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No meu Twitter, também estarei acompanhando a conferência:
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No meu Twitter, também estarei acompanhando a conferência:

Amanhã e terça ocorrerá o First International IEEE Conference in Serious Games and Virtual Worlds, que terá transmissão ao vivo para a web e o Second Life.
Vejam o programa e confiram as informações em português no site da Cidade do Conhecimento.
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Hoje, uma semana antes do início do Virtual Worlds Best Practices in Education, já temos 500 inscritos para o evento.
Levando-se em consideração a relação inscritos/participantes do Second Life Best Practices in Education, em 2007 (1/5), podemos dizer que já esperamos 2.500 avatares a partir da próxima sexta-feira.
Então, já estamos começando a lidar com uma estimativa de 5.000 participantes!
O nosso painel em língua portuguesa será o único dedicado às experiências educacionais em uma língua específica, e o único que não será em inglês. Então, mesmo que você nunca tenha entrado no Second Life, apareça e traga convidados.
Inscreva-se – é tudo de graça!
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Meus últimos posts têm sido sobre o Virtual Worlds Best Practices in Education, assim como provavelmente os próximos serão, até o final da semana que vem. Até agora eu andei falando sobre a inscrição, o painel em língua portuguesa no sábado, os keynote speakers etc., mas ainda não tinha dado uma olhada com calma no programa. Resolvi olhar com atenção, eis algumas sugestões para assistir.
Sexta
6:00 a.m. (10:00 Brasília) – ISTE
Social Networks & Viral Systems – Facebook & Second Life Possibilities, Realities, Fantasies
Kitviel Silberberg (SL)
The Learning Experience
02:00 pm (18:00 Brasília) – Faire
Games-based Learning Theory: A synthesis of ideas to help plan, implement and assess serious games
David Gibson (RL)
College of Engineering and Mathematics, University of Vermont Vermont USA
Sábado
04:00 am a 05:30 am (08:00-09:30 Brasília) – ISTE
apresentações de Portugal
08:00 am a 12:00 pm (12:00 a 16:00 Brasília) – ISTE
apresentações do Brasil e mesa redonda
Agora que olhei o programa com calma, percebi que não há nenhum outro painel como o nosso, voltado às experiências educacionais realizadas em uma língua específica, e também que não há outras apresentações, além das nossas, que não serão em inglês. Uma vitória da língua portuguesa!
4:30 p.m. (20:30 Brasília) – Faire
Handheld Augmented Reality Project (HARP) using GPS-enabled handheld computers to teach
Patrick O’Shea (RL)
Graduate School of Education, Harvard University HARP Director USA
5:30 p.m. (21:30 Brasília) – Faire
Media Literacy Best Practices
Elizabeth Thoman (RL) Liz Huntress (SL)
Center for Media Literacy USA
Domingo
11:00 a.m. (15:00 Brasília) – Faire
Building, Exploring, Playing with Concepts and Storytelling: The Innovative Use of Technology for Teaching and Learning
Marlene Brooks (RL) Zana Kohime (SL)
Memorial University NL Canada
03:00 pm (19:00 Brasília) – Keenesaw
World of Warcraft Tour
Abacus Capalini (SL)
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Eu já tinha colocado por aqui um post inicial sobre o Virtual Worlds Best Practices in Education e outro post mais recente sobre o logo, os keynote speakers e as inscrições. Acabo de colocar um agora com o Press Release em inglês. Tive o prazer de participar da organização da conferência, como Vice-Chair do Program Committee e avaliador de trabalhos.
O evento ocorrerá totalmente online, no Second Life, de 27 a 29 de Março, e cobrirá diversos temas: educação à distância, games e simulações em educação, mundos virtuais, blended learning etc. As inscrições são gratuitas e esperamos mais de 2.000 avatares de todo o mundo.
O programa completo já está online, apesar de que deve sofrer modificações diárias até o primeiro dia do evento, 27/03. O wiki tende a trazer o programa mais atualizado. Cuidado porque os horários são do SL, em Brasília hoje estamos +4 horas. Haverá uma série de atividades para iniciantes no Second Life, em inglês, antes do evento, e estou ainda tentando organizar alguma coisa em português. Mesmo para quem nunca entrou no Second Life, é uma excelente oportunidade de se atualizar sobre o uso de mundos virtuais em educação, além de conhecer na prática um mundo virtual.
As apresentações ocorrerão em 3 áreas distintas no Second Life: Faire, ISTE e Kennesaw. No programa, há os teleportes para cada um dos locais – ou seja, clicando lá, o seu avatar é transportado direto para essas áreas – mas ainda vou colocar também por aqui os links. Há ainda uma área para pôsteres e expositores.
No sábado, 28/03, na ilha do ISTE, haverá um painel especial sobre o estado da arte da educação em língua portuguesa no Second Life, com apresentações em português. Segue a lista, no horário de Brasília:
08:00
Universidade de Aveiro, Portugal
Teresa Bettencourt (RL) Cleo Bekkers (SL)
Carlos Santos (RL) Carlosss Lukas (SL)
Pedro Almeida (RL) Antero Eun (SL)
Luís Pedro (RL) Zes Garfield (SL)
Moderador: Carlos Valente (RL) CARLOS Kupferberg (SL)
08:30
Universidade do Porto, Portugal
Paulo Frias (RL) PalUP Ling (SL)
Moderador: Carlos Valente (RL) CARLOS Kupferberg (SL)
09:00
UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal
Leonel Morgado (RL) Andabata Mandelbrot (SL)
Moderador: Carlos Valente (RL) CARLOS Kupferberg (SL)
12:00
Ilha Vestibular Brasil
Maurício Garcia (RL) Mgar Magneto (SL)
Moderador: Marcos (Archanjo) Pereira (RL) Archanjo Arcadia (SL)
12:30
Sebrae – Ilha do Empreendedor – Brasil
Rodrigo Gecelka (RL) Empreendedor Mighty (SL)
Jessé Gusmão de Abreu (RL) Halisson Usher (SL)
Moderador: João Mattar (RL) Erectus Amat (SL)
13:00
ABC da EaD no SL – Pearson Education – Brasil
João Mattar (RL) Erectus Amat (SL)
Moderador: Andrea Silva (RL) Aerdna Beaumont (SL)
13:30
Unisinos/Ricesu – Brasil
Eliane Schlemmer (RL) Violet Ladybird (SL)
Daiana Trein (RL) Daiana John (SL)
Moderador: João Mattar (RL) Erectus Amat (SL)
14:00
Bradesco & Cidade do Conhecimento – Brasil
Gilson Schwartz (RL) Simplesmentenuma Boa (SL)
Andre Leme Fleury (RL)
Alessandra Zago (RL)
Moderador: José Erigleidson (RL) Eri Chevalier (SL)
14:0014:30
Mesa-redonda – Educação em Língua Portuguesa no Second Life
Andrea Silva (RL) Aerdna Beaumont (SL) – FUNDAP-Brasil
Carlos Valente (RL) CARLOS Kupferberg (SL) – ESAB-Brasil
Elizabete Teresinha Gomes (RL) Bete Aya (SL) Unisul Brasil
Olga Cação (RL) Ocacao Vieria (SL) – Universidade de Aveiro-Portugal
João Lima (RL) JoaoDiogo Sideways (SL) – Universidade de Aveiro-Portugal
Moderador: Marcos (Archanjo) Pereira (RL) Archanjo Arcadia (SL)
Contamos com a sua presença – e ajude a divulgar!
We’re gathering “In-World” and you are invited to join us!
Representatives from hundreds of educational institutions and related fields will gather in Second Life for a three-day global conference March 27-29 to demonstrate the potential that virtual worlds offer to transform education and how students of today and tomorrow can become active participants in their learning (see release below).
Many of the presenters in the Virtual Worlds Best Practices in Education Conference are involved in existing education groups in Second Life and/or have established campuses, libraries and course-related projects for university and K-12 students in virtual world spaces.
This is the largest education conference of its kind organized to take place completely “in-world,” with more than 70 presentations planned over the course of three days. Presenters are from Canada, U.S., Australia, New Zealand, Brazil, Portugal, France, UK, Spain, etc. Students from The Open University, Harvard, Texas State, and Stanford are just a few of the many universities and colleges that have virtual education environments on Second Life, where students can meet, attend classes, and create content togethe (see Virtual Environments Enable New Models of Learning).
For additional information, please visit the Conference site.
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Virtual World Best Practices in Education 2009 – PRESS RELEASE
ARE VIRTUAL WORLDS THE CLASSROOMS OF THE FUTURE?
2009 Virtual Worlds Best Practices in Education Conference (VWBPE) Bringing together Educators from around the World in Second Life®, March 27-29.
______________
March 17, 2009 — Virtual world educational environments may not replace real classrooms (yet), but they are becoming integral to the future of education, say the organizers of the 2009 Virtual Worlds Best Practices in Education Conference to be held in Second Life®, March 27-29. Conference keynote speakers and panels will focus on how virtual world environments can help today’s learners become all they can be and build the work force of tomorrow.
“We are a global grass roots community that is collaborating and co-sharing knowledge about the role of virtual world environments in education today,” said, Marlene Brooks of Memorial University, CA (Zana Kohime, SL) program chair of the conference. “Our goal at the conference in Second Life® is to use virtual worlds as the centerpiece for discussion of the questions that impact all of our futures: What is education? What is teaching? What is learning?”
The three-day conference will be an opportunity for virtual communities from around the world to showcase projects, courses, events, and present research that lead to best practices in education. From presentations on the architecture of designing a virtual classroom and campus to projects that engage middle school students with math, science and languages to the award-winning 3D-Wiki technology created in Second Life used to design a medical clinic in Nepal, the VWBPE conference is dedicated to furthering the creation of innovative, interactive and immersive environments.
Keynote speakers (see list below) and panelists for the conference represent a wide range of institutions, leading universities as well as K-12 school systems that use Second Life® as part of their educational programs.
The Virtual World Best Practices in Education (VWPBE) conference originated from the 2007 Second Life® Best Practices in Education Conference. Educators are one of the most vibrant and growing groups in Second Life® with an outreach to more than 6,000 SL residents.
Register here. Registration is free to all conference attendees.
Virtual World Best Practices in Education 2009 – Keynote Speakers
Friday March 27 to Sunday March 29 provides an opportunity for the education community, from around the world; to meet, socialize, and learn about the use of 3D virtual technology for today and tomorrow.
This is a link to program information, and you can also check our wiki. Please note, the program information is updated daily and the final version available on Friday, the first day of the conference. So, check the program schedule often as additional presentations, events and activities are posted.
The following are a few of the keynote and guest speakers.
David Gibson
College of Engineering and Mathematics, University of Vermont
Game-based Learning Theory: A synthesis of ideas to help plan, implement and assess serious games
Can games be fun and still effectively teach things? Don’t the needs of having “objectives” and capturing “assessment data” wreck the idea of a game? This talk will start a dialogue with participants by using three overlapping theories to think about 1. how people learn, 2. what happens when people interact with something like a game, and 3. what an experience has to have to be “game-like.” The synthesis of theories might be called “game-based learning theory.” How deeply we get into the synthesis theory will depend on the participants and the discussion.
Jon Brouchoud
Crescendo Design
The Architecture of Virtual Education: Design Strategies for Developing and Maintaining a Virtual Campus in Second Life
In this presentation, real-life architectural designer Jon Brouchoud will describe the many challenges and opportunities afforded by architectural design in virtual worlds. Jon has been studying the architecture of virtual education, and will describe some common approaches to organizing design and construction projects in Second Life. He will describe some of the more universal characteristics of successful virtual architecture that work well, and other strategies that don’t work as well.
Dr. Patrick O’Shea
Graduate School of Education, Harvard University, HARP Director
Handheld Augmented Reality Project (HARP) using GPS-enabled Handheld Computers to Teach
The speaker will describe and demonstrate the technology used in the Handheld Augmented Reality Project (HARP). Using GPS-enabled handheld computers, this project teaches math and language arts content to middle and high school students. As students walk around a physical environment, they are tracked by an avatar on their handheld computer moving around a map of the students’ location. This avatar triggers characters and objects as the student moves around. This session will define Augmented reality, demonstrate the HARP technology, describe the HARP curricula development process, and describe preliminary results from testing the HARP augmented reality process.
Tom Boellstorff
Department of Anthropology, University of California, Irvine
Virtual Learning: Practices and Possibilities
This will be an informal discussion about experiments with learning in virtual worlds and what the future might hold in terms of creative uses of virtual worlds for education.
Rik Panganiban
Global Kids
“Aha!” Moments from RezEd.org and Global Kids
Rik Panganiban of Global Kids will describe some of the key “Aha!” moments that Global Kids has experienced after three years of educational programming in the virtual world, as well as some of the key lessons from the 1,600 member strong RezEd.org network that Global Kids facilitates. Global Kids, a 20-year-old youth development nonprofit, uses its experience working with thousands of real world teenagers in New York City to inform how it uses the tools offered by Second Life and other virtual worlds.
Mary Ann Clarke
Texas Wesleyan University
Science is the Next Best Thing to Recess: Science Education at Second Life
Science can be seen as a combination of imaginative play with meticulous work. At Second Life, scientists and science lovers have spread their playgrounds across the growing landscape. Who’s coming to play? We’ll look at some selected science sims to see how they are being used for different learner populations.
Elizabeth Thoman
Center for Media Literacy
Media Literacy Best Practices
How media literacy transformed itself from a laughingstock to an ‘essential skill’ for 21st Century Education. Historically an understanding of literacy that expands reading and writing instruction to include images, sounds and popular culture (as well as print) now also must incorporate all types of digitally delivered interactive media.
Luyen Chou
School Net
A framework for twenty-first century learning – the yin and yang of constructivism and accountability
This session advances the hypothesis that new technologies, and the emerging realities of mass customization and data-driven decision-making, allow us to envision a world in which the antithetical relationship between child-centered learning and accountability are reconciled. This fusing of education outlooks is the key to teaching and learning that is future-facing rather than mired in the failed practices of the past.
Nas bancas dos Trabalhos Interdisciplinares e dos TCCs dos alunos da Universidade Anhembi Morumbi, no semestre passado e nos anteriores, e durante o desenvolvimento dos trabalhos neste semestre, surgiram algumas dúvidas de metodologia científica que parecem ser constantes, inclusive em dissertações de mestrado e teses de doutorado em várias instituições pelo país.
Selecionei abaixo algumas das dúvidas mais frequentes e proponho as soluções, mas qualquer comentário é obviamente bem-vindo. Se alguém tiver mais alguma dúvida, pode fazer um comentário por aqui que em seguida eu já acrescento a dúvida e a solução ao próprio post.
Apenas para deixar registrado, as normas mais importantes para trabalhos acadêmicos são:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6.023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, ago. 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10.520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, ago. 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14.724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, dez. 2005.
Todas as reflexões neste post estão baseadas nessas normas. As Normas da ABNT, entretanto, não têm força de lei, e portanto não são seguidas à risca por todas as instituições de ensino, revistas, editoras etc. Então, você deve seguir primeiramente as orientações que são fornecidas para o seu trabalho pela sua instituição, pelo seu departamento ou pelo seu orientador.
Em geral, entretanto, as orientações são de que as normas da ABNT devem ser seguidas. Supostamente, lendo as normas tudo estaria resolvido, mas infelizmente a coisa não funciona assim. Em primeiro lugar, as normas são grandes e não são fáceis de ler, muito menos de aplicar, principalmente porque muitas vezes elas apresentam exemplos mas não regras, e você precisa inferir a regra a partir dos exemplos. Além disso, as normas não são exaustivas, ou seja, elas não conseguem cobrir todos os tipos de documentos e possibilidades, principalmente no caso das fontes online, que se modificam com muita rapidez (reparem que a data de 2 das normas indicadas acima é 2002, e de lá para cá surgiu o YouTube, surgiu o Second Life, cada vez mais páginas da web são compostas em Flash etc. – então, obviamente nada disso está coberto pelas normas). Para piorar, em alguns casos as normas da ABNT não são claras, permitindo mais de uma interpretação.
Então vamos aos problemas – e às soluções.
a) Ordem das Referências
A NBR 6023 deixa claro que, se utilizarmos o sistema autor-data para fazer citações durante o texto (o mais utilizado em trabalhos acadêmicos), “as referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabética.” (p. 20)
Portanto, segundo a ABNT, as referências não devem estar classificadas por tipos, com uma lista alfabética para livros, outra lista para sites, outra para artigos, outra para vídeos etc. Ao contrário, todos os documentos que aparecem nas referências devem estar em uma única lista, organizada alfabeticamente. O objetivo disso é claro e bastante funcional: facilitar a busca do leitor, quando ele quiser achar alguma coisa nas referências. Se o leitor tiver que ficar procurando em diversas listas, pode se perder e acabar não encontrando aquilo que estava procurando.
b) Referências a Fontes Online
A NBR 6023 fornece vários exemplos para a elaboração de referências a fontes online.
No caso de monografias, artigos de jornais e revistas, eventos e trabalhos apresentados em eventos, documentos juridicos, vídeos, imagens, documentos cartográficos, áudio e partituras, devem ser utilizados os elementos normais para as referências a esses documentos, seguidos de “Disponivel em: ” (com o endereço completo da página que você acessou, não apenas da home page da qual aquela página faz parte) e “Acesso em: ” (a hora não é obrigatória, apenas a data).
No caso de páginas da Internet, sempre que houver um autor ele deve aparecer primeiro na referência, seguido do título da página, além das expressões “Disponivel em: ” e “Acesso em: “.
Apesar dos vários exemplos disponíveis na NBR 6023, não há regras para montar referências a todos os tipos de páginas da Internet, então é natural que surjam dúvidas. Mas pense sempre o seguinte: a sua referência deve ter: (a) um autor, instituição responsável e/ou título, seguido do (b) endereço e (c) da data de acesso.
Aqui vão alguns exemplos (usei espaço antes e depois do endereço porque estava dando um problema com o post, mas não deve haver espaço entre os sinais <> e o endereço):
MONTOR, Wagner Ricardo; SOGAYAR, Mari Cleide. Insetos como biofábricas de proteínas humanas. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 33, n. 196, p. 16-23, ago. 2003. Disponível em: < http://www.uol.com.br/cienciahoje/ch/ch196/insetos.htm >. Acesso em: 06 set. 2003.
RIBEIRO, Cláudia. Fundos de Internet têm rentabilidade negativa. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 15 dez. 2000. Disponível em: < http://www.estadao.com.br >.
QUINE, Douglas Boynton (Mant.). Willard van Orman Quine 1908 — 2000. Homepage sobre o filósofo e matemático. Disponível em: < http://www.wvquine.org/wv-quine.html >. Acesso em: 4 jan. 2001.
LUZ, Protásio Lemos da; FAVARATO, Desidério. Chronic coronary artery disease. Arq. Bras. Cardiol., v. 72, n. 1, jan. 1999. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066- 782X1999000100002&lng=en&nrm=iso >. Acesso em: 23 nov. 2006.
MEC — MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Educação Superior a distância. Disponível em: < http://www.mec.gov.br/Sesu/educdist.shtm >. Acesso em: 4 out. 2000.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Estatuto da UFBA. Disponível em: < http://www.ufba.br/estatuto_ufba.html >. Acesso em: 4 jan. 2001.
WORLD War II. In: Encyclopaedia Britannica Online. Disponível em: < http://members.eb.com/bol/topic?eu=118865&sctn=1 >. Acesso em: 6 jan. 2001.
THE AMERICAN Heritage dictionary of the English language. 4th ed. Boston: Houghton Mifflin, 2000. Disponível em: < http://www.bartleby.com/61/88/G0198850.html >. Acesso em: 23 abr. 2000.
c) Citações de Fontes Online
Apesar de a norma para citações, NBR 10.520, ter sido revisada pela última vez em 2002 e não possuir exemplos de citações de fontes online, ela não deixa dúvidas sobre como devemos proceder. Aliás, ela não é uma norma de citações para cada tipo de documento diferente, mas, ao contrário, uma norma para citações em geral, ou seja, há uma regra que deve ser usada para todo tipo de documento – e, então, a mesma regra pode ser aplicada sem problemas para a citação de fontes online.
A referência a uma fonte online deve ter obrigatoriamente pelo menos: um autor (instituição responsável ou título) e uma data (mesmo que seja apenas a data de acesso). E são apenas desses elementos que você vai precisar, para colocar após a citação durante o texto, supondo que o texto online não tenha páginas (quando houver páginas no texto online e você fizer uma citação direta – em que copia uma passagem – a indicação da página é obrigatória, segundo a ABNT).
Como ficariam então as referências para as citações durante o texto dos documentos indicados acima – supondo que eles não tenham paginação?
(MONTOR; SOGAYAR, 2003)
(RIBEIRO, 2000)
(QUINE, 2001)
(LUZ; FAVARATO, 1999)
(MEC, 2000)
(UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, 2001)
(WORLD…, 2001) – no caso em que não há autor mas apenas título, deve-se abreviá-lo.
(THE AMERICAN…, 2000)
Ou seja: não faz sentido, de acordo com a ABNT, indicar o endereço de um site após uma citação em um texto – o endereço do site, que muitas vezes é enorme, deve aparecer apenas nas referências completas, no final do texto. Além dessa prática não seguir as normas da ABNT, esteticamente o texto fica muito truncado e a leitura acaba sendo prejudicada. A indicação do site durante o texto também não traz nenhuma informação importante ao leitor – normalmente ele fará uma rápida busca no Google para achar o site e dificilmente digitará um site muito longo, mas se precisar pode ir até as referências (como faz com qualquer outro tipo de documento) para conferir os dados completos da fonte.
d) Referência a um Documento ou Arquivo enviado por uma Empresa
Para montar a referência a um documento ou arquivo que você recebeu de uma empresa, você deve inicialmente procurar utilizar os mesmos elementos essenciais que utilizaria numa referência comum, p.ex. a um livro: autor, título, edição, local, editora e data.
Muitas vezes, nesse tipo de documento ou arquivo o autor será uma entidade, e não uma pessoa física, então o nome da entidade deve vir no início da referência, em letras maiúsculas.
Além dos elementos essenciais que você tiver do documento ou arquivo, no final da referência você pode acrescentar os elementos complementares que considerar importantes para melhor identificar o documento. Ex.:
CENTRO DE PESQUISAS EMPRESA X. A história da Empresa X. Arquivo de Word enviado por email em 23 de outubro de 2007 por Carlos Alberto, diretor do Centro de Pesquisas da Empresa X.
Nesses casos, você precisará criar uma referência para cada documento ou arquivo recebido.
e) Referências a Citações no Rodapé ou no Texto?
A NBR 10520 deixa claro que as citações podem aparecer no texto ou em notas de rodapé (p. 2). Ou seja, a opção é de quem está escrevendo o trabalho, a menos que haja uma orientação específica da sua instituição, do seu departamento ou do seu orientador. Eu, particularmente, gosto muito mais de utilizar notas de rodapé porque acho que o texto, com muitos parênteses, acaba ficando muito poluído visualmente. Mas isso é apenas um gosto pessoal – a ABNT dá total liberdade para o autor do trabalho sobre como ele quer indicar as referências para as citações – no rodapé ou no texto.
Cubro muitas dessas dúvidas em mais detalhes no meu livro Metodologia Científica na Era da Informática.
Estou atrás de informações e experiências de congressos de educação à distância que já foram realizados à distância.
Congressos de Educação a Distância dos Países de Língua Portuguesa – AulaVox
Second Life Best Practices in Education – 2007
Virtual Worlds Best Practices in Education – 2009 (semana que vem, do qual estou participando da organização)
O que mais?
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O Virtual Worlds Best Practices in Education está chegando… 27 a 29 de Março.
O evento já tem um logo (resultado de um concurso), o genial programa para os Keynote Speakers já está disponível online e as inscrições estão abertas – e é tudo de graça – faça sua inscrição e avise a sua rede de contatos!
Nos próximos dias o programa completo estará disponível, incluindo no sábado, 28/03, um painel do que tem sido feito em língua portuguesa no Second Life em educação, com apresentações de instituições do Brasil e Portugal. Logo informo novamente por aqui.
Não perca esta oportunidade de, à distância e sem custos, atualizar-se em relação ao estado da arte da pedagogia nos mundos virtuais.
Já andei visitando o tema por aqui em diversos posts e páginas, como: YouTube na Educação, Vídeos para Ensino Fundamental e Médio, Vídeos & YouTube, YouTube na Educação e YouTube, Vídeos & Educação, dentre outros. Mas chegou a hora de revisitá-lo, tanto porque novos feeds se acumularam, quanto porque estou utilizando vídeos com meus alunos neste semestre na Universidade Anhembi Morumbi. Então aqui vão alguns flashs.
O recurso de anotações nos vídeos foi introduzido no ano passado pelo YouTube, mas desde o início deste ano está mais simples: agora aparece um símbolo enquanto você assiste ao seu vídeo, você clica onde quiser e adiciona as anotações, sem ter que passar pelo editor:
[photopress:Anota____es.gif,full,vazio]
Além de excluir com frequência vídeos que tocam clips protegidos por direitos autorais, desde o início do ano o YouTube está implementando a remoção automática de faixas de áudio dos vídeos. Quando o áudio do seu vídeo estiver mudo, você provavelmente encontrará embaixo dele a seguinte mensagem:
[photopress:Direitos_Autorais_YouTube.gif,full,vazio]
O site Converta converte e já baixa automaticamente vídeos do YouTube em diferentes formatos.
Começa a ser possível agora, legalmente, baixar vídeos do YouTube para assistir offline – cheque YouTube Goes Offline, projeto ao qual instituições de ensino começam a se filiar, oferecendo inclusive os vídeos para baixar de graça.
Richard Buckland, professor de ciência da computação da University of NSW em Sydney, Austrália, tem gravado e disponibilizado suas aulas no YouTube, permitindo que alunos do ensino médio participem dos seus cursos à distância da mesma maneira que seus alunos universitários, o que pode contar inclusive como crédito caso o aluno queira posteriormente estudar na universidade. Ou seja, o aluno, mesmo não matriculado ainda na universidade, pode assistir às aulas e fazer as atividades, e depois, se quiser estudar na NSW, terá os créditos dessas atividades validados. O canal é UNSW eLearning e esta é a primeira aula – Lecture 1: Higher Computing 1:
Sarah Perez discute a experiência em: Forget iTunes U: Students Now Getting College Credit via YouTube.
Até o Vaticano agora tem um canal no YouTube.
Wibe7.tv faz buscas no YouTube retornando apenas thumbnails, sem texto.
VideoSurf utiliza estratégias interessantes para buscar, encontrar e assistir a vídeos online. A busca dos vídeos é feita por identificação visual, e não texto, em momentos visuais indexados, possibilitando que o usuário navegue por cenas, pessoas ou momentos em seus resultados.
O Embedr possibilita a criação de listas de reprodução (playlists) de diversos serviços de vídeo, é muito simples de usar e o resultado fica muito bonito. Criei rapidamente esta Playlist sobre Comportamento do Consumidor com vídeos do Dailymotion, Vimeo e YouTube: