O Second Life morreu? (a velha questão que não morre…)

Parece que não termina nunca o desejo de que o Second Life morra!

Na palestra “Para onde caminhamos na Educação”, proferida lá atrás, em 23/03/2007, o sempre antenado Prof. José Manuel Moran já dizia que vivemos numa década revolucionária e temos hoje à nossa disposição ambientes que estão interferindo profundamente na educação, como o Second Life.

Em 05/2007, 1.200 avatares do mundo todo reuniram-se para a Second Life Best Practices in Education.

A Universidade de Aveiro realizou, em 2007 e 2008, os Workshops Comunicação, Educação e Formação no Second Life.

Na Conferência Tecnologia para IES Privadas (21-22/08/2007), organizada pela IBC, o professor Valente deu um mini-curso sobre o Second Life.

No CIAED 2007, apresentei junto com Carmem Maia o trabalho: Second Life da EAD & Vida Nova para o Professor Virtual: Caixa de Ferramentas 2.0 para o Aututor.

Em 01/12/2007 ocorreu no auditório (lotado) da Universidade Anhembi Morumbi o I Congresso Second Life na Educação, simultaneamente ao lançamento do livro Second Life e Web 2.0 na Educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias. Em junho de 2008 ocorreu o capítulo Rio de Janeiro.

No segundo semestre de 2007, e nos 2 semestres de 2008, ministrei no Second Life o curso ABC da EaD no SL, cujas aulas foram sempre comentadas e resumidas no meu blog (cf. p.ex. as minhas reflexões sobre a primeira versão do curso).

Em 2008 fiz o curso Teaching and Learning in Second Life no Departamento de Tecnologia Educacional da Boise State University. Foi uma experiência incrível, que registrei em detalhes no meu blog (cf. a categoria EdTech 597).

Como uma das críticas comuns ao Second Life é que ele não oferece o controle necessário para os Ambientes de Aprendizagem, escrevi em 02/2008: Second Life is not a learning environment… but why not?. Em 04/2008 escrevi o Sermão para Converter o Educador Brasileiro ao Second Life. Desenvolvi também uma série de tutoriais para novatos no Second Life.

No III Congresso de Ensino a Distância dos Países de Língua Portuguesa (05/2008), dei uma palestra sobre o uso do Second Life como ambiente virtual de aprendizagem.

Desde 06/2008, o Sebrae vem ministrando em sua ilha no Second Life cursos para iniciantes.

Em 08/2008, no IV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação – construindo novas trilhas, apresentei o trabalho O Uso do Second Life como Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Entre 07-8/2008, A J Kelton esteve conosco no Brasil, ministrando algumas palestras sobre o uso do Second Life em educação, como: Second Life and Emerging Technologies: Using Tomorrow’s Technology in Today’s Teaching.

No 14 CIAED tivemos a apresentação de alguns trabalhos sobre o uso do Second Life em educação.

Em 10/2008, apresentei com Andrea Silva no MoodleMoot um trabalho sobre o Sloodle

Continuaram a ser desenvolvidos incríveis trabalhos com o Second Life na Unisinos, coordenados pela professora Eliane Schlemmer, incluindo um maravilhoso processo de formação oferecido às instituições da Ricesu.

Em 10/2008, na Reunião Anual da Anped, apresentei nova versão de O uso do Second Life como ambiente virtual de aprendizagem.

Em 17/12/2008, Elizabete Terezinha Gomes defendeu seu mestrado na Unisul: Ciência, Tecnologia e Educação em Rede: as significações da ciência nos ambientes virtuais de aprendizagem – AVAs, comparando o Second Life com o ambiente virtual utilizado pela Unisul.

Em 12/2008 saiu na Revista Fonte meu artigo: O uso do Second Life como ambiente virtual de aprendizagem (p. 88-95), remake dos anteriores, sempre com modificações e novas reflexões e informações.

Em 02/2009 foi publicado o livro Learning and Teaching in the Virtual World of Second Life.

Em 03/2009 fui co-chair do Virtual Worlds Best Practices in Education, com mais de 3.000 participantes, que teve um Painel – Educação em Língua Portuguesa no Second Life. Em 05/2009, durante o 7º SENAED, o Second Life foi intensamente utilizado, com várias outras ferramentas.

Em 06/2009, Rodrigo Gecelka defendeu seu TCC de Especialização em EaD pela Universidade Católica de Brasília, no e sobre o Second Life: Vivências, Benefícios e Limitações: registro sobre o uso do Second Life em uma experiência educacional.

Em 07/2009, escrevi o longo post Second Life & Mundos Virtuais em Educação, quando muita gente começou a falar por aqui que o Second Life tinha morrido (e, por consequência, o uso de mundos virtuais em educação), em função do encerramento da parceria com a Kaizen.

Em 08/2009, Bruno da Costa Corrêa defendeu seu mestrado: A Construção do conhecimento nos metaversos: educação no Second Life, na Universidade Braz Cubas.

De 24 a 26/09/2009, ocorreu o Slactions, evento internacional realizado no Second Life.

Em 10/2009 Daina Trein qualificou-se para seu mestrado, no e sobre o Second Life, com: Educação Online em Metaverso: a mediação pedagógica por meio da telepresença via avatar em MDV3D. Sua defesa de mestrado será em março, na Unisinos.

Em 11/2009 foi publicado o livro Higher Education in Virtual Worlds: Teaching and Learning in Second Life. Também em 11/2009, o III Simpósio Virtual de Educação a Distância, promovido pelo Portal Educação, envolveu uma série de atividades no Second Life.

No MoodleMoot 2009, apresentei o trabalho Uso do Moodle Integrado a Outras Ferramentas da Web 2.0 em um Curso Livre sobre Educação a Distância, em que fiz uma reflexão sobre o curso ABC da EaD no SL 3.0.

Em 12/2009 escrevi um texto que prometia faz tempo: Technological Minimalism and Second Life: Time for Educational Technology and Content Minimalism.

No meu Games em educação: como os nativos digitais aprendem reservei um Apêndice especialmente para atualizar estas (e muitas outras informações) sobre o uso do Second Life e mundos virtuais em educação.

No primeiro semestre de 2010, a Boise State University ofereceu pela primeira vez o curso: Teaching Mathematics in Virtual Worlds, ministrado no Second Life.

Nos próximos dias, ocorrem os Treinamentos pré-Virtual Worlds Best Practices no Second Life em português e em inglês. De 12 a 13 de Março ocorrerá a conferência, para a qual esperamos mais de 6.000 avatares – já rascunhei o programa das sessões em português.

Ufa! Se isto é morte, temos sem dúvida um novo e bem interessante conceito de morte!

Mas o pessoal não se cansa. Recentemente, Jeffrey R. Young (de quem eu gosto muito de ler os posts no Chronicle of Higher Education) escreveu: After Frustrations in Second Life, Colleges Look to New Virtual Worlds. Como parecia que ele não tinha feito a lição de casa antes de escrever o artigo, houve uma interessante reação, que pode ser acompanhada nos próprios comentários ao post. Ele foi então convidado (e gentilmente aceitou) a participar de um debate na Virtual Worlds Education Roundtable em 23/02, cuja transcrição está disponível aqui. Em seguida (25/02) já escreveu um artigo com outro tom, no mesmo Chronicle: Will Second Life Upgrade Help Virtual Classrooms?

É natural que o Second Life venha a morrer um dia, mas tudo isto (e muito mais, que obviamente não cobri aqui) são experiências maravilhosas realizadas em educação, das quais quem participou jamais se esquecerá, e que estão nos moldando para um novo cenário, não só de uso de mundos virtuais em educação, mas também de games, realidade aumentada, cruzada etc.

Então, dê uma turbinada no seu avatar, registre-se (gratuitamente) para o Virtual Worlds Best Practices in Education e venha acompanhar de perto o que está sendo desenvolvido em educação nos mundos virtuais. Mundos virtuais possibilitam experiências imersivas, que só lendo textos não é possível viver, nem, por consequência, avaliar. Nos vemos em 12 e 13 de março!

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Programa Sessões em Português – Virtual Worlds Best Practices in Education

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Este é o programa das sessões em língua portuguesa que ocorrerão durante o Virtual Worlds Best Practices in Education no sábado, 13/03 (cf. tb. a apresentação que fiz do programa geral).

As inscrições estão abertas e são gratuitas, eu p.ex. já me inscrevi:

Confira também os treinamentos que ocorrerão antes da Conferência, em português, para novatos no Second Life.

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13/03 – Sábado

VWBPE EAST 1

11:00 (Brasília) 06:00 am (SL)

Mesa-redonda: Mapeando o ano no Second Life em língua portuguesa

Moderador: João Mattar (RL) Erectus Amat (SL)

Participantes:

Eliane Schlemmer (RL) Violet Ladybird (SL)
Helena Cristina Martelete Soares (RL) Saiyen Eerie (SL)
João Lima (RL) JoaoDiogo Sideways (SL)
Leonel Morgado (RL) Andabata Mandelbrot (SL)
Marcos (Archanjo) Pereira (RL) Archanjo Arcadia (SL)
Olga Cação (RL) Ocacao Vieria (SL)
Paulo Frias (RL) PalUP Ling (SL)
Rodrigo Gecelka (RL) Empreendedor Mighty (SL)

***

12:00 – meio dia (Brasília) 07 am (SL)

Academia Portucalis: Formação em SL – 3 anos de experiência consolidada e em permanente transformação

Teresa Bettencourt (RL) Cleo Bekkers (SL) e Marga Ferrer (SL)

Moderador: Fausto Carvalho (RL) Rubik Lungu (SL)

O objectivo é dar a conhecer o que a Academia fez, faz e a experiência ganha sobre as melhores formas (best practices) de formar em SL, com enfoque nas vantagens e desvantagens de diferentes estratégias e meios de formação.

***

12:30 (Brasília) 07:30 am (SL)

Do moodle ao Second Life: uma experiência no Ensino Superior a Distância

Maria de Balsamão Mendes (RL) Mysa Randt (SL)
António Quintas Mendes (RL) Ongberg Bluebird (SL)

Moderador: Augusto Abade (RL) M2life Paravane (SL)

Esta experiência foi desenhada a partir de actividades que decorriam em ambientes assíncronos como o moodle, em que foram trabalhadas matérias relevantes no domínio das Tecnologias Cognitivas e da Comunicação Mediada por Computador. Após esse trabalho os estudantes foram introduzidos ao Second Life com o objectivo de organizar um Congresso Virtual nesse ambiente. Para a realização desta experiência foi criado um ambiente virtual de aprendizagem no Second Life estruturado segundo princípios pedagógicos de uma comunidade, que incluía tipos distintos de espaços para trabalho e para lazer. ´Todo o trabalho no Second Life foi concretizado com recurso ao SLOODLE.

***

13:00 (Brasília) 08 am (SL)

Portal Educação – uma nova ilha brasileira de Educação a Distância no Second Life

Daniele Navarro (RL) Danievers Draconia (SL)

Moderadora: Daiana Trein (RL) Daiana John (SL)

Qual é a proposta da Ilha da Educação, como conseguir atrair participantes para este ambiente? Quais as parcerias e como consegui-las? Atividades que estamos programando para a Ilha.
Atividades que já foram desenvolvidas na ilha, como foram e quais foram.
Integração com o ambiente de ensino do Portal Educação, como serão as propostas para aulas dentro deste ambiente.

***

13:30 (Brasília) 08:30 am (SL)

Second Life e Ice Caverns Gallery no Mundo das Artes

Simone Queiroga (RL) Sunset Quinnell (SL)

Moderadora: Vânia de Assunção (RL) Sophialan Bandler (SL)

Propostas e premissas da galeria virtual; atividades desenvolvidas no ano de 2009, sua participação na comunidade internacional de artes e projetos artísticos inovadores.

***

14:00 (Brasília) 09 am (SL)

Jogos educacionais no Second Life

Katia Fabiola Cánepa Vega (RL) Kfcito Capalini (SL)

Moderador: Marcos (Archanjo) Pereira (RL) Archanjo Arcadia (SL)

A PUC-Rio utiliza Second Life como um ambiente de experimentação em mundos virtuais. No contexto educacional, foram prototipados dois jogos usando as possibilidades de construção 3D e programação deste mundo.

O Brinque de Teatro é um jogo educacional colaborativo desenvolvido no ambiente virtual 3D do Second Life. O Brinque de teatro possibilita a criação e encenação de histórias colaborativamente. Ele foi projetado para possibilitar que as crianças expressem sua criatividade e imaginação para “criar encenando” uma história em grupo.

TREG (Training in Requirements Engineering Game) é um jogo de treinamento em Engenharia de Requisitos criado em Second Life. O jogo gera simulações de situações especificas na técnica de Workshops. Este projeto foi uma experimentação neste mundo virtual da prototipação e combinação de técnicas para o desenvolvimento de software.

***

14:30 (Brasília) 09:30 am (SL)

Sistemas Gerenciadores de Aprendizagem (LMS) em Mundos Virtuais 3D – ae3D e SLOODLE

Andrea Silva (RL) Aerdna Beaumont (SL)
Romero Tori (RL) Romano Flow (SL)
Valdinei Silva (RL) Valdinei Svoboda (SL)

Moderador: José Abilio Lima de Freitas (RL) Abilio Danick (SL)

A existência de LMS´s no Second Life é importante para ações educacionais que precisam ser mapeadas com a finalidade de cumprimento de alguns requisitos legais. O Sloodle e o ae-3D são projetos associados a LMS´s web e fornecem ferramentas úteis para os educadores
do SL.

O projeto Ae-3D propõe uma interface tridimensional alternativa para interação dos estudantes com o LCMS Ae (LCMS do projeto TIDIA-Ae da FAPESP, uma extensão do LCMS Sakai), mapeando conteúdos e ferramentas de comunicação, de forma transparente para tutores e designers instrucionais. O Ae-3D propõe um ambiente de uso genérico no qual disciplinas diferentes podem ser acessadas pelos alunos, sem que o professor precise montar tal ambiente.

O SLOODLE é um plug-in livre e gratuito para o ‘Moodle’ que permite a integração entre o mesmo e o Second Life, é desenvolvido por pesquisadores da San Jose State University e patrocinado pela EDUSERV.

O projeto Sloodle fornece ao professor ferramentas que permitem que ele monte seu ambiente de forma modular.

Estamos realizando a análise de cursos utilizando as ferramentas dos dois projetos na ilha Brasil. Atualmente os cursos são ofertados utilizando o Sloodle e a partir de abril serão ofertados em ambientes que utilizam o ae-3D.

***

Haverá ainda duas apresentações em língua portuguesa, separadas dessas sessões:

12/03 – sexta

14:00 (Brasília) 09:00 am (SL) VWBPE EAST 2

Slactions in Catholic Univ Sao Paulo Brazil – Organizing a local of an international SL event Port-Slactions at PUC-SP

Grace Sigal (SL) Maria da Graca Moreira da Slva (RL)

Moderator: Renata Rivera

Presentation will report abut organizing the local chapter of the worldwide online event on SL SLactions 2009. The adaptions done, the structure planned and the results obtained.

13/03 – sábado

09:00 (Brasília) 04:00 am (SL) VWBPE NORTH

Second Life® – Ensino em Mundos Virtuais – O Estudo de Caso dos Estudantes Universitários no Programa Erasmus

Paulo Frias (RL) PalUP Ling (SL)
Ricardo Cruz (RL) Ricardo Pessoa (SL)
Ricardo Fernandes (RL), Ric Freidman (SL)

Moderador: Fernando Cassola Marques (RL) fejocama Ubble (SL)

Este projecto é uma proposta para um estudo de caso que pretende descrever e perceber os processos pedagógicos e comunicativos envolvidos no Second Life®, num contexto resultante das interacções na aprendizagem e ensino de uma segunda língua, através da modelação de aulas de português língua não materna, in-world, para alunos do projecto Erasmus, da União Europeia, que pretendem estudar na Universidade do Porto. O propósito é perceber como é que um contexto de imersão estimula a aprendizagem através do envolvimento dos estudantes numa situação de realidade virtual, em que contextos de uso da língua em situações reais são provocadas e onde rotinas de aprendizagem ‘not possible in real life’ ocorrem. Este processo experimentará as vantagens da plataforma, comparativamente com contextos de ensino e aprendizagem no mundo físico (por oposição ao virtual), uma vez que permite uma utilização síncrona de texto e voz, simultaneamente, quer pelo docente, quer pelos discentes.

Os fundamentos para esta proposta residem no facto da Universidade do Porto, em Portugal, ter uma comunidade de alunos europeus vasta que necessitam de aprender português antes de assistirem a aulas na universidade. Este estudo tenta avaliar o emprego de um mundo virtual para disponibilizar aulas de português a estes destinatários.

Ao assistir a esta apresentação, os participantes perceberão o modo como um mundo virtual pode ser utilizado para ensinar e aprender uma segunda língua. Também tomarão consciência das vantagens da utilização deste meio como um complemento ou alternativa a aulas no mundo físico. Finalmente, poderão avaliar as limitações decorrentes da plataforma virtual e as estratégias possíveis para as superar.

Por forma a envolver os participantes na discussão, iremos partilhar os resultados do nosso estudo (ainda em curso), debater a inovação em estratégias de ‘e-learning’ tornadas possíveis e verificar como é que alunos universitários Europeus, ao abrigo do programa de mobilidade Erasmus, podem ser ajudados na aquisição de uma segunda língua, utilizando um mundo virtual, antes de chegarem ao país de acolhimento, onde assistirão a aulas.

O nosso objectivo é disponibilizar um modelo de ensino de língua estrangeira destinada a alunos universitários, através do SL®, que possa ser adaptado e aplicado no futuro, através da conceptualização de um curriculum próprio.

URL da apresentação que mostraremos ‘in-world’:

http://www.slideshare.net/ricardocruz/proposal-vw

***

Por fim, uma novidade. Haverá também um evento social na sexta, 15 horas (Brasília) 10 am (horário do Second Life) na ilha do Portal Educação: Brazilian Poetry and Literature. É assim que está anunciado no programa, mas na verdade será uma confraternização de cultura brasileira. O Portal fez camisetas do VWBPE, para voluntários e para participantes, quem já aparecer por lá vai recebendo. Eles criaram também numa parte da ilha praia, Cristo no morro, coqueiros, campo de futebol, estande com fotos de comidas típicas, cachaçaria, Pantanal, araras, cuia de tereré etc.

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Então, apareça vestido a caráter, e quem se candidatou a voluntário, essa é uma boa atividade para ajudar. O encontro durará 1 hora (15-16, Brasília, 10-11 SL). No programa ainda não está anunciada a slurl da ilha do Portal, que no Second Life se chama ilha Educação. Para ir direto para a parte da ilha onde será o evento, esta é a slurl. Quem quiser ajudar, procure a Daniele Navarro (RL) Danievers Draconia (SL). E, o mais importante: ajudem a divulgar!

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Pre-VWBPE Sessions for New Residents

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Além dos treinamentos que teremos para os novatos no Second Life em português, antes do Virtual Worlds Best Practices in Education (inscrições abertas e gratuitas), haverá também algumas sessões em inglês como preparação para a Conferência:

Conferencing 101: VWBPE Style

Sexta 05 Março meia-noite (de sexta para sábado) (7 pm SLT)

Sábado 06 Março meia-noite (de sábado para domingo) (7 pm SLT)

Local

This session is for new to Second Life avatars and the new-at-heart! It will provide a quick overview of the Virtual Worlds Best Practices in Education Conference by Phelan Corrimal. Then it will teach Etiquette for New Second Life Residents at their first conference. Come learn the do(s) and don’t(s) of Second Life conferencing demonstrated by a panel who is more than willing to show you what “not to do” in a reality show format! Come with your questions and we’ll help you find answers. More experienced residents feel free to come and reminisce!

Contato: Kavon Zenovka (SL)

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Treinamentos pré-VWBPE no Second Life

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Para aqueles que ainda não conhecem o Second Life ou não se sentem à vontade usando a ferramenta, a comunidade de língua portuguesa organizou uma série de treinamentos básicos, principalmente para quem pretende participar do Virtual Worlds Best Practices in Education, que inclusive contará com uma série de apresentações em português – logo coloco o programa por aqui. Aqui vai a lista dos treinamentos:

09 Março – 20:00 (Brasília) 15:00 (SL)
Ilha da Educacao
Avatar: Danievers Draconia
Dúvidas? daniele@portaleducacao.com.br
Cf. post no blog do Portal Educação e o belo folder que eles produziram

10 Março – 15:00 (Brasília) 10:00 (SL) (Grupo 1)
10 Março – 17:00 (Brasília) 12:00 (SL) (Grupo 2)
Ilha do Empreendedor – SEBRAE
Avatar: Empreendedor Mighty
Dúvidas? rodrigo.gecelka@iea.org.br
Skype: rodrigo.silva.iea
Cf. post no blog Second Life e Educação

06 Março – 10:30 (Brasília) – 05:30 (SL) (Grupo 1 – 15 avatares)
07 Março – 10:30 (Brasília) – 05:30 (SL) (Grupo 2 – 15 avatares)
3WE – 3.0 Web and E-learning
Avatar Aerdna Beaumont
Dúvidas? andreacsil@gmail.com

ORIENTAÇÕES

Realize o download do Second Life, instale em sua máquina e crie seu avatar. Para auxiliar assista o vídeo Como Instalar o Second Life:

Para acessar as ilhas indicadas acima temos algumas opções, uma delas é através de Land Mark que facilita a ida de um local a outro. Para utilizá-la (após realizar download e criar seu avatar no Second Life) siga os seguintes passos:

1º copie o link e cole em seu navegador.

2º um balão de texto abrirá no centro da tela, clique no texto “Welcome to Second Life”.

3º o Second Life irá abrir, você deve realizar seu login normalmente.

4º ao entrar no Second Life, uma caixa com informação local abrirá, com a logo da ilha referente a land Mark escolhida e com um botão no canto inferior esquerdo (da mesma caixa de informação local) escrito “teleportar”, clique no botão e pronto, você já está na ilha correta, depois é só procurar o avatar responsável pelo treinamento.

A outra forma de ir para a ilha de treinamento é escrever o nome da ilha de acordo com o vídeo Como ir para a Ilha do Portal Educação:

Este vídeo mostra como ir para a Ilha da Educação, mas mudando o nome na busca é possível ir para outras ilhas (com exceção da ilha Hy Brazil – 3WE – 3.0 Web E-learning).

ROTEIRO BÁSICO

Este será o roteiro básico que abordaremos:

1- Como habilitar o Voice.

2- Como usar controles de câmera e movimentação (sentar, focar imagens e palestrantes, voar, etc).

3- Como se teleportar de um local para outro.

4- Como mexer nas ferramentas de apresentação de vídeos.

5- Como adicionar amigos e enviar Mensagens Instantâneas.

6- Como tirar fotos.

7 – Dicas de etiqueta para não mexer nas apresentações.

8- O que fazer ao receber notecards como localizar no inventario, salvar, renomear?

TREINAMENTOS EM INGLÊS

Confira também os treinamentos que ocorrerão em inglês, como preparação para a conferência.

***

Aguardamos vocês e ajudem a divulgar por favor, é tudo gratuito! E as inscrições para o Virtual Worlds Best Practices in Education, também gratuitas, estão abertas – eu já me inscrevi:

Ah, e se alguém quiser colaborar, entre em contato direto com os responsáveis pelos treinamentos.

Cf. o programa das sessões em português do Virtual Worlds Best Practices in Education.

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Blogs & Educação

Uma lista (em eterna construção) de posts, artigos, dissertações, teses, livros etc. disponíveis online, que tratam do uso pedagógico de blogs (sugestões para ampliá-la são muito bem-vindas):

ABREU, Maria Rosa Ravelli et al. To blog or not to blog. 05/2007. Congresso Internacional ABED de Educação a Distância.

AMORIM, Cláudia Colla de. Compartilhando e construindo conhecimento: ação mediada entre crianças e adolescentes no desenvolvimento de blog pedagógico-literário em uma biblioteca pública da cidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. 2008. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) – USP. Departamento de Letras Modernas. Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês.

BEZERRA, Thélia Theófilo. Blogs educacionais e o desafio do ensinar e aprender na Internet: possibilidades de (re)construção do fazer pedagógico. Dissertação de Mestrado. 2008. Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília.

FERNÁNDEZ, Ana María Alonso. El blog en la enseñanza del Español como lengua extranjera. Dissertação de Mestrado, UNED – Universidade Nacional de Educación a Distancia, 2011.

GOMES, Maria João. Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica. VII Simpósio Internacional de Informática Educativa – SIIE05. Leiria, Portugal, 16-18 Novembro de 2005.

GRANBERG, Carina. Social software for reflective dialogue: questions about reflection and dialogue in student teachers’ blogs. Technology, Pedagogy and Education, vol. 19, n. 3, October 2010, p. 345-360.

GUTIERREZ, Suzana. Weblogs e educação: contribuição para a construção de uma teoria. Novas Tecnologias na Educação, CINTED-UFRGS, V. 3 Nº 1, Maio, 2005.

HENDRON, John G. RSS for educators: blogs, newsfeeds, podcasts, and wikis in the classroom. Washington, DC: ISTE, 2008.

KJELLBERG, S. I am a blogging researcher: Motivations for blogging in a scholarly context. First Monday, 15(8), ago. 2010.

RICHARDSON, Will. Blogs, Wikis, Podcasts, and other Powerful Web Tools for Classrooms. Thousand Oaks, CA: Corwin Press, 2006.

RODRIGUES, Claudia. O uso de blogs como estratégia motivadora para o ensino de escrita na escola. Dissertação de Mestrado. 2008. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Estudos da Linguagem. Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada.

TRESCASTRO, Lorena Bischoff; SILVA, Cilene Maria Valente da. Blog: aprendizagem interativa na formação continuada de professores. 2009. Congresso Internacional ABED de Educação a Distância.

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Games em Educação: como os nativos digitais aprendem – Prefácio (David Gibson)

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MATTAR, João. Games em educação: como os nativos digitais aprendem. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

PREFÁCIO

Nativos digitais – as pessoas que incorporaram mídias digitais em seu cotidiano de maneira significativa – têm novas expectativas em relação à aprendizagem, ao trabalho e à diversão. Eles esperam ser capazes de experimentar coisas de graça, de usar as coisas sempre e tanto quanto desejarem e de encontrar o que precisam, exatamente quando precisam. Eles esperam que as coisas sejam fáceis de compreender ou aprender e que haja pessoas sempre disponíveis, dispostas a ajudar a resolver uma incompreensão ou preencher uma lacuna no entendimento. Esperam ser capazes de reutilizar idéias, imagens e expressões, bem como de criar novos vídeos, músicas, jogos e mais, construindo livremente sobre os trabalhos e produtos de outros. Confiam na sabedoria das multidões. Mais importante: esperam se divertir ao brincar e experimentar com novas ideias e experiências, ser capazes de melhorar o seu desempenho tanto quanto e com a frequência que desejarem, e compartilhar suas expertises com o mundo tão facilmente quanto o fazem com seus amigos íntimos.

Suas experiências com mídias digitais fazem parte de uma transformação cultural mais ampla que está simultaneamente moldando-os e proporcionando-lhes um novo meio para sua criatividade e participação. A cultura emergente tanto exige quanto implica liberdades individuais e poderes de investigação e expressão mais amplos. Características como hipermídia, armazenamento do conhecimento mundial, redes sociais e suporte para análise e visualização estão produzindo uma democratização cada vez maior da informação e dos meios de produção.Tais características são importantes sinalizadores da transformação da educação, se pudermos vislumbrá-las, compreendê-las e utilizá-las para nos reorganizar.

João Mattar coloca muitos sinalizadores diante de nós. Ele aponta que as habilidades com mídias digitais mais necessárias hoje não estão sendo ensinadas ou favorecidas nas escolas, um sinal da necessidade de os sistemas educativos reexaminarem o que ensinam. Ele observa que as fronteiras entre trabalho, diversão e aprendizagem estão desaparecendo, um sinal de que os educadores precisam repensar como ensinam. Ele ressalta que as fontes tradicionais de autoridade encontram-se enfraquecidas pelas novas experiências que permitem aprender qualquer coisa a qualquer momento, um sinal da necessidade de reexaminar o modo como a educação é organizada e validada. Mattar partilha o insight de que o uso de games em educação pode lançar uma luz sobre muitas questões levantadas hoje, por meio de um programa variado e amplo de pesquisa e desenvolvimento de campo. Seu breve esboço manteria uma faculdade ocupada por vários anos, trabalhando em parceria com escolas locais para descobrir, testar coisas novas, experimentar e documentar conclusões que levem a novas idéias e teorias que, por sua vez, ajudem a construir uma ponte sobre o fosso entre a cultura de mídias digitais e os atuais sistemas educacionais.

Ler João Mattar é penetrar em uma mente aberta a novas possibilidades no mundo, partilhar com ele uma viagem, rumo às melhores e mais recentes ideias sobre a utilização da vanguarda na evolução das mídias digitais para melhorar a educação. Ele nos convida a manter um olho nos sinalizadores e começar a colocá-los em uma ordem que faça sentido para nós, a nos voltarmos e ajudarmos os outros a enxergar uma nova direção para o ensino e a aprendizagem – uma direção séria, divertida, eficaz e recompensadora.

David Gibson
Professor e pesquisador da Faculdade de Engenharia e Ciências Matemáticas da Universidade de Vermont.
Fundador e director executivo do Global Challenge Award, um programa de estudo e pesquisa para alunos do ensino médio.
Autor de Games and Simulations in Online Learning e Digital Simulations for Improving Education, dentre inúmeros outros livros e artigos.
Criador da simSchool, um simulador de sala de aula para treinamento de professores.

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A de ADDIE

O que significa o A (Analysis) do modelo ADDIE de design instrucional? Lloyd Rieber dá uma rápida explicação:

Ross Perkins faz uma apresentação mais longa em Learner & Context Analysis.

Antes de começar a produzir material instrucional, devemos conhecer o máximo possível o contexto e os aprendizes.

O cap. 3 de Instructional Design explora a análise do contexto.

Cf. Instructional Technologies in Developing Countries: a contextual analysis approach, que está baseado em um artigo bem maior, que explora a análise do contexto no DI:

Tessmer, M., & Richey, R.C. (1997). The role of context in learning and instructional design. Educational Technology Research & Development, (45)2, 1042-1629.

Uma coisa é dizer que devemos focar no aprendiz ou que fazemos educação centrada no aluno, outra muito diferente (e mais difícil) é desenvolver formas para atender às necessidades de aprendizagem de um grupo diverso de alunos. A análise dos aprendizes é explorada no cap. 4 de Intructional Design.

Schools Don’t Want Technology, Schools Want Education, apresentada por Elliot Soloway, da Universidade de Michigan, fala sobre tecnologia, currículo e aprendizes, e apesar de longa (53:13) e produzida em 1999, ainda pode ser útil.

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Instructional Technologies in Developing Countries: a contextual analysis approach

ARIAS, Sonia; CLARK, Kevin A. Instructional Technologies in Developing Countries: A Contextual Analysis Approach. TechTrends, Volume 48, Number 4, July 2004, p. 52-55, 70.

O artigo discute a implementação do design instrucional em países em desenvolvimento. Uma das sugestões é que seja evitada a simples replicação de processos utilizados em países industrializados.

Os autores apresentam uma adaptação do modelo de análise baseado no contexto, de Tessmer e Richey, ampliando a fase de análise dos fatores sócio-culturais, ambientais e organizacionais, incluindo fatores específicos para países os em desenvolvimento.

Tessmer, M., & Richey, R.C. (1997). The role of context in learning and instructional design. Educational Technology Research & Development, (45)2, 1042-1629.

Inicialmente, os autores apresentam alguns exemplos de como tecnologias instrucionais estão sendo utilizadas em países em desenvolvimento.

Em seguida, discutem os desafios da tecnologia instrucional em países em desenvolvimento, divididos em fatores: (a) sócio-culturais e de capacidade humana (cultura de participação incipiente – em que nível os usuários estariam interessados em compartilhar informações?, tomadas de decisão centralizadas, falta de planejamento orçamentário, e escassez de pessoal qualificado – o que tende a gerar problemas de manutenção) e (b) infraestruturais (redes elétricas e de telecomunicações pouco confiáveis; suporte para hardware, software e manutenção; instalações adequadas).

Nesse sentido, o modelo de Tessmer e Richey é expandido na fase de análise do contexto, com a inclusão de fatores ambientais (motivação, release time, compensação, cultura da participação e disponibilidade de eletricidade e instalações apropriadas) e organizacionais (tomada de decisão centralizada, capacidade de planejamento orçamentário e desenvolvimento de capacidade humana).

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Wittgenstein (Derek Jarman)

No filme Wittgenstein (1993), em que Terry Eagleton participa do roteiro, o diretor Derek Jarman apresenta uma dramatização muitas vezes irônica da vida e das ideias do filósofo austríaco. O filme foi montado com sketches, no estilo da escrita dos fragmentos e aforismas de Wittgenstein. Apresenta, por exemplo, diálogos estranhos com seu professor Bertrand Russell. Assista inteiro:

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O Milagre de Annie Sullivan (The Miracle Worker)

Assisti neste dias em DVD o sensacional O Milagre de Anna Sullivan (The Miracle Worker).

Atenção: escrevo posts para refletir sobre filmes sem me preocupar em esconder o final. Portanto, se você não assistiu a este filme mas algum dia pretende assisti-lo, sugiro que pare de ler e só volte aqui depois, senão este post poderá acabar funcionando como um spoiler!

Atores: Anne Bancroft (Annie Sullivan), Patty Duke (Helen Keller), Victor Jory (Capitão Keller), Inga Swenson (Kate Keller), Andrew Prine (James Keller), Kathleen Comegys (Tia Ev), Beah Richards (Viney, empregada), Jack Hollander (Anagnos), Michele Farr (Annie com 10 anos), Alan Howard (Jimmie com 8)
Direção: Arthur Penn
Idioma: Inglês
Ano de produção: 1962
País de produção: Estados Unidos
Duração: 106 min.
Preto-e-branco
Produção: Fred Coe
Roteiro (concorreu ao Oscar): William Gibson (baseado na peça The Miracle Worker, e no livro The Story of my Life, da própria Helen Keller)
Trilha Sonora: Laurence Rosenthal
Edição: Aram Avakian
Direção de Arte: Mel Bourne, George Jenkins
Figurino (muito bonito, que concorreu ao Oscar): Ruth Morley
Fotografia (maravilhosa): Ernesto Caparrós

O filme conta apenas uma pequena parte da maravilhosa história da surdo-cega (e inicialmente também muda) Helen Keller. Quando ela está com 7 anos, a professora Annie Sullivan é chamada de Boston para tentar ajudá-la. Annie, na época com 20 anos, também tinha enfrentado a cegueira, recuperando parte da visão após duas operações.

O filme mostra principalmente o esforço de Annie para ensinar Helen a se comportar, por exemplo comer com colher e não com as mãos. O confronto não é apenas com Helen, mas também com os pais, que sempre a mimaram excessivamente.

A clássica cena das duas brigando na sala de refeição é impressionante – aqui já um pouco cortada no início, quando Annie expulsa os pais da sala:

As duas, aliás, ganharam não só o Oscar de melhor atriz e atriz coadjuvante, mas também outros prêmios: Anne Bancroft ganhou o San Sebastian (1962) e BAFTA 1963, e Patty Duke ganhou o Globo de Ouro (1963) como atriz iniciante mais promissora.

Annie consegue ensinar letras e palavras a Helen através do tato e das mãos, pela língua de sinais.

Quando Helen começa a aprender as palavras, há uma cena interessante em que ela aparece soletrando palavras enquanto sonhava.

Sullivan leva Helen para uma casa ao lado da casa principal da família, para educá-la sozinha e separada dos pais por algumas semanas.

Na verdade, o filme só vai até uma fase inicial do ensinamento, em que Helen começa a associar as palavras aos objetos, mas na vida real Annie continuará a tutoria praticamente até a sua morte, em 1936.

Keller, por sua vez, se tornará uma célebre escritora, filósofa e conferencista, mas isso o filme não mostra. Cf. p. ex. o Helen Keller Kids Museum, que conta a história de sua vida com várias fotos e documentos.

The Miracle Worker foi refilmado duas vezes para a televisão, em 1979 (em que Patty Duke, que interpretou Helen Keller na versão branco e preta, interpreta aqui Anne Sullivan):

e 2000:

Aqui é possível assistir a uma passagem do documentário Helen Keller in Her Story, produzido por Nancy Hamilton e narrado por Katherine Cornell, em que a própria Helen Keller interpreta seu papel:

A história de Helen Keller é um testemunho belíssimo em vários sentidos, um deles para a reflexão da filosofia da linguagem. O filme, entretanto, apesar de ser uma obra-prima imperdível, não serve muito para esse propósito, pois não sai de uma fase muito inicial do aprendizado linguístico de Keller.

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