Silver Bells and Golden Spurs

Vou mergulhar no meu domingo em machinimas no Second Life.

Este é um exemplo muito interessante de filmagem no Second Life. É uma adaptação de um poema anônimo, que conta a história de uma disputa no Velho Oeste. Cada avatar-ator representa um ator de verdade, de diversos lugares do mundo.

O vídeo, de 2006, é dirigido por Eric Call e produzido pelo Bedazzle Studios.

Você pode também acessar uma página com mais informações sobre a produção.

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YouTube, Vídeos & Educação

Acabei de abrir a página YouTube na Educação, e algumas coisas daqui devem até parar ali, mas isso caía bem em um post. Dei uma revisada geral em vários links, vídeos, tutoriais que estava guardando, e resolvi soltar todos aqui!

Um artigo da minha professora do curso YouTube for Educators discute vários pontos interessantes sobre o uso de vídeos em educação: Web-based video in education: Possibilities and Pitfalls.

Pode-se pensar em 2 tipos de interação distintos no uso de vídeos em educação: uma interação básica, já que o usuário pode parar e voltar o vídeo quando quiser, e uma interatividade mais ampla, que pode ser construída por playlists (listas de reprodução) e links que permitem que o usuário pule de um vídeo para outro, além do recurso dos comentários disponível no YouTube.

Leia uma resenha de Madhumita Bhattacharya do interessante livro Video in Research in the Learning Sciences, que aborda o uso de vídeos em ciências.

O Vol 9, No 3 do The International Review of Research in Open and Distance Learning traz uma inovação interessante: um editorial em (e sobre) video, disponível no YouTube: Getting away from “talking heads”.

Em Students Watch Lecture Videos in Fast Forward, Jeffrey R. Young discute como os alunos assistem aos vídeos de aulas em fast forward, em várias universidades de peso ao redor do mundo. A informação está chegando muito devagar, mas os alunos poderiam absorvê-la muito mais rapidamente do que os professores a transmitem.

Um recurso interessante do YouTube é o deep linking: você pode determinar o ponto do vídeo que quer que as pessoas acessem.

Os usuários do YouTube, por enquanto apenas nos Estados Unidos, já podem comprar músicas, filmes, seriados e ingressos de shows relacionados aos vídeos a que assistem. O modelo “clique-para-comprar” é uma tentativa de tornar o serviço lucrativo para o Google.

Um recurso muito interessante para testar em educação (alguém já testou?) é o stream de vídeo simultâneo para vários usuários à distância, com a possibilidade de chat e comentários por parte dos usuários, enquanto assistem aos vídeos. O YouTube tem o novo Streams, mas há outros serviços como BlogTV, Mogulus, Stickam e UStreamTV.

O dotSUB é um site muito interessante, em que você pode assistir videos com legendas em várias línguas – muita coisa em português. Os próprios usuários podem traduzir os vídeos, utilizando um recurso de legendas disponível no site.

Você deseja começar um site de compartilhamento de vídeos? Um colega de curso sugeriu os seguintes softwares, sites e tutoriais: PDHmotion, Brothersoft e ClipShare.

Há vários sites interessantes para pesquisas e em alguns casos donwload de vídeos (e também imagens e arquivos multimídia), como esses que foram mencionados no meu curso: Internet Archive Moving Image Archive, Library of Congress American Memory Motion Pictures Collections, Biography Channel, History Channel, Louvre e Wikimedia Commons. Já andei listando outros neste blog, logo mais preciso fazer uma coleção comentada.

Caso você queira montar listas de reprodução de diversos serviços, confira Mefeedia, ULinkx, Video Sticky e Yuxt.

Ufa, valeu?

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Continuando a conversa com Laura Coutinho…

No último sábado, 08/11, tivemos o prazer de receber no auditório da Faculdade São Leopoldo Mandic, no módulo “Tecnologias Aplicadas à Educação” do curso de pós-graduação Educação: concepção e conhecimento, a professora Laura Coutinho.

Ela nos brindou com uma palestra de 4 (quatro) horas, em que falou de sua trajetória na educação, a utilização de tecnologias em educação e sua atuação nas escolas da rede pública do Rio de Janeiro, dentre outros assuntos. No final, todos ficaram muito emocionados com a apresentação – foi uma mostra de que é possível falar de educação e tecnologia com emoção.

Eu tinha assistido a uma apresentação da professora Laura Coutinho no MoodleMoot 2007: “Cyber Pesquisa: utilização do Moodle para ensino de competências do pesquisar no Ensino Fundamental II”, cujo resumo está disponível nos Anais do evento. Nem cheguei a fazer perguntas ou conversar com as palestrantes ao final da apresentação (estavam também presentes Heloisa Argento e Heloisa Padilha), mas comentei brevemente a apresentação na cobertura que fiz do MoodleMoot2007, e logo lembrei dela, quando fui convidado a ministrar o módulo Tecnologias Aplicadas à Educação para professores de uma escola. Foi a apresentação mais interessante a que assisti ou que li, até hoje, sobre o uso de tecnologias em uma escola no Brasil. Eu entrei então em contato com o trio, e a professora Laura logo aceitou o nosso convite, vindo do Rio de Janeiro para a palestra.

Abri então este post para que possamos continuar a conversa, publicamente, com a professora Laura. No caso da nossa convidada do encontro anterior, a Kariene Santos, do SENAI-BA, continuamos a conversa fechados no nosso Moodle, e sem a participação dela. Agora teremos a oportunidade de usar um post em blog para o mesmo tipo de atividade, contando com a presença da própria palestrante e inclusive de todos que passarem por aqui. Depois, poderemos comparar as diferenças entre um ambiente virtual de aprendizagem fechado e uma ferramenta aberta da web 2.0 para esse tipo de atividade.

Sintam-se todos (inclusive quem não esteve na São Leopoldo Mandic no sábado ou quem não está fazendo o curso, mas apenas passando pelo blog), é claro, livres para escrever o que quiserem: dúvidas, comentários, sugestões etc. O tema mais específico da conversa é a introdução da informática em escolas.

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YouTube na Educação

Comecei hoje timidamente uma nova página no blog, YouTube na Educação, sobre o uso de vídeos em educação, com destaque para o YouTube.

Nos próximos dias devo atualizá-la bastante, inclusive porque criar a página é parte do meu Projeto para o curso YouTube for Educators, então vocês podem acompanhar as novidades acessando a página diariamente, e, é claro, deixando suas contribuições, que serão muito bem-vindas.

Publicado em EaD, Educação, Video, YouTube for Educators | 3 comentários

Do Impostutor ao Aututor

Já venho prometendo faz tempo neste blog um post sobre o tema, que acabei antes desenvolvendo nos meus livros, principalmente no Second Life e Web 2.0 na Educação.

Gravei então um vídeo, mas prometo ainda uma nova versão (ou mais de uma), mais trabalhada, além de um post de texto. Mas ja dá para discutirmos o assunto:

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Desfiles de Moda no Second Life

Montei essa longa Lista de Reprodução com várias machinimas gravadas no Second Life.

São desfiles de moda.

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EDUCAUSE Quarterly Magazine, Volume 31, Number 3, 2008

Acaba de sair o último número da Educause Quarterly Magazine, um prato cheio para os leitores deste blog, que a partir de agora vou sempre resenhar por aqui.

VIEWPOINTS

Em Overcoming the Fear of Gaming: A Strategy for Incorporating Games into Teaching and Learning, Rafael C. Alvarado discute brevemente os desafios da utilização de games em educação, e sugere inclusive algumas estratégias, como a reflexão crítica sobre os jogos e a criação de novas versões dos jogos, além de apontar a necessidade de “deixar fluir” o processo de aprendizagem.

Em Foreign Language Faculty in the Age of Web 2.0, Edwige Simon discute ainda mais brevemente como as habilidades tecnológicas e a compreensão de como utilizar ferramentas da Web 2.0 são essenciais para professores de línguas estrangeiras hoje, inclusive para preparar os alunos para o mercado de trabalho.

CURRENT ISSUES

Em Security Metrics: A Solution in Search of a Problem, Joel Rosenblatt discute aspectos de segurança de programas.

Em Do Emergency Text Messaging Systems Put Students in More Danger?, John Bambenek e Agnieszka Klus discutem as oportunidades e ameaças do uso, por parte de instituições de ensino, de sistemas de avisos de emergência aos alunos por mensagens de texto.

FEATURE ARTICLES

Em Assessing Learning and Scholarly Technologies: Lessons from an Institutional Survey, Cara Lane e Greg Yamashiro apresentam pesquisas sobre o uso de tecnologias na Universidade de Wisconsin-Madison, que concluem que os alunos aprendem a usar ferramentas para aprendizagem em seus cursos nas instituições de ensino, apesar de utilizarem várias delas no seu dia-a-dia para comunicação e lazer, e que os professores demonstram desejo de participar mais das discussões sobre tecnologia e educação.

Em Faculty Development Programming: If We Build It, Will They Come?, Ann Taylor e Carol McQuiggan apresentam uma pesquisa realizada na Pennsylvania State University sobre as necessidades dos professores para obterem sucesso no ensino online.

Em Collaborative Development: A New Culture Affects an Old Organization, Jim Phelps e Terry Ruzicka apresentam o modelo colaborativo para o desenvolvimento de projetos de tecnologia da informação, utilizado na University of Wisconsin–Madison. O artigo traz uma série de links para Agile Development Process, Model-Driven Design e Continuous Process Improvement, utilizados no desenvolvimento dos projetos.

Em Moving to Moodle: Reflections Two Years Later, Ining Tracy Chao faz uma reflexão sobre a adoção do Moodle na Royal Roads University. Uma das conclusões é a necessidade de treinamento e suporte para os professores e alunos.

PROFESSIONAL DEVELOPMENT

Em Information Sharing for IT Security Professionals, Rodney J. Petersen apresenta sugestões para o desenvolvimento de uma rede de contatos para profissionais de seguração de tecnologia da informação.

Em Growing the Next Generation of Leaders, Rebecca Gould, Elizabeth Unger e Annie Bacon apresentam as habilidades necessárias para o sucesso de líderes em tecnologia da informação.

GOOD IDEAS

Em Leveraging Technology and Human Systems in an Emergency, Stan Molinski apresenta e analisa a resposta do Saint Peter’s College a uma ameaça de bomba. O tema é uma preocupação central nas universidades americanas, depois do massacre na Virginia Tech.

Em Directing Traffic: Managing Internet Bandwidth Fairly, Thomas A. Paine e Tyler J. Griggs apresentam como a University of Wisconsin–Eau Claire administra seu fluxo de banda larga no campus.

Em Student Input in College Decision Making, Celeste M. Schwartz, Emory M. Craig, Jeff Trzeciak, Julie K. Little e Veronica Diaz propõem uma interessante discussão sobre como incluir os alunos nas decisões sobre tecnologia da informação das instituições de ensino. Em vez de dar assistência aos alunos onde as instituições acham que os alunos deveriam estar, por que não oferecer esse suporte onde estão efetivamente estão, no Orkut, no Google etc.? Em vez de obrigar os alunos a freqüentar os sistemas da instituição, porque não se conectar a eles em outros sistemas? Pedimos aos alunos que avaliem os professores, os cursos, os serviços dos campi e sua experiência na instituição, mas quase nunca pedimos suas opiniões sobre as novas iniciativas institucionais. Precisamos, portanto, incorporar os alunos nos processos de decisões.

RESEARCH IN BRIEF

Em Online Social Media in Crisis Events, Leysia Palen, de um grupo de pesquisa na University of Colorado, Boulder, reflete sobre o uso de mídias sociais para a participação e discussão de desastres, como o da Virginia Tech e os incêndios no sul da California em 2007.

Há ainda um espaço para notícias.

Enfim, leituras para diversos gostos e interesses.

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Algumas ferramentas essenciais

Montei este post para os professores do módulo Tecnologias aplicadas à Educação, que estou ministrando no Colégio Progresso, mas ele serve é claro para todos.

São links e breves comentários a ferramentas básicas e essenciais.

  • Compactadores e descompactadores de arquivos
  • (qual dos dois vocês preferem?)

    WinZip

    WinRAR

  • Softwares necessários para ler e rodar determinados arquivos
  • Adobe Reader

    Flash Player

  • Para editar e gerar arquivos PDF
  • (testei inúmeras ferramentas gratuitas, esta é a que acho mais interessante – existe é claro o Adobe InDesign e o Acrobat, mas são pagos)

    PDFill

  • Edição de Imagens
  • (sem falar no Photoshop, Fireworks, Gimp…)

    Picasa

  • Edição de Áudio
  • (há inúmeros softwares pagos, mas este é gratuito, e dá para fazer muita coisa)

    Audacity
    (instale de preferência a versão estável; para gerar MP3, é necessário baixar o Lame, e procure salvá-lo na sua pasta do Audacity).

    E então, mais sugestões?

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    Efeitos Especiais em Vídeos

    A playlist abaixo foi montada pela minha professora do curso YouTube for Educators. Ela inclui vídeos que mostram técnicas especiais no uso de câmeras ou em edição de vídeos. A maioria dos vídeos demonstra a técnica e fornece orientação para utilizá-la. Muito legal!

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    Web 2.0 na Educação

    Para onde vai a Web, com a crise financeira? Essa foi a pergunta feita em What’s Next after Web 2.0?, no ReadWriteWeb, que provocou tantas respostas que gerou um outro post, com um resumo dos comentários.

    Em 10 Promising Web Platforms, Richard MacManus apresenta 10 plataformas promissoras na web.

    E em Back to School: 10 Great Web Apps for College Students, Frederic Lardinois apresenta dez ferramentas web para alunos universitários: Notas (Evernote e Google NotBook), Offices (Google e Zoho), Bibliografia (além do pago e muito utilizado Endnote, o artigo cita o Zotero e o EasyBib – apesar de que eles não nos ajudam com a ABNT), Organização (Google Calendar e Remember de Milk), Avaliação de Professores (Professor Performance e Rate my Professors) e, para manter contato, Meebo. Quem já usa alguma?

    Em Web 2.0: Good for Education?, Trent Batson faz uma rápida reflexão sobre o uso da Web 2.0 em educação.

    The Tower and the Cloud – Education in the Age of Cloud Computing é um e-book da Educause que examina o impacto da Computação nas Nuvens na Educação Superior. Leitura indispensável!

    Em Wikipedia and the Meaning of Truth, Simson Garfinkel discute a noção de autoridade e a referência a fontes na wikipedia, um dos ícones da Web 2.0.

    O Google Docs acrescentou recentemente novos recursos ao seu serviço. Selecionando uma palavra e clicando em Tools, você pode fazer uma busca automática por significados e sinônimos no Merriam-Webster Collegiate Dictionary, uma busca da palavra na Encyclopedia Britannica, e uma busca automática no Google ou Google Images.

    Is Google Earth Becoming a Platform for Academic Scholarship? reflete sobre o uso do Google Earth como plataforma para educação.

    O vídeo abaixo (com legenda em português) mostra lúdica e despretensiosamente o que é um wiki. Na verdade, trabalha com o conceito de wiki próximo ao do Google Docs, mas eu quero explorar, com o pessoal de Aveiro, melhor essas diferenças – eles têm um trabalho muito interessante com wikis.

    Alguém já usou o Glogster? Já há inclusive uma página sobre educação. É uma nova ferramenta Web 2.0 que permite que você crie uma página web estilo pôster, integrando imagens, animações, vídeos do YouTube etc. Brinquei 1 minuto e criei meu primeiro glog:

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