são grupos focais, pois podem ser mais informais.

Module 62. Creative modes of qualitative inquiry
Module 63. Ethical issues and challenges in qualitative interviewing
Module 64. Personal reflections on interviewing, and chapter summary and conclusion

PART 3. ANALYSIS, INTERPRETATION, AND REPORTING

Chapter 8. Qualitative Analysis and Interpretation
Module 65. Setting the Context for Qualitative Analysis: Challenge, Purpose, and Focus
Module 66. Thick description and case studies: The bedrock of qualitative analysis
Module 67. Qualitative Analysis Approaches: Identifying Patterns and Themes
Module 68. The intellectual and operational work of analysis
Module 69. Logical and matrix analyses, and synthesizing qualitative studies
Module 70. Interpreting findings, determining substantive significance, phenomenological essence, and hermeneutic interpretation
Module 71. Causal explanation thorough qualitative analysis
Module 72. New analysis directions: Contribution analysis, participatory analysis, and qualitative counterfactuals
Module 73. Writing up and reporting findings, including using visuals
Module 74. Special analysis and reporting issues: Mixed methods, focused communications, and principles-focused report exemplar.
Module 75 Chapter summary and conclusion, plus case study exhibits

Chapter 9. Enhancing the Quality and Credibility of Qualitative Studies
O capítulo 9 pode ser lido online.
Module 76. Analytical processes for enhancing credibility: systematically engaging and questioning the data
Module 77. Four triangulation processes for enhancing credibility
Explora quatro tipos de triangulação: fontes de dados, métodos de coleta (quantitativos e qualitativos), analistas (para revisar os achados) e teorias/perspectivas (para analisar os dados).
Module 78. Alternative and competing criteria for judging the quality of qualitative inquiries: Part 1, universal criteria, and traditional scientific research versus constructivist criteria
Module 79. Alternative and competing criteria, Part 2: artistic, participatory, critical change, systems, pragmatic, and mixed criteria
Module 80 Credibility of the inquirer
Module 81 Generalizations, Extrapolations, Transferability, Principles, and Lessons learned
Module 82 Enhancing the credibility and utility of qualitative inquiry by addressing philosophy of science issues

Confira os recursos online do livro, com uma série de artigos sobre os diferentes tópicos cobertos em cada capítulo.

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Eventos de Tecnologia Educacional e EaD

Segue uma lista de eventos importantes nas áreas de tecnologia educacional e educação a distância.

BETT – 24-27/01/18 – Londres

BETT Educar – 8-11/05/2018

ISTE – 24-27/06/18 – Chicago

CIET EnPED – Congresso Internacional de Educação e Tecnologias – 11-13/07/18

CIAED – 3-7/10/18

Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE) – Fortaleza (data a confirmar)

Educause – 30/10-02/11/2018 – Denver

ICDE World Conference – 4-7/11/2019 – Dublin

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A Origem e o Fim do Universo

Vou acertando…

Big Bang: há quase 14 bilhões de anos. Nosso início é retraçado em parcelas de segundos. Mas a física tem procurado explorar o que viria antes do Big Bang.

Da escuridão foi surgindo a luz das estrelas, aproximadamente 100 milhões de anos depois.

500 milhões de anos depois começam a se formar as galáxias. Depois os quasares, exoplanetas.

A Via Láctea começa a se formar 1 bilhão de anos depois do Big Bang.

8 bilhões de anos depois a expansão cósmica começa a acelerar.

Só depois de 9 bilhões de anos se forma o sistema solar, ou seja, há quase 5 bilhões de anos.

Há 4,53 bilhões de anos a Lua se forma. Há 4,4 bilhões de anos asteroides trazem água à Terra. Entre 4,2 e 3,9 bilhões de anos presume-se que a vida começa na Terra. Há 3 bilhões de anos a vida começa a produzir oxigênio. Há 2,1 bilhões de anos os primeiros fósseis eucariontes. E toda a história da vida na Terra. Há 420 milhões de anos: primeiros animais que respiravam. 320 milhões: primeiros répteis. 231 milhões: primeiros dinossauros. 225 milhões: primeiros mamíferos. 155 milhões: primeiros pássaros. 60 milhões: primeiros primatas. 18 milhões: macacos. 6 milhões: ancestrais dos seres humanos. 4 milhões: Australopithecus. 2,2 milhões: homo. 250 mil: Homem de Neandertal. 195 mil: humanos na África. Humanos ‘modernos’ tiveram filhos com os neandertais há 100.000 anos: “Temos uma visão extremamente simplista da evolução humana. É preciso imaginá-la como um jorro de interconexões entre espécies, não como uma linha com ramificações”, afirma Carles Lalueza-Fox.

6 mil anos atrás: civilização. The Case against Civilization (New Yorker).

Entre 15 e 20 bilhões de anos depois do Big Bang, a Via Láctea e nossa galáxia vizinha Andrômeda deverão se chocar.

Entre 100 bilhões e 100 trilhões de anos depois do Big Bang ocorrerão as últimas explosões de estrelas massivas.

10^100 de anos depois do Big Bang: buracos negros da escala de galáxias evaporarão.

Confira a linha do tempo do Universo por Martin Vargic no site Halcyon Maps:

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Softwares para criar linhas do tempo


Flying Timeline

Faz tempo que quero avaliar softwares para criar linhas do tempo (timelines) online.

Vou mergulhar em alguns; se você usa algum (ou algum outro), por favor comente nos comentários. Vou atualizando as avaliações assim que for testando mais.

Free-timeline
Parece ser muito textual e com poucos recursos. Confira este exemplo de II Guerra Mundial.

myHistro
Combina as timelines com mapas dinâmicos e tem uso pessoal, para empresas e educação.
Confira esta sobre a Revolução Neolítica.

SmartDraw
Na verdade é voltado para a produção de fluxogramas. Este vídeo mostra os recursos:

Sutori
Cria simultaneamente testes, fóruns etc. Confira este exemplo da Guerra Espanhola.

Timeglider
A timeline é visualizada por um recurso de zoom. Confira este exemplo da origem das palavras.

TimelineJS
Parece combinar bem a linha do tempo com textos e imagens. Confira este exemplo da história do vinho.

Timetoast
Você pode mudar a forma de visualização. Veja este exemplo da história do computador.

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Livros de Metodologia da Pesquisa Científica

Uma lista de livros selecionados (e/ou muito citados, e ainda disponíveis para compra e/ou sendo atualizados pelas editoras) de Metodologia da Pesquisa Científica, alguns específicos para a área de educação, na ordem dos mais citados no Google Acadêmico. As citações tendem a aumentar e a lista será atualizada dinamicamente, mesmo porque novas edições dos livros tendem a ser publicadas. Há algumas traduções em língua portuguesa que não estão atualizadas com as novas edições em outras línguas. Sugestões e comentários são bem-vindos. Em alguns casos, faço alguns comentários.

YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Trad. Daniel Grassi. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
YIN, Robert K. Case study research: design and methods. 6th ed. Thousand Oaks, CA: Sage, 2017.
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Existe também uma International Student Edition.
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Direcionado a profissionais da Educação Básica, e apesar de ser um texto bem simples, é curiosamente usado como fundamentação teórica de muitas dissertações e teses, até mesmo como referência para estudos de caso (mas há o texto do Yin, o primeiro da lista, muito mais denso e completo, referência mundial sobre o tema).
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Texto claro e conciso, voltado principalmente para a pesquisa científica e a produção do trabalho monográfico.
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BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Trad. Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 2011.
É muitíssimo utilizado no Brasil como fundamentação para a análise de discurso.
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Apresentam uma sequência de propostas de divisões das ciências (Comte, Carnap, Bunte, Wundt e a das próprias autoras), além de uma interessante discussão sobre as diferenças entre ciências formais e fatuais.
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É um texto claro e acessível de metodologia científica, abordando uma variedade de assuntos e técnicas (métodos específicos de diversas ciências, técnicas estatísticas, considerações filosóficas, estrutura e desenvolvimento de monografias etc.) até certo ponto difíceis de se imaginar estarem organizadas em apenas um volume.
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SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 13. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014.
Tem uma organização menos clara do que outros textos similares, mas é um texto crítico e reflexivo, com várias referências bibliográficas, e aborda assuntos em geral não cobertos por outros textos de metodologia (por exemplo, a eficiência nos estudos e na leitura).
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Até a 3. ed., o título era: Metodologia científica na era da informática.
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Texto que analisa a estatística de um ponto de vista amplo: a estruturação conceitual que subjaz à estatística, a importância da observação e coleta dos dados, a análise dos números e a transformação dos números em significado. Introdução teórica do organizador, seguida de uma série de artigos de diversos autores, em geral abordando um exemplo prático.
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