Good & Bad Writing

What makes good writing? Are there universal features of good writing that apply to all forms and fields of discourse? Is good writing in one field “bad” writing in another? Is good writing in the eye of the beholder and entirely subjective?

Good writing presupposes domain of written language. This does not come suddenly, but through discipline during years and years of school, including studying grammar, reading, writing and being corrected etc.

Different forms and fields of discourse imply different features. What might be read as “good” in one field, like poetry in literature, might be read as “bad” in another field, like science.

Writing is an activity performed to the reader, that is to say, readers will define if the writing is good or bad.

Thinking specifically about academic and scientific discourse, good writing presupposes Introduction, Development, Conclusion, Citations and References, besides following rules like the ones described by the APA Manual.

Can we say that: good writing = succinct writing?

I have studied Philosophy as an undergraduate and philosophical writing is usually not succinct. Even though, I feel a sense of flow when reading great philosophers, although they write long paragraphs, complex syntax etc. I believe philosophical writing is probably one of the great challenges to the succinct definition of good writing.

Probably because I have always enjoyed reading philosophy, my writing was not that succinct when I started writing. However, as I started to publish and read a little less philosophy and literary criticism, naturally my writing became less complex. The way we write (independently if it is good or bad writing) depends on what we like to read and our audience.

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Publicado em Edtech501 | 2 comentários

Eu & Philipe – Oficina de Vídeo 2/2009

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Publicado em Fotografia | 7 comentários

A Loba de Ray-Ban

Ontem assisti A Loba de Ray-Ban no Teatro Shopping Frei Caneca, que fica em cartaz até 20 de dezembro.

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O texto é de Renato Borghi e a direção de José Possi Neto, que faz uma inversão de papéis 22 anos depois de O Lobo de Ray-Ban. Os atores Christiane Torloni, Leonardo Franco e Maria Maya representam um triângulo amoroso. O cenário e a iluminação são show, assim como a interpretação de Torloni.

Algumas cenas da peça:

Publicado em Teatro | 1 comentário

A Carta – conto de Adalberto Tripicchio

O grande mestre Adalberto Tripicchio, apesar de não andar aparecendo por aqui faz tempo, continua sendo a pessoa que mais colocou comentários neste blog, sempre inteligentes e provocadores.

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Além dos comentários, ele já colocou por aqui um artigo, O Psicopata mora ao lado, uma Homenagem a Bento Prado Jr e 2 contos: A Dramática Arte Moderna e Veludo.

Nestes dias ele me enviou um email e descobri que ele tem um site.

E me enviou também um novo conto, A Carta. Divirtam-se!

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Design Instrucional na Prática – curso online com Andrea Filatro

A Pearson oferece o curso Design Instrucional na Prática com a Andrea Filatro, uma referência em design instrucional no Brasil, e autora dos livros Design Instrucional Contextualizado (Senac) e Design Instrucional na Prática (Pearson), no qual o curso está baseado.

O curso tem carga horária de 60 horas e é uma excelente oportunidade para quem se interessa pelo tema.

Publicado em EaD, Educação | 6 comentários

Uso do Moodle Integrado a Outras Ferramentas da Web 2.0 em um Curso Livre sobre Educação a Distância

Este foi o trabalho que apresentei no MoodleMoot 2009, com a sala cheia – muito obrigado a todos pelo prestígio!

Falei rapidamente sobre as 2 versões do curso de educação a distância denominado ABC da EaD no SL, ministrado no segundo semestre de 2007 e primeiro de 2008 no Second Life, com o apoio deste blog (para resumos e discussões) e de uma lista de emails sem retorno, apenas para transmissão de informações e orientações. O curso consistiu de 7 encontros síncronos e contou com uma média de 80 participantes, entre educadores e profissionais de tecnologia da informação, incluindo participantes portugueses.

Algumas imagens dos nossos encontros:

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Reproduzi então alguns comentários dos alunos/avatares, ao final da primeira versão do curso:

“A possibilidade de poder simular o ambiente real, com audio, video, interações diversas com o conteúdo e criar um ambiente de proximidade física entre os participantes é uma grande vantagem do Sl.” Breno Kronfeld

“Neste Mundo Virtual podemos minimizar as distâncias e muitas vezes a inibição dos alunos, tendo em vista que cada um constrói o seu avatar, afastando assim a timidez, ajudando no desenvlvimento e na participação do mesmo no processo de aprendizagem.” Ednax Fall

“O contato visual através do ambiente virtual pode auxiliar o aluno no aprendizado, pois este pode aprender fazendo, assim como em um simulador de vôo utilizado nos cursos para pilotos de avião.” Petrus Romano

“O Second life é sem sombra de dúvida um espaço que nos dá a impressão que mesmo a distância estamos muito próximos e vivendo o mundo real.” Rozangela Bachem

Nessas falas, é possível perceber a sensação de presença e proximidade gerada pelos encontros no Second Life, que foi repetida em quase todos os comentários finais dos participantes, inclusive na segunda versão do curso.

No segundo semestre de 2008, o curso foi oferecido em sua terceira versão, mas desta vez com a inclusão de novas ferramentas: Moodle, Youtube e um wiki fora do Moodle. Iniciamos o percurso no Moodle, onde utilizamos fóruns, o wiki do Moodle (que está mais para um Google Docs para produção colaborativa de um texto do que para um wiki) e chats, além é claro de disponibilizar conteúdos. Foi no Moolde que ficamos na maior parte do curso. Em seguida realizamos um debate utilizando o recurso de comentários do YouTube em um vídeo, em outra semana criamos colaborativamente um wiki no PBWiki, para apenas no final nos encontrarmos no Second Life.

Como tutor do curso, percebi alguns resultados em relação às 2 versões anteriores: menor interação, menor participação, menor sensação de presença & maior sensação de distância, maior nível de evasão etc. Esse feeling pode ser representado pelo comentário final de um aluno:

“Senti que no meio do curso muitos dos colegas se perderam e acabaram se afastando do curso. Eu mesmo me senti perdido.”

Essa fala não foi replicada nos outros comentários dos alunos, mas bate um pouco com a sensação que eu, tutor, tive do curso, quando comparado com as duas versões anteriores. Além de que, alguns dados como evasão, participação etc. podem ser medidos estatisticamente.

Váris explicações poderiam ser dadas para essas diferenças entre as 2 primeiras versões e essa terceira versão: design pobre do curso; uso de várias ferramentas; menor envolvimento do tutor e comunicação menos adequada do que nas versões anteriores; realização de mais atividades assíncronas do que síncronas; usamos o NineHub que falhou em algumas vezes durante o curso, impedindo o acesso ao Moodle (por incrível que pareça, o Second Life tem se demonstrado uma ferramenta muito mais estável do que parece, causando bem menos problemas do que o que enfrentamos com o NineHub, por exemplo); os encontros no Second Life ocorreram próximo do final do ano, quando todos estão envolvidos com correção de provas etc.

Entretanto, creio que seja possível arriscar uma hipótese:

A interface gamificada, a construção de uma representação através de um avatar e o compartilhamento de um espaço virtual 3D geram maior proximidade e sensação de presença do que um Ambiente Virtual de Aprendizagem tradicional, baseado em texto e alguns recursos multimídia.

A questão da gamificação da interface e da própria educação eu trato em detalhes no meu novo livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem. O Second Life não é um jogo, mas tem a interface e muitos recursos utilizados em games, o que torna o ambiente mais envolvente e gera mais engajamento do que ambientes textuais, e não apenas para nativos digitais (a maioria dos participantes do curso eram imigrantes digitais).

A construção da representação através de um avatar é explorada em detalhes na dissertação de mestrado, quase concluída, da Daiana Trein na Unisinos: Educação Online em Metaverso: a mediação pedagógica por meio da telepresença via avatar em MDV3D.

A seguinte citação de Stephanie Booth, em Culture Shock in Second Life, representa o efeito do compartilhamento de um espaço virtual 3D: ““[…] embora o Second Life seja uma coisa inteiramente no-computador, ele claramente ativa os caminhos do nosso cérebro que utilizamos com espaços e seres físicos.” Em um ambiente virtual 3D, como o Second Life, há uma sensação de localização que justifica a ideia de imersão e permite níveis de simulação de maneiras impossíveis de atingir em ambientes textuais.

As perguntas e a discussão que se seguiram à minha apresentação foram bastante interessantes.

Alguém chamou a atenção para as limitações de hardware e mesmo o bloqueio de uso de algumas ferramentas, como o Second Life, em diversas instituições. São 2 questões diferentes. As limitações de hardware tendem a ser superadas conforme surgem novos computadores, com placas de vídeo mais poderosas, e surjam mundos virtuais 3D mais leves. As limitações do uso de algumas ferramentas, principalmente em instituições de ensino, são burras e a comunidade de educadores precisa mostrar aos gestores que elas não têm sentido, pois ferramentas informais como Facebook, Orkut, YouTube, Twitter, Second Life etc. podem ser poderosos colaboradores no processo de ensino e aprendizagem – tenho defendido e refletido sobre isso insistentemente. Lembrei ainda da importância de nós, educadores, habitarmos esse futuro tecnológico para explorarmos como ele pode contribuir com a educação, e da importância de tendências como realidade aumentada e uso de games em educação.

A Andrea ressaltou que o uso de muitas ferramentas pode realmente se tornar um problema em um curso, principalmente online. Na terceira versão do curso, os alunos se mostraram interessados em testar diferentes ferramentas e não parece que tenham tido muitas dificuldades com seu uso; portanto, apesar de poder ser apontada como uma das explicações, não me parece que possa ser considerada a principal causa dos resultados apontados.

O moderador das apresentações lembrou que é necessário um tempo para a internalização dos signos, o que os games p.ex. não permitiriam. Eu lembrei da importância do que James Gee denomina ‘pedagogia pós-progressiva’ (post-progressive pedagogy), o movimento do professor para tornar o uso do game adequado (GEE, James Paul. Good video games and good learning: collected essays on video games, learning and literacy. New York: Peter Lang, 2007. p. 120.) A função do professor no uso de games em educação é também discutida nos 2 relatórios publicados pela Educational Arcade neste ano: Using the technology of today in the classroom of today: the instructional power of digital games, social networking and simulations, and how teachers can leverage them e Moving learning games forward: obstacle, opportunities & openness.

Houve também perguntas sobre a situação do Second Life, as quais remeto ao meu post Second Life & Mundos Virtuais em Educação e também a um Apêndice no meu livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem, “Second Life e Educação”, em que procurei atualizar essa discussão.

Se eu esqueci de alguma coisa me lembrem, e também, é claro, sintam-se à vontade para continuar a discussão – é assim que tem graça.

A ferramenta por si só não gera interatividade e sensação de presença, e o 7º SENAED serviu para comprovar isso – listas de discussão no Yahoo e turmas no Moodle geraram tanta participação e sensação de proximidade quanto videoconferências e atividades no Second Life, por exemplo. Mas isso não significa que não seja possível comparar os efeitos pedagógicos das diferentes ferramentas, e essa reflexão procura mostrar que, em condições relativamente semelhantes, o que se atinge em EaD em um mundo virtual 3D é diferente do que se atinge em um ambiente virtual basicamente textual. Uma questão, aliás, sobre a qual a literatura tem se debruçado, para entender o que acontece exatamente em um mundo virtual 3D, e como eles podem colaborar com a educação.

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MoodleMoot 2009

Acabo de chegar do MoodleMoot 2009 e desta vez resolvi não atrasar – já criei uma página para o evento, ainda a ser atualizada, e logo crio um post sobre a minha apresentação.

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Biosfera

Hoje andei estudando nossa maravilhosa biosfera. Algumas pérolas.

Fungos

Fictoplâncton

Wapusk National Park – na transição entre a Floresta Boreal do Canadá e a Tundra Ártica

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A Anti-RP

Faz tempo que estou me controlando para escrever sobre o caso da aluna da Uniban. Na verdade, muita gente já escreveu rapidamente sobre o tema, quando ela foi hostilizada na saída da Universidade na semana passada, e eu também queria entender um pouco melhor o que tinha acontecido, porque tudo parecia muito absurdo.

Agora, entretanto, o absurdo tornou-se surreal com a expulsão da aluna e publicação de nota nos jornais de domingo, por parte da Uniban.

Em vez de escrever e fazer uma reflexão de moral, sociológica etc., preferi registrar neste post alguns (apenas alguns) lances da anti-mídia gratuita que a Uniban conseguiu criar com a decisão. O post será, obviamente, atualizado nos próximos dias.

Para começar, só um pouquinho de teoria. Após tratar de Propaganda, Promoção, e Eventos e Experiências, o cap. 18 do livro Administração de Marketing (Kotler e Keller; Pearson, 12. ed.) termina abordando Relações Públicas (RP). Em termos de custo, as atividades de relações públicas costumam ser bem menos onerosas do que a propaganda:

“A empresa não paga pelo espaço ou pelo tempo obtido na mídia; ela só paga para sua equipe desenvolver e divulgar fatos relevantes e gerenciar determinados eventos. Se a empresa desenvolver algo realmente cativante, o meio jornalístico poderá se interessar pelo assunto e gerar o equivalente a milhões de dólares em anúncios. Alguns especialistas afirmam que os consumidores são cinco vezes mais propensos a ser influenciados pela mensagem editorial do que pela propaganda.” (p. 594).

Bom, então aqui vai uma pequena coleção da mídia gratuita, anti-institucional, que a Uniban conseguiu em poucas horas desta noite/madrugada – e isso tudo independente dos vídeos com ela sendo expulsa e chamada de “puta” que rolaram pela Internet, e toda a repercussão que o episódio tomou:

Uma nova anti-marca: Unitaliban (e quanto tempo leva para criar e principalmente consolidar uma marca!)

Nota de Repúdio à UNIBAN (Universidade Bandeirantes) – abaixo-assinado

As poucas notícias e posts que saíram até agora sobre a expulsão já conseguiram mais de 1.000 comentários (negativos, é claro) cada.

Algumas imagens como Pátio da UNIBAN “momento de descontração”, Unitaliban abre inscrições após sucesso publico na GLOBO.com http://is.gd/4PTL6, E com vocês, a nova farda da Uniban!

A Queda da Uniban (no YouTube):

Artigo que saiu rapidamente na Folha Online – Expulsão de aluna hostilizada na Uniban atesta incompetência, diz entidade e vários outros, incluindo manifestações de várias entidades: Ministra condena medida e diz que expulsão de aluna é intolerância, UNE condena decisão da Uniban e defende bolsa para aluna expulsa, UNE considera descabida expulsão de estudante da Uniban, Secretaria cobra explicação sobre expulsão de universitária, MEC irá cobrar explicações da Uniban por expulsão de aluna e já chegou até o New Tork Times: Brazil Student Expelled After Wearing Mini-Dress.

A educação pelo sangue e pela humilhação, um post de Paulo Ghiraldelli (além de muitos outros que surgiram rapidamente nesta noite), além do vídeo que ele já tinha produzido

Rápida edição do verbete Universidade Bandeirante de São Paulo na Wikipédia.

Tweet que está viajando pela Web, organizando uma demonstração:
DRESS DAY. TODO MUNTO DE VESTIDO, SE POSSIVEL CURTO DESFILANDO VAI SER NO DIA 20/11 AS 21HS.. EM FRENTE A UNIBAN DE SBC e SP…
(apesar de que os artigos na imprensa nesta final de semana já falam de outra manifestação, organizada pelo Movimento Feminista de São Paulo, já para esta segunda-feira, 9/11, às 18 horas, em frente à Uniban, em que as manifestantes deverão comparecer usando minissaias ou vestidos curtos.

Tweets, posts etc. que remetem à leitura (invertida agora) da missão, visão & valores da instituição e à “provável lista dos responsaveis pela expulsão”

Reação do presidente do PT no Twitter (dentre outras):
@ricardoberzoini Uniban expulsa aluna assediada por usar vestido curto em aula. Uma universidade dessas merece ser fechada. Fascismo puro

Outro tweets rodando:
@ No curso de História, as aulas sobre Inquisição na UNIBAN são práticas
@ se o vestibular da UNIBAN ainda tiver uns 10 inscritos podemos afirmar:existe mais de 1 pessoa burra nesse mundo
@ é absurdo, ridículo, vergonhoso e patético, inclusive para quem continuar estudando na UNIBAN
@ O que é pior que tomar pau no vestibular? Passar em primeiro na Uniban
@ Uniban = UNiversidade do Incentivo à BArbárie Neonazista
@ Uniban = Universidade de Bandidos
@ imagina o curriculo desse povo q se fornou na uniban agora… queima filme total
@ Os alunos dessa universidade serão prejudicados em processos de recrutamento.
(isso para não reproduzir os tweets que têm palavrões e palavras de baixo calão, não apenas contra a Uniban, mas também contra seus alunos)
A Uniban, é claro, chegou rapidamente ao primeiro lugar dos Tweets em português no Twitter

Enfim, um material que serve de fonte para um belo curso de marketing.

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Águas de Lindoia e Monte Sião

Há pouco tempo passei um feriado em Águas de Lindoia e aproveitei para conhecer Monte Sião, uma cidade que fica logo ao lado, mas já em Minas Gerais, e vive da moda.

A entrada de Águas de Lindoia é charmosa:

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No caminho de Lindoia para Monte Sião já começam os caleidoscópios:

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com as roupas e os manequins expostos em cima dos muros:

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ou quase no chão:

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e com um marketing todo particular:

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Em alguns momentos, o próprio quintal de casa chega a servir de vitrina:

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A entrada de Monte Sião também é charmosa:

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Já na cidade, até a Igreja enfrenta a competição do marketing da moda:

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e marcas como Ana Gonçalves

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e Modelan

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dentre várias outras, marcam sua presença.

Visitei também a famosa Cerâmica Monte Sião:

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em que a visita à fábrica é aberta:

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As fotos em alta e sem edição estão disponíveis no Flickr.

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