Educational Technology – Boise State University

A Boise State University (Idaho, Estados Unidos) é acreditada regionalmente pela
Northwest Commission on Colleges and Universities (NWCCU). Importante notar que as acreditações para todas as universidades nos Estados Unidos são realizadas por comissões regionais; assim, um diploma obtido em uma faculdade ou universidade credenciada por uma comissão regional é válido em qualquer lugar nos EUA ou mesmo no mundo. Além disso, a Faculdade de Educação da Boise State University passa por uma revisão rigorosa do CAEP (Council for the Accreditation of Teacher Preparation) a cada sete anos. Em Tecnologia Educacional, o programa adere aos padrões estabelecidos por dois órgãos renomados: Association for Educational Communications and Technology (AECT) e International Society for Technology in Education (ISTE).

A instituição oferece 2 Mestrados e 1 Doutorado totalmente online em Tecnologia Educacional (Educational Technology). São as seguintes as opções:

Master of Educational Technology (M.E.T.) (Mestrado) – os alunos apresentam como trabalho de conclusão de curso uma eportfólio, que é avaliado por uma banca assincronamente. O e-portfólio deve incluir os principais artefatos desenvolvidos durante o curso, uma reflexão sobre o processo de produção desses artefatos, uma reflexão sobre o processo de aprendizagem nas disciplinas e uma reflexão sobre o processo de aprendizagem geral no curso. O e-portfólio é apresentado em uma plataforma online e inclui também um vídeo e um texto de apresentação.

Master of Science in Educational Technology (M.S.E.T.) (Mestrado) – os alunos defendem online, oralmente e sincronamente uma dissertação para uma banca.

EdD in Educational Technology (Doutorado)
O foco do EdD (Doctor in Education) é preparar candidatos para a prática profissional e a pesquisa aplicada, em comparação com o PhD (Doctor of Philosophy), cujo foco principal é preparar pesquisadores.
O Doutorado Online em Tecnologia Educacional da Boise explora o uso de tecnologias atuais e emergentes para ensino e aprendizado online, integração de tecnologias, liderança acadêmica em tecnologia, ensino inovador em educação básica e superior, desenvolvimento de software educacional para a web, plataformas móveis, jogos e simulações educacionais.
O programa é oferecido totalmente online, tanto as disciplinas quanto as avaliações, com alguns momentos de interação síncrona.
São admitidos anualmente entre 12 e 15 alunos.
Valor para 6 créditos (1 quarter): US$ $2,856.00
Total de créditos do programa: 66, sendo que até a metade (33 créditos) podem ser obtidos antes da admissão ao programa, por exemplo em um Mestrado.
5 disciplinas (15 créditos) de fundamentação são obrigatórias:
EDTECH 601 DOCTORAL STUDIES ORIENTATION (deve ser cursada no primeiro semestre)
EDTECH 602 EMERGING TRENDS IN EDUCATIONAL TECHNOLOGY
EDTECH 603 GLOBAL AND CULTURAL PERSPECTIVES IN EDUCATIONAL TECHNOLOGY
EDTECH 604 LEADERSHIP IN EDUCATIONAL TECHNOLOGY
EDTECH 605 PROJECT MANAGEMENT IN EDUCATIONAL SETTINGS
4 disciplinas (12 créditos) de pesquisa são obrigatórias:
EDTECH 650 RESEARCH IN EDUCATIONAL TECHNOLOGY
EDTECH 651 INTRODUCTION TO STATISTICS FOR EDUCATIONAL TECHNOLOGY
EDTECH 652 QUANTITATIVE RESEARCH METHODS
EDTECH 653 QUALITATIVE RESEARCH METHODS
O aluno deve escolher 1 disciplina (3 créditos) eletiva em pesquisa, dentre:
EDTECH 662 ADVANCED QUANTITATIVE RESEARCH METHODS
EDTECH 663 ADVANCED QUALITATIVE RESEARCH METHODS
EDTECH 671 DATA MINING RESEARCH METHODS FOR EDUCATION
EDTECH 672 DESIGN-BASED RESEARCH
1 disciplina (3 créditos) obrigatória de experiência inovadora deve ser cursada:
EDTECH 640 INNOVATIVE PRACTICES IN EDUCATIONAL TECHNOLOGY
3 disciplinas (9 créditos) devem ser cursadas como EDTECH COGNATE, na área de concentração do aluno, dentre todas as oferecidas pela instituição (podendo ser validadas com créditos cursados em outras instituições).
4 disciplinas (12 créditos) devem ser cursadas como eletivas, dentre todas as oferecidas pela instituição (podendo ser validadas com créditos cursados em outras instituições).
1 crédito deve ser cursado como COMPREHENSIVE EXAMINATION (correspondente a nossa banca de qualificação).
11 créditos devem ser cursados como orientação para a tese, que deve ser defendida oralmente (a distância), com o conceito aprovado ou reprovado.

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CIAED 2018

Programação temporária das minhas atividades no Congresso Internacional ABED de Educação a Distância (CIAED) 2018.

1° DIA – QUARTA-FEIRA – 03 DE OUTUBRO DE 2018

13h30 – 15h30 – Sessão Plenária / Cerimônia de Abertura
QUAIS OS POSSÍVEIS IMPACTOS DO CRESCIMENTO EXPONENCIAL DE POLOS DE APOIO PRESENCIAL E A PRESENÇA DE MAIS IES CREDENCIADAS PARA A EAD?
Carlos Roberto Juliano Longo
João Augusto Mattar Neto
Luciano Sathler Rosa Guimarães
Margarete Lazzaris Kleis

15h30 – 16h00 – Sessão Pôster
TC 8695 – INVESTIGANDO AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES EM SERVIÇO NO ENSINO SUPERIOR COM ATUAÇÃO NA MODALIDADE EAD – SEMIPRESENCIAL
[A] Mariane Regina Kraviski – UNINTER
Dinamara Pereira Machado – UNINTER
João Mattar – UNINTER

Sala Arvoredo 2 – Trabalhos Científicos – 03out18 – 16h00 / 18h00
Coordenação

18h00 – 18h30 – Sessão Pôster
TC 5800 – OFICINAS PEDAGÓGICAS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SOB A PERSPECTIVA DISCENTE: UM ESTUDO DAS LICENCIATURAS PEDAGOGIA E LETRAS
[A] Neide Aparecida Arruda de Oliveira – UNIFATEA
[A] Maria Cristina Marcelino Bento – UNIFATEA
[A] Luciani Vieira Gomes Alvareli – UNIFATEA
[A] João Augusto Mattar Neto – PUC- SP e UNINTER

Sala Ingleses – Encontro – 03out18 – 18h30 / 20h30
ENCONTRO ESTRATÉGICO COMITÊ CIENTÍFICO ABED
Reunião dos componentes dos Comitês Científicos dos Congressos ABED e dos Professores Doutores interessados em compôr o quadro de avaliadores/pareceristas ABED.
Waldomiro Pelágio Diniz Carvalho Loyolla – ABED (Coordenação)

Sala Santinho – Encontro – 03out18 – 18h30 / 20h30
RBAAD – Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância
Encontro dos editores associados da Revista Científica ABED – RBAAD.
Carlos Eduardo Bielschowsky – Editor-chefe
Esteban Lopez Moreno – Editor-gerente

Sala Forte – Prêmio ABED de Pesquisa e Inovação em EAD – 03out18 – 18h30 / 20h30
Apresentação dos Ganhadores do Prêmio ABED de Pesquisa e Inovação em EaD – Categoria Experiência Inovadora

20h30 – COQUETEL – EXPO EAD
Coquetel de confraternização e abertura oficial da EXPO EAD.

2° DIA – QUINTA-FEIRA – 04 de Outubro de 2018

Sala Tapera – SANTOS JR – 04out18 – 10h00 – 12h00
EVENTO SATÉLITE – ABERTO AO PÚBLICO
Workshop – Santos Jr Consultoria Educacional
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: AS OBSCURIDADES DA RESOLUÇÃO CNE Nº 1/2018
10h30 – RESOLUÇÃO CNE Nº 1/2018: NOVO CENÁRIO X VELHAS PRÁTICAS
11h00 – CENÁRIO DA CONCORRÊNCIA NA OFERTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
11h30 – TENDÊNCIAS DA REGULAMENTAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
Jair Santos Junior – Santor Jr Consultoria

Sala Santinho – Trabalhos Científicos – 04out18 – 13h30 / 15h30
13h30 / 13h45 – TC 8536
O USO DE BADGES PARA PROMOVER A MOTIVAÇÃO E O ENGAJAMENTO DE DISCENTES NA DISCIPLINA ONLINE DE METODOLOGIA DA PESQUISA DO ENSINO SUPERIOR
[A] Patrícia da Silva Tristão – UNINTER
João Augusto Mattar Netto – UNINTER e PUC – SP
Eduardo Stumpf – FAE
Alvino Moser – UNINTER

Sala Cacupé – Trabalhos Científicos – 04out18 – 13h30 / 15h30
15h10 / 15h25 – TC 8643
INTERAÇÃO NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NO SEMIPRESENCIAL: UM ESTUDO SOBRE A OPERACIONALIZAÇÃO DA RESOLUÇÃO 1134/2016
[A] Nathalia Savione Machado – UNINTER/UFPR
[A] João Mattar – UNINTER/PUC-SP
[A] Dinamara Pereira Machado – UNINTER

Arvoredo 6 – Encontros – 04out18 – 13h30 -15h30

RODA DE CONVERSA: UM DICIONÁRIO CRÍTICO. REFERÊNCIA PARA A EAD
Ementa: Roda de conversa com alguns dos 190 autores que participaram do desafio de criar de forma coletiva e colaborativa um dicionário-enciclopédia sobre “Educação e Tecnologias” e Educação a Distância”. Uma obra de referência para a EaD.
Daniel Mill – UFSCAr (Coordenação)
João Augusto Mattar – Uninter e PUC SP
Vani Moreira Kenski – USO e O Site
Fredric Michael Litto – ABED
Romero Tori – USP

GPEAD. PARA ONDE VAMOS. REUNIÃO DE PESQUISADORES DOS “GRUPOS QUE PESQUISAM EAD”
Em 2017 apresentamos os resultados da pesquisa sobre “Grupos que pesquisam EaD no Brasil”. Nela atuaram 38 pesquisadores e foram identificados e levantados dados sobre 309 grupos de pesquisa, de todas as áreas de conhecimento, que estudam EaD. Lideres de diversos desses grupos se uniram à rede dos pesquisadores e deram origem ao GPEAD (Grupos que pesquisam EaD). O contato online teve continuidade com os integrantes desses grupos e um primeiro encontro presencial foi realizado, em julho de 2018, no CIET: ENPED, em São Carlos, na UFSCAR. Neste encontro foram identificados caminhos possíveis de pesquisa coletiva em EaD e realizados levantamentos breves de interesses dos pesquisadores presentes. Neste momento, o encontro no CIAED será de extrema importância para definirmos: os caminhos de pesquisa, os Grupos participantes e as principais estratégias para a continuidade do o desenvolvimento do estudo em 2018/2019.A reunião de pesquisadores é aberta para a comunidade de pesquisadores da ABED que estejam interessados em participar do GPEAD e contribuir com os novos caminhos da pesquisa.
Vani Moreira Kenski – Site

14h15 / 14h55 – AI 05 – Artesanato Educacional
PÓS-GRADUAÇÃO EM METODOLOGIAS ATIVAS E TECNOLOGIAS INOVADORAS PARA A EDUCAÇÃO
Ementa: Diversas metodologias ativas, que provocam os alunos a assumirem uma posição de maior responsabilidade na condução do seu processo de aprendizagem, passaram a ser intensamente utilizadas em educação, como: método do caso, aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem baseada em projetos, sala de aula invertida, peer instruction e design thinking. Além disso, tem crescido continuamente a incorporação de novas tecnologias à educação, como: redes sociais, robótica, dispositivos móveis, games, inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada. Nesse sentido, já não é mais possível enxergar tão claramente as fronteiras entre as modalidades de educação presencial e a distância, com o predomínio do que se passou a chamar de blended learning (ou aprendizagem híbrida). Tornou-se então um desafio para professores e alunos, assim como para escolas, instituições de ensino superior e empresas adaptarem-se à complexidade dessas mudanças. Este curso, uma parceria entre a Faculdade de Tecnologia Finaci e a Artesanato Educacional, explora as tendências metodológicas e tecnológicas da educação na era digital.
João Augusto Mattar – Artesanato Educacional

Sala Campeche – Encontro de Fornecedores de Soluções para EAD – 03out18 – 16h00 / 18h00
ENCONTRO DE FORNECEDORES DE SOLUÇÕES, PRODUTOS E SERVIÇOS PARA EAD
Se você trabalha fornecendo produtos e serviços para ensino a distância, este encontro lhe interessa. Venha conhecer seus concorrentes para transformá-los em parceiros e aumentar seus ganhos. O Encontro dos Fornecedores de Produtos e Serviços para EaD é uma reunião que acontece tradicionalmente na programação do CIAED. É uma roda de negócios, onde cada empresa expõe o que tem e também o que precisa, uma excelente oportunidade para networking com empresas parceiras e concorrentes para a discussão de problemas comuns e respectivas soluções, debate sobre o mercado de EaD e sobre como podemos contribuir.
Coordenação: Marcos Resende Vieira – webAula

3° DIA – SEXTA-FEIRA – 05 de Outubro de 2018

Sala Ribeirão – Assembleia ABED – 05out18 – 09h00 / 11h00

Sala Cacupé – Trabalhos Científicos – 05out18 – 13h30 / 15h30
14h50 / 15h05 – TC 8438
O PAPEL DO TUTOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DO ALUNO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
[A] Ingrid Gayer Pessi – UNINTER
João Augusto Mattar Neto – UNINTER

Sala Campeche – Workshop – 05out18 – 13h30 / 15h30
FGPEAD – FORMAÇÃO DE GESTORES DE POLOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
O objetivo é apresentar e discutir a construção de um curso MOOC para formar gestores e/ou demais profissionais para atuarem em polos de apoio presencial de EaD. O Workshop abordará dois tópicos. O primeiro cobrirá temas gerais de administração que possam servir de apoio a esses profissionais. O segundo a aplicação desses conceitos a atividades desenvolvidas nos polos de EaD. A partir do feedback dos participantes, reformulá-lo para sua versão final.
João Augusto Mattar Neto – PUC-SP
Oriana Gaio – UNINTER
Francieli Paes de Carvalho Castro – UNIP

Sala Ribeirão – Mesa Redonda – 05out18 – 13h30 / 15h30
MR 38
NEUROCIÊNCIAS, DIVERSIDADE E OUTRAS COISAS ABORDANDO “UM PENSO” NA EDUCAÇÃO QUE USA TECNOLOGIAS
Ementa: Abordagem neurocientífica e cognitiva do uso das tecnologias nos estados de ensinar e de aprender, considerando as diferenças como as maiores “aproximações” que se pode ter como seres humanos.
Susane Martins Lopes Garrido (Coordenação)
João Augusto Mattar Neto – UNINTER
Stavros Panagiotis Xanthopoylos – ABED
Silvia Ferrão – Macao Polytechnic Institute

Sala Sambaqui 5 – Mesa Redonda – 05out18 – 16h00 / 18h00
BATE BOLA COM CONVIDADOS INTERNACIONAIS

Coordenação: João Augusto Mattar Neto – UNINTER e PUC SP

Sala Sambaqui 1 – Mesa Redonda – 05out18 – 16h00 / 18h00
MR 23
MODELOS HÍBRIDOS E ONLINE EM TRANSFORMAÇÃO
Ementa: Apresentação e discussão de modelos Híbridos e online interessantes e desafiadores, que oferecem soluções úteis para diversos tipos de alunos tanto de ponto de visto pedagógico como tecnológico. Debate aspectos convergentes da nova regulação da EaD do ponto de vista da institucionalização desses modelos.
João Augusto Mattar Neto – UNINTER (Coordenação)
Jose Manuel Moran Costas – USP
Enilton Ferreira Rocha – WR3EAD
Janes Fidelis Tomelin – UNICESUMAR

18h00 – 18h30 – Sessão Pôster
TC 8817 – A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE NA RETENÇÃO DE ALUNOS NOS CURSOS DE ENSINO A DISTÂNCIA
Alcimar Roberto Kowalski – UNINTER
[A] João Augusto Mattar Neto – UNINTER/PUC–SP
Lílian Soares Alves Branco – UNILASALLE

4° DIA – SÁBADO – 06 de Outubro de 2018

Sala Sambaqui 5 – Mesa Redonda – 06out18 – 08h00 / 10h00
MR 35
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

Ementa: No 18º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância, portanto em 2012, foi realizada a primeira edição dessa mesa redonda. Passaram-se seis anos e muitas iniciativas foram realizadas, novas epistemologias, teorias, metodologias e tecnologias surgiram impulsionando as pesquisas na área, o que resultou no aprofundamento e na evolução do conhecimento até então existente, no entanto, somente emn28 de novembro de 2017, o Conselho Nacional de Educação/CES – CNE/CES No: 462/2017, no estabelecimento das normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação stricto, abriu a possibilidade da oferta de cursos no âmbito do stricto sensu, na modalidade a distância. Assim, considerando a contemporaneidade das pesquisas na área, num tempo em que vivemos e convivemos ao habitar, e-habitar e co-habitar um mundo constituído pelo hibridismo quanto à natureza dos espaços (geográfico e digital), quanto a presença (física e digital), quanto as tecnologias (analógicas e digitais) e quanto as culturas diversas, entre elas: pré-digital, digital, gamer, maker, onde é possível cada vez mais aprender em contextos multimodais, em que coexistem a modalidade de educação presencial física e a online, é de fundamental importância retomar a discussão que realizávamos naquela época, resignificandoa para o contexto atual. O objetivo de mesa é analisar criticamente, a partir de referenciais contemporâneos, a possibilidade aberta pelo CNE/CES de realizar ofertas da pós-graduação stricto sensu na modalidade a distância, socializar experiências e pesquisas já desenvolvidas, bem como prospectar cenários para a educação em nível de mestrado e doutorado, portanto, que trabalha com a formação do professor-pesquisador, considerando as transformações vivenciadas e resultados de pesquisas já desenvolvidas na área.
Vani Moreira Kenski – USP / Site (Coordenação)
João Augusto Mattar Neto – UNINTER
Luciane Hillu – PUC-PR

14h00 – 16h00 – Sessão Plenária / Encerramento
Auditório – Sessão Plenária – 06out18 – 14h00 / 16h00
Presidente de Mesa: João Augusto Mattar Neto – ABED

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Acessos a artigos

Estes sites dão acesso a artigos publicados em periódicos e outras fontes úteis para pesquisas acadêmicas.

Library Genesis / LibGen – mais informações aqui.

Sci-Hub

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INTRO TO COMPUTER SCIENCE I (CS 161)

Registrei neste blog diversos percursos de estudo. Começo agora mais um, uma graduação em Computer Science na Oregon State University. Neste post cubro o material e as atividades da primeira disciplina, CS 161 – Introduction to Computer Science I.

O livro adotado para o curso é:
GADDIS, Tony; WALTERS, Judy; MUGANDA, Godfrey. Starting Out with C++: Early Objects. 9th ed. Boston: Pearson, 2017.

Alguns links:
Guide to Unix/Commands/File System Utilities – Wikibooks
Tutorial Gamificado Vim
cplusplus.com/ – site com dicas para programação em C++
C++ Programming Tutorials Playlist no YouTube
Cprogramming.com – tutoriais de programação em C++
LearnCpp.com – site de programação em C++
Teach Yourself C++ in 21 Days 2nd ed
Popularidade das linguages de programação – TIOBE

Alguns comandos para o vim:

deletar linha: dd
insert: i (antes do cursor)
apend: A (depois da linha)
listar arquivos em um diretório: ls

Módulo 1: Course intro, Tools for the course
Leitura do primeiro capítulo

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Conhecimentos Docentes

“Se o conhecimento docente fosse organizado em um manual, uma enciclopédia ou algum outro formato de sistematização do conhecimento, como seriam os títulos das categorias? No mínimo, incluiriam:

— conhecimento do conteúdo;

— conhecimento pedagógico geral, com referência especial àqueles princípios e estratégias amplos de gestão e organização da sala de aula que parecem transcender o conteúdo;

— conhecimento curricular, com compreensão específica dos materiais e programas que servem como “ferramentas de ofício” para os professores;

— conhecimento pedagógico do conteúdo, esse amálgama especial de conteúdo e pedagogia, que o domínio exclusivo dos professores, sua própria forma especial de compreensão profissional;

— conhecimento dos alunos e de suas características;

— conhecimento dos contextos educacionais, desde o funcionamento do grupos ou das salas de aula, a governança e o financiamento dos distritos escolares, até as características das comunidades e das culturas; e

— conhecimento dos objetivos, propósitos e valores educacionais e seus fundamentos filosóficos e históricos.

Entre essas categorias, o conhecimento pedagógico do conteúdo reveste-se de interesse especial, pois identifica os campos de conhecimento específicos do ensino. Representa a mistura de conteúdo e pedagogia em uma compreensão de como determinados tópicos, problemas ou questões são organizados, representados e adaptados aos interesses e habilidades diversificados dos alunos, e apresentados para o ensino. O conhecimento pedagógico do conteúdo é a categoria mais apropriada para distinguir a compreensão do especialista em conteúdo da compreensão do pedagogo.” (SHULMAN, 1987, p. 8, trad. João Mattar)

SHULHMAN, L. Knowledge and teaching: Foundations of the new reform. Harvard Educational Review, v. 57, n. 1, 1–23, 1987.

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Ética na Pesquisa

A Resolução 466 do CNS (Conselho Nacional de Saúde) estabelece diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos.

O Sistema CEP/CONEP é formado por Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) das instituições de ensino e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), que coordena o Sistema, está diretamente ligada ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, e tem composição multi e transdiciplinar. O Sistema foi instituído em 1996 para proceder a análise ética de projetos de pesquisa envolvendo seres humanos no Brasil. A maioria dos processos relacionados à análise ética ocorre por meio da Plataforma Brasil, que traz diversas orientações e documentos sobre os procedimentos para solicitar autorização para a realização de pesquisas. Há no site diversos Manuais (como o Manual do Pesquisador e o de Pendências frequentes em Protocolos de Pesquisa Clínica), além de históricos das versões, Cartas Circulares, Resoluções e Normativas e uma cartilha do participante da pesquisa. É também possível consultar no site os Comitês de Ética por região, estado e município, fazer buscas por pesquisas aprovadas ou confirmar aprovações.

O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) é o documento que, além de explicar os detalhes da pesquisa (justificativa, objetivos, procedimentos, desconfortos, riscos, benefícios, grupos de alocação, entre outros aspectos), também deve informar e assegurar os direitos dos participantes. O TCLE é o motivo mais frequente de pendências emitidas pela Conep, principalmente por redação inadequada do documento, informações insuficientes ou falha em assegurar os direitos dos participantes da pesquisa.

O TCLE deve ser conciso e de fácil compreensão por um indivíduo leigo. Não é desejável que o documento seja longo, com procedimentos excessivamente detalhados e com construções gramaticais complexas. Diversas pendências são geradas por causa da utilização de termos técnicos inacessíveis a um leigo ou traduções inapropriadas de termos e expressões de outra língua para o Português. As pendências mais frequentemente relacionadas à redação do TCLE estão descritas a seguir: utilizar linguagem inacessível, realizar tradução de forma inapropriada, redigir o TCLE no formato de declaração (o termo de consentimento é um documento que deve ser redigido no formato de convite; contudo, é aceitável que a parte final do TCLE, em que estão os campos de assinatura e na qual participante manifesta o seu desejo, esteja escrita como declaração), Empregar o termo “sujeito de pesquisa” (o correto é “participante de pesquisa”), adotar título inadequado no documento, omitir a informação acerca da liberdade de retirada do consentimento, omitir informação acerca do direito a ter uma via do TCLE, utilizar a palavra “CÓPIA” (o correto é VIA).

O TCLE deve trazer a garantia de que os dados que permitem a identificação do participante da pesquisa serão mantidos confidenciais a fim de preservar a privacidade e não provocar danos. O TCLE deve conter os meios de contato com o pesquisador responsável.

É frequente o TCLE não trazer informações do CEP e da Conep ao participante de pesquisa. Tais informações são relevantes porque o participante de pesquisa (ou seu responsável legal) pode querer entrar em contato com o CEP (ou com a Conep, quando for o caso) para esclarecimento de dúvidas, reclamar ou fazer denúncia.

Crianças, adolescentes e pessoas incapazes “estão em situação de vulnerabilidade, isto é, não estão em condições de tomar decisões sozinhas ou podem sofrer influência na hora de decidir se querem ou não ser participantes de pesquisa. Nesses casos, os pais ou responsáveis legais dessas pessoas devem assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os participantes de pesquisa que se encaixam nessas situações têm o direito de serem informados sobre os procedimentos de que 3 vão participar, até onde forem capazes de entender, e não devem nunca ser forçados a aceitar. Para isso, pode ser apresentado a esses participantes um Termo de Assentimento, que se parece com um TCLE, mas é escrito conforme a capacidade de compreensão dos participantes.” (Cartilha do Participante em Pesquisa, ago. 2015).

Confira também a Carta Circular nº 51/2017 Esclarecimentos adicionais sobre o TCLE.

Cronograma: não apresentar data de início do estudo anterior à tramitação no Sistema CEP/Conep, discriminar as etapas da pesquisa.

Dúvidas?
O site tem FAQs, local para enviar e-mail e fazer chat.
Telefone: 136, opção 8 e opção 9, solicitar ao atendente suporte Plataforma Brasil. Atendimento Telefônico de 08h às 20h, horário de Brasília de segunda a sexta.

A Resolução CNS n. 510, de 07 de abril de 2016, está voltada especificamente para as pesquisas em Ciências Humanas e Sociais, e há uma Carta Circular nº 110/2017 sobre o preenchimento da Plataforma Brasil em pesquisas com metodologias próprias das áreas de Ciências Humanas e Sociais.

O site da Anped tem uma página com diversas informações importantes sobre ética na pesquisa: textos e vídeos, notícias, regulamentação e links.

Este é um dos vídeos sugeridos:

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ASU Online

Hoje almocei com o professor Litto, presidente da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância, e ele me sugeriu dar uma pesquisada em cursos online oferecidos pela Arizona State University. Os cursos online são oferecidos pela ASU Online.

Cá estou eu surfando na grande lista de cursos de graduação, pós-graduação lato sensu, MBAs, mestrados e doutorados online. Alguns que separei para olhar com mais calma:

Há duas graduações em Psicologia online: um BA (Bachelor of Arts) e um BS (Bachelor of Science). Os dois têm praticamente o mesmo número de disciplinas, mas é possível fazer o BA com mais rapidez do que o normal (Fast Track) e o BS tem um foco adicional em matemática e ciências. Eu me interesso há muito tempo pela estrutura e pelas características de cursos online de graduação em Psicologia, mesmo porque no Brasil não é permitido, pelo menos até agora.

Olha que curso de especialização genial:
Online Advanced Analytics in Higher Education Graduate Certificate
O curso tem 6 disciplinas:
HED 603: Foundation of Data Analytics in Higher Education
HED 604: Analytics Process and Technology in Higher Education
HED 605: Data Management and Preparation for Higher Ed Analytics
HED 606: Advanced Analytic Methods for Higher Ed
HED 607: Visualization and Presentation for Higher Ed
HED 608: Trends in Advanced Analytic Methods for Higher Education
e é um show de bola para preparar um profissional para apresentar as estratégias de analytics especificamente para a educação superior. Só não faço porque tenho algumas outras prioridades no momento.

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Todo o Dinheiro do Mundo

Assisti hoje o filme baseado no livro de John Pearson e dirigido por Ridley Scott.

Eu não conhecia a história em detalhes, mas é impressionante a frieza do avô (J. Paul Getty, estrelado por Christopher Plummer) e o envolvimento da mãe (Gail Harris, estrelado por Michelle Williams) para resolver o sequestro do filho, John Paul Getty III (estrelado por Charlie Plummer), que tem parte de uma orelha decepada e enviada pelos sequestradores para apressar o pagamento do resgate.

Esta é uma foto da mãe chegando com o filho a um distrito policial em 1973.


Foto: Giuseppe Anastasi / AP

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Research Methods in Education

COHEN, Louis; MANION, Lawrence; MORRISON, Keith. Research methods in education. 7th ed. New York: Routledge, 2013. Resenha (em construção) de João Mattar.

Um livro que tem mais de 33.000 citações no Google Acadêmico e que aborda a metodologia da pesquisa especificamente no campo da educação.

Já há uma oitava edição que tem Companion Website, com arquivos de PowerPoint, materiais adicionais (incluindo exemplos, estudos de caso e links), arquivos para SPSS e NVivo e tabelas e figuras do livro para download. Alguns capítulos da 7. ed. foram excluídos.

PART 1: The context of educational research
1 The nature of enquiry: setting the field;
2 Mixed methods research; (não tem na 7. ed.)
3 Critical educational research;
4 Theory in educational research; (não tem na 7. ed.)
5 Evaluation and research;
6 The search for causation

PART 2: Research design
7 The ethics of educational and social research;
8 Ethics in Internet research; (não tem na 7. ed.)
9 Choosing a research project;
10 Research questions; (não tem na 7. ed.)
11 Research design and planning; (tem outro nome na 7. ed.)
12 Sampling;
13 Sensitive educational research;
14 Validity and reliability

PART 3: Methodologies for Educational Research
15 Qualitative, naturalistic and ethnographic research;
16 Historical and documentary research, Jane Martin;
17 Surveys, longitudinal, cross-sectional and trend studies;
18 Internet surveys; (não tem na 7. ed.)
19 Case studies;
20 Experiments;
21 Meta-analysis, systematic reviews and research syntheses, Harsh Suri;
22 Action research;
23 Virtual worlds, social network software and netography in educational research, Stewart Martin

PART 4: Methods of Data Collection
24 Questionnaires;

25 Interviews;
(resenha da 7. ed.)
Podem ser classificadas de diversas maneiras, como por exemplo em função da maior ou menor estrutura, se são mais qualitativas ou quantitativas, em relação aos seus objetivos, individuais ou em grupo etc.
Grupo focal é um tipo de entrevista em grupo, em que o entrevistador atua menos em perguntas e interação com o grupo, mas provoca a interação entre seus membros. O objetivo é que a visão dos participantes emerja. Para alguns autores, os membros do grupo devem ser desconhecidos entre si. Para os autores, apesar de virem sendo utilizadas com mais frequência em educação, ainda é uma estratégia menos utilizada do que em outras áreas.

26 Observation;
A observação participante requer que o pesquisador seja um membro empático e sensível de um grupo, para ter acesso aos comportamentos e às atividades por dentro, ao mesmo tempo em que atue como um pesquisador com um nível de distanciamento. Seria de alguma maneira esquizofrênico, pois tem que equilibrar participação para absorver a situação com distanciamento suficiente para observar e analisá-la.
Há níveis de participação, de participante total, participante como observador, observador como participante até observador total.

27 Tests;
28 Using secondary data in educational research; (não tem na 7. ed.)
29 Personal constructs, Richard Bell;
30 Role play and research, Carmel O’Sullivan;
31 Visual media in educational research

PART 5: Data Analysis and Reporting
32 Approaches to qualitative data analysis;
33 Organizing and presenting qualitative data;
34 Coding and content analysis;
35 Discourses: conversations, narratives and autobiographies as texts;
36 Analyzing visual media;
37 Grounded theory;
39 Statistical significance, effect size and statistical power; (não tem na 7. ed.)
40 Descriptive statistics;
41 Inferential statistics: difference tests; (na 7. ed. há apenas 1 cap. sobre Inferential statistics)
42 Inferential statistics: Regression analysis and standardization;
43 Factor analysis, cluster analysis and structural equation modelling;
44 Choosing a statistical test;
45 Beyond mixed methods: using Qualitative Comparative Analysis (QCA) to integrate cross-case and within-case analyses, Barry Cooper and Judith Glaesser (não tem na 7. ed.)

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The coding manual for qualitative researchers

SALDAÑA, Johnny. The coding manual for qualitative researchers. 3rd ed. London: Sage, 2016. Resenha de João Mattar.

Vou ampliar a resenha dinamicamente.

Um livro com mais de 14.000 citações no Google Acadêmico que propõe diferentes estratégias de codificação e categorização para a análise de dados.

Segunda edição, de 2013, está disponível online.

Capítulo 1 da 3. ed. disponível online.

Chapter One: An Introduction to Codes and Coding
Este capítulo apresenta os propósitos e objetivos de The Coding Manual for Qualitative Researchers. Em seguida, fornece definições e exemplos de códigos e categorias e suas funções na análise de dados qualitativos. Os procedimentos e a mecânica de codificação são abordados em seguida, juntamente com discussões de softwares analíticos e colaboração em equipe. O capítulo conclui com reflexões sobre os atributos necessários para o pesquisador e o papel do método na codificação.

A codificação é apenas uma maneira de analisar dados qualitativos, não a única.

Há momentos em que a codificação dos dados é absolutamente necessária, e momentos em que é inadequada para o estudo em questão.

De modo algum este manual é um recurso exaustivo.

São apresentados neste edição 33 métodos para codificação.

Deve-se codificar dados tanto durante como depois da sua coleta.

Código e categoria são dois componentes distintos da análise de dados. O autor defende que os códigos qualitativos são elementos de captação de essências e elementos essenciais da história de pesquisa que, agrupados de acordo com similaridade e regularidade (ou seja, um padrão), facilitam ativamente o desenvolvimento de categorias e, portanto, a análise de suas conexões. Caminharíamos, portanto, de códigos a categorias, relacionamentos, proposições etc… De códigos e categorias a teoria – temática, conceitual e teórica.

Deve-se também recodificar e recategorizar.

Além de codificar com palavras e frases curtas, não devemos perder a oportunidade de “pré-codificar” ao circular, destacar, negritar, sublinhar ou colorir citações ou passagens de participantes ricas ou significativas que nos chamam a atenção – aqueles “momentos codificáveis” dignos de atenção .

Devemos começar a codificar à medida que coletamos e formatamos nossos dados, não depois que todo o trabalho de campo tenha sido concluído.

Podemos utilizar, por exemplo, recursos do Word – comentários, colunas, cores etc. e do Excel.

O capítulo menciona também vários CAQDAS Computer-Assisted Qualitative Data Analysis software – coloquei em negrito os que quis destacar:

AnSWR
AnSWR is an acronym for Analysis Software for Word-based Records, a free program developed by the Centers for Disease Control and Prevention in the U.S. The software is designed for large-scale team projects that may also include quantitative components for mixed methods studies. Another free software program for small-scale projects is offered on the site: CDC EZ-Text.

AQUAD
AQUAD is open-source freeware available in several languages (English, German, Spanish). The program can code texts, video, audio, and photographs. It includes Boolean search functions and touts its ability to conduct sequential analyses.

ATLAS.ti
ATLAS.ti is one of the major commercial CAQDAS programs internationally. It can code texts and media with unique accompanying analytic features such as Network Editor, Word Cruncher, and Object Crawler. ATLAS.ti is available in Windows and Mac versions, with mobile versions for the iPad and Android.

CAT
CAT is an acronym for Coding Analysis Toolkit, a free, open-source web program sponsored by the University Center for Social and Urban Research at the University of Pittsburgh, and QDAP-UMass in the College of Social and Behavioral Sciences at the University of Massachusetts-Amherst. CAT works with text-based data analyzed by single users or teams. CAT can merge with ATLAS.ti coding.

Dedoose
Dedoose is a web-based, commercial program for text and media analyses, especially for mixed methods studies. The software has been called “intuitive” by several of its users, and Dedoose can be used by teams for collaborative work. The website includes several tutorial videos, a user guide download, and an extensive FAQ page.

DiscoverText
DiscoverText is a cloud-based commercial program that touts itself as a “Swiss army knife” for analyzing text. In addition to user texts, the program can retrieve data from social media such as Twitter, WordPress, Facebook pages, and YouTube comments. A limited feature version of DiscoverText is available free of charge.

HyperRESEARCH
HyperRESEARCH is a cross-platform, commercial data analysis program for texts and media. It includes multiple features for qualitative display and analysis such as code books and code maps. The company also handles the program HyperTRANSCRIBE.

INTERACT

MAXQDA
MAXQDA is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows, with an app for mobile devices. The software can be used with text and media data and includes unique features such as emoticodes, MAXMaps, tag clouds, and the Code Relations Browser.

NVivo
NVivo is an internationally renowned commercial program available in multiple languages for Mac and Windows. The software can be applied with text and media data for mixed methods studies, and provides an array of visual analytic representations. The company conducts multiple webinars and live workshops about its products, and offers transcription services.

QDA Miner
QDA Miner works with documents and still images for mixed methods studies. The software offers unique visual analytic tools for display such as geotagging, time-tagging, and heatmaps. Provalis Research provides other content analysis products such as ProSuite and WordStat that can accompany QDA Miner.

Qualrus
Qualrus is a commercial program that can be used with text and media data. It includes basic analytic functions for small-scale studies and features QTools for more advanced analytic work.

Quirkos
Quirkos, an elegant commercial program, focuses on text analysis. The software can import various types of text files (Word, PowerPoint, PDF, etc.) for coding. Codes are represented both by user-assigned color stripes and by concurrent visual graphics.

Transana
Transana, a cross-platform commercial program developed at the University of Wisconsin-Madison Center for Education Research, is designed exclusively for the analysis of video, audio, transcribed, and still image data. The program can code, categorize, and store analytic memos as analysis progresses.

V-Note
V-Note is a commercial video coding and analysis program in Mac and Windows formats with editing, looping, and other features to enable transcription and concurrent comments. V-Note is also available for iPad.

Weft QDA
Weft QDA is a free, open-source program for the coding and basic analysis of text. It is an older program offered “as is” without customer support, but may serve for small-scale projects.

WordStat
WordStat is a commercial program designed for content analysis and text mining. The software features dictionary moderation and an integrated thesaurus among other capabilities. Provalis Research provides other analysis products such as Simstat and QDA Miner that can accompany WordStat.

O autor destaca a importância de se codificar de forma colaborativa. Não existe uma porcentagem padrão ou de base de concordância entre pesquisadores qualitativos, mas a faixa de 80-90% parece ser uma referência mínima para aqueles mais preocupados com uma estatística de evidência. Os CAQDAS selecionados incluem medidas como o coeficiente kappa, o r de Pearson e outras queries de comparação de codificação como funções de cálculo para o acordo intercodificadores.

Chapter Two: Writing Analytic Memos About Narrative and Visual Data

Existe uma heurística que acompanha o processo de codificação – a redação de notas analíticas (memos).

Paralelamente à coleta de dados, ocorrem momentos de insight.

Podemos também codificar e categorizar notas analíticas. Notas analíticas geram códigos e categorias.

O capítulo aborda também as notas analíticas sobre dados visuais.

Chapter Three: First Cycle Coding Methods

The Coding Cycles 45
Selecting the Appropriate Coding Method(s) 47
Various perspectives on coding decisions 47
“Generic” coding methods 48
Paradigmatic, conceptual, and methodological considerations 48
Coding and a priori goals 49
Coding in mixed methods studies 49
New and hybrid coding schemes 50
General criteria for coding decisions 50
Overview of First Cycle Coding Methods 51
The Coding Methods Profiles 52
Sources 52
Description 52
Applications 52
Example 52
Analysis 53
Notes 54

Grammatical Methods

Attribute Coding
Metadados. A codificação por atributos é a notação, geralmente no início de um conjunto de dados em vez de incorporado dentro dele, de informações descritivas básicas, tais como: a configuração do trabalho de campo (por exemplo, nome da escola, cidade, país), características do participante ou dados demográficos (por exemplo, idade, gênero, etnia, saúde), formato de dados (por exemplo, transcrição da entrevista, nota de campo, documento), cronograma (por exemplo, 2007, maio de 2005, 8:00-10:00) e outras variáveis de interesse para análise quantitativa e algumas aplicações de análise quantitativa.

Magnitude Coding
Magnitude. A codificação por magnitude consiste de e adiciona um código ou subcódigo alfanumérico ou simbólico suplementar a um dado ou categoria codificada existente para indicar sua intensidade, frequência, direção, presença ou conteúdo avaliador.

Subcoding
Segundo nível de codificação. Ex.: Casa-xxx, Casa-yyy.

Simultaneous Coding
A codificação simultânea é a aplicação de dois ou mais códigos diferentes para um único dado qualitativo, ou a ocorrência sobreposta de dois ou mais códigos aplicados a unidades sequenciais de dados qualitativos.

Elemental Methods

Structural Coding
Pergunta que organiza os dados.

Descriptive Coding
Palavra ou frase. A codificação descritiva resume em uma palavra ou frase curta – na maioria das vezes como um substantivo – o tópico básico de uma passagem de dados qualitativos.

In Vivo Coding
Palavras ou pequenas frases dos próprios participantes. Palavra ou frase curta da linguagem efetiva encontrada no registro de dados qualitativos, os termos usados pelos próprios participantes.

Process Coding
Gerúndios para conotar ação nos dados.

Initial Coding
Primeira divisão dos dados (pode usar outros métodos).

Concept Coding
Nível de significado meso ou macro (sentido mais abstrato ou analítico).

Affective Methods

Emotion Coding
Emoção.

Values Coding
Valores, atitudes e crenças dos participantes, representando suas perspectivas ou visão de mundo.

Versus Coding
Codificar por versus (contra) identifica em termos binários os indivíduos, grupos, sistemas sociais, organizações, fenômenos, processos, conceitos, etc. em conflito direto entre si.

Evaluation Coding
Avaliação.

Literary and Language Methods

Dramaturgical Coding
Vida como teatro.

Motif Coding
Codificação por tema é a aplicação em dados qualitativos de códigos de indexação previamente desenvolvidos ou originais usados para classificar tipos e elementos de contos populares, mitos e lendas.

Narrative Coding
Narrativa literária.

Verbal Exchange Coding
Trocas verbais.

Exploratory Methods

Holistic Coding
Código que cobre grande parte de material.

Provisional Coding
Categorias prévias.

Hypothesis Coding
Hipóteses baseadas em teorias.

Procedural Methods
Métodos prescritivos.

Protocol Coding
Codificação por protocolo é a coleta e, em particular, a codificação de dados qualitativos de acordo com um sistema pré-estabelecido, recomendado, padronizado ou prescrito.

OCM (Outline of Cultural Materials) Coding
Desenvolvido em meados do século XX por cientistas sociais da Universidade de Yale como um índice temático para antropólogos e arqueólogos.

Domain and Taxonomic Coding
A codificação por domínio e taxonômica é um método etnográfico para descobrir o conhecimento cultural que as pessoas usam para organizar seus comportamentos e interpretar suas experiências.

Causation Coding
Extrair crenças de relações causais dos participantes.

Themeing the Data
Criar temas

O capítulo faz ainda breve reflexões sobre metarresumos e metassínteses.

Chapter Four: After First Cycle Coding

Eclectic Coding
Combinação de estratégias já indicadas.

Codificar por mapeamento, codificar por paisagem (landscaping), diagramas, quadros e tabelas etc.

Chapter Five: Second Cycle Coding Methods

Os métodos de codificação de Segundo Ciclo, se necessário, são formas avançadas de reorganizar e reanalisar dados codificados através dos métodos do Primeiro Ciclo. O objetivo primário durante a codificação do Segundo Ciclo, se necessário, é desenvolver uma sensação de organização categórica, temática, conceitual e/ou teórica de sua matriz de códigos de Primeiro Ciclo.

Pattern Coding
A codificação por padrão desenvolve o “metacódigo” – o rótulo da categoria que identifica dados codificados de forma semelhante. Os códigos de padrões não só organizam o corpus, mas tentam atribuir significado a essa organização.

Focused Coding
A codificação por foco categoriza dados codificados baseado em semelhança temática ou conceitual.

Axial Coding
A codificação axial descreve as propriedades e dimensões de uma categoria e explora como as categorias e as subcategorias se relacionam entre si.

Theoretical Coding
A codificação teórica avança para descobrir a categoria central/nuclear que identifica o tema principal da pesquisa.

Elaborative Coding
A codificação elaborativa baseia-se nos códigos, categorias e temas de um estudo anterior, quando um estudo atual e relacionado está em andamento. Este método emprega dados qualitativos adicionais para apoiar ou modificar as observações do pesquisador desenvolvidas em um projeto anterior. Codificação de cima para baixo.

Longitudinal Coding
A codificação longitudinal é a atribuição de processos de mudança selecionados a dados qualitativos coletados e comparados ao longo do tempo. As matrizes organizam observações de campo, transcrições de entrevistas e fragmentos de documentos em categorias temporais semelhantes que permitem a análise e a reflexão do pesquisador sobre suas semelhanças e diferenças de um período de tempo para outro.

Chapter Six: After Second Cycle Coding
Caminho dos códigos para categorias, temas, conceitos e teorias.

Appendix A: A Glossary of Coding Methods
Flashcards

Appendix B: A Glossary of Analytic Recommendations
Flashcards

Appendix C: Field Note, Interview Transcript, and Document Samples for Coding

Appendix D: Exercises and Activities for Coding and Qualitative Data Analytic Skill Development

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