MiniCurso Web 2.0, Games e Mundos Virtuais em Educação

No dia 10/09, das 08:00 às 12:00, ministrarei o minicurso “Web 2.0, Games e Mundos Virtuais em Educação” no Centro de Convenções de Pernambuco, durante o VIII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação. A programação do evento é bastante variada, incluindo, além dos minicursos, palestras, conferências e outras atividades. Aceitam-se trabalhos ainda até 14 de Junho.

Sobre o minicurso especificamente, aqui vão as informações:

Objetivos: familiarizar os participantes com o uso de ferramentas da Web 2.0, games e mundos virtuais em educação.

Ementa: Nativos e imigrantes digitais. Do impostutor ao aututor. Uso de ferramentas da web 2.0 em educação: Google Docs, Blogs, Twitter, Wikis, Delicious, Netvibes e YouTube. Design de Games e Design Instrucional. O uso do Second Life como ambiente virtual de aprendizagem.

Público: administrativo, técnico e acadêmico, incluindo professores e pesquisadores ligados ao ensino superior, médio e fundamental.

Nos vemos em Recife!

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Eu Adolescente

Algumas imagens de quando eu era adolescente, com meu avô e minha avó:

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Meu Medo da EaD

Objetivos de aprendizagem, conteúdo, conteudista, design instrucional e tutor são algumas das palavras e expressões que me amedrontam em EaD.

Fico surpreso de perceber, cada vez mais, que as pessoas e instituições só enxergam na EaD a produção de conteúdo, só conseguem imaginar a EaD como a entrega de um conteúdo pronto para o aluno. Pouquíssima gente enxerga a EaD como uma atividade de interação, colaboração e construção de conhecimento, com a atuação ativa de um aututor – um professor que organiza e/ou produz conteúdo, medeia a interação, propõe atividades em função do perfil e do ritmo da turma e assim atua como um parceiro-guia no processo de aprendizagem. Venho escrevendo sobre isso há anos, mas parece que cada vez se ouve menos a mensagem.

EaD é sinônimo, hoje, de uma grande chance de ganhar dinheiro, porque dá para “trancar” centenas de alunos num AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) qualquer, para consumir um conteúdo produzido por um conteudista, organizado por um designer instrucional e trabalhado por um web designer, com um tutor atuando como um monitor-robô. Esse é o modelo que pode gerar muito dinheiro, porque atingido o número de alunos que cubra o custo da produção do conteúdo, tudo vira lucro, já que o tutor é pago indecentemente para atuar como professor – no sonho-limite, nem precisaremos mais de pessoas, tudo estará automatizado! Imaginar que a educação possa se transformar nisso, que esse modelo passe a dominar a EaD, me dá muito medo, pavor.

Contra esse modelo, eu estou do lado dos que criticam duramente a EaD, principalmente quando é assim usada para formação de professores, como a recente posição do CONAE.

O professor Luís Henrique Sommer, no artigo Formação inicial de professores a distância: questões para debate, publicado no Em Aberto Vol. 23, No 84 (2010), cita e comenta várias passagens deste post.

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Filosofia e Ética Profissional no iTunes

Ontem e hoje dediquei um tempinho para brincar com o iTunes, procurando podcasts sobre Filosofia e Ética Profissional para uma disciplina online que estou terminando de desenvolver. Aqui vão algumas descobertas – os podcasts estão separados pelos temas das 8 aulas da disciplina. Para facilitar, chamarei aqui de podcasts os materiais que estão disponíveis apenas como áudio, e vídeo os que apresentam imagens em movimento. Tem com certeza muito mais coisa, realmente precisamos integrar mais intensamente os podcasts na EaD.

1. Filosofia, Ética, Senso Crítico & Lógica

Philosophy for Beginners é uma série de 5 aulas de Introdução à Filosofia da Oxford University, ministradas pela professora Marianne Talbot.

Ethics Bites é uma série de entrevistas da Open University cobrindo tópicos como direitos dos animais, eutanásia, censura e tratamentos de fertilidade. As entrevistas são introduzidas por David Edmonds e as questões colocadas pelo filósofo Nigel Warburton.

Critical Reasoning for Beginners é uma série de 6 podcasts da Oxford University com aulas de Marianne Talbot, que exploram o pensamento crítico incluindo lógica, argumentos válidos e inválidos.

Logic: Deductive and Inductive é a transformação em podcasts de: READ, Carveth. Logic: Deductive and Inductive. London: Simpkin, Marshall, Hamilton, Kent & Co., 1914.

O Stephen’s Guide to the Logical Fallacies foi transformado em uma série de podcasts: Logical Fallacies.

Logical Fallacies 2 apresenta uma série de podcasts com falácias compiladas pelo Dr. Michael C. Labossiere.

2. História da Filosofia

Philosophy 25A: Ancient Philosophy apresenta podcasts de um curso sobre Filosofia Antiga ministrado por David B. Ebrey na UC Berkeley em 2008.

OCW Ancient Medievel Philosophy inclui uma série de vídeos da University of Notre Dame com aulas de David O’Connor, que exploram filosofia antiga e medieval.

General Philosophy é um conjunto de podcasts da Oxford University com aulas de Peter Millican, que exploram a filosofia moderna.

3. Comunicação e Filosofia da Linguagem

Philosophy of language and mind (1:27:55) é um podcast do curso Philosophy for Beginners da Oxford University em que Marianne Talbot explora os campos da filosofia da linguagem e da mente.

4. Liderança, Visão e Missão das empresas

Leadership Character: Five Influential Attributes (4:56) é um podcast da série Ethics & Leadership do Center for Creative Leadership que apresenta 5 influentes traços dos líderes: coragem, cuidado, otimismo, autocontrole e comunicação. A transcrição do podcast está disponível online.

5. Responsabilidade Social das Empresas e Ética Ambiental

Business Ethics (16:32) é um podcast da série Ethics Bites da Open University em que Alex Olive explora o universo da ética na administração. As empresas deveriam levar em consideração apenas seus stakeholders?

Business ethics (11:43) é um podcast do curso Ethics in real life da Open University em que Anya Shaefer discute a ética nos negócios, comparando a visão da maximização dos lucros com o modelo de responsabilidade social corporativa.

Ethics and Corporate Responsibility, da Georgia State University, apresenta diversos podcasts de apresentações que discutem como indivíduos e corporações devem operar eticamente e com responsabilidade.

Stakeholder Responsibility (16:06) e Stakeholder Theory (49:18) são vídeos da série Business Ethics da University of Virginia Darden School of Business que discutem as teorias dos stakeholders.

Climate Change (15:45) é um podcast da série Ethics Bites da Open University em que James Garvey discute as mudanças climáticas e questiona a nossa responsabilidade em relação ao aquecimento global.

Environmental Values (31:24) é um podcast do curso Philosophy and the Human Situation da Open University em que Chris Belshaw discute filosofia ambiental e como valores podem ser associados a aspectos do ambiente.

Environmental Ethics, curso da Open University, apresenta curtos vídeos de diferentes profissionais, com argumentos a favor e contra a modificação genética da natureza para aumentar a produção e combater a pobreza.

6. Filosofia Política

The History of Political Philosophy: from Plato to Rothbard é uma série de 10 podcasts com David Gordon, que explora a história da filosofia política de Platão até Murray Rothbard.

7. Propriedade Intelectual

Copyright (14:56) é um podcast da série Ethics Bites da Open University em que Richard Posner explora o universo dos direitos autorais e as fronteiras entre inspiração e plágio.

Plagiarism and copyright law (17:56) é um podcast do curso Ethics in real life da Open University em que a autora Maureen Duffy explora a ética do plagiarismo e dos direitos autorais.

8. Ética Profissional e Códigos de Ética

Codes of ethics (16:51) é um podcast do curso Ethics in real life da Open University em que o filósofo Onora O’Neil discute as vantagens e desvantagens de códigos de ética.

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Aulas 07 (19/05) Games em Educação no SL

No dia 19/05 nos encontramos novamente na ilha Educacao no Second Life para a sétima aula do curso Games em Educação no SL. Na aula exploramos o capítulo 6 do livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem, cujo título é O Cenário no Brasil.

Na verdade, terminamos primeiro de explorar alguns games e experiências com games em educação do exterior, e depois exploramos as experiências no Brasil. Acabo de criar um wiki, Games em Educação, em que vamos organizar links games educacionais – quem quiser participar, é só pedir acesso por lá.

Na segunda parte da aula, visitamos a ilha do EdTech – Departamento de Tecnologia Educacional da Boise State University, que tem muitos recursos para educação.

Hoje temos nosso último encontro no Second Life, super especial.

Às 14 horas (Brasília) visitaremos a Katia Canepa na ilha da PUC-RJ, que nos apresentará os 2 games que ela desenvolveu no Second Life: Time2Play e TREG.

Lá pelas 15 horas teremos a honra de receber a visita do David Gibson, autor do Prefácio do livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem e especialista no uso de games em educação. Devemos nos encontrar inicialmente na ilha Educacao, mas é provável que ele nos leve para passear um pouco.

Devemos então fazer o encerramento, falando um pouco sobre minhas experiências com o aprendizado de matemática jogando Yu-Gi-Oh, sobre o uso do Second Life em Educação, sobre o Sloodle e visitando a Virtual Learning Library e o projeto Virtually Human.

Enfim, um dia de muito aprendizado e diversão no Second Life, para o qual todos estão convidados!

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EaD, Jazz & Existencialismo

O jazz é uma música fascinante: combina a estrutura rígida com a liberdade para improvisar e para criar. Presenciar uma jam session é viver uma experiência que poucos vivem.

O existencialismo defende que nossa liberdade para desbravar novos mundos é nossa essência e nossa natureza, que nos distinguem como seres humanos. Essa liberdade implica que não esteja dada uma opção pré-existente de mundos possíveis. Cada realidade existe apenas quando é desvelada e construída.

O ser humano modifica constantemente a perspectiva pela qual observa seus objetos, cria novos objetos, estabelece fissuras em porções que antes pareciam contínuas e sólidas do real.

Esse é o desafio de uma EaD contemporânea. Não uma EaD que proíbe tudo: em que o tutor não pode tocar no material, porque foi desenvolvido pelo mago conteudista; em que o tutor presencial não pode aparecer nas discussões dos alunos com o tutor a distância, não pode aparecer no ambiente virtual de aprendizagem; em que o professor não tem mais função, foi aposentado.

Podemos estar criando aprendizes incapazes quando oferecemos a eles instrução mastigada, num esforço para atingir resultados homogêneos.

A EaD precisa incorporar o espírito do jazz e do existencialismo.

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+ Games em Educação

Há vários posts neste blog sobre o games, mais recentemente alguns específicos sobre o curso Games em Educação no SL, além das coberturas do IV e VI Seminários Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação e do livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem, mas resolvi reserver alguns links que tinha deixado de lado, então aqui vai um novo post sobre o tema.

Consollection é um museu de consoles de videogame.

Há vários episódios sobre a série A Era do Videogame no Discovery Channel:
1. Nintendo
2. Playstation
3. Ep 3
4. Jogo do Governo
5. 3ra Dimensão
6. A Mente

Jeux vidéo : la sélection de la rédaction (do Le Monde).

Uma análise recente do mercado de games no Brasil por James Portnow: Analysis: Inside Brazil’s Video Game Ecosystem. Afinal, Dá para viver de game?

O especial #5 da RUA – Revista Universitária do Audiovisual da UFSCar, A Era dos Games, traz artigos sobre Estrutura e tecnologia, Linguagem/Interatividade, Desenvolvedores Universitários, Comportamento e Narrativas dos games, além de entrevistas.

Cf. Eludamos. Journal for Computer Game Culture.

Cf. GEE, James Paul. Bons videogames e boa aprendizagem. Perspectiva, Florianópolis, v. 27, n. 1, 167-178, jan./jun. 2009.

Cf. um projeto que utilizou um ARG para o ensino de línguas: Engage, Motivate and Excite your students.

Um game desenvolvido pela Colorado State University explora os desafios do orçamento estadual.

The Business Strategy Game é um game online que ensina estratégias administrativas.

Financial Football ensina administração financeira – cf. Video game teaches students fiscal skills.

Makrops é um game de marketing.

A Pequena Grande Crise é uma paródia da recente Crise Econômica Financeira.

Calangos é um jogo eletrônico para ensinar ecologia e evolução.

Búzios: ecos da liberdade (beta) é o novo game desenvolvido pelo grupo coordenado pela professora Lynn Alves – aguardando comentários e sugestões.

FisioGames desenvolve games para a saúde, como o FunPhysio.

Alunos de graduação e pós-graduação do Instituto de Computação e do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF desenvolveram games para crianças: Jecripe (para crianças com Síndrome de Down) e França Antártica (que narra a aventura do índio Jeró no Brasil e na França do século XVI) – cf. Universitários criam games para infância.

Guia do Estudante das Galáxias é um game online que serve de preparação para o ENEM.

Blueberry Garden é um game de exploração vencedor do Independent Game Festival.

Arcademic Skill Builders é um site muito legal, com games educacionais online para aprendizado de matemática, linguagem das artes, vocabulário e raciocínio básicos.

50 Free Online Educational Games That Are More Fun Than You’d Think apresenta 50 games e mundos virtuais para uso educacional.

Playing History propõe-se a agregar games e simulações de história, disponíveis gratuitamente na web.

Quest to Learn (Q2L) é uma escola nos Estados Unidos inteiramente montada sobre os princípios do game-based learning. Can Video Games Teach Kids? e Is Video Game School Training a Generation of Professional Princess Rescuers? questionam a experiência.

Can gaming change education? reflete extensamente sobre o uso de games em educação, analisando p.ex. relatórios publicados no ano passado pelo MIT.

Serious Games Transforming Education In Europe traz algumas informações sobre o uso de games educacionais na Europa.

How are digital games used in schools? e Digital games in schools: A handbook for teachers são dois relatórios amplos e bastante interessantes sobre o uso de games educacionais na Europa – ainda pretendo voltar a eles, para resenhá-los em um post separado.

Cf. Como usar os games eletrônicos como um método interativo de ensino de geografia.

Educational Video Games Mix Cool With Purpose saiu no New York Times no ano passado.

Também do ano passado, no Instituto Claro: Uso de games comerciais turbina aprendizado em muitas escolas.

New Research: $13 Christmas gifts = 13 point gain in kids’ IQ explora o desenvolvimento cognitivo de crianças que jogam games.

Uma pesquisa realizada no ano passado com 164 organizações buscou identificar qual a importância dos jogos educativos aplicados ao e-Learning no Brasil.

Cf. uma resenha de:
Aldrich, Clark. (2009) Learning Online with Games, Simulations, and Virtual Worlds: Strategies for Online Instruction. Jossey-Bass: San Francisco

Video games take bigger role in education é outro curto artigo, da Reuters.

Why playing in the virtual world has an awful lot to teach children é outro artigo, do Guardian.

Using Serious Games and Simulations: A Quick and Dirty Guide e Virtual Worlds, Simulations, and Games for Education: A Unifying View são dois dos inúmeros e interessantes posts de Clark Aldrich.

Aproveitei para atualizar meu post WoW & Education.

Que tal explorar o potencial pedagógico das histórias em quadrinhos? Cf. Comics in Education e É possível aprender física com histórias em quadrinhos?

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Aulas 04 (28/04), 05 (05/05) & 06 (12/05) – Games em Educação no SL

No dia 28/04 nos encontramos novamente na ilha Educacao no Second Life para a quarta aula do curso Games em Educação no SL. Na aula exploramos o capítulo 3 do livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem, cujo título é Novo Design Instrucional para os Nativos Digitais. A discussão (que avança um pouco em relação às ideias apresentadas no livro) foi muito interessante, com intensa participação de todos, e acabei preparando, em função da aula, os slides para a minha apresentação no VI Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação: Construindo Novas Trilhas:

Aliás, fiz uma cobertura extensa do evento em VI Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação.

Em 05/05 nos encontramos novamente para a quinta aula, e como na semana anterior não tínhamos feito nenhuma exploração, já que a discussão tomou as 2 horas da aula, reservamos o encontro para conhecer 3 lugares: a área Brasil na ilha Educação, a Ivory Tower of Primitives (com tutoriais para a construção de objetos no Second Life) e as ilhas Galápagos, onde refizemos em vários barquinhos a viagem do Darwin a bordo do Beagle.

Na semana passada, nos encontramos novamente para a sexta aula. Introduzi rapidamente a importância do módulo de avaliação em games educacionais (um dos temas do cap. 4 do livro), exploramos alguns games educacionais internacionais (e as estatísticas que mostram os resultados positivos de seu uso para o aprendizado, tema do capítulo 5, que continuaremos na aula da semana que entra), e por fim, como surgiu na aula o tema de uso de RPG no Second Life, fomos conhecer a ilha de Esparta, onde fomos recepcionados e fizemos um belo tour. Surgiu, aliás, a ideia de representarmos o julgamento de Sócrates em um dos locais da ilha.

Nesta semana, vamos começar um wiki sobre games educacionais.

Na próxima quarta, 19/05, nos encontramos novamente às 14 horas (horário de Brasília) na ilha Educacao para explorarmos mais games educacionais e espaços no Second Life, junte-se a nós!

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M-learning revisitado

Já tratei de mobile learning por aqui em diferentes posts, como: Horizon Report 2009, M-learning e Mobile Learning, mas chegou a hora de revisitar o tema, com novas sugestões de leitura.

ALT-J Research in Learning Technology é a revista da Association for Learning Technology (ALT), publicada 3 vezes ao ano, que infelizmente não é aberta. Seu Volume 17 Issue 3 2009 foi dedicado a Mobile and Contextual Learning.

O livro abaixo está integralmente disponível online, com capítulos muito interessantes:

Jan Herrington, Anthony Herrington, Jessica Mantei, Ian Olney and Brian Ferry (editors), New technologies, new pedagogies: Mobile learning in higher education, Faculty of Education, University of Wollongong, 2009, 138p. ISBN: 978-1-74128-169-9.

iJIM – International Journal of Interactive Mobile Technologies, lançada em 2007, é uma revista que explora tendências, pesquisas e experiências práticas no campo de tecnologias móveis interativas no ensino e na aprendizagem, em aplicações industriais e outras aplicações. Seu conteúdo é também aberto, sendo necessário apenas o registro do usuário.

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EaD & Gripe Suína

Em 2009, a volta às aulas em muitas escolas no Brasil foi adiada por uma ou mais semanas por causa da gripe suína.

Algumas escolas reagiram rapidamente e utilizaram tecnologias e EaD para se comunicar com os alunos.

Em São Paulo, são exemplos o Colégio Bandeirantes e o Colégio Magno (cf. diversos vídeos no Plantão Online).

Em Campinas, o Colégio Progresso lançou o programa Progresso em Casa.

Que outros exemplos você conhece?

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