Top 100 Tools for Learning 2009

Sai a nova lista das ferramentas de aprendizado do Centre for Learning & Performance Technologies.

Alguns comentários gerais:

Twitter

De 43 em 2007 pulou para 11 em 2008 e ficou em primeiro lugar em 2009. O uso do Twitter durante o 7 SENAED foi bastante interessante.

Delicious

Fica girando entre primeiro e segundo lugar. Também usamos o Delicious durante o 7 SENAED.

Slideshare

De 31 foi para 20 e agora está em quinto lugar. Tem se tornado uma referência como repositório de apresentações.

YouTube

De 22 para 18 e agora está em sexto. Criamos um canal no YouTube para o 7 SENAED e no semestre passado criei neste blog a página YouTube na Educação.

Lectora

Sem classificação em 2007, 131 em 2008 e 44 em 2009 – tenho usado há alguns anos para a produção de cursos de EaD

Aproveitei e mandei a minha lista das Top 10 por email, que foi compilada e publicada no mesmo dia.

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The Non-Designer’s Web Book

WILLIAMS, Robin; TOLLETT, John. The non-designer’s web book: an easy guide to creating, designing and posting you own web site. 3rd ed. Berkeley, CA: Peachpit Press, 2006. Resenha de João Mattar.

Este é um dos 3 livros que faz parte da bibliografia básica do curso Internet for Educators, que comecei nesta semana na Boise State University. Farei a resenha durante os próximos 2 meses, então enquanto este comentário não sumir daqui, a resenha está em construção.

Depois de uma rapidíssima Introdução, começam os capítulos.

Part One: Using the World Wide Web

Cap. 1 – What is the Web? traz informações básicas sobre a web: internet, modens, provedores, web, browsers, urls, plug-ins etc.

Part Two: Making Web Pages

Part Three: Design Issues on the Web

Cap. 6 – Basic Design Principles for Non-Designers apresenta 4 princípios básicos: alinhamento, proximidade, repetição e contraste, com vários exemplos coloridos. Algumas sugestões: escolha um alinhamento e utilize-o em toda a página, sem misturar alinhamentos; não centralize tudo; não utilize bordas para tabelas; faça com que os elementos distintos realmente pareçam distintos, e não semelhantes; crie um ponto focal.

Cap. 7 – Interface & Navigation explora a construção de interfaces e da navegação em sites. Há uma referência à Inspiration, que produz softwares para organização visual do pensamento. É também mencionada a ferramenta Art Directors Toolkit, com vários recursos de apoio ao trabalho do designer, e uma busca por rulers no Shareware.com, para ajudar a medir uma página. Há uma sugestão de se utilizar o design horizontal para a web, de repetir menus de texto para navegação mesmo quando usamos image maps ou botões, e principalmente no final da página, e de tirar o link dos botões ou menus para a página que o usuário está visitando, assim como o seu brilho.

Cap. 8 – Good and Bad Design apresenta princípios do bom e mau design, com vários exemplos coloridos. Exemplos de mau design: texto difícil de ler; elementos que distraem a atenção em relação às informações mais importantes; formatação inadequada; abuso das maiúsculas; não fica claro que os links são links; imagens sem alt labels; animações que nunca param; navegação pouco clara; muitas frames; página de entrada ou home page que não cabem num formato standard de 800 x 600 pixels; falta de ponto focal ou muitos pontos focais.

Part Four: Color, Graphics, and Type

Chapter 9: Color on the Web é um capítulo bem legal que aborda cmyk/rgb, cores indexadas, profundidade de bit, resolução de monitor e imagens, cores para web etc. Há referências a Colormix para criar e baixar cores híbridas e para o site Lynda, com informações, cursos e recursos para design.

Chapter 10: Graphic Definitions you must know fala sobre formatos de arquivos, como gif e jpeg, anti-aliasing, tamanho de arquivos de imagens, mapas de imagens, thumbnails, dentre outros pontos.

Chapter 12: Typography on the Web apresenta a importante orientação para o uso de fontes e texto na web. Algumas sugestões: fontes sans serif; evitar linhas muito longas; gerar contraste entre o texto e o fundo; não sublinhe nem use cor de hiperlinks no texto; aspas, apóstrofes etc. com código especial. São também analisados os problemas com browsers, plataformas e resoluções de monistores que geram visualizações diferentes de páginas na web, e apresentado brevemente o uso de CSS.

Chapter 16: Tables destrincha o código necessário para utilizar tabelas.

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Internet for Educators

Nos próximos 2 meses estarei cursando uma nova disciplina à distância (usando o Blackboard) no EdTech – Department of Educational Technology da Boise State University: The Internet for Educators, com a professora Amanda H. Chase.

Os objetivos gerais da disciplina são:

“Locate, retrieve, and evaluate information found on the Internet. Design and produce instructional Web pages using a combination of software and HTML/XHTML/CSS code. Apply appropriate instructional strategies and models to the design of digital curriculum.”

Dentre outras coisas, vamos buscar e avaliar informações na Internet; criar páginas na Web e sites; escrever código em HTML, XHTML e CSS; e desenvolver atividades de aprendizagem que utilizem a Internet e inclusive dispositivos móveis.

A Bibliografia Básica inclui 3 livros que vou esmiuçar por aqui nesses 2 meses:

1. Dreamweaver CS4: the Missing Manual – David Sawyer McFarland – cf. o Companion Web Site (na verdade tenho a edição do CS3, que espero sirva)

2. HTML, XHTML & CSS (Sixth Edition) Visual QuickStart Guide – Elizabeth Castro – cf. o Companion Web Site.

3. The Non-Designer’s Web Book: An Easy Guide to Creating, Designing, and Posting Your Own Web Site (Third Edition) – Robin Williams & John Tollett.

Usaremos também uma variedade de softwares, dentre os quais:

1. A Suite CS4 da Adobe, principalmente Dreamweaver, Fireworks e Device Central (tenho a CS3 que espero que sirva).

2. Adds on do Firefox: FireFTP e Fangs Screen Reader Emulator.

Já criei uma nova categoria no blog para os posts ligados à disciplina: Edtech502. Como sempre, comentários e dúvidas serão muito bem-vindos.

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Web 2.0 e Second Life na Educação – palestra gravada

APLICAÇÃO de NOVAS TECNOLOGIAS na EDUCAÇÃO from CARLOS VALENTE on Vimeo.

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MTV Debate – O ensino à distância é eficaz?

Nesta semana houve um debate na MTV, “moderado” pelo Lobão, sobre Educação a Distância.

Algumas passagens (não são transcrições):

Marcos Ferreira – professor no curso de pedagogia da USP: o que tem guiado boa parte da implantação da tecnologia educacional e da EaD na América Latina e no Brasil nos últimos 40 anos foi decorrente dos acordos MEC-USAID (United States Agency for International Development), em que o tecnicismo é o modelo pedagógico. Esse modelo pedagógico, baseado nas ideias de Skinner, procura limitar a autonomia do professor na organização do conteúdo e da prática educacional, ou até mesmo, no limite, eliminá-lo (e é o que temos visto em muitos modelos de EaD no Brasil, com os impostutores). [...] EaD no meu ponto de vista é disponibilizar informação (ich!), mas não é formação, porque na formação você precisa de um contexto educativo, vida universitária, vida escolar. [...] Todo autodidata é orfão; ensino a distância é você limitar as pessoas a essa orfandade (ich!!).

Ciro Correia – Sindicato Docentes Instituições de Ensino Superior: os países que se desenvolveram investiram massiçamente em educação, o governo brasileiro teria recursos para investir, investe inadequadamente e quer agora usar a EaD para resolver o problema. [...] A EaD é propaganda de que o governo está fazendo alguma coisa pela educação, sem fazer. [...] O governo está colocando a EaD como política pública, porque ele não quer investir em educação presencial. [...] O ensino a distância é limitado porque não pressupõe interação (ich!! só se for alguns modelos que existem por aí).

Werciley Silva – Diretor da Escola Virtual: não é uma questão de estar negando ou não a educação a distância, são situações contemporâneas que nós não temos como negar mais, temos que saber lidar com essas situações. [...] Não estamos discutindo EaD, mas como ela está sendo implementada no país (mas então existe alguma coisa “pura” como A EaD, ou como disse o Lobão, o Ensino a Distância “em si”?)

Lobão – o aluno que grava a aula chata e coloca no youtube não pode ser argumento em defesa da EaD, ao contrário, pode ser considerado o idiota da objetividade, que mais detesta a informação.

Secretário da SEED – no Brasil fazemos educação semipresencial, então com interação nos polos, em que os alunos não interagem com o professor, mas entre eles, mediados por um tutor (mas só no semipresencial há interação? nos polos então prescinde-se da figura do professor? e a velha pergunta – qual é o papel do tutor na UAB?)

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Exemplos de Games Educacionais

Neste semestre, com meus alunos de Design de Games na Anhembi Morumbi, fizemos uma descompromissada pesquisa sobre games educacionais, ou games em que ocorre aprendizado. Aqui vai a lista, que pretendo continuar a atualizar nos próximos semestres, em ordem alfabética:

Age of Empires – história (expansão Rise of Rome; Age of Empires II: The Age of Kings; expansão The Conquerors; Age of Mythology; Age of Empires III; expansão The War Chiefs; expansão The Asian Dynasties)

Alfabeto – Ache as Letras – alfabeto

Aprende Brasil – diversos

Big Brain Academy – raciocínio e memória

Bioshock – biotecnologia

Bob o construtor – construção e pintura

Braid – raciocínio lógico

Brain Age – raciocínio

Brain Challenge – raciocínio

Bubble Shooter – reconhecimento de cores e raciocínio

Call of Duty – história

Canibais – raciocínio lógico

Carmen Sandiego – geografia e história

Coconut run – física e mecânica

Constelações – astronomia

DotA Allstars – custom map do WarCraft3 – estratégia e trabalho em equipe

Democracy – política e economia

Dobble – ortografia

Dupligon – geometria e memória

Educacional – diversos

Globetrotter XL – geografia

God of War – mitologia grega

Greenpeace WeAtheR – meio ambiente e ecologia

Guitar Hero – música

I Love Traffic – educação no trânsito

Lanfill Bill – reciclagem

LetterBlox – inglês, vocabulário, ortografia, memóra, digitação

light-Bot – lógica e programação

Ludopark – administração (comercial e não disponível para pessoas físicas ou uso individual)

Medal of Honor – história (Segunda Guerra Mundial)

Mickey´s Ultimate Challenge – ortografia, raciocínio e memória

My Japanese Coach – Nintendo DS – língua japonesa

Neopets – diversos

Oscar o Balonista – natureza

Pesadelo de Matemática – matemática

Phoenix Wright: Ace Attorney – direito

Pocahontas Game – meio ambiente e animais

Prince of Persia – raciocínio lógico

Re-Mission – tratamento de câncer

Shadow of the Colossus

Sim City – administração de cidades

Soletrando – Ortografia

Sout American Countries – Geografia

Spore – biologia

Super V – diversos

Tetris Europa – geografia

Teste de QI – raciocínio e trabalho em grupo

Teste de QI do Einstein – raciocínio lógico

The Incredible Machine – raciocínio lógico, física e engenharia

The Traveler IQ Challenge – geografia

Total War – história

Tux of the Math Command – matemática e raciocínio

Valkyrie Profile – mitologia nórdica

Vamos Colorir da Turma da Mônica – formas e cores

World of WarCraft – estratégia

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Games em Educação III

Já tenho escrito sobre o tema por aqui (cf. a categoria games) e chegou a hora de revisitá-lo.

Quem passou na semana passada pelo 7º SENAED – Seminário Nacional ABED de Educação a Distância percebeu que tivemos 3 atividades relacionadas a games:

1. A professora Lynn Alves coordenou a atividade Games e Ensino online: mapeando possibilidades, que envolvia baixar o game Tríade (cf. as informações sobre o jogo), jogar e discutir com a equipe que o produziu em um fórum, que aliás continua aberto. No Moodle da UNEB, a professora Lynn mantém também uma biblioteca com literatura sobre games.

2. Vani Kenski e Paula Carolei, do Site Educacional, coordenaram uma fascinante atividade: O enigma da EaD no SENAED: uma vivência em ARG – Alternative Reality Game, em que criaram uma interessante personagem, Berta Gaspar, que solicitava ajuda aos participantes do SENAED – provavelmente até agora muita gente não compreendeu que a Berta era o próprio ARG!

3. Os blogs desenvolvidos pelos alunos de Design de Games da Universidade Anhembi Morumbi, em que foi registrado o processo de criação de um game a partir de um conto, puderam ser acessados.

***

Games têm sido, p.ex., utilizados para treinar tropas nos Estados Unidos.

E-Line Ventures produz games e histórias em quadrinhos digitais voltados à aprendizagem.

Dimension M é um jogo de matemática utilizado por alunos do ensino fundamental nos Estados Unidos. Ele tem diminuído a fobia à matemática, elevado as notas na disciplina e melhorado os resultados obtidos pelos alunos em exames estaduais de matemática (82% passaram o exame de matemática em 2007, contra 78% em 2006) – cf. o artigo Video Game Helps Math Students Vanquish an Archfiend: Algebra do NYTimes.

Outro interesssante artigo do NYTimes, Using Video Games as Bait to Hook Readers, explora as relações entre games e leitura, propondo o modelo da produção de um game associado a um livro, em que é necessário responder corretamente perguntas do livro para progredir no game. Segundo PJ Haarsma, não se pode mais simplesmente produzir um livro; produzir simultaneamente um game traria o livro para o mundo dos jovens leitores.

Clark Aldrich é obcecado por estabelecer diferenças entre games e simulações. Veja alguns posts no blog dele: What is the difference between a game and a simulation?, The Emerging Unifying View of Highly Interactive Virtual Environment (HIVE) Learning, Venn diagram e Shooting between two ducks: is it a serious game or an educational simulation?. Aliás, o blog Clark Aldrich On Simulations and Serious Games é visita obrigatória para quem deseja pesquisar o uso de games e simulações em educação. É possível também ouvir um interessante podcast do Aldrich e da Phaedra Boinodiris, da IBM, sobre Serious Games.

Durante o curso Educational Games and Simulations, que fiz na Boise neste semestre, o professor David Gibson mencionou que Aaron Doering estaria na vanguarda do uso de games em educação. Ele está envolvido p.ex. com ambientes de aprendizagem de aventura online híbridos, como o GoNorth, para o aprendizado de geografia e ciências sociais no ensino fundamental e médio.

No curso foi também bastante mencionado o Starfall, que desenvolve habilidades relacionadas à leitura em crianças.

Para quebrar um pouco o peso do texto, um vídeo em forma de animação, Video Games and Learning, que desenvolve o conceito de aprendizado tangencial, que não é o que você aprende ao ser ensinado, mas o que você aprende por ser exposto a coisas, em um contexto no qual você está engajado:

No mesmo sentido, pode-se consultar o verbete Activity Theory na Wikipedia.

Por fim, alguns sites para desenvolvimento rápido de games para serem impressos: Instant Online Crossword Puzzle Maker, Crossword Puzzle Maker e Print-Bingo.

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Mais uma noitada na Blip.fm

… caçando pérolas:

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Silêncio

Egberto Gismonti no piano, Charlie Haden no baixo e Jan Garbarek no sax – que encontro e que silêncio mágico – 1980:

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Oficina de Vídeo

Começam a aparecer no YouTube os vídeos produzidos pelos alunos de Negócios da Moda na Anhembi Morumbi neste semestre, para a disciplina Oficina de Vídeo. O objetivo era criar uma propaganda para uma marca que os grupos escolheram para o Trabalho Interdisciplinar, desenvolvendo o conceito de um produto. A lista deve ser atualizada nas próximas 2 semanas.

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