Bibliografia Aristóteles

Como já fiz com Platão, segue uma incompleta e despretensiosa bibliografia de e sobre Aristóteles, incluindo algumas coisas que já li ou consultei, tenho (*) ou sonho em ter, e referências obrigatórias.

Não há tradução das obras completas de Aristóteles para o português. A coleção Os Pensadores apresenta as traduções de Ética a Nicômaco e Arte Poética*. Destaque também para uma tradução da Metafísica por Leonel Vallandro (Globo) e da Política (do francês), livros I a VI, por Roberto Leal Pereira (Martins Fontes)

A tradução mais importante para o inglês (que tenho) é:

BARNES, J. (Ed.). The Complete Works of Aristotle, Volumes I and II, Princeton: Princeton University Press, 1984. (tenho a fourth printing, 1991)

Há também um conjunto de traduções comentadas para o inglês publicadas pela Oxford University, Clarendon Aristotle Series.

Ao redor de 15.000 páginas de comentários a Aristóteles foram reunidas em 23 volumes em Berlim pela editora Reimer, entre 1882 e 1909, na Commentaria in Aristotelem Grace. Inclui comentários dos peripatéticos do século II a IV, dos neoplatônicos até o século VI e de um grupo de estudiosos reunidos ao redor da princesa bizantina Ana Comnena, no século XII. Eles se mantiveram sem tradução para nenhuma língua moderna até que, em 1987, iniciou-se o Ancient Commentators Project, dirigido pelo professor Richard Sorabji do King’s College London, que pretende traduzir os mais comentários importantes, junto com textos filosóficos relacionados da Antiguidade. Já foram publicados 78 volumes acompanhados de alguns volumes com explicações, com mais ou menos 30 por vir.

O Aristoteles Latinus project, por sua vez, pretende produzir uma edição crítica de todas as traduções medievais para o latim de Aristóteles, dentre outros objetivos. Essas versões foram a base dos estudos de ciências e filosofia da Idade Média e foi através delas que as obras de Aristóteles passaram a ser lidas no Ocidente. 27 volumes já foram publicados nos últimos 50 anos.

Na web, cf. Articles on Aristotle, uma coleção de artigos sobre Aristóteles organizada por tópicos, e Aristotle Bibliography, um banco de dados de publicações sobre Aristóteles, mantido pelo Dr. Richard Ingardia, da St John’s University.

Dentre os comentaristas, algumas pérolas:

ANAGNOSTOPOULOS, G. The Blackwell Guide to Aristotle. Oxford: Blackwell, 2007.

BARNES, J. Aristotle. Oxford: Oxford University Press, 1982.

BARNES, J. The Cambridge Companion to Aristotle. Cambridge: Cambridge University Press, 1995.

GOLDSCHMIDT, V. Temps physique et temps tragique chez Aristote. Paris: Vrin, 1978.

JAEGER, W. Aristotle: fundamentals of the history of his development. Oxford: Oxford University Press, 1934.

LEAR, J. Aristotle: the desire to understand. Cambridge: Cambridge University Press, 1988.*

PORCHAT PEREIRA, O. Ciência e dialética em Aristóteles. São Paulo: Editora da Unesp, 2001.

ROSS, W. D. Aristotle. London: Methuen and Co., 1923. (há uma tradução portuguesa da Publicações Dom Quixote).

SHIELDS, C. The Oxford Handbook on Aristotle. Oxford: Oxford University Press, 2008.

TAYLOR, A. E. Aristotle. New York: Dover, 1995.*

WOLFF, F. Aristóteles e a política. São Paulo: Discurso Editorial, 1999.

Sugestões?

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Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovick) – Spike Jonze

Ontem assisti em DVD a Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovick), dirigido por Spike Jonze.

Atores: John Cusack, Cameron Diaz, Catherine Keener
Direção: Spike Jonze
Idioma: Inglês
Ano de produção: 1999
País de produção: Estados Unidos
Duração: 113 min.
Colorido

O filme explora a questão da identidade. Craig Schwartz começa a trabalhar numa empresa e descobre uma porta que permite que as pessoas entrem na cabeça do ator John Malkovich por 15 minutos. Com uma sócia, monta um negócio para explorar a descoberta. Sua esposa, entretanto, apaixona-se pela sócia, mas elas só se relacionam quando a esposa de Craig entra em Malkovich. Mas ele também estava apaixonado pela sócia, então prende a esposa em uma gaiola e passa a se encontrar com a sócia via Malkovich – mas ela acha que é a esposa. Mistério desvendado, como Craig conseguiu controlar totalmente Malkovich, ele e a sócia passam a se relacionar. No final as duas ficarão juntas, mas há muitos mais desencontros e trocas de identidades.

Volto à resenha já já, nos próximos dias.

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Crimes e Pecados (Crimes and Misdemeanors) – Woody Allen

Anteontem assisti em DVD Crimes e Pecados (Crimes and Misdemeanors), dirigido por Woody Allen, responsável também pelo roteiro e que atua no filme.

Atenção: escrevo posts para refletir sobre filmes sem me preocupar em esconder o final. Portanto, se você não assistiu a este filme mas algum dia pretende assisti-lo, sugiro que pare de ler e só volte aqui depois, senão este post poderá acabar funcionando como um spoiler!

Atores: Caroline Aaron, Alan Alda, Woody Allen, Claire Bloom, Mia Farrow, Joanna Gleason, Anjelica Huston, Martin Landau, Sam Waterston
Ano de produção: 1989
País de produção: Estados Unidos
Duração: 104 min.
Colorido
Produção: Robert Greenhut
Fotografia: Sven Nykvist
Editor: Susan E. Morse
Desenhista de produção: Santo Loquasto
Direção de arte: Speed Hopkins
Produtores associados: Thomas A. Reilly, Helen Robin
Produtores executivos: Charles H. Joffe, Jack Rollins
Cenário: Susan Bode
Figurino: Jeffrey Kurland
Maquiagem: Fern Buchner
Gerente de produção: Joseph Hartwick

O filme discute as escolhas que fazemos, do ponto de vista moral. O respeitável Judah Rosenthal descobre que sua amante deseja abrir a boca e então manda matá-la.

Cf. o trailer:

Na cena final, há uma reflexão existencialista de que o homem é o conjunto das escolhas que faz, durante a sua vida:

“Somos todos confrontados ao longo de nossas vidas com decisões agonizantes, escolhas morais. Algumas são em grande escala, a maioria é sobre pontos menores. Mas nós nos definimos pelas escolhas que fizemos. Somos, na verdade, a soma total de nossas escolhas. Acontecimentos se desdobram de maneira tão imprevisível, tão injusta. A felicidade humana parece não ter sido incluída no design da criação. Somos apenas nós, com nossa capacidade para amar, que damos sentido ao universo indiferente. E mesmo assim, a maioria dos seres humanos parece ter a habilidade de continuar tentando e inclusive encontrar alegria nas coisas simples, como suas famílias, seu trabalho, e na esperança de que gerações futuras possam compreender mais.”

Vou retornar a este post, para completá-lo nos próximos dias.

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Instructional Designer

My dream synthesis job description for Instructional Designers based on real job descriptions (indicated at the end) followed by a brief reflection on the profession.

Synthesis Job Description

Job Description

Candidate will work as a member of the Educational Technology Department performing the following activities:

  • participate in the creation of multimedia elements and online courses
  • lead professional development programs in educational technology to faculty
  • support faculty in curriculum development, the use of educational technologies, and the design of assessment
  • assist in the planning and implementation of educational technology programs for students
  • Required Education

    Masters degree in Educational Technology, Instructional Design, or related field from an accredited college or university.

    Required Experience

    Experience with LMSs – Learning Management Systems, and the use of Web 2.0 tools and social networks in higher education.

    Required Knowledge and Skills

  • communication, team working, leadership, innovation and creativity
  • excellent reading and writing in English and Spanish
  • knowledge of online pedagogy
  • web authoring skills in HTML and other authoring tools, such as Dreamweaver, Audacity, and photo and video editing softwares
  • Preferred Education, Experience, Knowledge and Skills

  • Doctoral degree in Educational Technology, Instructional Design, or related field from an accredited college or university
  • experience in using Moodle, Sakai, and Blackboard
  • working knowledge of Flash
  • knowledge of the use of games, virtual worlds, mobile devices, and augmented reality in education
  • experience as an online student and teacher
  • Reflection

    Teachers are expected to teach and assess students, what instructional designers are not expected to. Instructional designers are expected to be technology experts, what did not use to be required from teachers, but is now and should be more and more. In this sense, instructional designers should support educators both in planning curriculum and integrating technologies into their teaching, as well as providing professional development programs in educational technology. A teacher should be the author/designer/master with his students, while the instructional designer should be their angel in the crossing.

    Job Posting Links

    Instructional Designer – Savannah College of Art and Design

    Instructional Technology – DePaul University

    Instructional Designer – Deltak edu

    Instructional Designer/Trainer – California State University, Fresno

    Instructional Designer – Penn State – Schuylkill

    Instructional Technology Specialist – Thomas Edison State College

    Instructional Designer – Emmanuel College

    Instructional Designer – University of Nevada Las Vegas

    Instructional Designer Specialist – Indiana State University

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    EdTech & HigherEd Job Search

    Sites to search for jobs in the Educational Technology and Higher Education fields:

    AECT – Association for Educational Communications and Technology

    CareerBuilder

    HigherEdJobs

    Monster

    Simply Hired

    The Chronicle of Higher Education

    USAJOBS

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    Bibliografia Platão

    Uma lista incompleta e despretensiosa (e em desenvolvimento) com alguns livros que tenho (*) ou já li, e outros que espero ler, de ou sobre Platão:

    Diálogos

    Em português, há uma tradução dos Diálogos de Platão de Carlos Alberto Nunes, editada pela Universidade Federal do Pará em 14 volumes (1973-1980), esgotada. Alguns volumes foram reeditados, mas a partir de 2000 começou uma reedição gradual, coordenada por Benedito Nunes, com novo projeto gráfico e produção editorial.

    Em inglês, uma tradução importante é:

    HAMILTON, Edith; CAIRNS, Huntington. The Collected Dialogues of Plato: including the Letters (Bollingen Series LXXI). Princeton, NJ: Princeton University Press, 1989.*

    Cf. tb Diálogos de Platão na Web, que inclui a 3. ed. da tradução de B. Jowett pela Oxford University Press.

    Em português, destaque para:

    Platão (4 diálogos: O Banquete, Fédon, Sofista e Político). Coleção Os Pensadores – inclui introdução, notas e comentários.*

    A República. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.*

    Alguns textos com comentários:

    BERNHARDT, J. Platon et le matérialisme ancien: la théorie de l’Ame – harmonie dans la philosophie de Platon.

    CHÂTELET, François. Platão. Tradução de Sousa Dias. Porto: Rés.*

    CORNFORD, F. M. Plato’s Theory of Knowledge.

    DODDS, E. R. Os gregos e o irracional.

    GOLDSCHIMIDT, Victor. Os diálogos de Platão: estrutura e método dialético. Tradução: Dion Davi Macedo. São Paulo: Loyola, 2008. (tenho uma edição bem velha em francês!)

    GOLDSCHMIDT, Victor. A religião de Platão. Trad. Ieda e Oswaldo Porchat Pereira. 2. ed. São Paulo: Difel, 1970

    GRUBE, G. M. A. Plato’s Thought. Indianapolis: Hackett, 1980.

    KOYRÉ, A. Introduction à la Lecture de Platon.

    KRAUT, R. H. (Org.). The Cambridge Companion to Plato. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.

    RICOEUR, Paul. Etre, essence et substance chez Platon et Aristote.

    ROBIN, L. La théorie de l’amour chez Platon.

    ROHDE, E. Psique.

    ROSS, W. D. Plato’s theory of ideas.

    TAYLOR, A. E. Plato.

    VLASTOS, G. Socrates, Ironist and Moral Philosopher. Ithaca: Cornell University Press, 1991.

    VLASTOS, G. Socratic Studies. Myles Burnyeat (Ed.). Cambrige: Cambridge University Press, 1994.

    WILLIAMS, Bernard Arthur Owen. Platão: a invenção da filosofia. Trad. Irley Fernandes Franco. São Paulo: Editora Unesp, 2000. (Coleção Grandes Filósofos).*
    Pequeno livro que é um clássico.

    Sugestões para ampliar?

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    Diálogos de Platão na Web

    Andei fuçando hoje a web pelos Diálogos de Platão. Em português, praticamente não encontrei nada.

    Bernard Suzanne mantém a página Links to Plato’s works on the Web, e de lá você vai ao céu (em inglês!).

    John Uebersax mantém a página Links to Plato’s Dialogues on the Web, que é baseada em Suzanne (preciso conferir isso com mais cuidado), mas de qualquer maneira o céu está organizado de outra maneira.

    Uma das principais fontes indicadas é:

    The Dialogues of Plato translated into English with Analyses and Introductions by B. Jowett, M.A. in Five Volumes. 3rd edition revised and corrected (Oxford University Press, 1892).

    Como a tradução encontra-se em domínio público, a obra está também disponível em outros sites.

    É possível inclusive ouvir os 5 volumes no Internet Archive, com seus respectivos prefácios:

    Vol. 1
    CHARMIDES, LYSIS, LACHES, PROTAGORAS, EUTHYDEMUS, CRATYLUS, PHAEDRUS, ION, SYMPOSIUM

    Vol. 2
    MENO. EUTHYPHRO. APOLOGY. CRITO. PHAEDO. GORGIAS.
    APPENDIX I; LESSER HIPPIAS. ALCIBIADES I. MENEXENUS.
    APPENDIX II; ALCIBIADES II. ERYXIAS.

    Vol. 3
    REPUBLIC. TIMAEUS. CRITIAS.

    Vol. 4
    PARMENIDES. THEAETETUS. SOPHIST. STATESMAN. PHILEBUS.

    Vol. 5
    LAWS.

    Enfim, dá para se divertir bastante!

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    Métodos para Leitura

    Como vamos ler muito durante a disciplina Instructional Design na Boise, a primeira sugestão são alguns links para métodos de leitura (alguns incluem memorização):

    How to Read Textbooks with PQ RAR

    A Strategy for Reading Textbooks (SQRW)

    The SQ3R Reading Method

    The KWL Reading Method

    Outras sugestões?

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    Instructional Design

    Neste semestre estou cursando a disciplina Instructional Design no EdTech da Boise State University. Jarek Janio é o professor.

    Como tenho feito todos os semestres, registrarei aqui no blog tudo o que for possível: links para sites, resenha dos livros, discussões, projetos desenvolvidos etc. Já criei uma categoria no blog, Edtech503, pela qual vocês podem acompanhar e participar de tudo.

    O curso está focado no design sistemático da instrução e modelos alternativos. Seu objetivo geral é considerar e utilizar o processo sistemático de Design Instrucional (DI) para criar um produto instrucional. Discutiremos o desenvolvimento histórico da prática do DI; identificaremos diferentes modelos de DI; compararemos contextos e teorias de aprendizagem e avaliaremos suas relações com o DI; exploraremos os principais componentes do processo de DI; dentre outras atividades.

    O curso está baseado em padrões de DI desenvolvidos pela IBSTIPIInternational Board of Standards for Training, Performance and Instruction.

    O livro base para o curso é:

    SMITH, Patrici. L.; RAGAN, Tilman J. Instructional design. 3rd ed. Hiboken, NJ: John Wiley & Sons, 2005.

    Mas, por conta própria, durante o curso vou usar intensamente também 2 outros livros:

    BROWN, Abbie; GREEN, Timothy D. The essentials of instrucional design: connecting fundamental principles with process and practice. Upper Saddle River, NJ: Pearson, 2006.

    DICK, Walter; CAREY, Lou; CAREY, James O. The systematic design of instruction. 7th ed. Upper Saddle River, NJ: Pearson, 2009.

    Além, é claro, de várias outras leituras durante o semestre. Logo crio posts separados para a resenha de cada um desses livros, todos devidamente marcados com a tag Edtech503.

    Aproveitando, a #eadsunday de hoje foi sensacional e com muita gente boa, e quem perdeu pode recuperar a discussão pelo Twitter – mas tem que voltar algumas páginas até chegar a domingo de manhã, para acompanhar do começo ao fim. Eu expus uma visão bastante crítica do Design Instrucional, contra a qual houve bastante resistência, então espero durante este semestre deixá-la mais clara e quem sabe reformulá-la.

    Bem-vindo – será um prazer contar com você nesta jornada e pode convidar quem quiser – cf. sempre durante o semestre o blog, ou a categoria Edtech503. Espero que possamos debater bastante por aqui!

    Publicado em EaD, Edtech503, Educação | 9 comentários

    Bibliografia Pré-Socráticos

    Uma breve bibliografia comentada sobre os filósofos pré-socráticos. Há muito mais coisas, é claro, isso é apenas o que andei consultando nestes dias.

    BARNES, Jonathan. Filósofos pré-socráticos. Trad. Julio Fischer. São Paulo: Martins Fontes, 1997. (Clássicos)
    Além de uma introdução interessante, apresenta fragmentos e seleções da doxografia dos principais filósofos pré-socráticos.

    BRUN, Jean. Os pré-socráticos. Trad. Armindo Rodrigues Lisboa. Edições 70, s/d. (Biblioteca Básica de Filosofia).
    Um livrinho que já reli mais de uma vez, com um bom resumo sobre os pré-socráticos.

    BURNET, John. O despertar da filosofia grega. Trad. Mauro Gama. São Paulo: Siciliano, 1994.
    Além de uma interessante Introdução, os capítulos abordam: a escola milésia, ciência e religião, Heráclito, Parmênides, Empédocles, Anaxágoras, os pitagóricos, os eleatas mais jovens, Leucipo, e ecletismo e reação, além de um curto anexo sobre o significado de physis.

    CARTLEDGE, Paul. Demócrito: Demócrito e a política atomista. Trad. Angelika Elisabeth Köhnke. São Paulo: Editora UNESP, 2001. (Coleção Grandes Filósofos)
    Livrinho que além da vida de Demócrito, aborda os seguintes temas em sua obra: física e epistemologia, cosmologia e cosmografia, antropologia e sociologia, psicologia e medicina, e ética e política.

    COSTA, Alexandre. Heráclito: fragmentos contextualizados. Tradução, apresentação e comentários por Alexandre Costa. Rio de Janeiro: Difel, 2002.
    Além de informações sobre a vida e obra de Heráclito, traz a tradução dos fragmentos de Heráclito contextualizados nas obras em que aparecem, depois separados, seguindo-se um comentário geral.

    HEIDEGGER, Martin. Parmenides. Translated by André Schuwer and Richard Rojcewicz. Bloomington, IN: Indiana University Press, 1998.
    Curso ministrado por Heidegger na Universidade de Friburgo entre 1942 e 1943, aborda dentre outros pontos a questão da verdade na obra de Parmênides.

    HEIDEGGER, Martin. Heráclito: a origem do pensamento ocidental: lógica: a doutrina heraclítica do logos. Trad. Marcia Sá Cavalcante Schuback. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1998.
    O longo livro apresenta 2 cursos ministrados por Heidegger entre 1943 e 1944.

    SOUZA, José Cavalcante de (Sel. textos) Os pré-socráticos: fragmentos, doxografia e comentários. 2.ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores).
    Seleção de fragmentos e comentários (de Nietzsche e Heidegger, p.ex.), traduzidos pelos professores de grego da USP, com introdução e valiosas notas.

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