Feliz 2012

Pronto: quase 5h & + de 50 músicas pinçadas com muito carinho para você passar de 2011 para 2012. Tem de tudo: pop, rock, jazz, mpb, violão etc. Começa com as mais vistas no youtube e caminha para as menos vistas. Algumas outras que eu tinha selecionado não rodam em playlist.

Qq problema ou se não gostar de algum, você pode clicar p ir p o vídeo seguinte. Dá tb p pausar, alterar o volume, ver os outros vídeos de playlist enquanto ouve qq 1 (mas o legal é ir ouvindo sem saber o que vem depois), esconder as anotações, marcar para ouvir depois, adicionar a suas playlists (se estiver logado), assistir no youtube e ver em tela cheia.

Feliz 2012 com muita saúde, energia e amor!!

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Web 2.0 na Educação

Ref. Second Life e Web 2.0 na Educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias

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Formação de Professores

Hoje estava andando pela praia e me veio à cabeça este grande insight, rs: “formação de professores” é a expressão politicamente correta, que inclusive uso, mas dá uma sensação de que os professores são deformados, não? De que temos uma forma pronta para formatar todos. Caberia perguntar aos professores se eles querem ser “formados” e, principalmente, para que forma.

A expressão politicamente correta em inglês, hoje, é Professional Development, que está mais próxima do campo semântico de aperfeiçoamento do que de formação.

Mas tem outro grande insight, mais antigo: é incrível como hoje todo mundo se considera preparado e capaz de formar professores no uso de tecnologias me educação (às vezes só porque sabe mexer em um software ou é apaixonado por tecnologia), todo mundo tem um coelho na cartola, um curso prontinho na cabeça, uma ideia de como os professores devem ser, em que eles devem se transformar, um discurso pronto sobre a “resistência” dos professores, um clichê sobre a zona de conforto, o que está errado na educação, uma revolução!

Todo mundo é capaz de rabiscar uma rota de formação de professores em minutos, seguro de que aquele é o melhor caminho, sem mesmo ter dado aula ou tendo tido um mínimo contato com alunos.

Mas valeria a pena ouvir só um pouquinho os professores, não? Saber o que eles querem, do que eles precisam. Este é um dos princípios do design educacional: analisar os aprendizes e seu contexto. Mas não, queremos mudar, enxergamos perfeitamente (de fora) o que está errado e como as coisas deveriam ser, ignorando o que os próprios professores pedem – afinal, se as coisas estão erradas, eles por consequência pedem errado, querem naturalmente continuar com o status quo, qualquer demanda deles é um sinal de resistência, e é preciso mudar, mudar para a nossa visão.

Cabe saber se queremos formar o outro, de acordo com as suas necessidades, ou reformar a nós mesmos, projetando no outro o que queremos mudar em nós. Mas o princípio básico da alteridade diz: eu sou eu, o outro é o outro.

Nunca estamos prontos, somos metamorfoses ambulantes, mas não precisamos necessariamente nos transformar no sonho dos outros. Nossa visão tem também que ser ouvida. Demonizar os professores não é a solução para a educação, mas um movimento na direação da tirania da formação.

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Redes Sociais para Pesquisa

O artigo Science 2.0: the use of social networking in research (versão revisada e atualizada, 2011) apresenta e avalia links muito interessantes de ferramentas web 2.0 e redes sociais para uso em pesquisa. Listo e comento a seguir os links, divididos no artigo em redes que servem para: (1) compartilhar pesquisa; (2) compartilhar recursos; e (3) compartilhar resultados.

1. COMPARTILHAR PESQUISA

1.1. Redes Sociais Científicas
(com foco puramente científico)

Academia, uma rede para conectar professores e pesquisadores de acordo com seus interesses.

Epernicus Network, rede social que complementa os serviços (pagos) oferecidos pela empresa, especializada em soluções de software e internet para pesquisa, particularmente em biomedicina.

Lalisio, rede social acadêmica alemã que possui, dentre outros recursos, o Q-Sensei, engine de busca para textos científicos em inglês e alemão.

Methodspace, rede social gratuita criada pela SAGE como um espaço de discussão sobre métodos de pesquisa. Possui chat, calendário atualizado de eventos, fóruns de discussão e um serviço de perguntas e respostas.

ResearchGate, rede social científica com mais de 1.000 grupos que possuem recursos para compartilhar arquivos e escrita colaborativa. Possui um engine de busca semântico que opera em um banco de dados que contém mais de 35 milhões de artigos científicos de periódicos.

Sciencestage, página com um engine de busca que acessa vídeos, áudios e textos de diversas disciplinas, em que os usuários podem comentar, tag e votar, além de pesquisar por assunto. Inclui alguns recursos de redes sociais.

Outras redes sociais científicas

Feelsynapsis, com muitos recuros em espanhol.

Academici, basicamente para ciências sociais e humanas, em declínio.

Scispace, ainda não muito desenvolvida.

Facebook, geral mas que pode ser de interesse para cientistas.

LinkedIn, de caráter mais profissional, pode também ser útil a pesquisadores.

Ning, que permite criar sites de redes sociais.

Twitter, que apesar de ser um microblog, pode também ser considerado uma rede social.

1.2. Bancos de Dados de Cientistas
(em que os perfis dos usuários podem ser linkados, em função de seus interesses)

Researcher ID, serviço da Thomson-Reuters que fornece informações de publicações, citações etc. do autor.

Emerald Research Connections, diretório gratuito da Emerald que permite link com pesquisadores da mesma área.

1.3. Plataformas de Pesquisa
(inclui serviços de laboratórios virtuais)

HUBzero, que gera sites para pesquisa baseadas em softwares de código aberto, fornecendo uma infraestrutura para plataformas dedicadas como & NanoHUB, dedicada à nanontecnologia, com mais de 100 mil usuários.

MyExperiment, para publicação de modelos e fluxogramas científicos e experimentais, que podem tageados e comentados.

NatureNetwork, criada pela Nature, oferece a possibilidade de criar uma interface personalizada com ferramentas e aplicativos específicos.

Outras plataformas de pesquisa

Arts-humanities.net, para pesquisadores em artes e humanas compartilharem pesquisas e projetos.

1.4. Ferramentas Colaborativas
(para compartilhar arquivos, desenvolver pesquisas sociológicas e mapas mentais)

Serviços de compartilhamento de arquivos

Google Docs
Office Live Workspaces
Zoho
Thinkfree Online

Outros serviços de compartilhamento de arquivos

Box
Skydrive
4shared.com
Mediafire
Megaupload
Rapidshare
SlideShare
Zentation (arquivos de powerpoint)
SciVee (vídeos)
Videolectures (aulas em formato de vídeo)
Issuu
Prezi
Scribd
Calameo

Pesquisas Sociais

Survey Monkey
Survey Gizmo
Free Online Surveys
SurveysPro
Google Forms

Outros serviços de pesquisas sociais

Limesurvey
Zoomerang
E-surveys Pro
Kwik surveys

Ferramentas de Mapas Mentais

Compendium
FreeMind
Mindomo

2. COMPARTILHAR RECURSOS

2.1. Ferramentas de Administração de Referências Bibliográficas
(há longos comentários no artigo sobre cada uma dessas ferramentas)

Zotero
Refworks
EndNote Web

Outras ferramentas de administração de referências bibliográficas

RefBase
Bibme

2.2. Social Bookmarking
(para compartilhar referências bibliográficas; há também longos comentários no artigo sobre cada uma dessas ferramentas)

CiteUlike
Connotea
Diigo
Mendeley

Outros serviços de social bookmarking

Bibsonomy
Delicious
Mister Wong
H2O Playlist
StumbleUpon
Digg
AddThis

2.3. Índices de Citações
(a lista inclui sistemas de buscas, com longos comentários sobre cada uma das ferramentas; Web of Knowledge e Scopus são os sistemas mais utilizados, mas não classificados como web 2.0)

Google Scholar
Microsoft Academic Search
CiteSeerx
GetCITED

Outros índices de citações

Scholarometer
Publish or Perish
Citation gadget
Scholar H-Index Calculator

3. COMPARTILHAR RESULTADOS

3.1. Blogs & Wikis

Science Blogs
MADRI+D
PLoS Blog
Open Wet Ware (focado em biologia)

Outros blogs e wikis científicos

Nature blogs
OpenWetWare blogs
Hypotheses.org
Wiki Urfist

3.2. Serviços de Notícias Científicas

Servicio de Información y Noticias Científicas
SciTopics
Wikio
ScienceDaily
Science News

Outros serviços de notícias científicas

Science 2.0
Research information
Agencia DICYT

3.3. Acesso Aberto
(diferentes maneiras de distribuir informações, publicar recursos de pesquisas e busca copyleft)

BASE – Bielefeld Academic Search Engine
Scientific Commons
Public Library of Science (PLoS)
Sciyo
Bubok

Outros serviços de acesso aberto

OAIster Worldcat
DRIVER
Hispana
Recolecta
OpenDOArt

Cf. Science and Technology Resources on the Internet. Open Science and Crowd Science: Selected Sites and Resources

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SME-RJ

Alguma coisa diferente está acontecendo na Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, que o grande Eri já farejou.

A Educopédia começou em 2010 como um projeto de reforço escolar, mas cresceu e se transformou em material que pode ser utilizado tanto em aula pelos professores, quanto em casa pelos alunos. Mas não é só isso.

O Portal Rio Educa é uma rede que oferece email tanto para professores quanto para os alunos da rede, além de vários outros serviços.

O Programa Escolas do Amanhã, que ganhou o Prêmio Barão de Mauá há poucas semanas, busca a inclusão comunitária e a redução nos índices de violência e desigualdades sociais através da educação, com os objetivos mais específicos de reduzir a evasão e melhorar o desempenho escolar de alunos que moram em áreas conflagradas da cidade.

Um de seus pilares é a capacitação no interessante método Uerê-Mello de desbloqueio psicológico, pedagógico e cognitivo, desenvolvido por Yvonne Bezerra de Mello.

Conheça melhor a SME-RJ, a Multirio (Empresa Municipal de Multimeios) e outras ações.

Tudo isso tem sido coordenado e estimulado pela atual Secretária Municipal de Educação, Claudia Costin, pelo Subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais, Rafael Parente, pelo coordenador do Programa Escolas do Amanhã, André Ramos, por uma inspirada equipe (com a qual tenho tido a honra de conviver nestes últimos meses) e por vários parceiros, como Unesco, Fundação Telefônica (com a participação da Sônia Bertocchi) e MStech.

E todas essas ações têm se pautado em pesquisas, como as realizadas pela Oi Futuro e o Instituto Desiderata.

Tenho tido o prazer de acompanhar esse movimento de perto e de dentro, procurando colaborar em algumas dessas ações. Fique de olho! Alguma coisa diferente está acontecendo por lá e muita coisa nova deve surgir nos próximos meses.

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Linearidade em EaD

Nos últimos dias, tenho discutido e refletido bastante sobre a questão da linearidade em educação, mais especificamente em EaD e na formação de professores. Há diferentes sentidos para o termo linear que queria explodir com você um pouco por aqui , ou seja, você está mais do que convidado a alimentar essa explosão!

Um primeiro sentido para linear (1a) é existir uma sequência de cursos – Curso 1, Curso 2, Curso 3 etc. Só o fato de os cursos estarem organizados e apresentados em uma sequência lógica, como por exemplo em progressão de dificuldade, já caracterizaria linearidade em um programa de formação. É possível imaginar uma rota que não esteja necessariamente organizada no formato de cursos, com um caminho menos definido no começo, como no caso de uma pesquisa de mestrado ou doutorado, dos MOOCs etc.

O fato de os cursos estarem liberados todos de uma vez ou serem liberados sequencialmente, em datas distintas, caracterizaria também menor ou maior linearidade (1b).

Outro tipo de linearidade (1c) seria o fato de o aluno ter que cumprir a sequência, ou seja, ter necessariamente que fazer primeiro um curso, depois outro etc., sem poder percorrer uma rota alternativa, personalizada, que mais lhe interesse, pulando alguns cursos, deixando de fazer outros etc.

Esses seriam exemplos de linearidade no percurso da formação composta por mais de um curso – você enxerga mais algum?

Mas é possível também pensar na linearidade na organização e no percurso dos cursos individuais.

Alguns cursos estão organizados em forma de aulas – aula 01, aula 02 etc. Independente de como o aluno percorra essas aulas, isso já caracteriza um tipo de linearidade (2a) – há outros modelos de cursos que não são organizados em aulas, mas em tópicos diversos, debates, atividades, projetos etc., que não estão necessariamente organizados tão sequencialmente.

Novamente, o fato de as aulas serem liberadas todas de uma vez ou em datas diferentes (2b), e de o aluno ter que cumprir necessariamente a sequência das aulas ou não (2c), caracterizaria maior ou menor linearidade.

Além disso, há um tipo de linearidade no timing proposto para um curso (2d). Alguns cursos, como p.ex. os autoinstrucionais, permitem que o aluno progrida no seu próprio ritmo. Outros, estruturados com base na interação e colaboração em grupo, exigem que o aluno cumpra certo protocolo, que em alguns casos inclusive siga um cronograma para as atividades, justamente porque elas são desenvolvidas em grupo, não apenas individualmente. Ou seja, em algum sentido o aluno depende do ritmo dos outros, precisa adequar seu ritmo ao dos outros. É claro que há nesses cursos interativos e colaborativos espaço para cada aluno definir seu próprio ritmo, seja no percurso do material e/ou na realização de atividades individuais, mas o material pode não ser disponibilizado todo de uma vez (mas em etapas), as atividades podem ter prazos definidos e assim por diante. É importante notar que o menor nível de linearidade que, nesse sentido, os cursos autoinstrucionais permitem, sacrifica seu nível de interatividade.

Mesmo quando o curso pende mais para o autoinstrucional, pode haver maior ou menor linearidade se o aluno deve necessariamente passar por passos – ou seja, percorrer primeiro a seção 1, depois a seção 2 etc., entregar primeiro a atividade 1, para então liberar a atividade 2 e assim por diante (2e).

É possível ainda falar de linearidade na exposição do conteúdo (2f). Em alguns cursos, há começo, meio e fim, mas outros conteúdos estão estruturados de maneira hipertextual, convidando o aluno a explorar o material em uma ordem aleatória, com liberdade para descobrir e criar arranjos de aprendizagem mais adequados a seus estilos de aprendizagem. O aprendizado seria então um caminho construído pelo próprio aprendiz, preenchido por suas escolhas. O aluno seria, nesses cursos, também autor. Isso é explorado de uma maneira muito interessante, na reflexão sobre os games, tanto por Lehto quanto por Juul.

Enfim, não há um sentido único para linearidade em EaD, e você talvez tenha até pensado em outros – continuarei a ampliar esta reflexão com as suas sugestões. Por isso, é importante definir o que se quer dizer com maior ou menor linearidade quando se fala em educação, porque uma proposta pode ser menos linear em um desses aspectos, mas muito mais linear em outro(s). Naturalmente, o contexto, os atores (e seus estilos e preferências cogntivos e de aprendizagem), os objetivos e os conteúdos deveriam determinar o nível de linearidade mais adequado a um curso e a um programa de formação, e não as nossas preferências pessoais de aprendizagem como designers educacionais. Os outros são outros, não são iguais a nós, e nossa missão não é converter os outros à nossa visão de mundo.

E cabe também refletir que não linearidade não gera, por si só, melhores resultados de aprendizagem. Como já vimos, cursos autoinstrucionais podem ser menos lineares (em vários dos aspectos indicados – não em todos), mas, ao mesmo tempo, voltados apenas para a aprendizagem individual, desprezando assim a interatividade e a colaboração. Na formação de professores, cujo desafio em geral é coordenar grupos de pessoas, a opção pela não interatividade pode ser um equívoco fatal, pode nos levar a formar um profissional que não esteja preparado para desempenhar as funções que toda a sociedade espera deles. Ou seja, o pavor da linearidade não pode ser o único guia para as decisões em um processo de formação. O desafio parece ser combinar adequadamente graus (e variações) de não linearidade, interatividade e outros ingredientes em função de cada caso – e não ter uma receita pronta.

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Congressos de Tecnologia Educacional & EaD

Resolvi montar uma lista dos congressos (ou outros nomes) focados em Tecnologia Educacional e Educação a Distância que pretendo frequentar nos próximos anos. A lista potencial seria imensa, listei aqui apenas aqueles que têm projeção e cujo foco é em um desses dois temas. Há, é claro, uma dose de preferência pessoal no que selecionei (e deixei de fora), mas adoraria saber de quais outros vocês pretendem participar nos próximos anos.

Embaixo de cada evento, está indicada a data e o local da próxima versão e/ou outras info:

CIAED – Congresso Internacional ABED de Educação a Distância
18° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância
“Histórias, Analíticas e Pensamento “Aberto” – Guias para o Futuro da EAD”
23-26 de Setembro de 2012 – São Luiz (Maranhão)

SBIE – Simpósio Brasileiro de Informática na Educação
Organizado pela Comissão Especial de Informática na Educação (CEIE) da SBC – Sociedade Brasileira de Computação

ESUD – Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância
Organizado pela Unirede
Agosto de 2012 – Recife

EDUCAUSE Annual Conference
November 6–9, 2012 – Denver, Colorado

ISTE’s Annual Conference
Organizado pela International Society for Technology in Education (ISTE)
33rd Annual Conference – June 24-27, San Diego

Para conferir

Diversas conferências da AACE – Association for the Advancement of Computing in Education

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Sócrates

Morreu hoje de madrugada, no dia em que o Corínthians pode se sagrar campeão brasileiro, o Doutor, Magrão, Sócrates, ou Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira. Tantos nomes mostram que ele não foi qq um, não foi + 1, não foi só 1.

O jogador-médico foi um personagem ímpar na história do nosso futebol, tanto dentro quanto fora do campo. Ídolo do Corínthians, foi capitão daquela seleção brasileira maravilhosa de 1982 comandada por Telê Santana, tendo inclusive feito um dos gols na derrota talvez mais triste da minha vida, aqueles 3×2 para a Itália de Paolo Rossi, que não tinha marcado nenhum gol na Copa até aquele jogo – nem ele, nem a Itália! Participou também da democracia corintiana, de comícios pelas Diretas Já etc.

Aqui o samba de José Miguel Wisnik cantado pela Ná Ozzetti:

Chorei em 1982 junto como aquele menino no estádio Sarriá, que saiu na capa do Jornal da Tarde no dia seguinte ao jogo, acompanhado na manchete apenas por um título simples, com a qual Reginaldo Manente ganhou o Prêmio Esso de fotografia:

BARCELONA, 5 DE JULHO DE 1982

e chorei hoje.

Fica registrada aqui minha singela homenagem ao Magrão, com alguns dos seus gols e mais coisas que vou atualizando dinamicamente.

O link do Estadão seleciona vários gols do Doutor.

Um gostinho com os melhores momentos da derrota para a Itália, com o gol do Sócrates depois de linda tabela com o Zico (mas vale a pena assistir a um vt completo do jogo):

“A vitória não nos ensina, nos emburrece; o que nos ensina é a derrota no esporte. A derrota nos faz reavaliar quem somos, o que somos, como pretendemos ser e aonde a gente pode crescer.”

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Enlaces

O Enlaces – Centro de Educación y Tecnologia é um programa de integração de tecnologias à educação desenvolvido pelo governo do Chile, que já tem 18 anos – cf. sua história.

Cf. tb a Apresentação de seu programa de formação docente, seus Marcos de Competências – veja p.ex. Competencias y Estándares TIC
para la Profesión Docente
, seu Plano de Formação (montado como uma rota de formação para o desenvolvimento das TICs no sistema escolar), sua Rede de Formação (montada em função dos diversos atores do sistema escolar), seu Catálogo de Formação (que apresenta 41 cursos) e a SIMCE-TIC (prova de habilidades TIC para a aprendizagem).

Um dos pilares do projeto são as chamadas Habilidades para o Século XXI, fundamentadas por exemplo nas 21st Century Skills and Competences for New Millennium Learners in OECD Countries e no projeto ATC21S – The Assessment and Teaching of 21st-Century Skills.

O Portal Yoestudio tem diversos materiais de apoio ao estudo dos alunos, enquanto o site Internet Segura para Todos faz parte de uma campanha sobre o uso educativo seguro da Internet, envolvendo não só os alunos, mas também os pais.

O site tem também espaços para escolas e pesquisadores. Enfim, um projeto e tanto!

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GPe-dU & TIDD

Há inúmeros programas de pós-graduação interessantes e de qualidade no Brasil, mas se você me perguntasse há alguns anos aqueles com os quais eu mais me identificava, eu apontaria imediatamente 2: o GPe-dU e o TIDD.

[photopress:GPedU.jpg,full,pp_image]

O GPe-dU (Grupo de Pesquisa Educação Digital UNISINOS/CNPq), coordenado pela professora Eliane Schlemmer, antes mesmo da criação do Second Life já trabalhava com formação de professores utilizando mundos virtuais 3D, como o Eduverse da Active Worlds; posteriormente, tornou-se referência no Brasil e no exterior no uso do Second Life em educação. Entretanto, suas pesquisas não se resumem a mundos virtuais, incluindo também web 2.0, redes sociais, mobile-learning, aprendizagem ubíqua e, de uma maneira geral, Educação a Distância.

[photopress:TIDD_01.jpg,full,pp_image]

O TIDD (Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP), coordenado pela professora Lúcia Santaella, é um programa de pós-graduação multi/interdisciplinar que procura formar um profissional/pesquisador híbrido, envolvendo áreas como Computação, Informática, Cognição, Ambientes Virtuais de Aprendizagem e Design e Estéticas Tecnológicas. Cognição e Aprendizagem é um de seus grupos temáticos, e as combinações entre suas diversas áreas possibilitam eixos de pesquisa como Tecnologias da informação visando à cognição envolvida na aprendizagem e Modelos cognitivos e sistemas de transmissão de informação/conhecimento ligados à aprendizagem.

Há alguns anos eu admirava silenciosamente e à distância esses 2 programas; mas o destino conspirou e, no final de 2011, faço parte dos 2!

Nos últimos anos passei a participar de várias atividades no GPe-dU, do qual faço parte oficialmente há algumas semanas como pesquisador, começando agora a me envolver mais ativamente com algumas linhas de pesquisa.

Participei de um edital no início do ano para o TIDD, do qual hoje faço parte (oficialmente a partir desta semana) como professor permanente, orientador de mestrado/doutorado e pesquisador, na linha de pesquisa de Aprendizagem em Ambientes Virtuais.

Não seria exagero dizer que este é um momento de realização pessoal e profissional para mim. Será uma honra e um prazer imenso trabalhar com as professoras Eliane Schlemmer e Lúcia Santaella, ícones em suas áreas, e todos os demais professores, pesquisadores e alunos que participam dos 2 grupos. A partir de 2012, devo então naturalmente aprofundar minhas atividades, publicações e pesquisas em Educação a Distância, usos de tecnologias em educação e aprendizagem em ambientes virtuais, contribuindo assim com toda minha energia com as pesquisas na Unisinos e na PUC-SP.

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