Semiótica da Cidade – São Paulo

Produzi e editei este vídeo como uma atividade para o curso YouTube for Educators – por isso as informações e inserções em inglês. Não deu (ainda) para usar o meu tripé. Espero que sirva de inspiração para meus alunos da Anhembi, que estão desenvolvendo trabalhos sobre nossa cidade.

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MoodleMoot2008 – gostinho…

Enquanto não crio a página com o resumo do que assisti, aqui vão alguns takes do MoodleMoot 2008:

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Vídeos & YouTube II

Terminei a resenha do livro How to do everything with Youtube, cujo último capítulo é sobre vídeos virais. Os seguintes sites têm informações sobre vídeos virais: CoverPop, The Internet TV Charts e Viral Video Chart.

A ferramenta YouTube Insight permite que você confira informações sobre quem está assistindo os seus vídeos (e quais). Ela pode ser acessada logando em sua conta e selecionando Meus Vídeos. Esta é uma foto de tela com os dados do meu canal, hoje:

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O site Graspr tem vários tutoriais sobre a produção de vídeo, inclusive uma categoria de vídeos educacionais e dicas para a produção de vídeos.

Dois sites onde você pode encontrar áudio para seus vídeos são: Internet Archive (Audio Archive Section) e Wikimedia Commons.

FixMyMovie.com é um serviço gratuito que promete melhorar a qualidade dos seus vídeos.

Em muitos casos, o ideal é utilizar um tripé, mas como custa caro, que tal uma solução quase a custo zero?

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WeGame

Torley produziu e continua produzindo dezenas de vídeos com orientações sobre o uso do Second Life, e é também o autor do genial Torley’s Guide to Making Movies!, com uma série de orientações para produzir filmes no Second Life.

Dentre as ferramentas mencionadas para fazer gravações no Second Life, Camtasia (a melhor, segundo Torley, mas mais cara) e Fraps (que eu tenho usado).

Mas ele acaba de publicar um vídeo sobre o uso do WeGame (free) para gravar vídeos dentro do Second Life:

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ABC da EaD no SL 3.0

Hoje foi lançada oficialmente a terceira versão do curso ABC da EaD no Second Life.



Para acessar a página e fazer a inscrição, clique aqui.

Nesta terceira edição haverá algumas novidades, que não ficaram muito claras na comunicação da Pearson.

As atividades em princípio serão assíncronas, ou seja, as datas indicadas (06/10, 13/10 etc.) são apenas as segundas-feiras de cada semana, não são datas de aulas.

Para essas atividades assíncronas, em que leremos e discutiremos os capítulos do livro ABC da EaD, utilizaremos diversas ferramentas da Web 2.0 (emails, blogs, wikis, LMSs 2.0 etc.). Ou seja, esta edição do curso tem não apenas a intenção de explorar o Second Life, mas também a Web 2.0 como ambiente de aprendizagem.

Conforme o grupo estiver organizado (vamos nos comunicar inicialmente por email), e os alunos tiverem feito uma ambientação no Second Life, marcaremos alguns encontros síncronos no Second Life, em datas e horários a serem combinados com o grupo, nas instituições que freqüentamos nas outras duas edições do curso, como Edtech (Boise State University), CHSS – College of Humanities and Social Sciences (Montclair State University), Universidade do Porto, Universidade de Aveiro, Sebrae e Unisinos etc., além da ESAB, que gostaria de visitar desta vez, e outras que definiremos durante o curso. E além, é claro, do espaço De Mattar, na Ilha Vestibular Brasil. Entretanto, só devemos começar a nos encontrar oficialmente no Second Life daqui a 2 ou 3 semanas.

Como sempre, vou manter uma página no blog para o curso, que já começou a funcionar.

Avisem os interessados!

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Criando Games com Excel

Seqüência de 6 vídeos explicando como criar jogos simples com Excel, desenvolvidos pelo professor Ross Perkins (a opção de incorporar não está disponível, então coloquei os links direto para os vídeos):

Part I: Insert a background image

Part II: Resizing cells

Part III: Using a background color

Part IV: Formatting text

Part V: Using conditional formatting

Part VI: Protecting the worksheet

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Ver a Cidade

FERRARA, Lucrécia d´Aléssio. Ver a cidade: cidade, imagem, leitura. São Paulo: Nobel, 1988. Resenha de João Mattar.

O livro é uma reunião de artigos publicados em revistas especializadas sobre a semiótica do ambiente urbano, e combina interessantes reflexões conceituais com algumas aplicações da teoria na leitura da cidade de São Paulo. Apresento a seguir alguns flashs do livro.

Introdução

A leitura da cidade pode ser chamada de percepção urbana. A semiótica dos estudos urbanos busca interpretar as características informacionais da cidade. Podemos separar a imagem física da cidade (composta por fragmentos) dos usos e hábitos urbanos, e da conseqüente transformação do ambiente urbano por seus usuários.

O Texto em Silêncio

Para ler a cidade, enquanto texto e linguagem, é preciso ler textos não-verbais, como a arquitetura, o desenho industrial ambiental, a programação visual, a publicidade, a moda, a associação dos veículos de comunicação de massa etc. Essa leitura encontrará muitas vezes significantes fragmentários e sem significado.

A Mudez e a Fala de um Signo

O espaço ambiental pode ser lido semioticamente, em seus diversos signos: traços, tamanho, cor, textura, sons, forma etc., que se encontram ao mesmo tempo juntos mas dispersos.

Divagação ou Concentração

A leitura não-verbal é uma leitura fotográfica que pressupõe desmontagens seguidas de remontagens, e a cidade é um espaço privilegiado para esse tipo de leitura. “À lógica linear do significado verbal substitui-se o flash semântico, o instantâneo do significado.” (p. 36).

O capítulo faz uma leitura da Avenida São João.

Leituras do Ambiente Urbano

A cidade inclui dois setores: o físico e aquele onde as pessoas realizam atividades. O ambiente urbano pode ser lido como um sistema de comunicação, um complexo de signos: formais, lingüísticos, propaganda, indicadores de direção, estéticos, contextuais, usuários etc.

Há no capítulo leituras da Praça Roosevelt e do Minhocão.

Design/Redesign

A leitura da cidade é a leitura do uso que o usuário traçou no espaço urbano. Restauro, renovação e redesenho podem então ser estudados, e o capítulo analisa alguns exemplos em São Paulo.

Uma Pesquisa

A identidade da cidade surge a partir de seu uso. Neste capítulo são sugeridas algumas técnicas de pesquisa para a leitura semiótica da cidade: observação, documentação e depoimentos em jornais e revistas, documentação iconográfica (mapas, croquis, fotos, desenhos, plantas), documentação audiovisual (vídeo), documentação visual (fotos) e entrevistas.

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Relações Públicas

Após tratar de Propaganda, Promoção, e Eventos e Experiências, o cap. 18 do livro Administração de Marketing (Kotler e Keller; Pearson, 12. ed.) termina abordando Relações Públicas (RP).

Segundo os autores, Relações Públicas (RP) “envolvem uma série de programas para promover ou proteger a imagem de uma empresa ou de seus produtos em particular.” (p. 593), incluindo as funções de: relações com a imprensa, publicidade de produto, comunicação corporativa (interna e externa), lobby (que no Brasil está associado a corrupção) e aconselhamento (à administração).

As relações públicas de marketing (assessoria de imprensa) envolvem as seguintes funções: apoio no lançamento de produtos; apoio no reposicionamento de um produto maduro; captação do interesse por uma categoria de produtos; influência sobre grupos-alvo específicos; defesa de produtos que enfrentaram problemas públicos; e construção de uma imagem corporativa que se reflita favoravelmente nos produtos.

Em termos de custo, as atividades de relações públicas costumam ser bem menos onerosas do que a propaganda:

“A empresa não paga pelo espaço ou pelo tempo obtido na mídia; ela só paga para sua equipe desenvolver e divulgar fatos relevantes e gerenciar determinados eventos. Se a empresa desenvolver algo realmente cativante, o meio jornalístico poderá se interessar pelo assunto e gerar o equivalente a milhões de dólares em anúncios. Alguns especialistas afirmam que os consumidores são cinco vezes mais propensos a ser influenciados pela mensagem editorial do que pela propaganda.” (p. 594).

As principais ferramentas de RP de marketing seriam: publicações (relatórios anuais, folhetos, artigos, jornais e revistas da empresa e materiais audiovisuais); eventos (organizados pela empresa); patrocínios (a eventos organizados por outras empresas); notícias; apresentações (como palestras ou aparições públicas); atividades de prestação de serviços de interesse público; e identidade de mídia (ou visual).

As principais decisões em RP de marketing são: estabelecimento dos objetivos, escolhas das mensagens e dos veículos, implementação do plano e avaliação dos resultados.

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Sloodle: a Fusão entre o Second Life e o Moodle

Neste sábado, eu e a Andrea Silva apresentaremos o trabalho Sloodle: a Fusão entre o Second Life e o Moodle no Moodle Moot.

Assistam (quase no escuro!) o Marcos Telles falando sobre o evento:

Como será o único trabalho sobre o Sloodle no evento, a Andrea explicará do zero o que é o Sloodle, seu funcionamento etc.

Nossa apresentação será das 15:00 às 15:30 na sala 503. Confira a programação completa do evento, os resumos e os trabalhos.

Nos vemos por lá!

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Vídeos & YouTube

O Youtube Catcher faz download de vídeos (não apenas do YouTube), oferece um player de .flv, converte vídeos e inclusive transforma o som em mp3.

Algumas dicas básicas para edição de vídeos no Movie Maker e upload para o YouTube podem ser encontradas em Crie ou edite vídeos no Windows Movie Maker e publique-os no YouTube.

O site Videomaker tem uma série de informações para quem deseja trabalhar com vídeos, dentre elas Make Better Video for YouTube, com várias dicas não apenas relacionadas ao YouTube, selecionadas dentre os últimos 20 anos da revista. Outra parte interessante tem inúmeras orientações sobre produção e edição de vídeos: Learn Videography, Video Editing and Lighting.

Neste domingo, o YouTube anunciou o aumento do limite do tamanho para fazer upload de arquivos, de 100 MB para 1 GB. Agora também é possível fazer upload de vários arquivos simultaneamente para o YouTube, sem mais a necessidade de baixar um plugin. E enquanto está sendo feito o upload, é possível incluir informações como títulos, tags, descrição etc. Recentemente o Google introduziu também uma ferramenta de busca de vídeos no YouTube por áudio.

Em Google Video for Business Launches: YouTube for Enterprise, Richard MacManus fala do lançamento do Google Video para empresas, como parte das Google Apps, e discute a importância desse mercado de compartilhamento de vídeos para negócios, tema também do Google cria versão corporativa do YouTube.

O LiveRail é uma plataforma dedicada à maximização dos resultados da promoção através de vídeos distribuídos pela Internet. Recentemente ela publicou o relatório: State of the Industry: LiveRail’s Q3 2008 review of online video advertising, em que discute o crescimento esperado de 55% em promoção por vídeos online para o próximo ano, além de defender que o Hulu estaria obtendo mais sucesso nesse mercado do que o YouTube. O post Report: Hulu a More Successful Business Than YouTube discute o tema e o relatório.

Para alguns, um dos riscos de utilizar vídeos do YouTube em educação é que, quando um vídeo termina, é sugerida automaticamente uma lista de ‘vídeos similares’, e então o professor perderia o controle sobre o que o YouTube ofereceria de links para o vídeo. Mas há uma maneira para evitar isso. Quando você está copiando o código para inserir o vídeo em algum lugar (incorporar ou embed), escolha customize (um pequeno botão do lado direito do código) e selecione ‘don’t include related videos’. Escolha a sua cor, e um novo código é então gerado para você. A dica foi da minha colega de curso Cory Plough, que inclusive tirou esta foto de tela:

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O vídeo abaixo, por exemplo, tem o verde do atual líder do campeonato brasileiro, e nenhum vídeo é sugerido ao final:

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