Em 05/11, das 18:30 às 21:30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, Milton Mira de Assumpção, da M.Books, lança “O Vendedor de Livros”. Estarei por lá!
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Em 05/11, das 18:30 às 21:30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, Milton Mira de Assumpção, da M.Books, lança “O Vendedor de Livros”. Estarei por lá!
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Training is an outdated word in pedagogy because it recalls assembling lines and a factory model of education, as well as what we do with animals. However, we can question if the recent wave of developing skills and competencies in education isn’t part of the same semantic field.
Professional development is the expression that replaced training for educators. Traditionally, professional development involved a one-time seminar. I have recently delivered a 7 hours mini-course on the use of Web 2.0 for more than 50 Brazilian teachers, during the International Congress of the Brazilian Association of Distance Education. It was a very nice experience, that began with an online assessment and mail list, involved a one-day face-to-face course, and continues with Delicious tagging and an Orkut Network, and (I hope) with other online encounters.
Educators today need guidance on how to integrate technology into teaching as well as other types of support, which these one-shot workshops can rarely provide because of the lack of continuity. Consensus view, dating back to the early 1990s (Professional development, 2004), calls for practical tasks of instruction and assessment, consistent feedback and follow-up, among other activities.
Easton (2008) talks about professional learning, advocating a move from being trained and developed to becoming an active learner. Teachers need to change what they do on a daily or even hourly basis, responding to the needs of the learners. Educators must though become self-developing and learners.
Online continuing education is also being used more and more as a professional development model. Rozineli & Rosalen (2008) present the Programa High School Network, which supported the innovation of educational practices in the State of Sao Paulo, Brazil. However, Brazil still faces a strong resistance against the use of online education, mainly in the cases of initial formation of teachers. One of the risks of online professional development programs is that they might be based on isolation and self-study distance education models, lacking interaction and collaboration.
Because of that, facilitated online courses seem to be more acceptable than self-guided ones. Giving time for teachers to experiment in their classrooms and get back to the group, guided by a facilitator, can improve the quality of online professional development courses (Sawchuk, 2009). Online continuing education might also bypass both the isolation of some programs and the need for follow-up.
Blended or hybrid models might also offer interesting solutions. Last year I have delivered a graduation three months course for around 100 teachers at a school in Campinas (Sao Paulo, Brasil), which involved three Friday nights/Saturday day face-to-face meetings in three different months, completed by an array of online activities. Many of the teachers had little computer experience, but at the end of the course they had participated in forum discussions in Moodle, used a wiki, read blogs, and produced and uploaded videos to YouTube, besides other technology-based educational activities. They felt so self-confident after the course that, during a two-weeks class break in Brasil, because of the influenza flu in 2009, they produced videos, involved students in LMS activities, and mailed the videos, distance learning content and activities do their students (Progresso em Casa…)
In the same way that we can talk about the need of Digital Game-Based Learning (DGBL) to educate the generation of digital natives (Mattar, 2009), we can think about the need for gamifying personal development programs for educators, designing fun, engagement and interaction, also helping to bridge the generation gap.
As Diaz et al. (2009) argue, there is actually a need of a menu with a variety of resources for teachers, as: structured courses, multi-semester or multi-year programs, mentoring, online tutorials, survey, collaborative support programs, assessment etc. The article mentions several examples of institutions that offer different and rich options for professional development. As Dias et al. conclude, faculty development should include official programs as well as external development opportunities. As Sawchuk (2009) states, certain professional development models might work in some contexts, but not others, so diversity is a must.
Anyway, as Chris Dede states (Rebora, 2009a), “one of the big challenges is just making time for teachers to participate in any type of quality professional development, whether online or face-to-face.” Independent of the model and the tools used, there is a need for time and support for educators to learn. Otherwise, a professional development model might not succeed.
REFERENCES
Diaz, V., Garrett, P. B., Kinley, E. R., Moore, J. F., Schwartz, C. M., & Kohrman, P. (2009, May/June). Faculty Development for the 21st Century. EDUCAUSE Review, vol. 44, no. 3, 46–55.
Easton, L. B. (2008, June). From professional development to professional learning. Phi Delta Kappan, 89:10, 755-761.
Mattar, J. (2009). Games in Education: how digital natives learn.
Professional development (2004, September 21). Research Center.
Progresso em Casa terá mais uma semana de preparação.
Rebora, A. (2009a, October 1). The changing landscape of teacher learning: An education-technology scholar discusses the current state and promise of online teacher PD. [Interview with Chris Dede]. Teacher Professional Development Sourcebook, Vol. 3, Issue 1, p. 8.
Rebora, A. (2009b, October 1). The view from the inside: A top course facilitator provides a behind-the-scenes perspective on online training. [Interview with Alethea Setser]. Teacher Professional Development Sourcebook, Vol. 3, Issue 1, p. 8.
Rozineli, T., & Rosalen, M. S. (2008, May). Distance continuing education of teachers. 14° Congresso Internacional ABED de Educação a Distância. Santos, SP, Brasil.
Sawchuk, S. (2009, October 1). The online option: An explosion of offerings and evolving methodologies have made Web-based training a viable choice for many teachers. Teacher Professional Development Sourcebook.
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Estão abertas as inscrições para o curso Second Life Completo para Iniciantes – Turma 07, um clássico oferecido oferecido pelo SEBRAE no Second Life.
O curso começa no dia 28 de Outubro, com aulas às quartas-feiras, das 18:00 às 20:00 horas (horário de Brasília). O curso é gratuito e emite certificado. O número de vagas é limitado: 20 alunos.
Para mais informações e inscrição, visite a Ilha do Empreendedor no Second Life.
Contato no SL: Empreendedor Mighty.
Cf. tb. o blog do Rodrigo Gecelka, que ministra o curso, ou entre em contato com ele por email: rodrigo.gecelka@iea.org.br
Participei hoje a distância (e pelo Second Life) da banca de qualificação de Mestrado da Daiana Trein Pires, da Unisinos. O título do trabalho (provisório, como ela disse) é: Educação Online em Metaverso: a mediação pedagógica por meio da telepresença via avatar em MDV3D.
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Depois da defesa do TCC do Rodrigo Gecelka no Second Life, Vivências, Benefícios e Limitações: registro sobre o uso do Second Life em uma experiência educacional, mais uma experiência incrível – e desta vez eu fazia parte da banca, daqui de São Paulo!
O trabalho da Daiana é excelente, vocês podem p.ex. ler 2 trabalhos que ela apresentou na semana retrasada no CIAED, em Fortaleza:
A Biologia do Amor para uma Educação sem Distâncias
A hipótese de sua pesquisa é:
Quanto mais intensamente o sujeito se sentir representado pela (re)criação(?) de sua identidade digital virtual por meio de avatar nos MDV3D, mais intensa será a sua percepção de imersão e conseqüentemente a sua telepresença, colaborando para minimizar o sentimento da falta de presença física e relacional na Educação Online, dessa forma, contribuindo com a superação de paradigmas e com processos de mediação pedagógica mais responsáveis.
Fiz alguns comentários e sugestões, assim como o professor Luís Henrique Sommer, aos quais a Daiana respondeu. Tudo isso no Second Life (eu em São Paulo, na minha casa, e eles lá na Unisinos).
Experiências como essas devem começar a se multiplicar, e o Second Life tem se mostrado uma plataforma bastante estável para esse tipo de atividade.
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Já está disponível no site da ABED o artigo do trabalho que apresentei durante o 15° CIAED:
YouTube na Educação: o uso de vídeos em EaD
Divirtam-se!
Meu livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem já está à venda, divirtam-se!
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Nele, eu faço uma revisão geral da literatura teórica sobre o uso de games em educação, e também exploro vários casos, no Brasil e no exterior, em que games foram e são utilizados em educação.
Amanhã de madrugada embarco para o Rio Olímpico, para participar do SBGames.
Vou postar por aqui o que assistir por lá, e também no meu Twitter.
Até mais!
post em constante progresso
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A Edexcel é uma empresa inglesa que fornece diversos tipos de certificação e com a qual a ABED organizou uma parceria para oferecer certificação a profissionais de EaD no Brasil.
Em Maio de 2009, durante o 7º SENAED, foi realizada uma apresentação da parceria, já firmada. Mailings e o site da ABED, além de outros eventos e meios de comunicação, foram também utilizados para ratificar a parceria.
Desde que comecei a ouvir falar da parceria, preferi esperar um pouco para ver como o processo todo seria conduzido e como o mercado valorizaria essa certificação. Entretanto, durante a apresentação da parceria no 15º CIAED, nesta semana em Fortaleza, e na Assembleia da ABED realizada logo em seguida, houve uma reação em cadeia.
Em primeiro lugar, é possível questionar a necessidade (e a legitimidade) de a ABED certificar profissionais de EaD no Brasil. Outras associações similares à ABED fazem isso ao redor do mundo? O mercado e os profissionais de EaD brasileiros precisam de mais um tipo de certificação, além dos cursos livres, cursos de especialização, mestrados, doutorados etc. que já são oferecidos no país?
Se a resposta for sim a essas perguntas, seria então necessário perguntar – a própria ABED não poderia fornecer essa certificação? A ABED não é (ou deveria ser) uma associação que reúne os principais profissionais de EaD do país? Esses profissionais, devidamente organizados, não seriam capazes de coordenar um projeto de certificação? Não seria possível que um comitê organizado pela própria ABED conduzisse esse processo de certificação, valorizando assim seus próprios associados, pessoas físicas e jurídicas?
Mas digamos que não; a ABED, seus diretores, seus associados etc. não são capazes de certificar ninguém em EaD. Poderíamos ainda perguntar: não temos órgãos competentes no país que poderiam apoiar a ABED? Para citar alguns, Universidades (inclusive mais voltadas ao mercado corporativo, como FGV, IBMEC, cursos de especialização, MBAs etc.), MEC/SEEd, Capes, empresas (como SENAI, Sebrae, SESI etc. que realizam trabalhos maravilhosos em EaD) etc.? A ABED não poderia fazer uma parceria com essas instituições?
Se a resposta a essa pergunta for não – nem a ABED consegue certificar sozinha, nem consegue certificar em parceria com essas instituições nacionais, que são então consideradas incapazes de certificar profissionais de EaD no nosso país – talvez se justificasse a necessidade de recorrer a uma empresa estrangeira.
O primeiro problema é que todos esses passos parecem ter sido pulados; não houve discussão com a comunidade sobre nenhum desses pontos, essas questões não foram levantadas. E, pelo que ficou claro na Assembleia da ABED durante o CIAED em Fortaleza, nem mesmo os diretores da ABED foram consultados (nem devidamente informados) sobre as reflexões em relação a todas essas perguntas e sobre essas decisões.
Tudo isso, obviamente, coloca sob suspeição o processo de Certificação que está sendo oferecido pela Edexcel em conjunto com a ABED.
Mas, mesmo imaginando que todas essas reflexões, conduzidas de maneira democrática, levassem à conclusão de que seria necessário a ABED recorrer a uma empresa estrangeira para realizar certificações de EaD no Brasil, ainda seria preciso perguntar: por que não escolher a empresa estrangeira democraticamente, num processo similar a uma licitação? E por que, aliás, não escolher uma empresa focada especificamente em certificação na área de EaD?
A Edexcel é uma empresa privada com fins lucrativos. Seria essa a melhor escolha? Não há outras opções no mercado internacional que poderiam orientar a ABED em um processo de certificação?
Todos sabem que decisões “democráticas” podem se alongar infinitamente em longas e ineficientes discussões (um dos custos da colaboração), mas houve uma unanimidade de que no mínimo os processos precisam ser mais transparentes. O que se questionou em todos os cantos durante o CIAED, na última quarta-feira (após as discussões que ocorreram na terça à noite), é se os caminhos para essas decisões não deveriam ser mais explícitos, possibilitando a participação de mais pessoas, associações, instituições e empresas, já que a oferta de uma certificação pela ABED é um assunto extremamente sério, que pode influenciar a paisagem da EaD no país.
O que eu fiz, até aqui, foi resumir um pouco o desconforto que ouvi pelos corredores do Hotel Praia Centro na última quarta-feira.
Outra questão foi levantada com insistência: quais critérios foram utilizados para escolher as pessoas que estão participando do processo de certificação, pela ABED, considerando-se principalmente que os diretores da ABED não foram consultados? Não seria necessário, independente do processo e da forma de certificação adotada, e da utilização ou não da parceria com uma empresa (privada ou não, nacional ou não), montar um conselho amplo e representativo da EaD no Brasil para garantir a legitimidade do processo? Um time que incluísse pessoas de diferentes setores e inclusive de diferentes Estados? Quem escolheu quem vai nos avaliar, para emitir o certificado – e como essa escolha foi realizada?
Enfim, por tudo isso, a Assembleia da ABED decidiu sabiamente que o processo deveria ser discutido em uma reunião de diretoria. Ou seja, o processo de certificação está temporariamente suspenso, e a reunião será na próxima sexta, 09/10. Talvez nenhuma das decisões tomadas durante o processo seja ilegal, mas foi quase unanimidade a avaliação de que o processo está contaminado. Então, esperamos que a ABED cancele o que foi feito até agora, mesmo levando-se em consideração o custo e o trabalho das pessoas envolvidas, e inicie uma discussão mais democrática de como deve ser conduzida uma certificação oferecida pela ABED – questionando, inclusive, se ela se faz necessária.
A ABED terá, assim, a oportunidade de corrigir um erro cometido, pois ela tem obviamente responsabilidade em relação a seus associados e inclusive ao mercado de EaD no Brasil, e não pode sinalizar para o mercado com uma Certificação que não foi discutida nem mesmo com seus diretores. A passagem a seguir está disponível em seu site:
“4. Qual a importância em obter o certificado ABED&Edexcel de Gestor de Programas de Educação Flexível e a Distância?
O certificado confere ao outorgado o reconhecimento, pela comunidade de profissionais brasileiros de educação a distância, da demonstração de aptidão para executar satisfatoriamente atividades como gestor em programas de educação a distância. Além do Brasil, a chancela garante portabilidade e reconhecimento internacional das competências certificadas no mercado de trabalho de diversos países da Comunidade Européia, Estados Unidos, África do Sul, Emirados Árabes, China e Índia. “
Ora, que reconhecimento o certificado conferirá ao outorgado, pela comunidade de profissionais brasileiros de EaD, se nem mesmo os diretores da ABED foram consultados sobre o processo? Como é possível afirmar que o certificado conferirá ao outorgado “a demonstração da aptidão para executar satisfatoriamente atividades como gestor em programas de educação a distância” se não houve discussão com a comunidade sobre a certificação? O que significa “portabilidade e reconhecimento internacional” na Comunidade Europeia, nos Estados Unidos, África do Sul, Emirados Árabes, China e Índia – não seria importante deixar isso mais explícito? É a ABED que está afirmando isso para todo o mercado de EaD no Brasil, e esse tipo de compromisso não pode, obviamente, ser assumido sem que importantes pessoas e instituições de EaD no país tenham participado do processo para a oferta de Certificação.
Fiz aqui um resumo do que ouvi em off durante o CIAED. Sinto-me bem à vontade e imparcial de escrever porque tenho participado ativamente das atividades da ABED. A questão não é pessoal nem uma briga de interesses pessoais ou comerciais, é uma questão de a ABED demonstrar sua grandeza, assumir um erro cometido e, caso assim entenda sua diretoria, seus associados e/ou mesmo a comunidade de EaD no Brasil, reiniciar um processo de certificação mais forte e legitimado do que o que foi promovido neste primeiro momento. Principalmente neste momento em que a SEEd/MEC tem se mostrado democrática e extremamente aberta a sugestões da comunidade de EaD (vou ainda escrever sobre isso), trabalhando de uma maneira colaborativa, e temos a oportunidade de continuar a construção de um projeto coletivo.
Já li um post em um blog criado especificamente para discutir o tema, A ABED deve ser imparcial?, que levanta a interessante questão: “Você ficaria satisfeito em ver um concorrente seu, certificar ou não seus funcionários?”
Seria interessante que mais posts como esses, seguidos de comentários, proliferassem nos próximos dias, para que o maior número de pessoas pudesse expor sua opinião, e assim, na próxima sexta-feira, a ABED fosse capaz de fazer um levantamento de como o assunto está sendo encarado pela comunidade de EaD no país, para orientar sua decisão.