Poema de Amor Inacabado

Tu és o quelso do pental ganísmio
Saltando as rimpas do fermin calério
Carpindo as taipas do furor salírio
Nos rúbios cajos do pijon sidério

Tu és o quelso do pental perôneo
És o bartólio do bocal empírio
Das duas penas em que pulsa obálio
Na curvas chusmas do pental oblôneo

Teus lindos olhos que têm barcamantes
São camersúrias que carquejam lantes
Nas curvas chusmas do nival oblôneo

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